Continuando... a reflexão anterior...
Primeiro – desde a chegada desses
seres, há mais ou menos 450.000 anos, foi estabelecido pela justiça
divina um prazo para que eles compreendessem e aceitassem as diretrizes de um
mundo superior. Com o decorrer do tempo, com a chegada de outros
seres exilados para a Terra surgiu entre eles uma disputa de poderes para se
ter o domínio dos seres da humanidade, nas duas dimensões, a física e a
extrafísica. O sistema
de vida terreno em que vivemos é o resultado da influência da política desses
seres. Na dimensão dos viventes formou-se a divisão em nações, com
idiomas diferentes, com sistemas políticos com nomes diferentes, mas com
o ponto em comum de domínio de consciências. Surgiu os sistemas religiosos combatendo
uns aos outros e formou-se um sistema econômico de desigualdade sociais. Não fosse a interferência da justiça divina, o
planeta Terra já teria sido destruído há muito tempo.
Devido a essa interferência de domínio é
que os seres mais perigosos
foram aprisionados magneticamente numa dimensão chamada de abismo.
Na época da vinda do grande orientador evolutivo da humanidade, o
cristo cósmico, a ação desses seres hediondos foi restringida ainda mais.
Essas inteligências cósmicas hediondas trazem uma característica própria de
inteligência forjada em outros mundos do universo por onde passaram e deixaram
um rastro de destruição. Parece que sofrem de uma “doença cósmica” de
grande magnitude: a de querer ter o poder e o domínio, se achando deuses.
Devido a grande força mental desenvolvida e conhecimentos de certas leis do cosmo
espiritual desenvolveram
um grande poder hipnótico de domínio de outros seres. Na Terra
tentaram implantar sua visão de política de domínio, que é contrária as
diretrizes divinas.
Segundo
– Chegou o final do tempo de uma fase de aprendizado na escola terrena.
A nível mundial, a justiça divina
iniciou o processo de limpeza nas dimensões densas extrafísicas. Esse
trabalho é feito pelos agentes da justiça e da misericórdia divina através da
limpeza das criações mentais densas e das construções extrafísicas feitas pelos
seres das sombras. Os
espíritos que oferecem condições de serem resgatados são auxiliados e levados
para estações de tratamento. Aqueles que se endureceram no mal, e persistem nessa
condição, são aprisionados e levados para bases dos guardiões onde
são selecionados por grupos, para serem levados para outros planetas de
aprendizado, no próximo exílio planetário.
O próprio Miguel, representante maior da
justiça divina no planeta, se instalou na dimensão dos dragões para restringir
ainda mais a atuação deles, enquanto o trabalho de limpeza e reurbanização é
executado. Durante os
próximos mil anos ele permanecerá lá, enquanto a política do cordeiro é
implantada na Terra. A justiça e a misericórdia divina, atuando
juntas, oferecem a
oportunidade do recomeço para os seres que querem modificar seu modo de vida.
Para esses, mesmo conscientes que irão recomeçar o aprendizado em outros
mundos, podem ajudar a si mesmo através do trabalho de auxílio
aos guardiões na renovação da Terra.
Terceiro - Mil anos?... ainda
vai levar todo este tempo para ser feita a higienização planetária? Não é muito tempo?
Realmente, para nós, que raciocinamos sobre
os acontecimentos baseando-se numa existência física corpórea somente,
e desenvolvemos a crença que de repente haverá uma intervenção divina para resolver todos os
problemas da humanidade, mil anos é muita coisa. Mas com as
revelações atuais, de ordem cósmica, trazendo informações sobre os seres que vieram
exilados para cá e formaram a civilização terrena, e o tempo do
Juízo Geral que fará a seleção dos seres que permanecerão na Terra e os que serão expatriados para outros
planetas, outras escolas, esse tempo de mil anos, comparado aos 450.000 anos do drama terrestre, é pouco.
Devemos levar em conta também a certeza da preexistência do espírito, que é uma questão
de “bom senso”; pois já temos maturidade consciencial suficiente para
admitirmos que somos uma
consciência espiritual habitando temporariamente um corpo físico.
Essa certeza independe de termos uma percepção mais dilatada além dos cinco
sentidos comum, pois basta
estudarmos as revelações espirituais mediúnicas e analisá-las usando o raciocínio
lógico, científico,
confrontando as
informações, questionando-as e procurando perceber a coerência entre elas.
À medida que abrimos a
mente para o estudo através dessa forma, nos livramos do
hipnotismo sectário e partidarista; pois devemos ver a vida com a compreensão
do “todo”. Já temos informações suficientes que demonstram a existência de
outras realidades, além da física que percebemos.
Quarto – Mas ainda
podemos questionar..., por que Deus, com sua justiça, não intervém de uma
vez por todas pondo fim a rebeldia e aos desatinos dos seres das sombras,
evitando assim todo este longo milênio de trabalho de renovação?
Como já percebemos nas revelações, a Terra
é uma escola evolutiva onde estão reunidas mais de 50 bilhões de
consciências espirituais em diversos níveis de despertar consciencial. Há
desde os seres
mergulhados nas trevas de suas consciências, e que praticam o mal pelo mal,
e defendem uma política contrária aos princípios trazidos pelo orientador
evolutivo, o Autoevolucionário cósmico (como o Espírito Ângelo Inácio
denomina), que é conhecido nas esferas espirituais como o “Cordeiro de Deus”, e
são representados, na escala de poder, pelos maiorais, os dragões,
juntamente com seus seguidores mais próximos, e são seres conscientes da maldade
que praticam; como também há milhares de seres
hipnotizados por esses maiorais. Existem também milhares de
espíritos mergulhados nas trevas sem saberem a quem servem, mas que oferecem sintonia para a ação
dos milenares daimons.
