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Galáxia NGC 628- Imagem: NASA, ESA, (STScI/AURA) |
Dentro
da realidade que percebemos, a que mais nos impressiona, dos cinco sentidos, é
a visão, depois a audição. O nosso foco
de atenção está voltado sempre para o efeito, e não para as causas das coisas.
Um exemplo claro disso é quando usamos um celular moderno; quando estamos
falando com alguém que está muito distante, o foco de nossa atenção é no teor da conversa,
não nos preocupamos de que forma a conversa chega até nós. Com a televisão e computadores,
também, é a mesma coisa; não nos preocupa de que forma a imagem chega até nós. Se
pararmos para raciocinar um pouco, sobre a causa dos fenomenos, vamos perceber
que estamos mergulhados num espaço onde circula, simultaneamente, diversas ondas eletromagnéticas, com comprimentos de ondas e frequencias diferentes entre si,
e que não se misturam. Além das frequencias da luz visível e do som que
percebemos, há as frequencias de rádio, microondas, infravermelho, ultravioleta,
e outras, que são captadas por aparelhos
específicos, tais como o rádio, televisão, celular, computador, etc. Após esse
simples raciocínio, já não podemos afirmar
que acreditamos só no que vemos e ouvimos. Porque a realidade que
percebemos através dos sentidos comuns e da instrumentação cientifica é o mundo
que conhecemos como sendo da terceira dimensão, onde há a altura, largura e o
tempo. Na Atualidade, sabemos que há outras realidades, que ainda não podemos
perceber através dos sentidos comuns, e nem pela instrumentação cientifica,
pois elas vibram em outras frequencias ainda não descobertas. Mas, estas outras
realidades podem ser pecebidas pela razão, fazendo-se uma reflexão sobre as
revelações que a espiritualidade maior nos transmitem, através do fenômeno
mediúnico. Com a fé raciocinada, unida ao conhecimento científico, podemos
ampliar o nosso conceito sobre Deus, nós e o universo.
Lau
Rezam as tradições do mundo espiritual que na direção de
todos os fenômenos, do nosso sistema, existe uma Comunidade de Espíritos Puros e
Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas mãos se conservam
as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias.
Essa Comunidade de seres angélicos e perfeitos, da qual é Jesus um dos membros divinos ao que nos
foi dado saber, apenas já se reuniu, nas proximidades da Terra, para a
solução de problemas decisivos da organização e da direção do nosso planeta, por duas vezes no curso dos milênios
conhecidos.
A primeira, verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar, a fim de
que se lançassem, no Tempo e no Espaço, as balizas do nosso sistema
cosmogônico e os pródromos da vida na matéria em ignição, do planeta, e a segunda, quando se decidia a vinda do Senhor à face da Terra,
trazendo à família humana a lição imortal do seu Evangelho de amor e redenção.
(A Caminho da Luz – Emmanuel – Francisco
Cândido Xavier Cap.I – A Comunidade dos Espíritos Puros)
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JESUS
DE NAZARÉ E O CRISTO PLANETÁRIO
(...) PERGUNTA:- Conforme
deduzimos de vossas palavras, então
Jesus é uma entidade e o Cristo outra? Porventura tal concepção não
traz mais confusão entre os católicos, protestantes e espíritas, já convictos
de que Jesus e o Cristo são a mesma pessoa?
RAMATÍS:- Em nossas
singelas atividades espirituais, nós transmitimos mensagens baseadas em
instruções recebidas dos altos mentores do orbe. Portanto, já é tempo de vos
afirmar que o Cristo Planetário é uma entidade arcangélica,
enquanto Jesus de Nazaré, espírito sublime e angélico, foi o seu médium mais
perfeito na Terra! O excessivo apego aos ídolos e às fórmulas
religiosas do vosso mundo terminam por cristalizar a
crença humana, sob a algema dos dogmas
impermeáveis a raciocínios novos e para não chocar o
sentimentalismo da tradição. As
criaturas estratificam no subconsciente uma crença religiosa, simpática,
cômoda ou tradicional, e, obviamente, terão de sofrer quando, sob o imperativo do progresso
espiritual, têm de substituir sua
devoção primitiva e saudosista por outras revelações mais avançadas sobre a
Divindade. Os religiosos de tradição, herdeiros e repetidores da
crença dos seus avoengos e preferida pela família, habituados a “adorar” e jamais “pensar”, sentem-se
amargurados quando têm de abandonar as imagens preferidas de sua devoção, e
substituí-las por outras mais estranhas!
