Seres exilados
para o planeta Terra e o processo evolutivo terreno
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Fonte: Nasa |
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Fonte: Livro Mão de Luz |
A individualidade cósmica, em sua
trajetória evolutiva, guarda registrada em seu corpo
mental todas as
experiências vividas, desde outros planetas por onde estagiou até às várias
experiências vividas aqui no planeta Terra. Portanto, a verdadeira realidade da consciência cósmica está armazenada em seu
corpo mental; e em determinada circunstância ela mergulha no corpo biológico terreno passando por
um adormecimento temporário de seus registros dos arquivos mentais armazenados.
Esse processo de corporificação, de tempos em tempos, no corpo biológico, segue
um planejamento dirigido pelas consciências superiores e submetido à
justiça e a misericórdia divina, fazendo com que o espírito refaça
experiências anteriores mal sucedidas, convivendo assim com os desafetos do
passado, e dessa forma tendo a oportunidade de refazer o seu comportamento no
equilíbrio do amor e do servir. É um estágio necessário até que a consciência consiga viver em harmonia com as leis da
criação divina.
Dentre esses 52 bilhões de seres, na
atualidade, aproximadamente 7,6
bilhões estão estagiando corporificados.
Portanto, o corpo físico é um
veículo temporário que a consciência se utiliza para demonstrar
na dimensão mais densa, mais limitada, a expressão dos valores
adquiridos em suas várias existências.
Seguindo na nossa reflexão, como vimos
anteriormente, no livro “Os Nephilins” de Ângelo Inácio, psicografado por
Robson Pinheiro, há mais ou menos 445 mil anos atrás
vieram do planeta Nibiru os anunnakis. Posteriormente, vieram os
seres de Capela e houve a grande guerra entre as duas
raças provocando o afundamento da Atlântida. Após esse evento
vieram seres de Órion, Sirius, Antares, da galáxia de Andrômeda e
de outros mundos totalizando assim mais de 20 tipos
humanos distintos. Depois, na época do nascimento de Jesus no
planeta Terra, Conforme narrado no livro de Ângelo Inácio, “Os Abduzidos”, já havia mais de 50 raças de
procedências diversas do universo. A grande maioria veio manifestada em
corpo astral; mas outras vieram corporificadas em corpos físicos conforme a
materialidade de seus planetas de origem.
É interessante observar que: esses seres
que vieram exilados para a Terra apresentavam, em comum, características
humanoides, mas com aspectos muito diversos entre si. Os seres em corpo astral mantiveram as características de seus
corpos físicos dos quais viviam em seus planetas.
Vivendo no astral do planeta Terra
tiveram que submeter-se às leis do magnetismo astral e físico terrestre.
Apesar de todas as consciências, que
vieram exiladas para a Terra, terem, de tempo em tempo, de se submeter ao
esquecimento espiritual, por necessidade de estagiar no corpo físico, um
certo grupo de consciências, os dragões, conseguiram manter-se fora do processo
reencarnatório. Devido à grande capacidade mental e conhecimento das
leis que regem as dimensões astrais, durante milênios resistiram ao
magnetismo terrestre da reencarnação. Motivados por guardarem suas memórias cósmicas
e com o desejo de domínio das outras consciências terrenas
reinaram no submundo astral, influenciando na formação da civilização na
dimensão física.
Desde a chegada desses seres há mais ou
menos 445.000 anos iniciou-se o processo de evolução na escola planetária
terrena. Supervisionado
pela consciência cósmica Jesus e seus assessores, os Guardiões Superiores da humanidade,
e seguindo as diretrizes da justiça divina quanto ao livre-arbítrio e a lei de causa e
efeito, o sistema de evolução espiritual terreno se desenvolveu,
recebendo de tempo em tempo novos seres para se ajustarem aos “Princípios
do Reino Celeste”, principalmente ao que refere à “Lei do Amor”.
