Continuando... nossa reflexão anterior...
Por que ele nasceu na Terra?
O 5º PLANETA
![]() |
Cinturão de asteroides/ Hubble Space Telescope |
O Espírito Ângelo Inácio, no
livro “Os Nephilins”, traz importantes informações onde poderemos entender o
contexto cósmico envolvendo a transmigração daqueles seres perigosos exilados e
o que ocorreu antes de eles chegarem aqui na Terra há 470.000 anos atrás.
Ao posar no 5º planeta o número um dos
dragões começou a sondar as mentes dos dirigentes das raças planetária. Como estratégia de domínio provocou um blecaute
no sistema elétrico do continente deixando a população numa situação
caótica. Antes que a energia voltasse,
ele entrou em contato telepaticamente
com os governantes exigindo que eles se submetessem ao seu poder porque
pretendia fazer daquele mundo a base do seu império. Como a elite da
classe sacerdotal possuía uma sensibilidade paranormal e já tinha decidido a não aceitar a interferência dos mentores
invisíveis, no seu modo de governarem, achando de que se tratava desses
mentores, não quiseram se submeter ao ser que impunha o domínio. O Maioral deu
ordem para os seus seis subordinados aprisionarem os principais sacerdotes.
Um dos módulos da nave de Enlil que
pousava numa das luas do 5º planeta (seria Ceres ou outra lua destruída?), hoje
cinturão de asteroides, se soltou devido a explosão energética provocada pelo
maioral e caiu no planeta.
A característica do 5º planeta na época
era a seguinte: O planeta era um
pouco maior do que Marte, formado por dois grandes continentes que eram separados por um oceano composto
de um liquido viscoso. Os seres de lá não respiravam o oxigênio, igual na Terra, e sim outros gases. A
materialidade de seus corpos era estruturada num tipo de matéria orgânica que
parecido com um plasma. Havia duas
raças com aparências diferentes e viviam em guerras constantes. Apesar
de possuírem um conhecimento cientifico maior que o da Terra no século XX a
cultura deles era parecida com a da época da idade média da Terra. Ainda não
dominavam as viagens interplanetárias e não tinham conhecimento de todo o
sistema solar.
A raça de um continente menor,
há mais de mil anos, era dominada por uma casta sacerdotal. A
sociedade era prisioneira de crenças
interpretadas pela classe sacerdotal e acreditavam que estavam só no
universo e eram os mais evoluídos. Como tinham tecnologia avançada já haviam desenvolvido uma arma nuclear e a população,
por plebiscito, já tinha decidido a usá-la para destruir a raça do outro
continente. Preferiam correr o risco de morrerem ao invés de
serem submetidos ao poder dos inimigos.
A outra raça do continente maior, era composta pelos seres espectros, que eram vampiros e
sobreviviam de energias e fluidos vitais de outros seres. Eram
guerreiros e lutavam pela sobrevivência. Tinham vindos ao 5º planeta por processo de transmigração
planetária, exilados.
Domínio do Maioral
![]() |
Ceres e Vesta - Cinturão de Asteroides/ Hubble Space Telescope |
No outro continente sondou a mente dos
espectros e descobriu que eles haviam desenvolvido uma arma
nuclear mais potente que a da classe sacerdotal do outro continente.
Descobriu onde ela estava armazenada e entrando nas mentes dos espectros tentou
subjugá-los. Não conseguindo tirou a
vida dos dirigentes principais dos espectros, pois queria eles ao seu lado, em
corpos astrais. Pretendia formar um exército para enfrentar uma
possível intervenção que ameaçasse seus planos de formar um império.
As legiões do espaço que vieram em
auxílio com a ajuda dos exércitos de Miguel começaram a
retirar a população espiritual do astral do planeta encaminhando-a para o
planeta Vênus. Os que ainda estavam encarnados teriam que aguardar
o desfecho quando perderiam seus corpos físicos sendo retirados do astral do
planeta.
O
maioral deu ordem para ser detonado o artefato nuclear, pois desprezava
a humanidade daquele planeta e queria destruí-lo e capturar os principais seres
para formar seu exército. Os espectros correspondiam a 1/3 da população do
planeta.
O Exército de Miguel
O maioral pressentia que haveria intervenção,
mas desconhecia que estava sendo reunido um grande reforço composto de seres que vinham de Sirius, de Órion e
de outros recantos da galáxia. Eles se juntavam ao exército de Miguel
para auxiliar a humanidade do 5º planeta.
