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domingo, 4 de novembro de 2018

Quem é Jesus? Por que ele nasceu na Terra? E por que ele retornará? - Parte 10

Continuando....a reflexão anterior...

Por que Jesus nasceu na Terra?...


Atuação dos dragões na Terra

Houve então uma batalha no céu: Miguel e seus Anjos guerrearam contra o Dragão. O Dragão batalhou, juntamente com seus Anjos, mas foi derrotado, e não se encontrou mais um lugar para ele no céu.  Foi expulso o grande Dragão, a antiga Serpente, o chamado Diabo ou Satanás, sedutor de toda a terra habitada – foi expulso para a terra, e seus Anjos foram expulsos com ele.
Apocalipse 12: 7-9

     
Sol
  Relembrando... Já vimos anteriormente que os seres exilados de Nibiru, os daimons, depois da fuga da nave que os transportavam no exílio, ao participarem da destruição do quinto planeta, hoje cinturão de asteroides, foram capturados por Miguel e seu exército e confinados no planeta Terra, dentro de um campo magnético do qual não puderam mais sair. Esse campo magnético que impede os dragões de saírem da terra é alimentado pela energia do Sol. Trata-se de uma tecnologia cósmica usada pela Justiça Divina, e tendo como executor o seu representante, Miguel; ela é desconhecida pela mente poderosa do daimon número um.

     Nesse processo de provas e expiações do sistema evolutivo da Terra, muitos exilados, após se redimirem, retornaram para suas pátrias de origem; tanto os anunnakis como os capelinos.
     
     No planeta Terra permaneceram os espíritos mais retrógrados compostos pela elite dos daimons, os sete maiorais, e seus seguidores juntamente com uma multidão de espíritos hipnotizados por eles. 
    Se não fosse pelas revelações atuais informando sobre a classe desses espíritos, talvez continuaríamos pensando que eles são somente espíritos presos nas regiões profundas sem muita ação sobre a humanidade. Pois a nossa interpretação estaria tão somente presa às revelações dos textos bíblicos, tais como o trecho do apocalipse de João citado acima.

      Entretanto, como já vimos em outra reflexão antes, o daimon número um criou um sistema hipnótico de domínio que usava como estratégia a ocultação de sua identidade. Dessa forma, ele controlava os outros seis seres, os quais recebiam ordens e cumpriam
     Os dragões são seres criminosos cósmicos pois destruíram milhares de vidas e planetas antes de terem sidos exilados na Terra. São inumanos, pois evoluíram em outro contexto psicológico de trilhas de pensamentos diferentes do humano terrestre que conhecemos. Suas características psicológicas é de megalomania de poder e de se acharem ser deuses. Possuem uma enorme revolta e ódio por terem sidos trazidos contra às suas vontades para a Terra. Também, desde o início do exílio, não admitiam de maneira nenhuma terem que nascer num corpo primitivo terreno.
     Esses seres estiveram por trás de toda a formação da humanidade. Nos acontecimentos do período do dilúvio, nas guerras, na formação de governos e na criação de religiões, entre os anunnakis encarnados. Desde a época da Lemúria, da Atlântida e Suméria esses seres foram  especializando-se cada um numa área da civilização, tais como: nas guerras, reinados, religiões, ciência e comunicações. Como estratégia de domínio, eles dividiram os homens em etnias, nações e criaram as línguas diferentes para que não se entendessem.

Prisão dos Dragões nas profundezas da Terra


     No livro “A Marca da Besta”, publicado em 2010, psicografado por Robson Pinheiro, o Espírito Ângelo Inácio descreve sobre a atuação dessa elite de sete daimons.
     Numa incursão que os Guardiões Superiores fizeram, onde os daimons estavam confinados, o número dois revelou sua atuação, desde o passado, na formação da humanidade.
     (...) Eu sou o número 2, o senhor da guerra. Ao longo das eras, aprofundei-me nas artimanhas da política, no conhecimento das táticas de guerra. Auxiliei de perto Cipião, o Africano; inspirei as empreitadas de Alexandre, o Grande; sou eu quem estive face a face com Moisés em alguns momentos de suas vitórias e suas derrotas. Fui eu quem agi entre o Tigre e o Eufrates, no Éden, e forjei ali a civilização que deu origem aos povos da atualidade. Minha é a Terra e todo o sistema político e econômico sobre o qual se assenta sua civilização. (...)
    (Realmente, com essas informações podemos entender melhor as narrações bíblicas quando descreve a história do povo hebreu. Ali há relatos de ordenação da divindade dos hebreus para invadirem terras e destruírem povos.)

     Os daimons formaram um grande império das sombras; eles controlavam os espectros, mas encontravam forte resistência dos magos da escuridão, que eram os seres que vieram do quinto planeta, juntamente com os espectros.
     Na época da Atlântida, após o grande conflito, que durou 100 anos, e que envolveu os capelinos em confronto com os magos da escuridão, após o afundamento daquele continente, esses seres começaram a perder gradativamente a forma de seus corpos.  Devido a tanto tempo resistindo ao processo de encarnação (corporificação), seus corpos começaram a deteriorar-se e a caminhar para o processo de ovoidização. Devido a isso, eles resolveram então se submeterem a reencarnação; mas algo impedia que eles conseguissem realizá-la. Depois de várias tentativas   descobriram que os magos da escuridão também não conseguiam tomar novos corpos físicos.
      Então, Os daimons se juntaram   aos magos da escuridão para promover uma guerra contra o povo que pretendia receber o representante do governo espiritual da terra.



A visita dos magos
Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram magos do Oriente a Jerusalém, perguntando: "Onde está o rei dos judeus recém-nascido? Com efeito, vimos sua estrela no céu surgir e viemos homenageá-lo". Ouvindo isso, o rei Herodes ficou alarmado e com ele toda a Jerusalém. E, convocando todos os chefes dos sacerdotes e os escribas do povo, procurou saber deles onde havia de nascer o Cristo. Eles responderem: "Em Belém da Judeia, pois é isto que foi escrito pelo profeta:
    E tu, Belém, terra de Judá, 
    de modo algum és o menor entre os clãs de Judá,
    pois de ti sairá um chefe
    que apascentará Israel, o meu povo"
Então Herodes mandou chamar secretamente os magos e procurou certificar-se com eles a respeito do tempo em que a estrela tinha aparecido. E enviando-os a Belém, disse-lhes: "Ide e procurai obter informações exatas a respeito do menino e, ao encontrá-lo, avisai-me, para que também eu vá homenageá-lo". A essas palavras do rei, eles partiram. E eis que a estrela que tinham visto no céu surgir ia à frente deles até que parou sobre o lugar onde se encontrava o menino. Eles, revendo a estrela, alegraram-se imensamente. Ao entrar na casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o homenagearam. Em seguida, abriram seus cofres e ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonho que não voltassem a Herodes, regressaram por outro caminho para a sua região.



