Continuando a nossa reflexão...
Nova Coalizão de
Forças
Segundo Ângelo Inácio, no livro: “O Fim
da Escuridão”, após a captura do daimon número 2 da hierarquia do concílio dos
dragões, e ele ter sido levado, por Miguel, para conhecer a região dimensional do reino do Cristo,
o sistema de domínio e de poder do número 1 ficou abalado. Após esse
acontecimento, as diversas facções de poder do abismo se
levantaram contra os poderosos daimons.
Os magos negros e sua polícia: os “sombras”,
alguns destacamentos entre os espectros e os cientistas das sombras insurgiram-se
contra o poder dos dragões.
A
notícia de que o poder dos soberanos do abismo, os daimons, estava dividido
fez com que surgisse uma nova coalizão de forças formando seus próprios
sistemas político de domínio.
(Mesmo diante do fato de ter havido a
intervenção por uma força superior e ter começado o processo de regeneração na
região do abismo, esses seres não se curvaram; ao contrário, ao ver o reino dos
daimons ser abalado aproveitaram a oportunidade para se exporem e exercer o
poder e domínio na escuridão.)
Esses acontecimentos da dimensão extrafísica
se refletiu na dimensão física, entre os encarnados, surgindo novos
arranjos político, econômico, social e com a derrubada de alguns ditadores e o surgimento de outros dominadores.
Diante da insurgência dos antigos seres
que eram dominados pelos daimons, o
número 1 fez uma reunião às pressas com os outros cinco membros do concílio,
com o objetivo de
manter a autonomia do conselho dos dragões. Depois do concílio,
eles decidiram por tolerar as novas alianças de poder que surgiram.
Bases de Apoio e
de Observação dos Guardiões
Após a derrota dos dragões e o
enfraquecimento deles, os
guardiões planetários ergueram bases de apoio e de observação
numa região bem próxima do local onde os dragões foram detidos. Essas bases
tinham como objetivo mapear e monitorar as atividades do império dos
daimons e das novas forças que surgiram.
Os guardiões, com a autoridade outorgada
por Miguel, obtiveram permissão para acessar alguns locais da dimensão
proibida dos dragões. Uma nova incursão foi programada com objetivo de esvaziamento de seres
das regiões inferiores. A missão consistia em obter a parceria
dos próprios dragões para que eles pudessem contribuir no acesso a níveis mais
profundos da região que eles dominavam. Os guardiões teriam que convencer os daimons a
cooperarem, pois esses conheciam a fundo todos os recantos daquela dimensão.
Também, estava sendo dada a oportunidade para que os dragões começassem a
trabalhar pelo seu futuro onde esse gesto seria levado em conta pela
misericórdia divina.
Nova Incursão à
Dimensão dos Dragões
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Triângulo das Bermudas |
A nave ao pousar na dimensão dos dragões
causou um grande espanto nos espectros, a polícia dos daimons. Nenhum deles
tiveram coragem de atacar o comboio devido a última derrota sofrida e a
lembrança da última batalha contra os guardiões, quando o número 2 fora levado
por Miguel.
Os guardiões foram levar o ultimato, conforme as
instruções de Miguel, que consistia em dar a oportunidade aos dragões para colaborarem na
higienização das regiões inferiores. Caso os daimons recusassem,
eles executariam a tarefa assim mesmo, pois parte da missão era libertar inúmeros seres espirituais
que estavam aprisionados no Museu das Almas, o qual era mantido
pelo maioral número 1 desde vários milênios da história humana.
Quando os guardiões chegaram
na zona limítrofe do campo de força que envolvia a dimensão dos dragões,
um dos principais espectros dos daimons apareceu diante do campo
de força do veículo dos guardiões. Depois da prisão do número 2, ele estava
abalado em suas convicções em relação ao poder dos daimons.
Ao dialogar com os guardiões foi informado
do objetivo daquela visita na qual traziam o ultimato de Miguel, o
príncipe dos exércitos celestes, e a mensagem era endereçada aos
poderosos dragões e a todos os seus subordinados.
