Por que Jesus nasceu na Terra?...
Atuação dos dragões
na Terra
Houve então uma batalha no céu: Miguel e seus Anjos guerrearam contra o
Dragão. O Dragão batalhou, juntamente com seus Anjos, mas foi derrotado, e não
se encontrou mais um lugar para ele no céu.
Foi expulso o grande Dragão, a antiga Serpente, o chamado Diabo ou
Satanás, sedutor de toda a terra habitada – foi expulso para a terra, e seus
Anjos foram expulsos com ele.
Apocalipse 12: 7-9
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Sol |
Nesse processo de provas e expiações do sistema evolutivo da Terra, muitos exilados, após se redimirem, retornaram para suas
pátrias de origem; tanto os anunnakis como os capelinos.
No planeta Terra permaneceram os espíritos
mais retrógrados compostos pela elite dos daimons, os sete maiorais, e seus seguidores juntamente com uma multidão de espíritos
hipnotizados por eles.
Se não fosse pelas revelações atuais
informando sobre a classe desses espíritos, talvez continuaríamos pensando que
eles são somente espíritos presos nas regiões profundas sem muita ação sobre a
humanidade. Pois a nossa interpretação estaria tão somente presa às revelações
dos textos bíblicos, tais como o trecho do apocalipse de João citado acima.
Entretanto, como já vimos em outra
reflexão antes, o daimon número um
criou um sistema hipnótico de domínio que usava como estratégia a ocultação de sua
identidade. Dessa forma, ele controlava os outros seis seres, os quais recebiam
ordens e cumpriam
Os dragões são seres
criminosos cósmicos pois destruíram milhares de vidas e planetas antes de terem
sidos exilados na Terra. São inumanos, pois evoluíram em outro contexto psicológico de trilhas de
pensamentos diferentes do humano terrestre que conhecemos. Suas características psicológicas é de megalomania de poder e de se acharem ser deuses. Possuem uma enorme revolta e ódio por terem sidos
trazidos contra às suas vontades para a Terra. Também, desde o início do exílio, não admitiam de maneira
nenhuma terem que nascer num corpo primitivo terreno.
Esses seres estiveram por trás de toda a formação da humanidade. Nos acontecimentos do período do
dilúvio, nas guerras, na formação de governos e na criação de religiões, entre
os anunnakis encarnados. Desde a época da Lemúria, da Atlântida e
Suméria esses seres foram especializando-se cada um
numa área da civilização, tais como: nas guerras, reinados, religiões, ciência e
comunicações. Como estratégia de domínio, eles dividiram os
homens em etnias, nações e criaram as línguas diferentes para que não se
entendessem.
Prisão dos Dragões nas profundezas da Terra
No livro “A Marca da Besta”, publicado em 2010, psicografado
por Robson Pinheiro, o Espírito Ângelo Inácio descreve sobre a atuação dessa
elite de sete daimons.
Numa incursão que os Guardiões Superiores
fizeram, onde os daimons estavam confinados, o número dois revelou sua atuação,
desde o passado, na formação da humanidade.
(...)
Eu sou o número 2, o senhor da guerra.
Ao longo das eras, aprofundei-me nas artimanhas da política, no conhecimento das táticas de guerra.
Auxiliei de perto Cipião, o Africano;
inspirei as empreitadas de Alexandre, o Grande; sou eu quem
estive face a face com Moisés em alguns momentos de suas vitórias e suas
derrotas. Fui eu quem agi entre o Tigre e o Eufrates, no Éden,
e forjei ali a civilização que deu origem aos povos da
atualidade. Minha é a Terra e todo o sistema político e
econômico sobre o qual se assenta sua civilização. (...)
(Realmente, com essas informações podemos
entender melhor as narrações bíblicas quando descreve a história do povo
hebreu. Ali há relatos de ordenação da divindade dos hebreus para invadirem
terras e destruírem povos.)
Os daimons formaram um grande império das
sombras; eles controlavam os espectros, mas encontravam forte resistência dos magos da escuridão, que eram os seres que
vieram do quinto planeta, juntamente com os espectros.
Na época da Atlântida, após o grande
conflito, que durou 100 anos, e que envolveu os capelinos em confronto com os magos da escuridão, após o afundamento
daquele continente, esses seres começaram a perder gradativamente
a forma de seus corpos. Devido
a tanto tempo resistindo ao processo
de encarnação (corporificação), seus corpos começaram a deteriorar-se
e a caminhar para o processo de ovoidização. Devido a isso, eles
resolveram então se submeterem a reencarnação; mas algo impedia que eles
conseguissem realizá-la. Depois de várias tentativas descobriram que os magos da escuridão também
não conseguiam tomar novos corpos físicos.
Então, Os daimons se juntaram aos magos da escuridão para promover uma
guerra contra o povo que pretendia receber o representante do governo
espiritual da terra.