Fuga para Egito e massacre dos inocentes
Após sua partida, eis que o Anjo do Senhor manisfestou-se em sonho a José e lhe disse: "Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito. Fica lá até que eu te avise, porque Herodes procurará o menino para o matar". Ele se levantou, tomou o menino e sua mãe, durante a noite, e partiu para o Egito. Ali ficou até a morte de Herodes, para que se cumprisse o que dissera o Senhor por meio do profeta: Do Egito chamei o meu filho.
Então Herodes, percebendo que fora enganado pelos magos, ficou enfurecido e mandou matar, em Belém e em todo seu território, todos os meninos de dois anos para baixo, conforme o tempo de que havia se certificado com os magos. Então cumpriu-se o que fora dito pelo profeta Jeremias."
Ouviu-se uma voz em Ramá,
choro e grande lamentação:
Raquel chora seus filhos;
e não quer consolação,
porque eles já não existem.
Mateus 2: 1-18


    (Ângelo Inácio, no livro "Abduzidos", narra que os três reis magos, que eram de uma cultura diferente, do oriente, tinham conhecimento de que seguiam um carro voador, uma “Vimana”, segundo a cultura deles; pois uma estrela não poderia movimentar-se daquela forma. Baltazar, contou aos outros que durante o sono tinha sido visitado por um ser que o levou até o local do nascimento do menino num carro voador. O mensageiro das estrelas disse a ele que a criança seria de uma família pobre,  por isso era preciso que eles fossem os provedores para auxiliar na manutenção da família e da criança. Por isso eles levaram o ouro e incenso de presente, os quais poderiam ser trocados por mantimentos para a manutenção da família.)
    
              Para entendermos sobre a perseguição de Jesus, desde seu nascimento, pelos dragões, que estavam acorrentados magneticamente nas profundezas dos abismos da Terra, e utilizavam os magos negros e os reis e religiosos da época, vamos ver um trecho do livro “Senhores da Escuridão” onde Ângelo Inácio descreve este momento: (...) Não conseguíamos tomar novos corpos físicos, por mais que insistíssemos. Resolvemos, então, declarar guerra ao povo que pretendia receber em seu seio o representante do governo espiritual de seu mundo, como – estava claro em inúmeras profecias – iria ocorrer. A partir desse momento, os magos da escuridão ficaram definitivamente sob nosso comando, nesse ímpeto de confrontar o representante do sistema de forças contrário ao nosso. Armamos durante séculos um esquema que tinha por finalidade boicotar a vinda desse Messias ao planeta. Agimos diretamente na fonte, nos elementos genéticos daqueles que seriam seus antepassados. Nada foi possível ou teve êxito, afinal.
     - Mesmo assim não aprenderam que seria inútil qualquer tentativa de influenciar o nascimento do Cristo?
    - Quem pensa que somos para nos render a tão vil ideia? Continuamos nossa busca e, para efetivar os planos, determinamo-nos a influenciar os governos e povos. Quando a hora chegou, um dos nossos foi designado a assumir pessoalmente a frente de batalha. Algo ainda mais terrível aconteceu, no entanto. Nossa retina espiritual estava por demais sensível devido à deterioração da forma, que ocorria de maneira progressiva. Quando o enviado chegou, após diversas tentativas frustradas de impedirmos seu nascimento, todos fomos banidos da presença dos humanos. Vimo-nos acorrentados nas profundezas do abismo, de onde até os dias atuais dirigimos aqueles que correspondem a nossos ideais. Não mais poderíamos resistir aos reflexos da luz solar. Nossa retina espiritual estava definitivamente modificada, tanto pelos milênios de resistência à lei que nos arrastava para a reencarnação, quanto pela perda progressiva da feição espiritual. Não houve recurso. Tivemos de passar a controlar, das profundezas do abismo, os magos e demais seres que participam conosco de nosso sistema de poder. Criamos a milícia negra e o sistema que hoje impera no abismo.
      Uma coisa ficou clara: não era mais possível reencarnar em seu mundo. As portas do progresso e dos corpos físicos em seu planeta se fecharam definitivamente para nós, os dragões. Somente os magos da escuridão ainda poderiam entrar em contato com os seres de seu mundo. Em razão disso, desde então, oferecemos a eles nosso conhecimento arquivado durante milênios sem fim, em etapas graduais. (...)

     (Na época do nascimento de Jesus os dragões, através de um forte campo magnético, foram presos nas regiões do submundo astral, que vibratoriamente corresponde as regiões físicas abaixo da superfície terrena, em direção ao centro dela. Longe da ação direta da luz do Sol, na escuridão, sem poderem romper o campo magnético que os aprisionavam, começaram a atuarem de forma indireta através de suas marionetes. Das profundezas do abismo, através dos magos, começaram a manipular aqueles que ofereciam campo psicológico para serem instrumentos seus no boicote do nascimento de Jesus. Esses manipulados eram reis, governadores, líderes religiosos e todos aqueles que alimentavam interesses mesquinhos, sede de poder, arrogância e fanatismo religioso.
      Na Bíblia temos vários relatos de perseguição, desde o nascimento de Jesus até a sua crucificação. Por outro lado, também, temos o relatos dos seres que atuaram na proteção e orientação, para que se realizasse o grande projeto da corporificação do Autoevolucionário cósmico, Jesus).

V. Lau
Continua...

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Bibliografia:
- "Bíblia De Jerusalém" - Paulus, 2002.