Assim, correspondendo à
assimilação progressiva humana, Deus primeiramente foi devocionado pelos
homens primitivos através dos fenômenos principais da Natureza, como o
trovão, a chuva, o vento, o mar e o Sol! Em seguida, evoluíram para a figura
dos múltiplos deusinhos do culto pagão. Mais tarde, as pequenas divindades
fundiram-se, convergindo para a idéia unitária de Deus. Na Índia honrava-se
Brahma, e Osíris, no Egito; e Júpiter na Olímpia; enquanto os Druídas, no seu
culto à Natureza, cultuavam também uma só unidade! Moisés expressa em Jeová a unidade de Deus, embora ainda o fizesse
bastante humanizado e temperamental, pois todos os sentimentos e emoções dos
hebreus, no culto religioso, fundiam-se com as próprias atividades do mundo
profano! Com o aparecimento de Jesus,
a mesma idéia unitária de Deus evoluiu então para um Pai transbordante de
Amor e Sabedoria, que pontificava acima das quizílias humanas, embora
os homens ainda o considerassem um doador de “graças” para os seus
simpatizantes e um juiz inexorável para os seus contrários. (...)
Livro: “O Sublime Peregrino” - Ramatís
(Espírito), psicografado por Hercílio Maes.
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PERGUNTA:- Em face dessa distinção
de Jesus ser o intermediário do
Cristo Planetário da Terra, gostaríamos que nos désseis maiores
esclarecimentos sobre o assunto.
RAMATÍS:- Jesus, como
dissemos, não é o Cristo, mas a
consciência angélica mais capacitada para recepcionar e cumprir a sua vontade
em cada plano descendente do reino angélico até a Terra. Em sua
missão sublime, Jesus foi a “janela viva” aberta para o mundo material, recebendo do Cristo as sugestões e inspirações elevadas
para atender à salvação das almas, em educação na crosta terráquea.
No entanto, Jesus também ascenciona ininterruptamente pela expansão ilimitada
de sua Consciência e libertação definitiva das formas dos mundos planetários
transitórios. É provável, portanto, que no próximo “Manvantara” ou “Grande Plano”
ele também já se gradue na escala
arcangélica; e então participará diretamente da criação dos mundos
sob a inspiração do Arcanjo, do Logos ou do Cristo do vosso sistema solar.(...)
(...) Em consequência, o
divino Logos ou Cristo já atuou
através de Moisés, Crisna, Isaías, Zaratrusta, Zoroastro, Buda, Maomé,
Confúcio, Fo-Hi, Anfión, Numu e muitos outros instrumentos humanos.
Mas Jesus foi o mais fiel intérprete do Cristo planetário, na Terra; ao
completar 30 anos de idade física, quando lhe baixa sobre a cabeça a pomba
simbólica do Espírito Santo, durante o batismo efetuado por João Batista, Jesus passou a viver, minuto a minuto,
as fases messiânicas do plano espiritual, traçado pelo seu elevado mentor, o
Cristo ou Arcanjo do orbe.
Livro: “O Sublime Peregrino” - Ramatís (Espírito), psicografado por
Hercílio Maes.
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São Paulo (SP), 28 de setembro de 1987.
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(...) Mas de volta onde
nos posicionamos hoje, no Universo Astral,
enquanto aqui estivermos teremos a
supervisão da Hierarquia Galáctica – ou Divindade Galáctica -, a qual está em Sintonia Espiritual Pura com a
Consciência do Supremo Espírito, através da Coroa Divina. Essa
Divindade Galáctica ou Colegiado Galáctico estende Suas poderosas vibrações a outros Seres Espirituais de
Altíssima relevância, os quais dão formação à Hierarquia
Constituída Galáctica.(...)
(...) Essa dita Hierarquia
Constituída Galáctica, por sua vez, supervisiona as Hierarquias solares ou dos sistemas planetários como um TODO.
