Continuando... a reflexão anterior...
Continuando os nossos estudos sobre as
informações do Espírito Ângelo Inácio, narradas no livro “Fim da Escuridão”,
psicografado por Robson Pinheiro, publicado em 2012, vamos ver o trabalho dos representantes da justiça divina, os guardiões
superiores, no processo de desestruturação do império de poder dos daimons e a
reurbanização extrafísica que seguiu depois do ano 2011.
Novas estratégias
de investida dos dragões contra a humanidade
No tempo determinado pela justiça divina
iniciou-se a interferência mais intensa dos guardiões, e do
próprio Miguel, no sistema de poder dos dragões. Dentre os sete maiorais, o
número 1, devido a sua inteligência e sagacidade, durante milênios dominou e
controlou os seis outros do concílio tenebroso de poder. Ele, por um
processo hipnótico, desde quando chegou aqui na Terra pelo processo de
exílio, fez com que nenhum abaixo dele na hierarquia conhecesse sua
verdadeira identidade. Somente ele sabia a identidade dos demais
companheiros de exílio.
Desde que Miguel levou o número 2, o senhor da guerra, para
conhecer a realidade sublime do plano superior, seu reino sofrera
um duro golpe; e depois, com os ultimatos levado pelos guardiões e a ação do
fogo higienizador, o seu sistema de poder ficou desestruturado.
Devido a isso, o dragão número 1 convocou uma
reunião de urgência com os cinco do concílio, pois precisava definir
estratégias para uma investida contra as obras do progresso da humanidade;
o objetivo era o de
atrasar o quanto pudesse o novo exílio deles para mundos mais primitivos do que
a Terra.
Quando estavam todos reunidos, o número 1,
como sempre ocultando sua identidade, fazendo-se representar por duas serpentes
entrelaçadas, pronunciou:
(...) Temos de
tomar uma atitude inadiável, pois os guardiões detêm o conhecimento de
nossas mais importantes bases de poder: as cidades milenares controladas por cada um de nós.
Proponho lançarmos mão
de mais agêneres, além daqueles já em ação no mundo físico.
Os daimons mantinham entre os encarnados
espíritos chamados de agêneres – que eram seres que se materializavam de modo
intermitente no mundo físico. Esses seres estavam sob forte
processo hipnótico e escravizados pelos daimons para cumprir
determinadas tarefas. Eles foram colocados em posições estratégicas de
certos governos, corporações e em algumas famílias poderosas. O
objetivo era interferir na política, na economia e em setores importantes da
sociedade humana.
O daimon número 1 propunha enviar mais agêneres
para:
- Precipitarem uma crise mais aguda
na região incendiária do Oriente Médio provocando uma guerra total entre os encarnados;
- Tomarem parte ativa na formação do governo de alguns
países da Europa, fazendo com que eles influenciassem e criassem o caos total e irreversível
na economia dessas nações;
- Servirem junto ao Conselho de Segurança
da ONU.
Além dessa infiltração dos novos agêneres,
o daimon número 1 informou que em seus planos tinha três outros agentes para os quais tinha
reservado o papel principal da grande investida. Ele não revelou
ali no concílio qual seria o seu plano central, pois temia que os guardiões
tivessem implantado alguma tecnologia na dimensão deles para espionar. Isso, ele
revelaria depois para cada um em particular através de recursos
específicos.
Ele informou que as ofensivas planejadas
não eram o alvo principal; elas eram somente para manter os guardiões ocupados com o
grande transtorno criado. Enquanto isso, eles agiriam na surdina;
e quando os representantes do Cordeiro fossem agir ostensivamente
contra a política deles, ele se utilizaria do trunfo reservado.
(...) – Com efeito, a criação
desses novos agêneres atrasará
em séculos o abominável processo iniciado pelos guardiões, naquilo que
chamam de limpeza
energética. Não
disporão de tempo para se dedicar à higienização do planeta –
complementou o número 4 dos maiorais dos dragões. (...)
Na ideia dos daimons, promover um grande conflito
armado na região mais instável do planeta, e isso tomar
proporções internacionais, envolvendo diversas nações, provocaria um forte
abalo no trabalho dos poderosos guardiões, e com isso:
-
Conseguiriam abalar
a fé infantil dos seguidores encarnados do Cordeiro;
-
Provocariam um caos
econômico e social – pois muitos pretensos seguidores do
programa divino, economicamente arruinados, abandonariam a fé em troca da
subsistência;
- A produção de livros que promovem a cultura
espiritual, trazendo novos conhecimentos, seria devastada e
levaria anos para reerguer-se.
O maioral disse que mesmo que os eventos fossem
abortados pelos guardiões, o rastro de destruição que eles desencadeariam,
através do grande conflito, seria apenas subterfúgios para
despistarem os guardiões do projeto maior que seria lançado em seguida.
Ele informou aos demais daimons que naquele momento estava sendo transmitido para as pirâmides
negras, as quais eram o centro de controle e comunicação, e ficavam
na base de cada um dos daimons, todo o conteúdo dos planos de ação contra
a civilização terrena. Era todo o planejamento estratégico que ele tinha desenvolvido há
milênios e guardava em segredo a sete chaves em seu reduto
principal.
Intervenção do
Alto
Ângelo Inácio narra que o que o maioral
não sabia naquele momento é que também havia, programada pelo Alto, uma investida mais intensa na
dimensão em que se encontravam aprisionados os dragões.
Alguns minutos após a fala do número 1, um
exército de espíritos adentrou os domínios dos dragões. Uma luz fortíssima, de procedência
espiritual, penetrou em cada recanto desconhecido daquela dimensão.
Os daimons, por um tempo prolongado, ficaram em silêncio, pois em suas mentes percebiam uma
transmissão telepática que vinha de um ser muito superior.
Enquanto a mensagem era transmitida a cada
um, a luz intensa penetrou nos recantos mais preciosos dos daimons. As 7 pirâmides
negras, que eram o quartel-general de cada um, e possuíam
um complexo sistema de comunicação
com os representantes dos dragões, aqueles que atuavam na
esfera física e os de outras dimensões astrais, foram atingidas pela luz sideral.
Uma a uma explodiu sendo destruídos aqueles centros de controle e poder dos
dragões.
As informações que tinham sido
transmitidas anteriormente pelo maioral para aqueles centros de comunicações foram destruídas para sempre,
abortando assim os
planos de ataque que os daimons realizariam contra as obras da
civilização terrena. Com isso, também, perdeu-se o mecanismo de acesso aos
agêneres materializados na dimensão dos encarnados, aos chefes de legião e aos servidores direto
que estavam a serviço dos daimons. O sistema de comunicação foi destruído de forma
irreversível, e o único, entre os dragões, que saberia como
reconstruí-lo era exatamente o número 2, que fora levado tempos atrás, por Miguel, para
conhecer o reino superior.
Proclamação do
Alto a todos os espíritos
Os emissários do Alto, sobrevoando toda
aquela dimensão, proclamaram a todos os seguidores dos dragões a mensagem
final, o ultimato, esclarecendo que o reino de Cristo, do bem e do amor, estava próximo.
Agora, não somente os daimons e seus principados ficariam cientes de que o
juízo geral, que para eles era o juízo final, estava próximo e o exílio
planetário ocorreria, mas a informação era transmitida também a todos os
subordinados deles e aos espíritos prisioneiros naquela dimensão.
Intervenção de
Miguel
Logo após a proclamação aos espíritos
rebeldes sobre o juízo geral próximo, uma luz com amplitude, calor e intensidade ainda maiores que
as luzes anteriores desceu de regiões elevadas da espiritualidade.