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- "A Marca da Besta" - pelo Espírito Ângelo Inácio; [psicografado por] Robson Pinheiro. - Contagem, MG: Casa dos Espíritos,

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- "Os Abduzidos" - pelo Espírito Ângelo Inácio; [psicografado por] Robson Pinheiro. - Contagem, MG: Casa dos Espíritos, 2015. - (Série Crônicas da Terra: v. 4).

Pontos e Contos” – Pelo Espírito Irmão X; [psicografado por] Francisco Cândido Xavier. -  12. Ed. – 2ª reimpressão. – Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2010.

Pedro Leopoldo (MG), outubro de 1950.

Irmão X

       
       O Programa do Senhor

      À frente da turba faminta, Jesus multiplicou os pães e os peixes, atendendo à necessidade dos circunstantes.
     O fenômeno maravilhara.
     O povo jazia entre o êxtase e o júbilo intraduzíveis.
     Fora aquinhoado por um sinal do Céu, maior que o de Moisés e Josué.
     Frêmito de admiração e assombro dominava a massa compacta.
     Relacionavam-se, ali, pessoas procedentes das regiões mais diversas.
     Além dos peregrinos, em grande número, que se adensavam habitualmente em torno do Senhor, buscando consolação e cura, mercadores da Iduméia, negociantes da Síria, soldados romanos e cameleiros do deserto ali se congregavam em multidão, na qual se destacavam as exclamações das mulheres e o choro das criancinhas.
     O povo, convenientemente sentado na relva, recebia, com interjeições gratulatórias, o saboroso pão que resultara do milagre sublime.
     Água pura em grandes bilhas era servida, após o substancioso repasto, pelas mãos robustas e felizes dos apóstolos.
     E Jesus, após renovar as promessas do Reino de Deus, de semblante melancólico e sereno contemplava os seguidores, da eminência do monte.
     Semelhava-se, realmente, a um príncipe, materializado, de súbito, na Terra, pela suavidade que lhe transparecia da fronte excelsa, tocada pelo vento que soprava, de leve...
     Expressões de júbilo eram ouvidas, aqui e ali.
     Não fornecera Ele provas de inexcedível poder? Não era o maior de todos os profetas? Não seria o libertador da raça escolhida?
     Recolhiam os discípulos a sobra abundante do inesperado banquete, quando Malebel, espadaúdo assessor da Justiça em Jerusalém, acercou-se do Mestre e clamou para a multidão haver encontrado o restaurador de Israel. Esclareceu que conviria receber-lhe as determinações, desde aquela hora inesquecível, e os ouvintes reergueram-se, à pressa, engrossando fileiras ao redor do Messias Nazareno.
     Jesus, em silêncio, esperou que alguém lhe endereçasse a palavra e, efetivamente, Malebel não se fez de rogado.
     - Senhor – indagou, exultante -, és, em verdade, o arauto do novo Reino?
     - Sim – respondeu o Cristo, sem titubear.
     - Em que alicerces será estabelecida a nova ordem? – prosseguiu o oficial do Sinédrio, dilatando o diálogo.
     - Em obrigações de trabalho para todos.
     O interlocutor esfregou o sobrecenho com a mão direita, evidentemente inquieto, e continuou:
     - Instituir-se-á, porém, uma organização hierárquica?
     - Como não? – acentuou o Mestre, sorrindo.
     - Qual a função dos melhores?
     - Melhorar os piores.
     - E a ocupação dos mais inteligentes?
     - Instruir os ignorantes.
     - Senhor, e os bons? Que farão os homens bons, dentro do novo sistema?
     - Ajudarão aos maus, a fim de que estes se façam igualmente bons.
     - E o encargo dos ricos?
     - Amparar os mais pobres para que também se enriqueçam de recursos e conhecimentos.
     - Mestre – tornou Malebel, desapontado -, quem ditará semelhante normas?
     - O amor pelo sacrifício, que florescerá em obras de paz no caminho de todos.
     - E quem fiscalizará o funcionamento do novo regime?
     - A compreensão da responsabilidade em cada um de nós.
     - Senhor, como tudo isto é estranho! – considerou o noviço, alarmado. – Desejarás dizer que o Reino diferente prescindirá de palácios, exércitos, prisões, impostos e castigos?
     - Sim – aclarou Jesus, abertamente -, dispensará tudo isso e reclamará o espírito de renúncia, de serviço, de humildade, de paciência, de fraternidade, de sinceridade e, sobretudo, do amor de que somos credores, uns para com os outros, e a nossa vitória permanecerá muito mais na ação incessante do bem com o desprendimento da posse, na esfera de cada um, que nos próprios fundamentos da Justiça, até agora conhecidos no mundo.
     Nesse instante, justamente quando os doentes e os aleijados, os pobres e os aflitos desciam da colina tomados de intenso júbilo, Malebel, o destacado funcionário de Jerusalém, exibindo terrível máscara de sarcasmo na fisionomia dantes respeitosa, voltou as costas ao Senhor, e, acompanhado por algumas centenas de pessoas bem situadas na vida, deu-se pressa em retirar-se, proferindo frases de insulto e zombaria...
     O milagre dos pães fora rapidamente esquecido, dando a entender que a memória funciona dificilmente nos estômagos cheios, e, se Jesus não quis perder o contato com a multidão, naquela hora célebre, foi obrigado a descer também.
Livro: “Pontos e Contos” 
          

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Quem é Jesus? Por que ele nasceu na Terra? E por que ele retornará? - Parte 8

Continuando nossa reflexão anterior...