Os anunnakis foram orientados a se
retirarem e aguardarem no planeta gasoso, Júpiter, para depois prosseguirem
para a Tiamat (Terra).
Havia
grande preocupação com as consequências do que estava para ocorrer ali, pois
seria afetado todos os planetas do sistema solar. Os cientistas que
vieram de vários mundos para auxiliar se reuniram com Miguel. Ângelo Inácio
assim descreve este momento:
(...)
– Que fazer, Miguel? – perguntou um dos
representantes da estrela Vega. – Nunca enfrentamos algo dessa proporção
neste quadrante do espaço.
Miguel fitou um a um os
representantes daqueles mundos, reunidos com ele e seus oficiais guardiões. Após
buscar inspiração dos dirigentes da Vai Láctea, falou, profundamente
tocado:
- O problema aqui, meus irmãos das estrelas, não é somente evitar a
catástrofe energética que afetaria os demais mundos, tanto os que iniciam
seu processo evolutivo quanto os demais, que já estão em desenvolvimento. Precisamos garantir, de uma vez
por todas, que as hostes dos dragões não saiam do terceiro mundo.
Não, pelo menos, enquanto os dirigentes planetários não definirem, no tempo
certo, para onde irão. Esta
será a última tentativa visando à regeneração desses espíritos. Eles já
esgotaram todas as oportunidades de regeneração. Caso permaneçam
soltos, ou mesmo lhe sejam
dadas oportunidades indefinidamente, como esta que têm, poderão chegar ao extremo de perder
a própria individualidade, sendo reabsorvidos no grande oceano das consciências
a que denominamos de princípio de vida. Isso significaria o aniquilamento
de suas consciências, pois que seus corpos etéreos não mais suportam o peso de
suas culpas e o horror de seus crimes.
- E como faremos isso? Você, nobre imortal, terá condições de fazer
algo assim? De aprisioná-los por um tempo tão longo a ponto de não mais saírem
daquele mundo, a não ser por decreto dos dirigentes da nebulosa?
-
Todo o poder para tanto me foi concedido. Contudo, acabo de receber dos
dirigentes siderais, que se reúnem na estrela central da Via Láctea, que um dos dirigentes virá ele próprio
e, no tempo devido, se corporificará no terceiro planeta. Levará pessoalmente as diretrizes
sublimes e as bases do Reino. Quando soar o tempo no relógio do
Eterno, um dos cinco
integrantes do grupo seleto de dirigentes da evolução na Via Láctea se dirigirá
para o mundo-prisão e, lá, ele próprio enfrentará o dragão e seus asseclas.
(...)
(É interessante observar no dialogo acima,
isto há 470.000
anos atrás, que Miguel já
informava da programação da vinda da
consciência cósmica que receberia o nome de Jesus. Época que ainda nem
existia seres humanoides, iguais ao de hoje, na Terra. Também a transmigração
desses seres de alta periculosidade cósmica, para o planeta Terra, seria a última oportunidade para eles começarem
o caminho da regeneração. Se não aproveitassem a última chance perderiam a
individualidade cósmica.)
Aprisionamento dos Seres Rebeldes
Houve então uma batalha no céu: Miguel e seus Anjos guerrearam contra o
Dragão. O Dragão batalhou, juntamente com seus Anjos, mas foi derrotado, e não
se encontrou mais um lugar para eles no céu. Foi expulso o grande Dragão, a
antiga Serpente, o chamado Diabo ou satanás, sedutor de toda a terra habitada –
foi expulso para a terra, e seus Anjos foram expulsos com ele.
Apocalipse
12: 7-9 (Bíblia de Jerusalém)![]() |
Sol |
Miguel,
com seu exército, aprisionou os dragões e os mais de 600 seres de sua falange
dentro de um forte campo
de contenção. Esses seres não poderiam ser levados mais em
comboio pelos anunnakis. O próprio Miguel com seus guardiões
levou os seres aprisionados para o terceiro planeta, a Terra.
Os dragões se juntaram para combater Miguel,
mas não tiveram nenhum êxito.
Miguel
com os guardiões rumou
para o Sol e de lá manipulando energias desse astro enviou-as para o
terceiro planeta criando um forte
campo energético ao seu redor. Esse campo magnético, alimentado pelo Sol, durante milênios faria com que os
daimons ficassem aprisionados sem poderem sair da Terra.
![]() |
Vênus/ Nasa |
Ao mesmo tempo em que tudo isso ocorria, a
legião de guardiões da humanidade auxiliou na retirada dos seres do quinto planeta para o segundo planeta, Vênus.
