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Corpos Energéticos |
A imagem ao lado representa a aura de uma pessoa, espiritualmente e fisicamente, saudável e equilibrada. Ela faz parte do livro “Luz Emergente” escrito por Barbara Ann Brennan. Barbara nomeou a sua capacidade de “ver” o campo áurico de: “Alta Percepção Sensorial”; que é conhecido no meio esotérico e espirita como vidência. Ela conseguiu, com o seu treinamento sensorial, sintonizar sua percepção com a frequência de cada corpo energético que a mônada espiritual utiliza-se para se manifestar no Universo Astral. Juntando as informações que a espiritualidade nos trás, sobre os sete corpos espirituais, com a experiência da nossa irmã norte americana, podemos aumentar o nosso "Campo Racional de Percepção" e compreendermos melhor como somos constituídos.
Lau
ÁTMICO
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CAUSAL
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MENTAL
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Matéria Mental superior
(causal-mental abstrato)
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Éter vital mental
Éter luminoso
mental
Éter refletor
mental
Éter químico mental
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Matéria Mental Inferior
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Gasoso mental
Líquido mental
Sólido mental
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Cordão de Ouro
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ASTRAL
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Matéria Astral Superior
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Éter vital astral
Éter luminoso
astral
Éter refletor
astral
Éter químico astral
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Matéria Astral Inferior
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Gasoso astral
Líquido astral
Sólido astral
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Tela Etérica
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FISÍCO
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Matéria Etérica
(Duplo etérico)
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Éter Vital
Éter luminoso
Éter Refletor
Éter químico
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Cordão de prata
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Matéria Biológica
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Gasoso
Líquido
Sólido
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76.
Como podemos definir os Espíritos?
- Podemos dizer que os Espíritos são os seres inteligentes da
criação. Eles povoam o universo, além do mundo material.
77. Os Espíritos são seres
distintos da Divindade, ou não seriam mais do que emanações ou porções da
Divindade, por essa razão chamados filhos de Deus?
- Meu Deus! São sua obra,
precisamente como acontece com um homem que faz uma máquina; esta é obra do
homem e não ele mesmo. Sabes o homem, quando faz uma coisa bela e útil,
chama-a sua filha, sua criação. Pois bem; dá-se o mesmo com Deus; nós somos
seus filhos, porque somos sua obra.
78. Os Espíritos tiveram
princípio ou existem de toda a eternidade, como Deus?
- Se os espíritos não tivessem tido princípio seriam iguais a Deus;
mas, pelo contrário, são sua
criação, submetidos à sua vontade. Deus existe de toda a eternidade,
isso é incontestável; mas quando e como ele criou, não o sabemos. Podes dizer
que não tivemos princípio, se com isso entendes que Deus, sendo eterno, deve
ter criado sem cessar; mas quando e
como cada um de nós foi feito, eu te repito, ninguém o sabe; isso é mistério.
93.
O espírito propriamente dito vive a descoberto, ou como pretendem alguns,
envolvidos por alguma substância?
- O Espírito é envolvido
por uma substância que é vaporosa para ti, mas ainda bastante grosseira para
nós; suficientemente vaporosa, entretanto, para que ele possa elevar-se na
atmosfera e transportar-se para onde quiser.
(Allan Kardec- O Livro dos Espíritos- Cap. I)
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(...)
– Como não desconhecem, o nosso corpo de matéria
rarefeita está intimamente regido por sete centros de força,
que se conjugam nas ramificações dos plexos e que, vibrando em sintonia uns
com os outros, ao influxo do poder diretriz da mente, estabelecem, para nosso
uso, um veículo de células elétricas, que podemos definir como sendo um campo
eletromagnético, no qual o pensamento vibra em circuito fechado. Nossa posição mental determina o peso específico do
nosso envoltório espiritual e, consequentemente, o “habitat”
que lhe compete. Mero problema de
padrão vibratório. Cada qual de nós respira em determinado tipo de
onda. Quanto mais primitiva se revela a condição da mente, mais fraco é o
influxo vibratório do pensamento,
induzindo a compulsória aglutinação do ser às regiões da consciência
embrionária ou torturada, onde se reúnem as vidas inferiores que lhe
são afins. (...)