Por que ele nasceu na Terra?...
Chegada dos Capelinos
    
    
Francisco Cândido Xavier
Publicado em 1939, o livro “A Caminho da Luz”, ditado pelo Espírito Emmanuel e psicografado por Francisco Cândido Xavier, trouxe-nos uma revelação muito importante para conhecermos sobre a formação da humanidade terrena.
     O Espírito Emmanuel narrou que há muitos milênios atrás, no sistema de Capela, havia um planeta que possuía afinidades com a Terra; e lá havia milhões de Espíritos rebeldes que dificultavam o progresso geral da humanidade naquele recanto.
     Jesus acolheu esses espíritos no seu reino de amor e justiça; e incentivando-lhes à renovação da consciência através de novas provas, no desenvolvimento da solidariedade, num novo caminho, apresentou as lutas futuras que encontrariam no planeta Terra. Prometeu-lhes a sua orientação e a sua vinda no futuro.
     Aqueles seres vieram para a Terra num período que estava sendo aperfeiçoado os caracteres biológicos, e deram um impulso na genética da formação de corpos físicos mais elaborados; contribuíram para a origem das raças brancas. Emmanuel explica que: “Entre as raças negra e amarela, bem como entre os grandes agrupamentos primitivos da Lemúria, da Atlântida e de outras regiões que ficaram imprecisas no acervo de conhecimentos dos povos, os exilados da Capela trabalharam proficuamente, adquirindo a provisão de amor para suas consciências ressequidas.”
     Com o decorrer do tempo, depois de muitos sofrimentos expiatórios, grande porcentagem de Espíritos rebeldes retornaram para o seu planeta de origem, em Capela. Outros, ainda permanecem na Terra em provas e expiações.

     Complementando as revelações de Emmanuel com novas informações para o nosso entendimento, o Espírito Ângelo Inácio narra no livro “Os Nephilins”, publicado em 2014, que na época do evento do exílio dos capelinos, os guardiões do planeta Terra já tinham instalado na Lua a sua base. Foi ali que ocorreu uma reunião entre eles e os seres orientadores de Capela para prepararem a recepção dos seres que seriam exilados, e as providências necessárias para evitarem o confronto entre as duas raças, anunnakis e capelinos. Decidiram que, como os anunnakis se concentravam mais na região do Rio Eufrates, incentivariam o cientista anunnaki Enki, parceiro dos guardiões, a levarem alguns exemplares do novo homem criado para os continentes de Lêmur (Lemúria) e Axtlan (Atlântida), para ali iniciarem uma nova povoação a fim de receber os capelinos. Assim, evitariam desde o início um grande confronto entre as duas raças. Também, planejaram obter o auxílio de seres de outros planetas a fim de transportarem o grande número de exilados. Desses seres, a grande maioria viria em corpos espirituais, e outros em corpo físicos, mas com uma fisicalidade mais etérea, diferentes dos corpos físicos densos dos novos homens criados. As viagens interplanetárias se dariam através de trilhas energéticas que há no universo. O transporte ocorreria em várias etapas levando aproximadamente 10.000 anos terrestres. Esse tempo era necessário para haver uma adaptação dos primeiros seres trazidos de Capela.
     A medida que os novos seres capelinos foram sendo trazidos surgiu um grande impulso na cultura e tecnologia dos continentes de Lêmur e Axtlan, sendo até mais avançada do que a dos anunnakis que chegaram primeiro.

Característica dos Capelinos

    
Capela
No livro “Crepúsculo dos Deuses”, publicado em 2002, o Espírito Ângelo Inácio descreve que na constelação do Cocheiro, localizado a 42 anos-luz da Terra, há um sistema de vida composto por três planetas com dois sóis gêmeos. O planeta principal, chamado de Axtlan, possui aproximadamente 23.418 km de diâmetro. A sua massa é composta de uma materialidade quase etérica, em estado plasmático. Tem três continentes com grandes oceanos; e possui pradarias em predominância com enormes florestas e montanhas. Seus dois sóis possuem cor vermelha e isto faz com que o céu e o firmamento variam da cor azul escuro ao verde cintilante e do dourado ao alaranjado. Sua atmosfera é rica em hidrogênio. A duração do dia capelino corresponde a 38 horas terrena; e um ano lá é igual a 84 anos da Terra. O segundo planeta é chamado de Lemir e é um planeta agrícola e industrial. O terceiro é um centro industrial.
    Os seres humanos de capela possuem um corpo físico com materialidade diferente dos terrenos. Seus corpos são etéreos estruturado em matéria radiante.
    Durante longo tempo, na região astral do planeta, em determinada dimensão, foram-se reunindo os seres que se rebelaram contra as leis superiores. Formou-se um ambiente denso com as emanações das vibrações emocionais e mentais daqueles seres rebeldes. Nas cidadelas foram surgindo os seres de poder com desejo de domínio.

     Em determinado tempo, nessa dimensão  houve um concílio entre os dirigentes das sombras, os capelinos que se rebelaram contra as leis superiores, as doze entidades tenebrosas. Estavam cientes de que os mundos de Capela entrariam numa nova etapa evolutiva onde reinaria a paz e a harmonia. Isso ameaçava-lhes os planos de domínio total das mentes capelinas. Eles tinham um projeto de criarem corpos mais perfeitos, com cérebros mais avançados para que pudessem nascer na dimensão mais física do planeta. Se achavam seres superiores e queriam ser tratados de forma especial.
     Para atrapalharem os planos dos dirigentes espirituais, o qual era o de deter os poderes deles, e de serem exilados, decidiram promover a guerra entre os capelinos. Resolveram que atacariam os dirigentes religiosos, o sistema politico e a economia.  Para isso utilizariam seus aliados corporificados promovendo o sensualismo, o orgulho e a discórdia.

     Em determinado momento reuniu-se em Centra, a capital do planeta Axtlan, os dirigentes planetários e seres de outro mundo, os vergs. Os Sábios do Conselho em conexão com Urias, consciência extrafísica representante do Auto Evolucionário, Yeshow, que também era o governador espiritual dos capelinos, estavam cientes da gravidade em que vivia o planeta. Detectaram um astro errante que caminhava em direção ao planeta de Capela. Concluíram que, apesar da grande maioria da humanidade ter se esforçado para estarem sintonizados com o bem, uma parcela representada pelo império dos dragões e os Amaleques (rebeldes) é que produziam emanações mentais densas na atmosfera psíquica do planeta a ponto de atraírem o astro errante. Os Amaleques, que dominavam as leis ocultas, formavam um grupo de magos que tentavam o domínio das consciências.
     Esses seres eram resistentes a reencarnação pois não queriam nascer nos corpos capelinos; preferiam manterem-se como consciências extrafísicas. Eles se achavam superiores.

