Continuando nossa
reflexão anterior...
Por que ele nasceu na Terra?...
Chegada dos Capelinos
 |
| Francisco Cândido Xavier |
Publicado em
1939, o livro “
A Caminho da
Luz”, ditado pelo Espírito Emmanuel e psicografado por Francisco Cândido
Xavier, trouxe-nos uma revelação muito importante para conhecermos sobre a
formação da humanidade terrena.
O Espírito Emmanuel narrou que há muitos milênios atrás, no sistema de Capela, havia um
planeta que possuía afinidades com a Terra; e lá havia milhões de Espíritos rebeldes que dificultavam o
progresso geral da humanidade naquele recanto.
Jesus acolheu esses espíritos no
seu reino de amor e justiça; e incentivando-lhes à renovação da consciência através de
novas provas, no desenvolvimento da solidariedade, num novo caminho,
apresentou as lutas futuras que encontrariam no planeta Terra. Prometeu-lhes a sua orientação e a sua vinda no futuro.
Aqueles seres vieram para a Terra num
período que estava sendo aperfeiçoado os caracteres biológicos, e deram um impulso na genética da formação
de corpos físicos mais elaborados; contribuíram para a origem das raças
brancas. Emmanuel explica que: “Entre as raças negra e amarela, bem como
entre os grandes agrupamentos primitivos da Lemúria, da Atlântida e de outras
regiões que ficaram imprecisas no acervo de conhecimentos dos povos, os
exilados da Capela trabalharam proficuamente, adquirindo a provisão de amor
para suas consciências ressequidas.”
Com o decorrer do tempo, depois de muitos sofrimentos expiatórios,
grande porcentagem de Espíritos rebeldes retornaram para o seu planeta de origem, em Capela. Outros, ainda permanecem na Terra em provas e expiações.
Complementando as revelações de Emmanuel
com novas informações para o nosso entendimento, o Espírito Ângelo Inácio narra no livro “Os Nephilins”, publicado em 2014, que na época do evento do exílio dos
capelinos, os guardiões do planeta Terra já tinham instalado na Lua a sua base. Foi
ali que ocorreu uma reunião entre eles e os seres orientadores de Capela para prepararem
a recepção dos seres que seriam exilados,
e as providências necessárias para evitarem
o confronto entre as duas raças, anunnakis e capelinos. Decidiram que,
como os anunnakis se concentravam mais na região do Rio Eufrates, incentivariam
o cientista anunnaki Enki, parceiro dos guardiões, a levarem alguns exemplares
do novo homem criado para os
continentes de Lêmur (Lemúria) e Axtlan (Atlântida), para ali iniciarem
uma nova povoação a fim de receber os capelinos. Assim, evitariam desde o início
um grande confronto entre as duas raças. Também, planejaram obter o auxílio de seres de outros planetas a
fim de transportarem o grande número de exilados. Desses seres, a grande maioria viria em corpos espirituais,
e outros em corpo físicos, mas com uma
fisicalidade mais etérea,
diferentes dos corpos físicos densos dos novos homens criados. As
viagens interplanetárias se dariam através
de trilhas energéticas que há no universo. O transporte ocorreria em
várias etapas levando aproximadamente 10.000 anos terrestres. Esse tempo era
necessário para haver uma adaptação dos primeiros seres trazidos de Capela.
A medida que os novos seres capelinos
foram sendo trazidos surgiu um grande impulso na cultura e
tecnologia dos continentes de Lêmur e Axtlan, sendo até mais
avançada do que a dos anunnakis que chegaram primeiro.
Característica dos Capelinos
 |
| Capela |
No livro “
Crepúsculo dos Deuses”, publicado em 2002, o Espírito Ângelo Inácio descreve que na
constelação do Cocheiro, localizado a 42 anos-luz da Terra,
há um sistema de vida composto por três
planetas com dois sóis gêmeos. O
planeta
principal, chamado de Axtlan, possui aproximadamente 23.418 km de diâmetro.