A visita dos magos
Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram magos do Oriente a Jerusalém, perguntando: "Onde está o rei dos judeus recém-nascido? Com efeito, vimos sua estrela no céu surgir e viemos homenageá-lo". Ouvindo isso, o rei Herodes ficou alarmado e com ele toda a Jerusalém. E, convocando todos os chefes dos sacerdotes e os escribas do povo, procurou saber deles onde havia de nascer o Cristo. Eles responderem: "Em Belém da Judeia, pois é isto que foi escrito pelo profeta:
E tu, Belém, terra de Judá,
de modo algum és o menor entre os clãs de Judá,
pois de ti sairá um chefe
que apascentará Israel, o meu povo"
Então Herodes mandou chamar secretamente os magos e procurou certificar-se com eles a respeito do tempo em que a estrela tinha aparecido. E enviando-os a Belém, disse-lhes: "Ide e procurai obter informações exatas a respeito do menino e, ao encontrá-lo, avisai-me, para que também eu vá homenageá-lo". A essas palavras do rei, eles partiram. E eis que a estrela que tinham visto no céu surgir ia à frente deles até que parou sobre o lugar onde se encontrava o menino. Eles, revendo a estrela, alegraram-se imensamente. Ao entrar na casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o homenagearam. Em seguida, abriram seus cofres e ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonho que não voltassem a Herodes, regressaram por outro caminho para a sua região.
Para entendermos sobre a perseguição de Jesus, desde seu nascimento, pelos dragões, que estavam acorrentados magneticamente nas profundezas dos abismos da Terra, e utilizavam os magos negros e os reis e religiosos da época, vamos ver um trecho do livro “Senhores da Escuridão” onde Ângelo
Inácio descreve este momento: (...) Não conseguíamos tomar novos corpos físicos, por mais que
insistíssemos. Resolvemos,
então, declarar guerra ao povo que pretendia receber em seu seio o
representante do governo espiritual de seu mundo, como – estava claro em
inúmeras profecias – iria ocorrer. A partir desse momento, os magos
da escuridão ficaram definitivamente sob nosso comando, nesse ímpeto de
confrontar o representante do sistema de forças contrário ao nosso. Armamos durante séculos um
esquema que tinha por finalidade boicotar a vinda desse Messias ao planeta.
Agimos diretamente na fonte, nos elementos genéticos daqueles que seriam seus
antepassados. Nada foi possível ou teve êxito, afinal.
- Mesmo assim não aprenderam que seria
inútil qualquer tentativa de influenciar o nascimento do Cristo?
- Quem pensa que somos para nos render a
tão vil ideia? Continuamos nossa busca e, para efetivar os planos, determinamo-nos a influenciar os
governos e povos. Quando
a hora chegou, um dos nossos foi designado a assumir pessoalmente a frente de
batalha. Algo ainda mais terrível aconteceu, no entanto. Nossa retina espiritual estava
por demais sensível devido à deterioração da forma, que ocorria de
maneira progressiva. Quando
o enviado chegou, após diversas tentativas frustradas de impedirmos seu
nascimento, todos fomos banidos da presença dos humanos. Vimo-nos acorrentados nas profundezas
do abismo, de onde até os dias atuais dirigimos aqueles que correspondem a
nossos ideais. Não mais poderíamos resistir aos reflexos da luz
solar. Nossa retina espiritual estava definitivamente modificada, tanto
pelos milênios de resistência à lei que nos arrastava para a reencarnação,
quanto pela perda progressiva da feição espiritual. Não houve recurso. Tivemos de passar a controlar,
das profundezas do abismo, os magos e demais seres que participam conosco de
nosso sistema de poder. Criamos a milícia negra e o sistema que hoje
impera no abismo.
Uma coisa ficou clara: não era mais
possível reencarnar em seu mundo. As portas do progresso e dos corpos físicos
em seu planeta se fecharam definitivamente para nós, os dragões. Somente os magos da escuridão
ainda poderiam entrar em contato com os seres de seu mundo. Em razão
disso, desde então, oferecemos a eles nosso conhecimento arquivado durante
milênios sem fim, em etapas graduais. (...)
(Na época do nascimento de Jesus os
dragões, através de um forte campo magnético, foram presos nas regiões do
submundo astral, que vibratoriamente corresponde as regiões físicas abaixo da superfície
terrena, em direção ao centro dela. Longe da ação direta da luz do Sol, na
escuridão, sem poderem romper o campo magnético que os aprisionavam, começaram
a atuarem de forma indireta através de suas marionetes. Das profundezas do abismo, através dos magos, começaram a manipular aqueles que ofereciam campo psicológico para serem instrumentos seus no boicote do nascimento de Jesus. Esses manipulados eram reis, governadores, líderes
religiosos e todos aqueles que alimentavam interesses mesquinhos, sede de poder,
arrogância e fanatismo religioso.
Na Bíblia
temos vários relatos de perseguição, desde o nascimento de Jesus até a sua
crucificação. Por outro lado, também, temos o relatos dos seres que atuaram na
proteção e orientação, para que se realizasse o grande projeto da
corporificação do Autoevolucionário cósmico, Jesus).
V. Lau
- "A Marca da Besta" - pelo Espírito Ângelo Inácio; [psicografado por] Robson Pinheiro. - Contagem, MG: Casa dos Espíritos,
- "Os Abduzidos" - pelo Espírito Ângelo Inácio; [psicografado por] Robson Pinheiro. - Contagem, MG: Casa dos Espíritos, 2015. - (Série Crônicas da Terra: v. 4).
“Pontos e Contos” – Pelo Espírito Irmão X; [psicografado por] Francisco Cândido Xavier. - 12. Ed. – 2ª reimpressão. – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2010.
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