     No passado do planeta, quando muitos espíritos permaneciam  na prática do mal impedindo o crescimento de todos, o governador espiritual daquela humanidade, Yeshow, nasceu na dimensão mais física do planeta de Capela e através de seus ensinamentos e de seus exemplos elevou o padrão de conduta dos capelinos trazendo um novo sentido de vida para aqueles seres.  Depois que retornou para a dimensão espiritual continuando dirigindo os povos de Capela houve um grande progresso. Apesar disso, muitos espíritos ficaram retardatários por não se sintonizarem com os ensinamentos de Yeshow. Eles receberam o nome de Amaleques, que significa “os rebeldes”. Na dimensão extrafísica permaneceram vários desses espíritos cristalizados no mal. Eram conhecidos como os dragões e criaram todo um reino de poder conseguindo influenciar muitos seres dentre os Amaleques que contribuíram para o sistema de domínio deles.
     Com o passar do tempo houve grande mudança no sistema de vida dos capelinos. Assim descreve Ângelo Inácio: (...) A ignorância só foi vencida quando os povos aceitaram as verdades universais trazidas por Yeshow. A partir de então, os Dragões foram perdendo o domínio, pois mais e mais seres eram conquistados pela força soberana da luz.
      Retraídos e acuados aos subplanos dimensionais, formaram lá a base de sua ofensiva às obras da humanidade capelina. (...)

Juízo Geral em Capela
     
Numa reunião em desdobramento, algumas consciências, chefes dos anciãos e sábios de Axtlan, encontraram-se com o chefe das legiões superiores, representante de Yeshow,  que estava ligado ao processo evolutivo dos seres de Capela.
      Ângelo Inácio escreve esse momento marcante na história dos capelinos assim: (...) “– Sou apenas um servidor e cumpro ordens do Alto, como vocês. Aproxima-se o tempo de redenção do povo de Capela. O Conselho dos Superiores definiu realizar uma obra de saneamento geral nos mundos do Cocheiro. As medidas, por serem drásticas, causarão tumulto ente as populações das diversas faixas vibratórias dos planetas envolvidos. Contudo, a situação atual torna-se insustentável, e é necessário que realizemos o juízo, com a aferição dos valores íntimos das consciências. Temos muito trabalho à frente e precisamos nos unir para estabelecer a paz definitiva nos mundos capelinos. Os párias serão deportados. Tanto os Amaleques quanto as consciências draconianas serão exilados de Capela. (...)
     (...) - Localizamos um mundo distante, em cujo solo abençoado viceja a vida sob outras formas, guardando, porém, certa semelhança com o nosso mundo. Esse novo planeta está sob a juridisção de Yeshow, o Bem-Aventurado, que também orienta os destinos da nação planetária nascente. Para lá serão banidas as legiões do Dragão e aqueles que se sintonizam com suas ideias. Capela não mais sofrerá a influência imediata dessas almas desajustadas, que, no novo ambiente para onde serão deportadas, sofrerão as provas dolorosas em razão de suas atitudes.  Entretanto, essa medida saneadora não se passará sem a intervenção da misericórdia de nosso Pai. Sem dúvida, se farão necessárias medidas enérgicas, que farão sofrer muitos do povo capelino. Todavia, essa comoção é inevitável, a fim de que os povos piedosos do Cocheiro não encontrem tanta resistência para empreender seu progresso consciencial.” (...)
     Assim, ficou determinado que após a redenção dessas consciências poderiam retornar para Capela. 

(Interessante observar que o que ocorreu aqui na Terra tem grande semelhança ao que houve lá nos mundos de Capela. Como dito acima que a Terra se encontra sob a mesma orientação de Yeshow, tudo indica que o ser que conhecemos como Jesus é o mesmo Yeshow, o dirigente cósmico que orientava os seres dos três planetas de Capela. Para impulsionar o progresso corporificou-se com um corpo mais denso e interagiu com os capelinos, deixando um código moral de conduta. Após essa sua missão orientadora, dando oportunidade para todos à uma mudança de comportamento, para que se ajustassem à ética cósmica, em determinado tempo cósmico, promoveu um Juízo geral para um saneamento no sistema de Capela.)

Exílio Planetário Capelino

     
Dois  Sol de Capela
No astral de Capela, Urias, o chefe supremo das consciências capelinas, o guardião da eternidade, representante do governador espiritual daquele mundo, Yeshow, desceu à região das trevas para informar a determinação do expurgo daquelas consciências rebeldes.
       Assim é descrito, por Ângelo Inácio, esse momento: (...) “-Irmãos do Cocheiro, que a grande presença de Yeshow, o sublime, possa iluminar as suas consciências. Desde longos milênios têm permanecido à margem dos progressos espirituais; têm desenvolvido ação intensa no sentido de nublar a evolução dos povos capelinos. Os apelos do Alto foram rejeitados, e sua ação na civilização dos nossos mundos tem sido de todo prejudicial aos propósitos dos seres superiores. Há necessidade de proceder a um expurgo coletivo. Serão deportados para outra pátria no seio do cosmo. Não poderão mais continuar detendo a evolução. Aproximam-se momentos dolorosos, e o império dos Dragões encontra sua derrocada final, ante os desígnios do Eterno.
      - Aproxima-se do sistema um astro, que irá atraí-los para sua aura magnética. Serão expatriados por longos milênios, até que suas consciências venham a integrar-se novamente à família universal pela vivência do amor. A 42 anos-luz de distância, foi localizado um mundo novo, primitivo, cuja população recentemente encontrou a luz da razão. Para lá serão transferidos, e os povos da constelação do Cocheiro serão liberados de sua presença para prosseguirem na jornada de aprendizado espiritual. Entre as lágrimas e as dores que certamente experimentarão no novo mundo, poderão lembrar as estações abençoadas do Cocheiro e contar aos seus filhos a história do degredo do paraíso.” (...)

    Convocando o chefe da legião dos dragões ofereceu-lhe a oportunidade de ele comandar o grande grupo de exilados. Seria para ele a oportunidade de começar a se redimir.
      Informou-lhe que o astro errante que se aproximava do sistema de Capela atrairia, pelo seu magnetismo primário, os seres rebeldes e os levariam em seu rastro magnético até o novo planeta. Os possíveis sobreviventes das catástrofes naturais que abalaria os planetas, durante a passagem do astro, seriam levados em comboios.
     Os seres rebeldes e o chefe daquela legião não tiveram como não aceitar aquela determinação.
   No tempo que se seguiu, diante das catástrofes e das crises que se instalaram em Capela, os espíritos das regiões trevosas procuraram inspirar pensamentos de revoltas nos que com eles se sintonizavam. Surgia a verdadeira face de cada um. Os crimes se alastraram e houve a subversão dos valores morais.  
     Também, com a aproximação do astro errante no sistema do Cocheiro houve uma grande mudança climática, terremotos e descongelamentos dos polos provocando enchentes e maremotos.              

       Com o decorrer do tempo foi sendo reunidos no satélite natural (como a lua) de Axtlan mais de 40 milhões de espíritos rebeldes entre Amaleques e Dragões.  O corpo celeste, com sua passagem na proximidade de Axtlan, atraiu em seu campo magnético aquela imensidão de espíritos e levou-os para o planeta Terra. Os Amaleques que sobreviveram às catástrofes na dimensão física foram transportados pelas naves esféricas dos vergs.

(Como vimos, o processo de “Juízo Geral”, em Capela, foi um processo complexo de longo planejamento e execução. Os 40 milhões de espíritos que foram sendo reunidos e preparados no satélite de Axtlan, com a passagem do astro errante nas proximidades do planeta, foram trazidos para a Terra. Os seres que sobreviveram nas catástrofes naturais, principalmente pela passagem do astro nas proximidades do campo magnético de Axtran, foram transportados em naves etéricas dos vergs utilizando as trilhas energéticas do universo; pois os planetas de Capela estão a 42 anos-luz da Terra. Os corpos desses seres, como foi dito, eram de uma fisicalidade menos densa que a dos corpos dos humanoides terrenos da época; eles eram de uma energia radiante. Os seres foram transportados em comboios ao longo de 10.000 anos terrestres. Foram colocados na região da Lemúria e da Atlântida, continentes que estão afundados nos oceanos.  Os capelinos deram um grande impulso na civilização atlante. Também, com sua genética, fizeram uma miscigenação com os humanoides da época surgindo assim a raça branca)

Conflito entre os Dragões e os Magos de Capela e o Afundamento da Atlântida


Lemúria
  No livro “Legião”, editado em 2006, psicografado por Robson Pinheiro, Ângelo Inácio narra que a Atlântida e a Lemúria foram o berço dos magos, por ter recebido os espíritos exilados que possuíam grande bagagem científica e notável domínio mental sobre as forças da natureza. Esses magos se conduziam por um sistema ético moral da época e faziam incursões no plano astral com liberdade manejando com destreza inúmeras leis da natureza. Nessa época a atmosfera psíquica do planeta possuía poucos focos de contaminação fluídica (elementos mentais e emocionais) e isso facilitava aos magos exercerem a magia puramente mental, sem uso de rituais ou objetos condensadores. Também, mesmo os que já estavam encarnados, apesar da limitação do cérebro físico, conseguiam manifestar o saber trazido de Capela pela recordação com nitidez de inúmeras leis e métodos para empregarem a energia mental. Comparando com a atualidade, naquela época a população era pequena e a produção de pensamentos desordenados era menor; a emissão das formas mentais era feita por criaturas ainda instintivas, ignorantes e ingênuas.
     Com o regresso dos antigos exilados, já regenerados, para Capela, permaneceram apenas os retrógrados e aprendizes dos primeiros magos. Esses já sem a lucidez trazida de Capela formaram os colégios dos sábios e os templos iniciáticos.
     Com o decorrer dos milênios, surgiu os magos que começaram a se desviar dos objetivos traçados pelo colegiado “Conselho dos Bons”. Esses se autodenominaram como magos negros. Eles ignoravam que estavam sendo manipulados pelos chefes de legião dos dragões, os que vieram exilados antes, a 470.000 anos atrás.
      A medida que foi aumentado o número de reencarnações a atmosfera fluídica psíquica começou cada vez mais a se tornar densa e pesada, devido a ação dos pensamentos revoltosos e viciosos.

Atlântida 
     No livro “Os Nephilins”, Ângelo Inácio nos informa sobre a grande guerra que houve entre os anunnakis rebeldes e os capelinos exilados.
     Durante centenas de anos esses dois grupos se enfrentaram utilizando a magia mental com a manipulação dos seres vivos através do domínio emocional, mental e fluídico.
     Mesmo com ódio do planeta Terra, por terem sidos exilados para cá, os seres de Capela queriam estabelecer as bases de seus reinados naquela época. Eles utilizaram todo o seu conhecimento cientifico e técnico que possuíam temendo o esquecimento disso tudo durante o processo de reencarnação.  Um grupo seleto de magos, que tinha sido dominador em Capela, reuniu-se para formar uma frente a fim de combater os anunnakis. Eles se achavam superiores e queriam estabelecer seus reinados. Canalizaram forças mentais para manipular a população encarnada transformando-as em baterias energéticas vivas, produzindo com isso, correntes mentais inferiores.


 
Um cometa (apenas ilustração)
  Os anunnakis rebeldes que chegaram primeiro na Terra se achavam donos do planeta. Conheciam com profundidade o sistema de vida humano e já haviam feito um mapeamento de imensas regiões do mundo extrafísico, com domínio das energias mais densas. Os grandes colégios de magos entraram em conflito com os anunnakis e para isso foram empregadas as forças da natureza, os elementos e elementais naturais e artificiais.
    O resultado desse combate, ao longo de centenas de anos, fez com que quantidades enormes de energias de ódio, e do astral inferior se adensassem na atmosfera psíquica do planeta. O acumulo dessa massa de energia fluídica fez com que fosse atraído para o planeta Terra  uma enorme rocha que vagava no espaço. Esse grande asteroide caiu na Atlântida provocando o afundamento do continente. Grande quantidade de seres sobreviventes conseguiu imigrar para outros continentes formando novas civilizações.