A sua massa é composta de uma materialidade quase etérica, em
estado plasmático. Tem três continentes com grandes oceanos; e
possui pradarias em predominância com enormes florestas e montanhas. Seus dois
sóis possuem
cor vermelha e isto faz
com que o céu e o firmamento variam da cor azul escuro ao verde cintilante e do
dourado ao alaranjado. Sua atmosfera é
rica em hidrogênio. A duração do dia capelino corresponde a
38 horas terrena; e um ano lá é
igual a 84 anos da Terra. O segundo planeta é chamado de
Lemir e é um planeta agrícola e industrial. O terceiro é um
centro industrial.
Os seres humanos de capela possuem um corpo
físico com materialidade diferente dos terrenos. Seus corpos são
etéreos estruturado em matéria radiante.
Durante longo tempo, na região astral do planeta, em
determinada dimensão, foram-se reunindo os seres
que se rebelaram contra as leis superiores. Formou-se um ambiente denso com as emanações das
vibrações emocionais e mentais daqueles seres rebeldes. Nas cidadelas
foram surgindo os seres de poder com desejo de domínio.
Em determinado tempo, nessa dimensão houve um
concílio entre os dirigentes das sombras, os
capelinos que se rebelaram contra as leis superiores, as doze entidades tenebrosas.
Estavam cientes de que os mundos de Capela entrariam numa nova etapa evolutiva
onde reinaria a paz e a harmonia. Isso ameaçava-lhes os planos de domínio total
das mentes capelinas. Eles tinham um
projeto de criarem corpos mais perfeitos, com cérebros mais avançados para que
pudessem nascer na dimensão mais física do planeta. Se achavam seres superiores
e queriam ser tratados de forma especial.
Para atrapalharem os planos dos dirigentes
espirituais, o qual era o de deter os poderes deles, e de serem exilados,
decidiram promover a guerra entre os capelinos. Resolveram que atacariam os dirigentes
religiosos, o sistema politico e a economia.
Para isso utilizariam seus aliados corporificados promovendo o
sensualismo, o orgulho e a discórdia.
Em determinado momento reuniu-se em Centra,
a capital do planeta Axtlan, os dirigentes planetários e seres de outro mundo,
os vergs. Os Sábios do Conselho em conexão com Urias, consciência extrafísica
representante do Auto Evolucionário, Yeshow, que
também era o governador espiritual dos capelinos, estavam
cientes da gravidade em que vivia o planeta. Detectaram um astro
errante que caminhava em direção ao planeta de Capela.
Concluíram que, apesar da grande maioria da humanidade ter se esforçado para
estarem sintonizados com o bem, uma parcela representada pelo império dos
dragões e os Amaleques (rebeldes) é que produziam emanações mentais densas na atmosfera psíquica do planeta a ponto de
atraírem o astro errante. Os Amaleques, que dominavam as leis ocultas,
formavam um grupo de magos que tentavam o domínio das consciências.
Esses seres eram resistentes a
reencarnação pois não queriam nascer
nos corpos capelinos; preferiam manterem-se como consciências
extrafísicas. Eles se achavam superiores.
No passado do planeta, quando muitos espíritos permaneciam na prática do mal impedindo o crescimento de todos, o governador espiritual daquela humanidade, Yeshow, nasceu na dimensão mais física do planeta de
Capela e através de seus ensinamentos e de seus exemplos elevou o padrão de
conduta dos capelinos trazendo um novo sentido de vida para aqueles seres. Depois que retornou para a dimensão
espiritual continuando dirigindo os povos de Capela houve um grande progresso.
Apesar disso, muitos espíritos ficaram retardatários por não se
sintonizarem com os ensinamentos de Yeshow. Eles receberam o
nome de Amaleques, que significa “os rebeldes”. Na dimensão extrafísica permaneceram
vários desses espíritos cristalizados no mal. Eram
conhecidos como os dragões e criaram todo um reino de poder conseguindo
influenciar muitos seres dentre os Amaleques que contribuíram para o sistema de
domínio deles.