Como o espectro reconhecia que estava
diante de uma força superior a qual eles não podiam combater; então ele
procurou saber mais sobre como funcionava a política do Cordeiro e o trabalho
dos guardiões.
Depois de ficar ciente do processo de
exílio planetário, que estava em andamento, e ser informado que a política do Reino não funcionava
simplesmente expulsando os seres do planeta, mas concedia a todos
a oportunidade de colaborarem no processo de reurbanização, e que dessa forma ele
teria melhores recursos para continuar seu sistema de vida em outro planeta no
qual seriam levados, o espectro começou a refletir bem sobre a
proposta.
Após pedir mais um prazo para que pudesse convencer
os demais espectros, príncipes e poderes ele se dirigiu aos redutos do
submundo.
Enquanto isso, na sala de comando da nave
dos guardiões uma tela panorâmica mostrava os arredores e o agrupamento
cada vez mais intenso dos exércitos dos dragões que vinham para cercar
o comboio dos guardiões.
Depois de certo tempo o espectro retornou com
a resposta final do número 1 dos dragões. E também, ele resolveu abandonar a sua posição
de líder das forças dos daimons e trouxe consigo um número
enorme de outros que resolveram aceitar o socorro dos guardiões. No total
eram 3 espectros e mais 200 seres, subordinados a eles, que pediram asilo.
Esse acontecimento foi mais uma derrota para
o império dos temíveis seres da escuridão, os dragões.
O Ultimato ao
Número 1
Com
as informações fornecidas pelos espectros desertores, os
guardiões passaram sobre um local que abrigava sete pirâmides negras. Elas
formavam um sistema
sofisticado de comunicações que os daimons utilizavam para
comandar seus subordinados.
A equipe de guardiões aprofundando-se
ainda mais na região, após passarem por uma cidadela que tinha tamanho para
abrigar umas 20.000 pessoas, mas que no momento estava abandonada, se dividiu
em dois grupos: um foi em busca do Museu das Almas e outro foi atrás do maioral, o número 1 dos dragões.
No caminho, os guardiões Jamar e Watab
encontraram diversas armadilhas psíquicas que foram construídas
pelo maioral para proteger seu esconderijo. Mas para não perder tempo com elas,
Jamar empunhou a sua espada, a qual era um instrumento de tecnologia
superior, e abriu
um túnel dimensional que ia até um ponto ignorado naquela dimensão.
Após isso, o maioral, com uma voz que vibrava em matéria mental, fez contato
com os guardiões. Ele queria saber o que os guardiões procuravam no império
dele.
O guardião Jamar informou que queria uma
audiência e iriam até ele, e esperava que ele não tentasse nenhuma artimanha,
pois estavam ali em nome de Miguel. Então, o dragão autorizou-os a irem ao seu
encontro.
Jamar e Watab lançaram-se na trilha de energia,
que o instrumento tinha aberto, e se viram num salão ricamente
mobiliado e de proporções imensas.
Logo em seguida, acima dos dois guardiões,
surgiu um símbolo de
duas serpentes enrolando-se; esta era a forma com que o dragão
se apresentava, pois até o momento ele escondia a sua verdadeira identidade. O maioral
disse que eles não eram benvindos ali, pois a presença deles ameaçava a sua
autoridade e o seu esconderijo mais secreto.
Jamar
informou-lhe que eles tinham condições de identificar o esconderijo dele e de
descobrir antecipadamente as suas armadilhas, e estavam ali trazendo o ultimato
do príncipe dos exércitos celestes, Miguel, e aguardavam a cooperação dele.
O número 1 disse que não era de
interesse dele ajudar pois isso demonstraria fraqueza e ameaçava a supremacia do
poder dele.
Ângelo Inácio narra que o guardião, para
deixar o dragão ainda mais abalado, informou-lhe:
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Vales de dor e sofrimento |
(...) – Como vê,
maioral, o Cordeiro está determinado a fazer a limpeza energética, psíquica e espiritual nos
redutos de poder, mantidos sob esconderijo e disfarce entre as
dimensões, durante os últimos séculos e milênios. Nada e nenhum recanto do planeta, por mais remoto
que seja, escapará ao fogo higienizador. Neste momento em que a
Terra se alinha ao centro da galáxia, os cientistas do plano maior utilizarão as energias
emitidas para promover e dinamizar o fogo higienizador, que
erradicará para sempre esses redutos do ambiente extrafísico do globo. (...)