     A partir desse acontecimento, foram chegando novos seres do espaço que passaram a fazer parte dessas novas civilizações. Assim descreve Ângelo Inácio: (...) “A partir daí novos seres do espaço vieram integrar a enorme falange de seres que recomeçaria, nas terras do novo mundo, sua trajetória evolutiva. Com a permissão dos governadores solares, os céus do planeta foram marcados por luzes do espaço, barcos celestiais, trazendo seres de Órion, Sirius, Antares e da longínqua Andrômeda, entre outras terras do espaço. Alheio à vontade das inteligências sombrias, o mundo recebeu em seu seio mais de 20 tipos humanos distintos, de seres das estrelas redivivos nos corpos físicos dos povos do planeta ou, então, entre os habitantes invisíveis. Miscigenaram-se, conforme o objetivo superior, integrando-se numa única raça. No momento oportuno, quando a ampulheta do tempo escoar-se totalmente, os redimidos retornarão a seus mundos de origem ou, quem sabe, serão novamente redirecionados, deportados e alocados em novas terras do espaço, onde, um dia, contarão a história do paraíso perdido e da morada de deuses e homens.” (...)

     (As diferenças que há nos traços da raças humanas terrenas da atualidade é resultado dessa miscigenação, onde os seres das estrelas contribuíram  com suas caraterísticas genéticas)
V. Lau

Continua...

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Bibliografia:
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A Caminho da Luz”, ditado pelo Espírito Emmanuel e psicografado por Francisco Cândido Xavier-

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Crepúsculo dos Deuses” – pelo Espírito Ângelo Inácio; [psicografado por] Robson Pinheiro – Contagem: Casa dos Espíritos, 2002.

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Legião – Um Olhar sobre o Reino das Sombras” – pelo Espírito Ângelo Inácio; [psicografado por] Robson Pinheiro – Contagem: Casa dos Espíritos, 2006.

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Os Nephilins – A Origem” - pelo Espírito Ângelo Inácio; [psicografado por] Robson Pinheiro – Contagem: Casa dos Espíritos, 2014.

Paris, 1858

Allan kardec

      Não tão longe da Terra....
    Na revista Espírita de março de 1958, no tema “pluralidade dos mundos”, Allan Kardec descreve a vida em Júpiter; assim poderemos entender melhor que a vida em outros planetas, em termos de corpos físicos, não é tão densa como a da Terra. Com isso, poderemos entender melhor os corpos etéreos dos primeiros anunnakis e os capelinos que vieram para a Terra.

     (...) A conformação do corpo é mais ou menos a mesma daqui, porém é menos material, menos denso e de uma maior leveza específica. Enquanto rastejamos penosamente na Terra, o habitante de Júpiter transporta-se de um a outro lugar, deslizando sobre a superfície do solo, quase sem fadiga, como o pássaro no ar ou o peixe na água. Sendo mais depurada a matéria de que é formado o corpo, dispersa-se após a morte sem ser submetida à decomposição pútrida. Ali não se conhece a maioria das moléstias que nos afligem, sobretudo as que se originam dos excessos de todo gênero e da devastação das paixões. A alimentação está em relação com essa organização etérea; não seria suficientemente substancial para os nossos estômagos grosseiros, sendo a nossa por demais pesada para ele; compõe-se de frutos e plantas; de alguma sorte, aliás, a maior parte eles a haurem no meio ambiente, cujas emanações nutritivas aspiram. A duração da vida é, proporcionalmente, muito maior que na Terra; a média equivale a cerca de cinco dos nossos séculos; o desenvolvimento é também muito mais rápido e a infância dura apenas alguns de nossos meses.
      Sob esse leve envoltório, os Espíritos se desprendem facilmente e entram em comunicação recíproca apenas pelo pensamento, sem, todavia, excluir a linguagem articulada; para a maior parte deles, também, a segunda vista é uma faculdade permanente; se estado normal pode ser comparado ao de nossos sonâmbulos lúcidos; eis por que se nos manifestam mais facilmente do que os encarnados nos mundos mais grosseiros e mais materiais. A intuição que têm do seu futuro, a segurança dada por uma consciência isenta de remorsos faz que a morte não lhes cause nenhuma apreensão; veem-na chegar sem temor e como simples transformação.

Revista Espírita – ano primeiro – 1858. FEB- Federação Espírita Brasileira.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Os Magos Procuram Jesus

     Nos relatos históricos bíblicos não há o detalhamento sobre alguns momentos que envolveram o nascimento de Jesus. Talvez, isso não fosse o foco principal do narrador que se prendeu mais ao lado religioso. Mas agora vamos fazer uma reflexão buscando novos ângulos para enriquecer mais o nosso conhecimento a respeito daquele momento importante, na história da humanidade terrena.


Mapa com adaptações - fonte:Google Earth
MATEUS
2 – A visita dos magos – Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram magos do Oriente a Jerusalém, perguntando: “Onde está o rei dos judeus recém-nascido? Com efeito, vimos sua estrela no seu surgir e viemos homenageá-lo. Ouvindo todos os chefes dos sacerdotes e os escribas do povo, procurou saber deles onde havia de nascer o Cristo. Eles responderam: “Em Belém da Judeia, pois é isto que foi escrito pelo profeta:
E tu, Belém, terra de Judá,
De modo algum és o menor entre os clãs de Judá, Pois de ti sairá um chefe
Que apascentará Israel, o meu povo”. 
Então Herodes mandou chamar secretamente os magos e procurou certificar-se com eles a respeito do tempo em que a estrela tinha aparecido. E, enviando-os a Belém, disse-lhes: “Ide e procurai obter informações exatas a respeito do menino e, ao encontrá-lo, avisai-me, para que também eu vá homenageá-lo”. A essas palavras do rei, eles partiram. E eis que a estrela que tinham visto no céu surgir ia à frente deles até que parou sobre o lugar onde se encontrava o menino. Eles, revendo a estrela, alegraram-se imensamente.
Ao entrar em casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o homenagearam. Em seguida, abriram seus cofres e ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonho que não voltassem a Herodes, regressaram por outro caminho para a sua região. (Bíblia de Jerusalém - Paulus)


     Na narrativa de Mateus percebe-se a ideia de que com a presença dos magos do Oriente, seguindo uma estrela especial, testificava que ali, naquela região, nascia um ser especial. Eles vieram para testemunhar o nascimento do cristo profetizado pelos profetas.

   Para uma compreensão mais aprofundada desse momento tão especial e significativo para a humanidade vamos começar a questionar o seguinte:
     Como os magos souberam do nascimento de um ser especial em outra terra estrangeira? Por que eles tiveram a ideia de levar presentes? Era costume? Como narrado, já que eles eram magos, será que eles tinham algum dom especial? Eram sensitivos, paranormais ou médiuns? Por que eles eram magos?
     Ainda mais, como era possível uma estrela ir à frente deles mostrando o caminho? Era realmente uma estrela, um objeto ou algo luminoso?


     Como vimos anteriormente em outra reflexão foram mil  anos de preparação para a corporificação do Autoevolucionário Cósmico na dimensão física terrena.  Durante esse tempo surgiram os profetas anunciando a vinda do Cristo, e na época de seu nascimento foram colocados, naquele ambiente, os seres pré-selecionados necessários para o grande empreendimento celeste. Portanto o papel dos magos do Oriente também teve uma finalidade necessária.
     No livro “Abduzidos”, psicografado por Robson Pinheiro, Ângelo Inácio nos revela algumas informações que esclarecerá o contexto espiritual dessa preparação.
    Segundo ele, os seres que coordenavam o nascimento do Autoevolucionário precisavam garantir a sua proteção e de seus pais, por isso fizeram uma higienização de energias inferiores no ambiente em que nascera Jesus. Para isso foram utilizadas naves cósmicas que possuíam suas fisicalidades  materiais, e outras etéricas.
     Também, precisavam providenciar recursos para a sobrevivência de Jesus, nos primeiros dias após o seu nascimento. Então, eles procuraram e identificaram três estudiosos da ciência astronômica. Gaspar, Baltazar e Belchior, os três reis magos de terras distantes, pesquisavam as estrelas há mais de 20 anos. Baltazar contou que enquanto dormia foi visitado por um dos deuses, segundo sua crença, e foi levado em espírito dentro de um carro voador, uma Vimana, até o local do nascimento do menino. O ser iluminado explicou que a criança seria de uma família pobre e a eles foi dada a missão de serem os provedores para auxiliar a família naquele primeiro momento.

Ilustração: Internet
   Por serem estudiosos das estrelas os reis sabiam que a estrelas não se moviam daquela maneira e achavam que se tratava de uma Vimana. Realmente, conforme narra Ângelo Inácio, o que ocorreu foi: “- A fim de que dê certo, duas naves se deslocarão até o Oriente e de lá partirão em velocidade reduzida, de modo que os homens acompanhem seu percurso até o local onde o avatar estará sob os cuidados de Maria. Um grupo de representantes de Antares, Sirius, Aldebarã e Órion, além da região centrogaláctica, uniu-se para traçar o percurso do Extremo Oriente à Palestina, pensando em conduzir recursos para a manutenção da família que alberga a criança cósmica. ”
Assim, os reis estrangeiros levaram ouro, incenso e mirra os quais poderiam ser trocados por mantimentos.
     
      As informações acima nos fazem analisar os registros históricos sob uma nova ótica. A narrativa desses fatos, que ocorreram no passado, nos faz compreender sobre como os reis magos souberam do nascimento de Jesus, o que era aquela estrela que eles seguiram, e a importância da participação deles naquele momento tão importante da corporificação de Jesus.
      Entretanto, para nós o que ainda é difícil de entendermos é em relação a existência das naves que atuaram naquela época. Como foi dito haviam as naves de materialidade física e as etéricas, que não eram tão densas a ponto de serem percebidas pelos sentidos comuns. Porque elas não foram avistadas mais, depois? Porque elas não foram descritas, pelos evangelistas, de outra forma?
      Como resposta, Ângelo Inácio narra que: “A atuação desses seres iluminados, em corpos que diferiam da materialidade dos corpos terrenos, não visava transmitir ensinamento científico, para o qual os povos da Terra ainda não estavam prontos; com efeito, visava assegurar uma infraestrutura social, energética e espiritual para a chegada do grande missionário das estrelas. ”
      Se nós, na atualidade, apesar do nosso conhecimento científico, temos dificuldade para entender sobre isso, não poderia ser de outra forma o registro histórico feito por Mateus.
      Já, os povos antigos da Índia fizeram uma descrição mais realista dessas naves, como consta em seus textos sagrados, os Vedas. Descrevem elas com o nome de Vimana – carros voadores de várias formas e tamanhos que podiam voar na atmosfera, sob a água e pelo espaço.

Belo horizonte (MG), agosto de 2015.

Ângelo Inácio
(...) - Vejam! Uma estrela parece nos guiar o caminho. Ela transita lentamente nos céus, parecendo aguardar que a sigamos.
- Mas estrelas não se deslocam, Gaspar; sabemos disso. Se essa observação viesse de um leigo, até poderia admitir, mas, vinda de você, meu amigo real?
- Sei disso, nobre Baltazar, uma vez que estudamos os astros há mais de 20 anos. Estrelas realmente não caminham, voam ou se deslocam nos céus. E os astros que caem à Terra fazem um percurso, digamos, de cima para baixo, nunca de um lado para outro, demonstrando inequivocamente, nesse caso, uma condução inteligente. Além do mais, o veículo iluminado comporta-se de forma que parece estar sendo guiado, indo em uma direção precisa. Astros decerto não se comportam dessa maneira.
- Já ouviram falar nos carros voadores de nossas tradições, isto é, os vimanas dos deuses? Presumo que sim. – Interveio o terceiro dos reis.
- Convém ter o cuidado em não falar a palavra deuses na terra aonde iremos visitar a criança. Lá não entendem que, em nossa cultura, a palavra deuses adquire uma conotação diferente da que tem para eles. Segundo me informei, são uma nação governada pelos sacerdotes, ou seja, trata-se de um governo essencialmente religioso. Por isso, tenhamos cuidado com as palavras que lá ganham outro significado.
     Pensando sobre a observação do governante do país vizinho, Baltazar continuou, após as devidas reflexões:
- Para mim, a estrela que nos guia mais parece os lendários veículos com os quais os deuses cruzam os céus, mas que, de alguma maneira, assinalam a nós o caminho que nos conduz à criança, ao Messias, que deve estar prestes a nascer. (...)

Os Abduzidos” – pelo espírito Ângelo Inácio; psicografado por Robson Pinheiro. 1[ ed. – Contagem, MG: Casa dos Espíritos, 2015 (série Crônicas da Terra, vol. 4)