Livro: Entre a Terra e o Céu – Espírito
André Luiz – Francisco Cândido Xavier
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PERGUNTA: - Por que em
obras anteriores de vossa autoria espiritual e de outros espíritos
credenciados, o perispírito é
definido como um elemento complexo, de estrutura fisiológica, sistemas e
órgãos idênticos aos do corpo físico,
quando Allan Kardec, no “Livro dos Espíritos”, o identifica na forma de um corpo vaporoso?
RAMATÍS: - Há cem anos,
quando Allan Kardec codificou o Espiritismo, ele não podia fazer outra
descrição do perispírito. Os espíritos mentores assim lhe notificaram, porque
além de sua doutrina ser endereçada
principalmente à massa comum, isso ocorria numa época de pouco conhecimento esotérico. Hoje, no entanto, é
possível ao homem comum receber instruções sobre a verdadeira contextura do
perispírito, porque ele já está familiarizado com as energias do mundo
invisível reveladas pela Ciência terrena, como raio-x, ultra-violeta, infra-vermelho, radioatividade,
desintegração nuclear, ultra-sons, eletricidade, magnetismo, elétrons.(...)
Livro: Elucidações do Além –
espírito Ramatís – psicografia Hercílio Maes
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Tenho observado sete camadas no correr do meu trabalho
como conselheira e curadora. A princípio, eu só conseguia ver as camadas inferiores, mais densas
e mais fáceis de ver. Quanto mais eu trabalhava, tanto maior era o número
de camadas que percebia. Quanto
mais elevada a camada, tanto mais dilatada tinha de ser a minha consciência
para distingui-la. Ou seja, a fim de perceber as camadas mais alta, como a quinta, a sexta e a sétima,
eu precisava entrar num estado de
meditação, geralmente com os olhos fechados. Após anos de prática,
comecei até a ver além da sétima
camada, como exporei, em poucas palavras, no fim do capítulo.
Minhas observações da aura
me revelaram um padrão de campo dualístico interessante. Todas as outras camadas do campo são altamente estruturadas,
como os modelos de ondas permanentes
de luz, são cintilantes,
como se fossem feitas de um sem-número de luzes minúsculas, dispostas em
fieiras, que piscassem rapidamente, cada vez numa velocidade diferente. Essas
linhas de luz permanente parecem ter cargas diminutas que se movem ao longo
delas.
Assim senso, a primeira, a terceira, a quinta e a
sétima camadas têm, todas, uma estrutura
definida, ao passo que a segunda,
a quarta e a sexta se compõem de substâncias semelhantes a fluidos, sem nenhuma
estrutura particular. Estas assumem forma à conta do fato de fluírem através
da estrutura das camadas ímpares e, assim, de certo modo, adotam a forma das
camadas estruturadas. Cada camada
penetra completamente todas as camadas situadas abaixo dela, incluindo o
corpo físico. Dessarte, o
corpo emocional se estende
além do corpo etérico e inclui tanto o corpo etérico como o corpo físico.
Na realidade, cada corpo não é uma “camada”, embora seja isso o que podemos
perceber. É, antes, uma versão mais
dilatada do nosso eu, que carrega dentro em si as outras formas, mais
limitadas.
Do ponto de vista do
cientista, cada camada pode ser
considerada um nível de
vibrações mais elevadas, que ocupa o mesmo espaço dos níveis de vibração inferiores
e se estende além deles. Visando perceber cada nível consecutivo, o
observador terá de mover-se com a consciência para cada novo nível de frequência. Temos, assim, sete corpos que ocupam todos o mesmo
espaço ao mesmo tempo, cada qual se estendendo para fora além do
último, coisa a que não estamos acostumados na vida “normal” de todos os
dias. Muitas pessoas presumem erroneamente que a aura se parece com uma
cebola, da qual se descascam camadas sucessivas. Não é assim.