Depois, de forma gradativa, há os seres
que ocupam as dimensões espirituais conforme a depuração de seus espíritos;
existido os planos dimensionais sutis de pura luz.
A política divina utiliza-se das consciências mais evoluídas
para ajudarem as que estão na retaguarda. Até mesmo para os seres das regiões extrafísicas da escuridão e do
abismo é dada a oportunidade de trabalho, são aqueles que
resolvem abandonar o sistema de vida a
serviço da política das sombras; a esses, mesmo com o fato de estarem designados
ao novo exílio, por não terem condições de permanecerem no novo ciclo evolutivo
terreno, podem
trabalhar auxiliando os guardiões no despertar de outras consciências.
Na próxima reflexão vamos ver como atua a
justiça divina, e o motivo da necessidade do enorme trabalho que desempenham os
guardiões superiores da humanidade, no equilíbrio do processo evolutivo
terreno.
V. Lau
Ir para a 👉 Próxima
Ir para a 👉 Anterior
Ir para o 👉 Início
Ir para o início: Parte 1
Bibliografia:
O Fim da Escuridão:
reurbanização extrafísicas/ pelo espírito Ângelo Inácio; [psicografado por]
Robson Pinheiro – Contagem, MG: Casa dos Espíritos Editora, 2012. – Série
Crônicas da Terra, 1.
Adquirir eBook para Kindle Amazon: 👉 https://amzn.to/4kZ5rNi
Belo Horizonte (MG), 2009.
|
A
MAIS BELA DE TODAS AS COISAS? – O AMOR
Amor… Palavra que
foi exageradamente empregada, comentada, interpretada, discutida e
profanada ao longo da história humana. Nunca se falou tanto de algo
como do amor, de tal sorte que o sentido original da palavra, nos dias
de hoje, confunde-se com outras coisas que deveriam, no máximo,
gravitar em seu entorno, mas que acabaram ganhando maior importância do
que o sentimento em si.
Paulo
de Tarso fala do amor quase como uma vocação, um dom, algo mais divino do que a religião.
Ele decanta o amor com tal esmero e cuidado que o transforma em ação,
amor-ágape, amor que
realiza, que imuniza, que se consome em chamas; amor que enfrenta obstáculos,
desafios, conceitos morais – e o próprio tempo.
Quando
diz que o amor é longânime, ele o eterniza e o faz desafiar conceitos de
tempo e espaço. O amor não dependeria de interpretações, mas,
mesmo diante das possíveis interpretações, permanece sendo o cerne, o
móvel das ações humanitárias – oferecer o corpo para ser queimado,
dar aos pobres, na palavra de Paulo. Amor: o elemento não interpretado, não manipulado pelas
religiões, não enquadrado no sistema, impossível de ser corrompido;
o amor sublime do “Amai-vos uns aos outros”.
As “línguas dos homens e dos anjos” – o amor
como algo que supera as barreiras do nacionalismo, dos limites da
pátria e da religião; que em seu imo é maior do que o conceito de
nação, estado ou crença.
O
apóstolo refere-se a uma
espécie de amor que sobrepuja inclusive a moral. Trata-se do amor ético. “O amor
não inveja, não se vangloria, não se ensoberbece”, ou seja, o amor incondicional é ético.
A moral edita regras; a ética questiona as regras. A
moral proíbe; são os dez mandamentos. A ética do amor vai além.
Permite, com consciência mais ampla. É o sermão da montanha.
Paulo nos diz desse amor que excede a interpretação da moral e atravessa o
espaço e o tempo em que vige essa moral, convertendo-a em compromisso
humanitário, em ética crística.
Um tipo de amor que é mais excelente do que
a esperança que anima a humanidade tem de ser mais que o amor-eros; bem mais
que amor-ágape. Terá
de ser amor spiritualis, cósmico, mais amplo do que nossas religiões no mundo
podem traduzir e até conceber. Muitíssimo maior em sua
amplitude do que podemos entender, ao menos por ora.
Há de
ser amor do quilate daquele que induziu o construtor do mundo, o Verbo
divino, a vir ao próprio mundo que erigiu e a misturar-se ao próprio
povo habitante desse mundo e, mesmo assim, não se confundir com
ele. Há de ser tal espécie de amor capaz de motivar e levar alguém a
abandonar suas origens, seus pais e mães, sua família, a fim de vivê-lo
conforme um conceito muito mais abrangente. Como cidadão do infinito,
e não de um país; como
componente da família universal, e não apenas de uma família
consanguínea.
Amor
tão forte que projetará o indivíduo no rumo das estrelas, que fará registrar
para sempre na retina espiritual de uma alma perdida a imagem daquele que foi
seu representante soberano; o amor feito carne, feito homem, feito deus.
Que é o amor? Não se pode traduzi-lo, mas
perceber sua força e sua energia; a forma como ele anima e
movimenta mundos e seres, fazendo com que tudo gire e se revolucione em torno
de si. Alguns poderão chamar essa força de gravidade, de big bang, de
Alá, Jeová, Jesus, ou do que quiserem, mas ninguém conseguirá esquadrinhar,
definir essa força motriz, em si mesma.
Para
mim, em poucas palavras, é a força que me motiva, há mais de 2 mil anos,
a prosseguir em busca daqueles olhos e daquele olhar que um dia banharam minha alma com as
claridades da Via Láctea, que encantaram meu ser e arrebataram
meu espírito para sempre, o qual se encontra vencido e conquistado pela força
eterna do amor.
A força
eterna do amor / pelo espírito Teresa de Calcutá; [psicografia] Robson Pinheiro.
– Contagem, MG: Casa dos Espíritos Editora, 2009.
Adquirir este livro na Amazon: 👉 https://amzn.to/3DX7FvW |