O guardião Jamar informou-lhe que o ultimato era real e que
a intervenção deles se daria independente da decisão tomada pelo daimon.
Ele só estava dando a oportunidade para ele, e para os outros cinco
dragões, de auxiliarem com mapas e localização dos redutos do mundo
astral que eles dominavam tão bem. A Providência Divina dava a última ajuda
para que eles cooperassem, e que isso seria levado em consideração no futuro.
Entretanto, apesar dessa oportunidade
dada pela justiça divina e mesmo sabendo que seu reino estava divido, e mais de
200 dos melhores chefes e subchefes de legião seus tinham desertado e pedido
ajuda aos guardiões, o maioral deu sua decisão final: a de não se curvar ao poder do
Cordeiro.
Então, após ouvir essa decisão o guardião
se pronunciou:
(...) – Que assim
seja, poderoso daimon. Que assim seja. Comunicarei a Miguel sua decisão, mas
tenha certeza de que seu
poder será mais vigiado do que nunca e o próprio Cordeiro definirá os próximos
passos em relação às prisões eternas. Não se assuste se nós, os
guardiões, ou mesmo o próprio Miguel tomar uma decisão compatível com sua
resposta. Deus seja contigo, dragão, pois você também é um filho dele.
- Eu não preciso
dele, sou a luz, Luzbel, Lúcifer ou como queira me denominar. (...)
Manifestação de
Uma Luz Intensa
Logo após isso ocorreu um fenômeno imprevisto naquela dimensão, até mesmo pelos próprios guardiões. Uma luz muito intensa apareceu no ambiente, cegando até mesmo o dragão, e sugou os dois guardiões que logo ressurgiram dentro do campo de força do aérobus.
Os outros dois guardiões, praticamente
foram conduzidos ao local que procuravam, o museu das almas, e lá
encontraram mais de
2 mil seres espirituais dentro de esquifes que estavam
enfileirados e ligados a um equipamento diferente de tudo que os guardiões
conheciam. Eram seres com forma espiritual desde o homem de Neandertal, passando por todas as
épocas da história terrena, até os humanos da atualidade.
A mesma luz que tirou os outros dois
guardiões da frente do daimon também penetrou naquele ambiente do museu
das almas e envolveu os esquifes elevando-os e retirando-os por uma abertura dimensional.
Assim que os seres espirituais
aprisionados foram liberados, a intensa luz, através de um choque
energético, provocou
a explosão de mais de 500 corpos artificiais, que eram utilizados pelo maioral
número 1 quando ele se projetava nos ambientes do mundo
extrafísico. Esses corpos eram guardados como um segredo especial pelo daimon.
Mais uma vez, o poder do maioral e dos
daimons foi abalado pela luz espiritual que invadiu seus domínios da
escuridão. Os dragões não poderiam mais ignorar de que algo estava
acontecendo e afetando o poder que detiveram durante muitos milênios.
Entretanto, apesar de o maioral presenciar
esses diversos acontecimentos em seu império ele revoltou-se. Um grito de desespero e ódio
profundo, com juras de maldição, ele fez ecoar naquela dimensão,
por saber que seu tempo estava próximo e sua hora tinha chegado.
Ângelo Inácio narra que os
mais expressivos príncipes seguidores do maioral, um a um, lentamente e
progressivamente, foram abandonando-o. O maioral e os daimons estavam
vivendo a maior crise de todos os tempos. Era a vitória do Cordeiro e da política divina.
Depois que todos os guardiões, os espectros
dissidentes e os espíritos libertos já estavam no aeróbus, o veículo elevou-se
na atmosfera deixando aquela dimensão e regressou para o campo vibratório da
crosta terrena, para continuar
no processo de limpeza energética e à reurbanização extrafísica do planeta.