No sistema solar, tomado isoladamente, temos a DIVINDADE SOLAR ou o Verbo Divino, o
qual promove Hierarquias afins nos sistemas solares de uma galáxia.
Dentro do sistema solar,
temos os planetas, nos quais encontraremos o “DEUS PLANETÁRIO”, o qual já
promove a Hierarquia Planetária Superior e Inferior.
A Hierarquia Planetária Superior é
composta de todos os Seres
Espirituais ligados diretamente, em vibrações, com a DIVINDADE
PLANETÁRIA. São Seres Espirituais distintos da coletividade planetária. São esses Seres Espirituais que
“mediunizaram” no espaço-tempo, os Grandes Condutores de Raça, os Profetas ou
Grandes Iniciados. Raros deles já desceram até a crosta planetária.
São Seres Espirituais de outros planetas mais elevados
que, por Amor e Misericórdia, se dignaram a vir ajudar seus irmãos, menos
evoluídos, que se demoram no turbilhão do erro e da consciência culpada.
Enfim, são grandes Seres Espirituais, que entendem que grande é a FAMÍLIA
CÓSMICA UNIVERSAL.
A Hierarquia
Planetária Inferior é formada por Seres Espirituais que se encontram em planos superiores do
planeta, mas fizeram parte
desta coletividade planetária. É o que podemos chamar de Confraria dos Espíritos Ancestrais,
os quais foram grandes Tubaguaçus, como se expressa no NHEENGATU, os Grandes Condutores de Raça em todas as
épocas ou eras do planeta.
(...) Outrossim, nossos
Filhos de Fé devem ter percebido que, desde a Hierarquia do Cosmo Espiritual
até a Planetária, já no Universo Astral, todas essas Hierarquias, através de
seus Dirigentes Maiores, se
encontram em sintonia
vibratória com a Hierarquia imediatamente superior, até alcançarem a
Hierarquia Divina. É o que
entendemos por Consciência
Una, isto é, as várias
Potências Espirituais que em seus planos afins vibram em sintonia com o
Divino Espírito.
Ao citarmos HIERARQUIA
PLANETÁRIA, entraremos aqui diretamente nos conceitos relativos ao nosso
planeta Terra.
Essa Hierarquia Planetária,
relativa ao nosso planeta, 3º de nosso sistema solar, que caminha no espaço
entre as órbitas de Vênus e Marte, tem também promovido de há muito sua
função em conjunto com a Divindade Planetária.
A
Divindade Máxima de nosso planeta é o CRISTO JESUS, o OXALÁ de nossa Umbanda.
De fato, ele é, por misericórdia,
o Tutor, o responsável Kármico pelo nosso planeta,
quer seja da 1ª à 7ª esfera do Astral Superior como da 1ª à 7ª esfera do
Astral Inferior, dirigindo-se às regiões subcrostais. O CRISTO JESUS é o
“SENHOR DO PLANETA TERRA”, promovendo HIERARQUIAS, SUB-HIERARQUIAS, COMANDOS,
SUBCOMANDOS, etc.
Lembrando o que já
explicamos em relação à Hierarquia Planetária, queremos ressaltar que a Hierarquia Planetária Superior
do Planeta Terra é o que chamamos de “Hierarquia
Crística”, a qual é responsável, em nível muitíssimo elevado, pela
supervisão do planeta.
(...) Após nossa
exposição, queremos deixar patenteado que de forma alguma o pensamento
interno da Corrente Astral de Umbanda é politeísta, ou seja, fragmenta a
Divindade em Divindades menores. Somos
totalmente monoteístas, mas no sentido que aqui empregamos, no
sentido de Suprema Consciência Una.
Já nos fica difícil entender as Hierarquias relativas ao nosso planeta, que
diremos então das Hierarquias de outros planetas em nosso próprio sistema
solar, ou mesmo de outro sistema solar, e daí até as várias galáxias? Começa
a ficar impossível para nosso mental tornar inteligível ou acessível. (...)
Livro “A
Proto-Síntese Cósmica” – Espírito ORISHIVARA – médium Yamunisiddha Arhapiagha
F. Rivas Neto
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