As camadas
estruturadas contêm todas as formas que o corpo físico possui,
incluindo os órgãos internos, os
vasos sanguíneos, etc., e formas adicionais, que o corpo físico não
contém. Um fluxo vertical de
energia pulsa para cima e para baixo do campo da medula espinhal.
Estende-se para fora, além do corpo físico, acima da cabeça e abaixo do
cóccix. Chamo-lhe corrente
principal de força vertical. Existem no campo vórtices
turbilhonantes, em forma de cones, chamados chackras. Suas pontas
apontam para a corrente principal de força vertical, e suas extremidades
abertas se estendem para a borda de cada camada do campo em que estão
localizados.
Mãos de Luz – Barbara Ann Brennan
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Contagem (MG), julho de 2003.
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De acordo com os estudos
de diversas escolas do pensamento, o homem é um ser de aspecto
setenário, ou seja, sua
constituição hiperfísica se manifesta através de sete dimensões ou sete princípios.
Contudo, somente após o advento da física quântica é que foi possível ao
homem ocidental compreender certas definições das escolas espiritualistas.
Para melhor entendimento de meus irmãos, tentaremos esclarecer algo
com relação às recentes descobertas científicas da humanidade. Não temos a
pretensão de dar uma aula de física; contudo, procuraremos fazer luz sobre a constituição
setenária e multidimensional do ser.
De acordo com os estudos
da ciência, a física atômica e
física nuclear foram as precursoras da teoria quântica. Enquanto a física atômica estuda e
teoriza os fenômenos relacionados com o átomo, a física nuclear penetra na
sua intimidade e transforma o núcleo atômico em seu objeto de estudos. Com as
descobertas de Albert Einstein – mais particularmente com as teorias da relatividade
geral e especial -, a ciência não
encontra mais o elemento puramente físico para sua interpretação e estudo.
O universo passa a ser energético.
É algo evidente para a
ciência acadêmica contemporânea que alguns fenômenos permaneciam inexplicados
pela física clássica, newtoniana, devido a alguns aspectos da estrutura da
matéria. Por exemplo: em alguns momentos
a luz se expressa como onda, em outros, como partícula; a mesma matéria ora se apresenta como
energia, ora como matéria densa. Surge a teoria da
natureza ondulatória da luz, a qual explica a propagação dos raios-x,
enquanto a teoria corpuscular da luz elucida certos fenômenos de efeito
fotoelétrico.
No final do século XIX,
Max Plank revoluciona a física enunciando a teoria dos quanta. Explica o eminente missionário da
ciência que os quanta são “pacotes de energia” associados às
radiações eletromagnéticas. As
emissões energéticas são realizadas de forma descontínua, em forma de pulsos
de energia. Após o enunciado de Planck, Albert Einstein dá o golpe
final no pensamento mecanicista e positivista e apresenta uma teoria que
encontra identidade com a ótica espiritualista.
A visão da física contemporânea, que aborda a existência
de diferentes níveis energéticos, abre nova janela à compreensão da existência dos corpos
espirituais - que podem ser denominados, com propriedade, de dimensões espirituais. Os níveis de consciência ou corpos energéticos
foram se formando ao longo dos milênios à medida que o ser necessitava manifestar suas
potencialidades.
Sem nos determos nos
aspectos místicos ou esotéricos da concepção setenária do ser humano,
respeitando profundamente as opiniões tanto contra quanto a favor, faremos
uma abordagem puramente didática. Pretendemos com isso facilitar a
compreensão de meus irmãos quanto à
atuação da mente e do espírito nas diversas camadas dimensionais,
conforme a abertura que as recentes pesquisas da física nos proporcionam,
mais precisamente quando estuda o comportamento do elétron no interior dos
átomos.
Além da Matéria – Espírito Joseph Gleber – psicografia Robson
Pinheiro.
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