Como já vimos antes, nas obras do espírito
Ângelo Inácio, quando chegou o tempo cósmico, traçado pela superconsciência
que rege o destino da humanidade terrena, Jesus, ele próprio, para mostrar o caminho da redenção
aos espíritos terrenos corporificou-se na dimensão mais densa do planeta Terra.
Iniciava-se ali o processo do Juízo
Geral, onde se daria a oportunidade para as consciências terrenas de se
posicionarem diante das "diretrizes de luz" trazidas por Jesus. Iniciou-se
a interferência da justiça divina no reino das sombras que foi criado
pelos dragões e seus seguidores.
Aviso de última chance de modificação
Esses seres, os sete dragões, desenvolveram um sistema de poder onde cada um se tornou especialista em determinada área do sistema de vida planetário, tais como: política, religião, comunicações, ciência, tecnologia e guerras. Esse sistema de poder, que durante milênios comandou a humanidade, começou a ser abalado com o nascimento da consciência cósmica, que veio como Jesus. Essa derrota, do reino das sombras comandada pelo dragão número 1, é narrada por Ângelo Inácio no livro “A Marca da Besta”:
(...) Quando os dragões pensaram que
haviam matado o Cordeiro, que sua morte extinguiria a chama da fé de seus
seguidores, então notaram que a aparente derrota com a crucificação do
homem de Nazaré se traduzira na
maior expressão de vitória de sua política, de seu sistema de vida ou Reino, e, por
conseguinte, a vitória do próprio Cordeiro. Naqueles momentos em que o
representante máximo da política divina expirou no madeiro, ele próprio desceu às paragens
infernais. Desceu vibratoriamente ao círculo de poder dos
dragões e, investido de sua autoridade moral inquebrantável, enfrentou
as feras do abismo, os espíritos em prisão, e lhes falou sobre o
tempo que restava à sua semente na Terra. Na ocasião, aqueles que se julgavam os
donos do poder foram expostos, e ficou patente para todos os povos do
abismo, das regiões ínferas, que o Cordeiro era quem indubitavelmente comandava
os destinos do planeta.
Foi nesse momento que ouviram, mesmo sem querer, as palavras que saíram
da boca do emissário divino.
- Trago-vos, meus filhos, a notícia de que tereis pouco tempo para vos
inspirar nos exemplos que serão enviados ao mundo através dos meus
representantes. Desde eras antigas, quando em vossa
cegueira semeastes a destruição, a iniquidade e estabelecestes a revolta contra
o Altíssimo, que vos tenho recebido em meus braços, aconchegando-vos num mundo
novo para vos instigar à
renovação dos vossos pensamentos.
“Agora venho, mais uma vez, como já o fiz no início
de vosso degredo, falar-vos aos corações. A morte foi tragada pela vitória; as
trevas se diluíram na presença da luz. Venho dizer-vos que o tempo é chegado em que não mais
sereis suportados nessas terras do exílio. Que a ampulheta do tempo
já demarcou a hora e que esta hora é agora, em que sereis pesados na balança
divina; em que sereis
conduzidos ao justo Juiz e sereis novamente deportados, a fim de reiniciar
vossa trajetória em novos mundos da imensidade.
“Ainda outra vez pesam sobre vós os crimes
perpetrados, os dramas milenares que desencadeastes neste mundo, as dores e
aflições que impingistes aos povos da Terra.
“Eis que venho para dar-vos a última chance de modificar-vos
interiormente, de refletir sobre vossos crimes - que não são
apenas hediondos, mas de uma escala cósmica muito dificilmente concebida pelos
meus filhos que habitam este mundo. Quando chegar o momento propício, e o
meu Pai assim o ordenar, recebereis a visita final, anunciando-vos definitivamente
o veredito divino. E não mais podereis postergar a justiça, que se
manifestará de forma ampla e inexorável, delimitando as vossas ações e
pondo fim ao exílio, que tanto sofrimento causou aos povos desse planeta. Será
então o joio separado do trigo; os cabritos das ovelhas; os bons, dos maus. Eis
que vos trago as boas notícias de que eu venci a morte e o reino da escuridão,
e desde já o Reino do
meu Pai está em andamento nos corações humanos, de sorte que, muito
em breve, encherá toda a Terra.” (...)
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V. lau
Referência de estudos:
"A Marca da Besta" - Ângelo Inácio (Espírito) ; [psicografado] por Robson Pinheiro. - Contagem, MG: Casa dos Espíritos Editora, 2010. (Trilogia O Reino das sombras: v. 3)
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"Os Nephilins" : a origem/ pelo Espírito Ângelo Inácio; [psicografado por] Robson Pinheiro. - 1. ed. - Contagem, MG: Casa dos Espíritos, 2014. - (Série Crônicas da Terra; v. 2)
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Paris, janeiro de 1868.
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62. Ora,
quando o Filho do Homem vier em sua majestade, acompanhado de todos os anjos,
assentar-se-á no trono de sua glória; — e, reunidas à sua frente todas as
nações, Ele separará uns dos outros, como um pastor separa dos bodes as
ovelhas, e colocará à sua direita as ovelhas e à sua esquerda os bodes. —
Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: “Vinde a mim, benditos de
meu Pai [...].” (Mateus, 25: 31 a 46; O evangelho segundo o espiritismo, cap.
XV.)
63. Tendo que
reinar na Terra o bem, necessário é sejam dela excluídos os Espíritos endurecidos no mal e
que possam acarretar-lhe perturbações. Deus permitiu que
eles aí permanecessem o tempo de que precisavam para se melhorarem;
mas, chegado o momento em que, pelo progresso moral de seus habitantes, o
globo terráqueo tem de ascender na hierarquia dos mundos, interdito será ele, como morada, a
encarnados e desencarnados que não hajam aproveitado os ensinamentos que uns
e outros se achavam em condições de aí receber. Serão exilados para mundos
inferiores, como o foram outrora para a Terra os da raça adâmica,
vindo substituí-los Espíritos melhores. Essa separação, a que Jesus
presidirá, é que se acha figurada por estas palavras sobre o juízo final: “Os
bons passarão à minha direita e os maus à minha esquerda.” (Cap. XI, itens 31
e seguintes.)
64. A doutrina de um juízo final, único e universal, pondo
fim para sempre à humanidade, repugna à razão, por implicar a
inatividade de Deus, durante a eternidade que precedeu à criação da Terra e
durante a eternidade que se seguirá à sua destruição. Que utilidade teriam
então o Sol, a Lua e as estrelas que, segundo a Gênese, foram feitos para
iluminar o mundo? Causa espanto que tão imensa obra se haja produzido para
tão pouco tempo e a benefício de seres votados de antemão, em sua maioria,
aos suplícios eternos.
65. Materialmente,
a ideia de um julgamento único seria, até certo ponto, admissível para os que
não procuram a razão das coisas, quando se cria que a humanidade toda se
achava concentrada na Terra e que para seus habitantes fora feito tudo o que
o universo contém. É,
porém, inadmissível, desde que se sabe que há milhares de milhares de mundos
semelhantes, que perpetuam as humanidades pela eternidade a fora e entre os
quais a Terra é dos menos consideráveis, simples ponto imperceptível.
Vê-se, só por este fato, que Jesus tinha razão de declarar a seus discípulos:
“Há muitas coisas que não vos posso dizer, porque não as
compreenderíeis”, dado que o progresso das ciências era
indispensável para uma interpretação legítima de algumas de suas palavras.
Certamente, os apóstolos, Paulo e os primeiros discípulos teriam
estabelecido de modo muito diverso alguns dogmas se tivessem os
conhecimentos astronômicos, geológicos, físicos, químicos, fisiológicos e
psicológicos que hoje possuímos. Daí vem o ter Jesus adiado a completação de seus ensinos e
anunciado que todas as coisas haviam de ser restabelecidas.
“A Gênese” – Allan
Kardec - Tradução Guilion Ribeiro da 5ª edição francesa. – Brasília: FEB,
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