A explosão provocada no quinto planeta
com o artefato nuclear não o destruiu
imediatamente, e sim tornou-o radioativo. Fez Também com que ele
tivesse seu eixo modificado tornando
sua orbita alterada; e mais tarde chocou-se com um astro que passou em seu caminho sendo totalmente
destruído. Assim, tornou-se o que é conhecido hoje como cinturão de asteroides.
Planeta Prisão - Mundo de provas e expiação
![]() |
Terra/NASA |
Os dragões e sua legião, uma vez presos
no planeta sem poderem sair, encontraram todo um sistema novo
para ser explorado e poderem realizar suas experiências de domínio.
Como não era a primeira vez que eram deportados e possuíam enorme experiência em
domínio começaram a fazer
experiências genéticas para aprimorar os corpos humanoides. Os chefes
dos rebeldes temiam que poderiam ter que nascer na dimensão
física e não queriam nascer em corpos dos primatas. Inspirando os anunnakis
corporificados, dentre eles muitos cientistas degenerados, iniciou-se diversas
experiências genéticas. Assim, muitas aberrações foram criadas. Também, entre os anunnakis, a necessidade de se criar um trabalhador
primitivo para servi-los como escravo, substituindo-os nas minas de extração
do elemento ouro, deu origem à diversas experiências genéticas.
De certa forma, os interesses dos dois
grupos, dos dragões e dos anunnakis corporificados, em aprimorar a espécie
humanoide para servi-los contribuía para o aprimoramento da vida inteligente no
planeta.
Tudo isso era assistido pelos
guardiões do planeta, que da dimensão astral e etérica, acompanhavam sem
intervir diretamente. Mas devido aos vários insucessos experimentais
no desenvolvimento genético dos primatas, os
guardiões resolveram inspirar os cientistas corporificados a fazerem um
procedimento genético que resultaria na evolução da espécie sem ferir o código
de ética de interferência. Essas experiências levaram milênios do tempo
terrestre. Os anunnakis corporificados que vieram de Nibiru possuíam uma grande
longevidade devido as condições de órbita, gravidade e climáticas de seus
planeta, Nibiru.
Criação do Homo Sapiens
“Deus disse façamos o homem à nossa imagem, como nossa semelhança e que
eles dominem sobre os peixes do mar, as aves do céu, os animais domésticos,
todas as feras e todos os répteis que rastejam sobre a terra”. Genêsis 1 -26
![]() |
Mesopotâmia- Edin |
![]() |
Australopitecus |
No livro “Os Nephilins” Ângelo Inácio
informa que os anunnakis, no inicío, encontraram no continente da Lemúria um casal de seres que já era
espécie melhorada dos símios. Esses seres, australopitecos, já eram o resultado de manipulação genética feita
por seres que vieram para a Terra em tempo muito remoto. Depois, na região onde
hoje é o Zimbábue, iniciou-se ali as experiências genéticas mais aprimoradas,
já com os gametas dos anunnakis e as fêmeas terrestres; até que, depois de inúmeras experiências,
tornar-se desnecessário as manipulações em laboratório. Foi quando conseguiram
o resultado da procriação natural.
Os
primeiros homens, resultado da miscigenação entre os anunnakis e os primeiros
hominídeos, viviam mais de
mil anos terrestres. Os descendentes diretos dos
anunnakis viviam em torno de 28,8 mil anos terrestres. Essa longevidade não foi implantada
geneticamente no homem criado. Devido a ação dos raios solares e
condições terrenas, a longevidade do
homem foi gradativamente diminuindo-se
até se estabilizar em centenas de anos (Na Bíblia há a interessante
descrição da genealogia dos patriarcas hebreus, que é apresentada de forma
decrescente, em termos de longevidade). Os anunnakis também sofreram essa
alteração na longevidade e na densidade de seus corpos físicos.
Conflitos Humanos desde o passado
Ângelo Inácio, no livro “Os Nephilins”,
descreve assim a conexão entre a cultura dos hebreus e os sumérios: (...) – No passado, existia enorme rivalidade entre as castas
anunnakis, notadamente, entre
os discípulos dos irmãos Enki e Enlil. Com efeito, muitos anunnakis da
casta dos eloins foram considerados como deuses
pelos povos primitivos e, em alguns momentos, tomados como o próprio Deus.
Dessa maneira, pode-se notar que os livros sagrados para o cristianismo e o
judaísmo apresentam um deus hebreu
que, de um momento para outro, resolve destruir o povo e até o mundo –
naturalmente, tratava-se do revoltado Enlil, um yaveh
– e, mais adiante, arrepende-se de tê-lo feito – traduzindo a posição do irmão sideral Enki, que amava os homens.