Com o passar do tempo houve grande mudança
no sistema de vida dos capelinos. Assim descreve Ângelo Inácio: (...) “A
ignorância só foi vencida quando os povos aceitaram as verdades universais
trazidas por Yeshow. A partir de então, os Dragões foram perdendo o domínio,
pois mais e mais seres eram conquistados pela força soberana da luz.
Retraídos e acuados aos subplanos
dimensionais, formaram lá a base de sua ofensiva às obras da humanidade
capelina.” (...)
Juízo Geral em Capela
Numa reunião em desdobramento, algumas
consciências, chefes dos anciãos e sábios de Axtlan, encontraram-se com o chefe
das legiões superiores, representante de Yeshow,
que estava ligado ao processo evolutivo dos
seres de Capela.
Ângelo Inácio escreve esse momento
marcante na história dos capelinos assim: (...) “– Sou apenas um servidor e
cumpro ordens do Alto, como vocês. Aproxima-se o tempo de redenção do povo de
Capela. O Conselho dos
Superiores definiu realizar uma obra de saneamento geral nos mundos do Cocheiro.
As medidas, por serem drásticas, causarão tumulto ente as populações das
diversas faixas vibratórias dos planetas envolvidos. Contudo, a situação atual
torna-se insustentável, e é necessário que realizemos o juízo, com a aferição dos
valores íntimos das consciências. Temos muito trabalho à frente e
precisamos nos unir para estabelecer a paz definitiva nos mundos capelinos. Os
párias serão deportados. Tanto os Amaleques quanto as consciências draconianas serão exilados de
Capela. (...)
(...) - Localizamos um mundo distante, em cujo
solo abençoado viceja a
vida sob outras formas, guardando, porém, certa semelhança com o nosso mundo.
Esse novo planeta está sob
a juridisção de Yeshow, o Bem-Aventurado, que também orienta os destinos da
nação planetária nascente. Para lá serão banidas as legiões do
Dragão e aqueles que se sintonizam com suas ideias. Capela não mais sofrerá a
influência imediata dessas almas desajustadas, que, no novo ambiente para onde
serão deportadas, sofrerão as provas dolorosas em razão de suas atitudes. Entretanto, essa medida saneadora não se
passará sem a intervenção da misericórdia de nosso Pai. Sem dúvida, se farão
necessárias medidas enérgicas, que farão sofrer muitos do povo capelino.
Todavia, essa comoção é inevitável, a fim de que os povos piedosos do Cocheiro
não encontrem tanta resistência para empreender seu progresso consciencial.”
(...)
Assim, ficou determinado que após a redenção dessas consciências poderiam retornar para
Capela.
(Interessante observar que o que
ocorreu aqui na Terra tem grande semelhança ao que houve lá nos mundos de
Capela. Como dito acima que a Terra se encontra sob a mesma orientação de Yeshow, tudo indica que o ser que conhecemos como Jesus é o mesmo Yeshow, o
dirigente cósmico que orientava os seres dos três planetas de Capela. Para
impulsionar o progresso corporificou-se com um corpo mais denso e interagiu com
os capelinos, deixando um código moral de conduta. Após essa sua missão
orientadora, dando oportunidade para todos à uma mudança de comportamento, para
que se ajustassem à ética cósmica, em determinado tempo cósmico, promoveu um Juízo
geral para um saneamento no sistema de Capela.)
Exílio Planetário Capelino
 |
| Dois Sol de Capela |
No astral de Capela, Urias, o chefe
supremo das consciências capelinas, o guardião da eternidade, representante do
governador espiritual daquele mundo, Yeshow, desceu à região das trevas para informar
a determinação do expurgo daquelas consciências rebeldes.
Assim
é descrito, por Ângelo Inácio, esse momento: (...) “-Irmãos do Cocheiro, que a
grande presença de Yeshow, o sublime, possa iluminar as suas consciências.
Desde longos milênios têm permanecido à margem dos progressos espirituais; têm
desenvolvido ação intensa no sentido de nublar a evolução dos povos capelinos. Os apelos do Alto foram
rejeitados, e sua ação na civilização dos nossos mundos tem sido de todo
prejudicial aos propósitos dos seres superiores. Há necessidade de
proceder a um expurgo coletivo. Serão deportados para outra pátria no seio do cosmo. Não poderão
mais continuar detendo a evolução. Aproximam-se momentos dolorosos, e o império
dos Dragões encontra sua derrocada final, ante os desígnios do Eterno.
- Aproxima-se do sistema um astro, que irá atraí-los para
sua aura magnética. Serão expatriados por longos milênios, até que
suas consciências venham a integrar-se novamente à família universal pela
vivência do amor. A 42
anos-luz de distância, foi localizado um mundo novo, primitivo, cuja população recentemente
encontrou a luz da razão. Para lá serão transferidos, e os povos da
constelação do Cocheiro serão liberados de sua presença para prosseguirem na
jornada de aprendizado espiritual. Entre as lágrimas e as dores que certamente
experimentarão no novo mundo, poderão lembrar as estações abençoadas do
Cocheiro e contar aos seus filhos a história do degredo do paraíso.”
(...)
Convocando o chefe da legião dos dragões ofereceu-lhe a oportunidade de ele comandar o grande grupo
de exilados. Seria para ele a oportunidade de começar a se redimir.
Informou-lhe que o astro errante que
se aproximava do sistema de Capela atrairia, pelo seu magnetismo primário, os
seres rebeldes e os levariam em seu rastro magnético até o novo planeta.
Os possíveis sobreviventes
das catástrofes naturais que abalaria os planetas, durante a passagem do astro,
seriam levados em comboios.
Os seres rebeldes e o chefe daquela
legião não tiveram como não aceitar aquela determinação.
No tempo que se seguiu, diante das catástrofes
e das crises que se instalaram em Capela, os espíritos das regiões trevosas
procuraram inspirar pensamentos de revoltas nos que com eles se sintonizavam. Surgia a verdadeira face de cada um.
Os crimes se alastraram e houve a subversão dos valores morais.
Também, com a aproximação do astro errante
no sistema do Cocheiro houve uma grande mudança climática, terremotos e
descongelamentos dos polos provocando enchentes e maremotos.
Com o decorrer do tempo foi sendo
reunidos no satélite natural (como a lua) de Axtlan mais de 40 milhões de
espíritos rebeldes entre Amaleques e Dragões. O corpo celeste, com sua passagem na
proximidade de Axtlan, atraiu em seu campo magnético aquela imensidão de espíritos
e levou-os para o planeta Terra. Os Amaleques que sobreviveram às
catástrofes na dimensão física foram transportados pelas naves esféricas dos
vergs.
(Como
vimos, o processo de “Juízo Geral”, em Capela, foi um processo complexo de
longo planejamento e execução. Os 40 milhões de espíritos que foram sendo
reunidos e preparados no satélite de Axtlan, com a passagem do astro errante
nas proximidades do planeta, foram trazidos para a Terra. Os seres que sobreviveram
nas catástrofes naturais, principalmente pela passagem do astro nas
proximidades do campo magnético de Axtran, foram transportados em naves
etéricas dos vergs utilizando as trilhas energéticas do universo; pois os
planetas de Capela estão a 42 anos-luz da Terra. Os corpos desses seres, como
foi dito, eram de uma fisicalidade menos densa que a dos corpos dos humanoides
terrenos da época; eles eram de uma energia radiante. Os seres foram transportados
em comboios ao longo de 10.000 anos terrestres. Foram colocados na região da Lemúria
e da Atlântida, continentes que estão afundados nos oceanos. Os capelinos deram um
grande impulso na civilização atlante. Também, com sua genética, fizeram uma
miscigenação com os humanoides da época surgindo assim a raça branca)
Conflito entre os Dragões e os Magos de Capela e o Afundamento da Atlântida
 |
| Lemúria |
No livro “Legião”, editado em 2006,
psicografado por Robson Pinheiro, Ângelo Inácio narra que
a Atlântida e a Lemúria foram o berço dos magos, por ter
recebido os
espíritos exilados que
possuíam grande bagagem científica e notável domínio mental sobre as forças da
natureza.
Esses magos se conduziam
por um sistema ético moral da época e faziam incursões no plano astral
com liberdade manejando com destreza inúmeras leis da natureza.
Nessa época a atmosfera psíquica do planeta possuía
poucos focos de contaminação fluídica (elementos mentais e emocionais)
e isso facilitava aos magos exercerem a magia puramente mental, sem uso de
rituais ou objetos condensadores. Também, mesmo os que já estavam encarnados,
apesar da limitação do cérebro físico, conseguiam manifestar o saber trazido de
Capela pela recordação com nitidez de inúmeras leis e métodos para empregarem a
energia mental. Comparando com a atualidade, naquela época a população era
pequena e a produção de pensamentos desordenados era menor; a emissão das formas mentais era feita
por criaturas ainda instintivas, ignorantes e ingênuas.
Com o regresso
dos antigos exilados, já regenerados, para Capela, permaneceram apenas os
retrógrados e aprendizes dos primeiros magos. Esses já sem a lucidez
trazida de Capela formaram os colégios dos sábios e os templos iniciáticos.
Com
o decorrer dos milênios, surgiu os
magos que começaram a se desviar dos objetivos traçados pelo colegiado “Conselho
dos Bons”. Esses se autodenominaram como magos
negros. Eles ignoravam que estavam sendo manipulados pelos chefes de
legião dos dragões, os que vieram exilados antes, a 470.000 anos atrás.
A medida que foi aumentado o número de reencarnações a atmosfera fluídica psíquica
começou cada vez mais a se tornar densa e pesada, devido a ação dos
pensamentos revoltosos e viciosos.
 |
| Atlântida |
No livro “Os Nephilins”, Ângelo
Inácio nos informa sobre a grande guerra que houve entre os anunnakis rebeldes
e os capelinos exilados.
Durante centenas de anos esses dois grupos
se enfrentaram utilizando a magia mental
com a manipulação dos seres vivos através
do domínio emocional, mental e fluídico.
Mesmo com ódio do planeta Terra, por terem
sidos exilados para cá, os seres de Capela queriam estabelecer as bases de seus
reinados naquela época. Eles utilizaram todo o seu conhecimento cientifico e
técnico que possuíam temendo o esquecimento disso tudo durante o processo de
reencarnação. Um grupo seleto
de magos, que tinha sido dominador em Capela, reuniu-se para
formar uma frente a fim de combater os anunnakis. Eles se achavam superiores e
queriam estabelecer seus reinados. Canalizaram forças mentais para
manipular a população encarnada transformando-as em baterias energéticas vivas,
produzindo com isso, correntes mentais inferiores.
 |
| Um cometa (apenas ilustração) |
Os anunnakis rebeldes que chegaram
primeiro na Terra se achavam donos do planeta. Conheciam com profundidade o
sistema de vida humano e já haviam feito um mapeamento de imensas regiões do
mundo extrafísico, com domínio das energias mais densas. Os grandes colégios de
magos entraram em conflito com os anunnakis e para isso
foram
empregadas as forças da natureza, os elementos e elementais naturais e
artificiais.
O resultado
desse combate, ao longo de centenas de anos, fez com que quantidades
enormes de energias de ódio, e do astral inferior se adensassem
na atmosfera psíquica do planeta. O acumulo dessa massa de
energia fluídica fez com que fosse atraído para o
planeta Terra uma enorme rocha que
vagava no espaço. Esse grande asteroide caiu na
Atlântida provocando o afundamento do continente. Grande
quantidade de seres sobreviventes conseguiu imigrar para outros continentes
formando novas civilizações.
A partir desse acontecimento, foram
chegando novos seres do espaço que passaram
a fazer parte dessas novas civilizações. Assim descreve Ângelo Inácio: (...)