Enquanto o fogo higienizador fazia
uma limpeza nas dimensões próximas à habitação dos encarnados, Miguel, o príncipe dos exércitos
celestes, descia pessoalmente ao mundo dos daimons. Enquanto
pousava, com sua luz irradiante, numa das mais altas montanhas daquela paisagem
astral, os seis
daimons, impotentes, eram elevados por uma força incompreensível por eles,
pairando acima do local onde se reuniam.
Logo em seguida, diante da força moral de
Miguel, o número 1 sofreu mais uma grande derrota. A sua verdadeira identidade,
guardada há milênios desde que chegou exilado na Terra, ficou estampada diante
dos demais daimons. O maioral perdia, de uma vez
por todas, o maior trunfo que possuía para dominar e enganar os demais
dragões. A partir daquele momento ele não poderia mais agir escondido,
ocultando a sua verdadeira identidade.
A reação do Maioral foi de emitir, de
forma mental, um enorme urro de ódio e revolta que foi captado por todos.
Desta vez, Miguel, recebendo ordens
expressas dos dirigentes espirituais da humanidade, descera naquela dimensão prisão para
impor limites ainda mais severos às ações dos dragões. Desde que
foram aprisionados ali pelo próprio Cristo, agora era tirada a capacidade
deles de influenciarem tanto a vida dos encarnados na superfície terrena. A Terra seria finalmente renovada
e o bem, representando a
política divina do amai-vos uns aos outros, seria estabelecido
entre os seres humanos nos próximos milênios.
Ângelo Inácio narra que da intensa
luminosidade, quase insuportável à visão espiritual dos dragões, surgia
uma forma vaporosa de contornos humanos; era Miguel em pessoa proclamando uma
mensagem puramente mental:
(...) – Venho
como representante do governo oculto do mundo, do próprio Cordeiro e do sistema
de vida representado por ele. A partir de agora, estabelecerei aqui, nesta dimensão, meu
quartel-general. Aqui permanecerei orando e vigiando pessoalmente
os ditadores do abismo, os dragões, seus aliados e aqueles que representam os
daimons junto aos renegados. Aqui será meu local de trabalho até que a Terra seja completamente
renovada e que os
pretensiosos daimons reconheçam publicamente a grandiosidade do reino de Deus e
da sua justiça. Daqui somente sairei quando todos vocês forem
desterrados para o novo lar, que, desde séculos, está preparado para recebê-los, abrigando-os entre as
estrelas da imensidão. Então, eu mesmo irei conduzindo os dragões, e lá, junto
às estrelas da imensidade, farei também a minha nova morada, sob as bênçãos do
Altíssimo, para recebê-los em meus braços e conduzi-los, ao longo dos milênios, às propostas
de renovação que serão prodigalizadas pelo pai amantíssimo aos seus
filhos rebeldes.
- A partir de
agora até a consumação deste
milênio, estarão acorrentados ao abismo, e não mais influenciarão os destinos
das nações do mundo. Que os nossos irmãos encarnados acertem ou errem por conta própria,
mas jamais, a partir deste momento, serão manipulados pelos daimons, cuja ação será
restrita somente a esta dimensão ínfera. Aqui ficarei e orarei e trabalharei,
preparando a quem quiser e sentir-se inspirado, para a grande viagem do degredo
cósmico. É chegada a hora do juízo!
- Este milênio
será de suma importância, a
fim de que revejam as ações que praticam, reavaliem a política que professam e
reconheçam, para todo o sempre, que não se pode enganar a justiça divina.
Pois tanto neste mundo dos infernos, nas regiões ínferas do globo, quanto na
Terra, nos biomas abissais e nos altiplanos superiores da espiritualidade,
todos absolutamente todos os seres hão de reconhecer que Jesus é o Senhor e o
Cristo de Deus, para toda a eternidade. (...)
Após o pronunciamento de Miguel, os
daimons desceram à superfície e o número 1 teve que dar explicações aos demais
do motivo de ele ter ocultado a sua verdadeira identidade durante longos
milênios.