Eis que a rivalidade se estabelece entre ambos na condução de diversos povos, não somente entre os israelitas.
De modo aparentemente incompreensível e inconciliável, os textos bíblicos falam
de momentos em que o deus Yaveh teria
mandado matar crianças, velhos e as demais pessoas dos povos conquistados. Naturalmente, não se pode pensar que seja
este o Deus apregoado pelo Cristo planetário. Não mesmo! Noutro momento, o deus
nacional apresenta-se cheio de misericórdia, dizendo não querer a morte dos
homens nem sacrifícios. (...)
(Enquanto na dimensão física do planeta, que estava sendo povoada pela reencarnação dos espíritos exilados
que chegaram desde os primeiros comboios
e nos outros posteriores, surgia a
formação de governos e a religião como forma dos deuses anunnakis controlar a
expansão do conhecimento humano, na dimensão astral
desenvolvia-se um sistema de domínio
e poder exercido pelos daimons, os dragões, e seus subordinados, os
magos negros. Essa disputa pelo poder no astral refletia-se na dimensão física
entre os anunnakis e entre os humanos.
Na
dimensão astral, nas regiões inferiores, formou-se todo um sistema hierárquico de
controle e poder o qual, com o decorrer do tempo formou-se seres especialistas em
diversas áreas humanas: na guerra, religião e reinados.)
V. Lau
Continua...
Ir para 👉 a próxima
Ir para 👉 a anterior
Bibliografia:
"Os Nephilins - A Origem" - pelo Espírito Ângelo Inácio; psicografado por Robson Pinheiro. Contagem (MG) - Casa dos Espíritos, 2014.
A Gênese : os milagres e as predições segundo o espiritismo / Allan Kardec; nova tradução e índice remissivo, Salvador Gentile - Catanduva, SP : Instituto Beneficente boa Nova, 2007.
Doutrina dos Anjos Decaídos
43. – Os mundos progridem, fisicamente, pela
elaboração da matéria e, moralmente, pela purificação dos Espíritos que os
habitam. A felicidade neles está na razão direta da predominância do bem
sobre o mal e a predominância do
bem resulta do adiantamento moral dos Espíritos. O progresso intelectual não basta, pois que com a inteligência
podem eles fazer o mal. Logo que um mundo tem chegado a um de seus
períodos de transformação, a fim de ascender na hierarquia dos mundos, operam-se mutações na sua população
encarnada e desencarnada. É
quando se dão as grandes emigrações e imigrações (item 34 e 35). Os que, apesar da sua inteligência e
do seu saber, perseveraram no mal, sempre revoltados contra Deus e suas leis
se tornariam aí em diante um embaraço ao ulterior progresso moral,
uma causa permanente de perturbação
para tranquilidade e a felicidade dos bons, pelo que são excluídos da
humanidade a que até então pertenceram e tangidos para mundos menos
adiantados, onde aplicarão a inteligência e a intuição dos conhecimentos que
adquiriram ao progresso daqueles entre os quais passam a viver, ao mesmo
tempo que expiarão, por uma série de existências penosas e por meio de árduo
trabalho, suas passadas faltas e seu voluntário endurecimento.
Que serão tais seres, entre essas outras populações, para eles novas, ainda
na infância da barbárie, senão anjos ou Espíritos decaídos, ali vindos em
expiação? Não é, precisamente, para eles, um paraíso perdido a terra donde
foram expulsos? Essa terra não lhes era um lugar de delícias, em comparação
com o meio ingrato onde vão ficar relegados por milhares de séculos, até que
hajam merecido libertar-se dele? A vaga lembrança intuitiva que guardavam da
terra donde vieram é uma como longínqua miragem a lhes recordar o que
perderam por culpa própria.
44. Ao mesmo tempo que os maus se afastam do
mundo em que habitavam, Espíritos
melhores aí os substituem, vindos quer da erraticidade, concernente a esse
mundo, quer de um mundo menos adiantado, que mereceram abandonar;
Espíritos esses para os quais a nova habitação é uma recompensa. Assim renovada e depurada a população espiritual dos
seus piores elementos, ao cabo de algum tempo o estado moral do mundo se
encontra melhorado. São às vezes parciais essas mutações, isto
é, circunscritas a um povo, a uma raça; doutras vezes, são gerais, quando
chega para o globo o período de renovação.
A Gênese
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário