“Então, vi descer
do céu um anjo; tinha na mão a chave do abismo e uma grande corrente.
Ele segurou o
dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás, e o prendeu por mil anos;
Lançou-o no
abismo, fechou-o e pôs selo sobre ele, para que não mais enganasse as nações
até se completarem os mil anos. Depois disto, é necessário que ele seja solto
pouco tempo.”
Apocalipse 20:1-3
A Dimensão dos
Dragões
![]() |
Na época do nascimento de Jesus,
a justiça divina restringiu ainda mais a atuação desses seres; e, segundo
Ângelo Inácio, no livro “A Marca da Besta” – psicografado por Robson Pinheiro, foi feito um reforço energético
e magnético na dimensão a qual eles tinham sido confinados. Mesmo
antes daquela época, eles já não tinham mais como reencarnarem num corpo
físico na dimensão dos encarnados. Somente em outros mundos
é que terão a chance de nascerem em corpos físicos; mas num contexto totalmente
diferente ao da Terra.
Apesar da justiça divina ter aprisionado
os dragões nessa dimensão vibratória,
restringindo-lhes a atuação de forma direta com a humanidade,
permitiu-lhes que
eles tivessem acesso, de forma indireta, ao mundo dos vivos. Era uma forma de eles presenciarem o
progresso da humanidade com os conhecimentos e exemplos trazidos pelo Cristo.
Eles só podiam se
projetar em corpo mental, o qual já estava em gradual processo de degeneração.
Devido ainda a essa liberdade de
atuação indireta, ao invés de somente acompanharem o progresso humano, os
dragões começaram a interferir nos acontecimentos da vida da humanidade
através de seus subordinados, os espectros.
(Com essas explicações podemos até
entender o porquê de João, no apocalipse, ter dito que o dragão foi preso no
abismo e depois era necessário que fosse solto por pouco tempo.
Essa liberdade era para que esse grupo de dragões acompanhassem o progresso da
humanidade, e isso pudesse servir como aprendizado para eles, para que mudassem
a maneira de pensar. Mas, ao invés disso, parece que ainda insistiram em querer
dominar a humanidade através de seus comandos e legiões.)
Aparelhos tecnológicos de monitoramento
Ainda no livro “A marca da
Besta”, Ângelo Inácio descreve a fala de um guardião da noite, representante da
justiça divina, quando este visitou a prisão dos dragões:
“Um cárcere vibracional imposto por uma
lei superior. Era um confinamento magnético destinado a limitar a
ação e reação dos seres aprisionados, o qual revelava a perspectiva
cósmica, em nada semelhante à concepção de crime e punição que se
tem na Crosta, entre os encarnados. Algo provavelmente inalcançável ao
entendimento de qualquer homem no planeta Terra.”
(Talvez, muito de nós, até agora imaginávamos que a região onde foi
preso o dragão fosse um local isolado sem influência no mundo dos encarnados. Apenas
um local que abrigasse esses seres e que eles não possuíam nenhum recurso de
atuação. Entretanto, as revelações atuais ampliam o nosso conceito a respeito
dessa dimensão-prisão magnética e a atuação desses seres, vejamos:)
Trata-se de uma região dimensional
que possui a materialização das formas-pensamentos e as criações mentais
desses seres dragões. É uma região onde os espíritos comuns da Terra
não têm acesso. Possui uma tecnologia muito desenvolvida pelos dragões
ao longo dos milênios. Possui construções e aparelhos que emitem armadilhas
psíquicas em que tentam defender a região de intrusos sem permissão.
Também, como já vimos antes, dentro dessa
dimensão-prisão havia o sistema hierárquico de poder no qual a identidade do dragão número 1
não era conhecida pelos demais. O Espírito Ângelo Inácio descreve
que dentro de um pavilhão, o número 2 em comando tinha à sua disposição
aparelhos de monitoração com os quais atuava de forma indireta no destino da
humanidade. Vejamos a descrição feita por ele dessa atuação:
(...)
“Estrutura de matéria
plasmática, coagulada num processo dificilmente concebível pelos
homens comuns do planeta Terra, estendia-se à frente dele, de lado a lado da parede
fluídica – ou semifluídica, de quase matéria, o, ainda, de um tipo
diferente de material, até então insuspeito dos encarnados. Tela de proporções gigantescas erguia-se
no meio do pavilhão, feito cristal limpíssimo, de menos de um milímetro de
espessura. Translúcido, reproduzia imagens da paisagem ao
derredor e, ao toque de seu manipulador, poderia mostrar cenas
que se passavam muito mais adiante. Por meio desse equipamento, o
daimon era capaz de observar,
inclusive, o que ocorria na superfície do mundo, em gabinetes de líderes e
governantes, além de poder sondar e vigiar as bases de seus comparsas,
inferiores a ele na hierarquia do abismo. Nenhum dos cinco
dragões sujeitos a sua autoridade poderia furtar-se à espreita daquele que era
o segundo em comando, o segundo em poder sobre toda a Terra.” (...)
Como estamos observando o dragão
número 1, escondendo sua identidade, atuava através do número 2 e
este por sua vez atuava sobre os demais dragões. Como não podiam atuar
de forma direta na humanidade, eles atuavam através de seus executores, os
espectros.
Os espectros sempre foram
temidos nas regiões das sombras por serem seres de enorme crueldade e
vampiros de energias emocionais e mentais. Outras forças de domínio nas
dimensões astrais das trevas os magos negros com sua milícia, os “sombras”,
e os cientistas das sombras, como também diversas facções de poder
temem e são dominados por esses seres.
Desde a corporificação do orientador
evolutivo cósmico Jesus, há mais de 2.000 anos atrás, quando ele visitou as dimensões dos dragões informando-lhes
o fim do tempo deles na Terra e convidando-os a mudarem de comportamento,
esses seres ainda continuaram a querer dominar a humanidade planetária.
Eles atuaram por trás de diversas
guerras do passado, na expansão de impérios, na idade média, nas cruzadas, nas
duas grandes guerras, no nazismo e na implantação de sistemas políticos com
nomes diferentes, praticando o domínio de poder e o autoritarismo.
Inclusive, nas obras de Ângelo Inácio é revelada a corporificação de espectros e a
reencarnação de magos negros em períodos críticos da política de domínio
e poder nas nações do planeta promovendo guerras, mortes e destruições.
Influência dos Espíritos na vida dos encarnados
Ao longo dos milênios os membros
da elite dos dragões se tornaram especialistas em diversas áreas da
vida humana tais como: estrategistas de guerras, na comunicação, na
política, na religião, nas artes em geral e na ciência.
Existe uma forte influência dos seres das
sombras e de uma multidão de espíritos que influenciam a vida dos
encarnados de forma a dificultar o progresso evolutivo.
Para entendermos melhor isso vejamos o
que nos traz o Espírito Ângelo Inácio quando narra o diálogo entre os Guardiões
Superiores da Humanidade, num dos momentos em que atuavam visitando o reino dos
dragões:
(...) “ – Eis um fato que não deveria
soar estranho para os conhecedores da mensagem do espírito Verdade, uma vez que
o próprio Codificador, Allan Kardec, transcreveu o significativo pensamento dos
Imortais segundo o qual, na verdade, são os espíritos que dirigem os homens, e não o contrário,
repetindo ainda uma vez mais o que disse Anton.
- Basta avaliar a situação espiritual dos
habitantes encarnados e desencarnados do planeta para constatar
que o contingente de
espíritos ignorantes, com passado complicado e adeptos de um sistema de vida
oposto aos princípios do evangelho cósmico constitui, sem sombra
de dúvida, a maioria numérica
nos bastidores da vida. Junte isso à informação de que são os
espíritos que dirigem os homens, segundo assevera o ilustre codificador do espiritismo,
e então será forçoso deduzir que é justamente a massa de seres e inteligências sombrias que está,
atualmente, a conduzir as multidões.” (...)
Entretanto, apesar dessa constatação,
está em pleno andamento o trabalho dos Guardiões Superiores da Humanidade que cumprem,
agora no Juízo Geral, a justiça divina, pois tudo está sob a condução do Cristo planetário Jesus.
O processo de retirada dos espíritos que
não habitarão mais a Terra, a reurbanização extrafísica nos vales de sofrimento,
deslocando espíritos em condições espirituais precárias, mas em condições de
permanecerem no planeta, é um processo lento, do ponto de vista
existencial dos encarnados.
A guerra entre os seres das sombras pela
disputa de poder e as mudanças que ocorrem na geografia extrafísica planetária reflete na dimensão dos
encarnados. É o que estamos vivenciando atualmente como os grandes acontecimentos revelando a corrupção, quedas de ditadores, revoltas populares e a reação das forças da natureza, que está cada vez mais intensa.
Ainda no diálogo dos Guardiões, um deles traz
uma observação importante:
(...) “Não obstante todo esse processo,
antes que venha o fim propriamente dito, segundo consta nos
arquivos da espiritualidade, convém que os dragões sejam soltos por um pouco de tempo: ‘Lançou-o
no abismo, e ali o encerrou, e selou sobre ele, para que não enganasse mais as
nações, até que os mil anos se completassem. Depois disto é necessário que seja
solto, por um pouco de tempo’. Isso nos faz pensar num conflito de
grandes proporções. Conflito de ideias, embates econômicos, crises políticas e sociais que fermentarão
a massa da população extrafísica e de encarnados com vistas a promover o
amadurecimento do trigo para a época da colheita. Temos a
palavra do Cordeiro, que nos advertiu sobre tudo isso ser apenas o princípio, e não o fim
do processo seletivo.”(...)
V. Lau
Ir para a 👉 próxima
Ir para o 👉 Início
Adquirir livro no link Amazon: 👉 https://amzn.to/4ixKeIo
Referência de estudos:
“A Marca da Besta” – Ângelo
Inácio (Espírito); [psicografado] por Robson Pinheiro. -Contagem, MG: Casa dos Espíritos
Editora, 2010. (Trilogia O Reino das
Sombras: v. 3)
Adquirir eBook para Kindle Amazon: 👉 https://amzn.to/4ixKeIo
Nenhum comentário:
Postar um comentário