Em seguida Miguel ergueu sua espada em direção a determinado
recanto do submundo e para lá seguiram seus exércitos de emissários celestes.
Era o local onde o daimon, durante milênios, mantinha aprisionados mais
de 650 seres que formavam uma mente coletiva e eram escravizados por ele.
Esses espíritos tinham
perdido o corpo espiritual e se transformados em ovoides. Eles
eram espíritos componentes do grupo de antigos dragões que foram
deportados juntamente com o maioral número 1, e este mantinha o
cativeiro deles em segredo dos demais do concílio.
Ângelo Inácio descreve que após isso,
pela primeira vez, em vez do demônio gritar, blasfemar, ele chorou...; e chorou muito...,
de impotência diante das leis divinas. O choro foi de desespero por ele não
dispor de meios para impedir que Miguel permanecesse naquela dimensão durante todo o próximo milênio.
A atitude de Miguel orando e vigiando, como se fora um mentor do próprio número
1, com certeza influenciaria os milhares de seres que estiveram longo
tempo sob o império do maioral dos infernos.
Os seres libertos foram amparados pelos
auxiliares do arcanjo e logo deveriam receber a derradeira mensagem enviada
pelo governo oculto do mundo, informando-lhes quanto ao próximo degredo e
o pouco tempo que lhes restavam.
Desde aquela época, o próprio Miguel
permanece nas regiões inferiores, na dimensão dos dragões, enquanto espíritos
esclarecidos e superiores percorrem os umbrais fazendo o trabalho de limpeza junto
com o fogo higienizador, o relocamento de espíritos, a reconstrução e a
reurbanização nas dimensões astrais.
V. Lau
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Para entender melhor o trabalho dos guardiões, em andamento, assista as entrevistas dos guardiões através da mediunidade de Robson Pinheiro:
- Espírito Joseph Gleber: Assista aqui
- Espírito Veludo: Assista aqui
- Pai João de Aruanda: Assista aqui
Obs.: O Encontro Mundial dos Guardiões da Humanidade foi adiado para 31 de outubro a 2 de novembro de 2020, devido ao surto de epidemia do Coronavírus (Covid-19).
Bibliografia:
O Fim da Escuridão: reurbanização extrafísicas/ pelo espírito
Ângelo Inácio; [psicografado por] Robson Pinheiro – Contagem, MG: Casa dos
Espíritos Editora, 2012. – Série Crônicas da Terra, 1. Adquirir este livro na Amazon: 👉 https://amzn.to/43SfJbR
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Pedro Leopoldo (MG), 9 de novembro de 1940.
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Continuando...
A luta contra o mal
(...)
Tadeu guardou os esclarecimentos de Jesus, para retirar de sua substância o
mais elevado proveito no futuro.
No
dia seguinte, desejando destacar, perante a comunidade dos seus seguidores, a
necessidade de cada
qual se atirar ao esforço silencioso pela sua própria edificação evangélica,
o Mestre esclareceu com seus apólogos singelos, como se encontra dentro da
narrativa de Lucas: “Quando o Espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos,
procurando, e não o achando diz: - Voltarei para a casa donde saí; e, ao
chegar, acha-a varrida e adornada. Depois, vai e leva consigo mais sete Espíritos
piores do que ele, que ali entram e habitam; e o último estado daquele homem
fica sendo pior do que o primeiro.”
Então,
todos os ouvintes das pregações do lago compreenderam que não bastava
ensinar o caminho da Verdade e do bem aos Espíritos perturbados e malfazejos;
que indispensável era
edificasse cada um a fortaleza luminosa e sagrada do Reino de Deus, dentro de
si mesmo.
Boa Nova – pelo Espírito Humberto de Campos; [psicografado por]
Francisco Cândido Xavier. – Brasília: FEB, 2013 Adquirir este livro na Amazon: 👉 https://amzn.to/4ivbiZ8
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