“A partir daí novos seres do espaço vieram integrar a enorme falange de seres
que recomeçaria, nas terras do novo mundo, sua trajetória evolutiva. Com a
permissão dos governadores solares, os céus do planeta foram marcados por luzes
do espaço, barcos celestiais, trazendo seres de Órion, Sirius, Antares e da longínqua Andrômeda, entre
outras terras do espaço. Alheio à vontade das inteligências
sombrias, o mundo recebeu
em seu seio mais de 20 tipos humanos distintos, de seres das estrelas redivivos
nos corpos físicos dos povos do planeta ou, então, entre os habitantes
invisíveis. Miscigenaram-se, conforme o objetivo superior,
integrando-se numa única raça. No momento oportuno, quando a ampulheta do tempo
escoar-se totalmente, os
redimidos retornarão a seus mundos de origem ou, quem sabe, serão novamente redirecionados,
deportados e alocados em novas terras do espaço, onde, um dia,
contarão a história do paraíso perdido e da morada de deuses e homens.” (...)
(As diferenças que há nos traços da raças humanas terrenas da atualidade é resultado dessa miscigenação, onde os seres das estrelas contribuíram com suas caraterísticas genéticas)
V. Lau
Continua...
Bibliografia:
“A Caminho da Luz”, ditado pelo Espírito Emmanuel e psicografado por
Francisco Cândido Xavier-
“Crepúsculo dos Deuses” – pelo Espírito Ângelo Inácio; [psicografado
por] Robson Pinheiro – Contagem: Casa dos Espíritos, 2002.
“Legião – Um Olhar sobre o Reino das Sombras” – pelo Espírito Ângelo
Inácio; [psicografado por] Robson Pinheiro – Contagem: Casa dos Espíritos, 2006.
“
Os Nephilins – A Origem” - pelo Espírito Ângelo Inácio;
[psicografado por] Robson Pinheiro – Contagem: Casa dos Espíritos
, 2014.
Paris, 1858
 |
| Allan kardec |
|
Não
tão longe da Terra....
Na revista
Espírita de março de 1958, no tema “pluralidade dos mundos”, Allan
Kardec descreve a vida em Júpiter;
assim poderemos entender melhor que a vida em outros planetas, em termos de corpos físicos, não é tão densa como a da Terra.
Com isso, poderemos entender melhor os corpos etéreos dos primeiros anunnakis
e os capelinos que vieram para a Terra.
(...) A
conformação do corpo é mais ou
menos a mesma daqui, porém é menos material, menos
denso e de uma maior leveza específica. Enquanto rastejamos
penosamente na Terra, o habitante de Júpiter transporta-se de um a outro
lugar, deslizando sobre a superfície do solo, quase sem fadiga, como o pássaro
no ar ou o peixe na água. Sendo mais depurada a matéria
de que é formado o corpo, dispersa-se
após a morte sem ser submetida à decomposição pútrida. Ali não se
conhece a maioria das moléstias que nos afligem, sobretudo as que se originam
dos excessos de todo gênero e da devastação das paixões. A alimentação está em relação com essa organização etérea; não
seria suficientemente substancial para os nossos estômagos grosseiros,
sendo a nossa por demais pesada para ele; compõe-se de frutos e plantas; de
alguma sorte, aliás, a maior parte eles a haurem no meio ambiente, cujas
emanações nutritivas aspiram. A duração da vida é,
proporcionalmente, muito maior que na Terra; a média equivale a cerca de
cinco dos nossos séculos; o desenvolvimento é também muito
mais rápido e a infância dura apenas alguns de nossos meses.
Sob esse leve envoltório, os Espíritos se desprendem facilmente
e entram em comunicação recíproca apenas pelo pensamento, sem,
todavia, excluir a linguagem articulada; para a maior parte deles, também, a segunda vista é uma faculdade
permanente; se estado normal pode ser comparado ao de nossos sonâmbulos lúcidos;
eis por que se nos manifestam mais facilmente do que os encarnados nos mundos
mais grosseiros e mais materiais. A intuição que têm do seu futuro, a
segurança dada por uma consciência isenta de remorsos faz que a morte não
lhes cause nenhuma apreensão; veem-na chegar sem temor e como simples
transformação.
Revista Espírita – ano primeiro – 1858. FEB- Federação
Espírita Brasileira.
|