V. Lau
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Entrevista com Anton (Guardião planetário) pela mediunidade de Robson Pinheiro - preparação para o Encontro Mundial dos Guardiões - de 10 a 12 de abril de 2020. Assista aqui
Bibliografia:
O Fim da Escuridão: reurbanização extrafísicas/ pelo espírito Ângelo
Inácio; [psicografado por] Robson Pinheiro – Contagem, MG: Casa dos Espíritos
Editora, 2012. – Série Crônicas da Terra, 1. Adquira este livro no link Amazon: 👉 https://amzn.to/3XYFa7T
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Pedro Leopoldo (MG), 9 de novembro de 1940.
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Continuando...
A Luta contra o mal
(...) Numa
noite tranquila, depois de lhe escutar as ponderações, perguntou-lhe Jesus,
em tom austero:
- Tadeu,
qual o principal objetivo das atividades de tua vida?
Como
se recebesse uma centelha de inspiração superior, respondeu o discípulo com
sinceridade:
- Mestre,
estou procurando realizar o Reino de Deus no coração.
- Se
procuras semelhante realidade, por que a reclamas no adversário em primeiro
lugar? Seria justo esqueceres as tuas próprias necessidades nesse sentido? Se
buscamos atingir o infinito da sabedoria e do amor em nosso Pai, indispensável se faz
reconheçamos que todos somos irmãos no mesmo caminho!...
- Senhor,
os Espíritos do mal são também nossos irmãos? – inquiriu, admirado, o Apóstolo.
- Toda
a criação é de Deus. Os
que vestem a túnica do mal envergarão um dia a da redenção pelo bem.
Acaso, poderias duvidar disso? O discípulo do Evangelho não combate
propriamente o seu irmão, como Deus nunca entra em luta com seus filhos; aquele apenas combate toda
manifestação de ignorância, como o Pai que trabalha incessantemente pela vitória do seu
amor, junto da Humanidade inteira.
- No
entanto, não seria justo – ajuntou o discípulo, com certa convicção – convocarmos
todos os gênios malfazejos para que se convertessem à Verdade dos céus?
O Mestre, sem se surpreender com essa
observação, disse:
- Por que motivo não procede Deus
assim?... Porventura, teríamos nós uma substância de amor mais sublime
e mais forte que a do seu coração paternal? Tadeu, jamais olvidemos o bom combate. Se
alguém te convoca ao labor ingrato da má semente, não desdenhes a boa luta
pela vitória do bem, encarando
qualquer posição difícil como ensejo sagrado para revelares a tua fidelidade
a Deus. Abraça sempre o teu irmão. Se o adversário do Reino
te provoca ao esclarecimento de toda a Verdade, não desprezes a hora de
trabalhar pelo triunfo da luz; mas segue o teu caminho no mundo atento aos teus próprios
deveres, pois não nos consta que Deus abandonasse as suas atividades
divinas para impor a renovação moral dos filhos ingratos, que se rebelaram na
sua casa. Se o mundo parece povoar-se de sombras, é preciso reconhecer que as
Leis de Deus são sempre as mesmas, em todas as latitudes da vida.
- É
indispensável meditar na lição de nosso Pai e não estacionar a meio caminho
que percorremos. Os inimigos do Reino se empenham em batalhas sangrentas?
Não olvides o teu
próprio trabalho. Padecem no inferno das ambições desmedidas? Caminha para Deus.
Lançam a perseguição contra a Verdade? Tens contigo a Verdade divina que o mundo não te
poderá roubar, nunca. Os grandes patrimônios da vida não pertencem
às forças da Terra, mas às do Céu. O homem, que dominasse o mundo inteiro com
a sua força, teria de
quebrar a sua espada sangrenta, ante os direitos inflexíveis da morte.
E, além desta vida, ninguém te perguntará pelas obrigações que tocam a Deus,
mas unicamente, pelo
mundo interior que te pertence a ti mesmo, sob as vistas
amoráveis de nosso Pai. (...)
Continua...
Boa Nova – pelo Espírito Humberto de Campos; [psicografado por]
Francisco Cândido Xavier. – Brasília: FEB, 2013 Adquirir este livro no link Amazon: 👉 https://amzn.to/4bCS29u |
Autorizado ! Meu jovem...
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