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Corpo Cósmico * |
Após a nossa conscientização, na reflexão anterior, sobre o nosso corpo átmico, a nossa essência divina, a nossa união com Deus, em determinado tempo cósmico, por necessidade de experienciarmos a evolução em outra dimensão do universo, revestimo-nos de um outro corpo de manifestação: o corpo cósmico (ou corpo búdico)
Esse corpo cósmico foi formado pelo
impulso do nosso corpo Átmico, nossa essência divina. E qual é a
função deste nosso novo corpo?
Ainda, baseando-nos nas informações
trazidas pelo espírito Joseph Gleber, através da psicografia de Robson
Pinheiro, no livro “Além da Matéria”, vamos compreender melhor sobre a função desse
corpo.
Ele nos informa que esse corpo detém o grande núcleo da
consciência potencializado ao máximo; e nessa dimensão “são registrados toda a experiência
multimilenar e todos os acontecimentos em seus mínimos detalhes”.
Também, desse núcleo “partem
as chamadas ordens e demais resoluções do espírito”.
Para explicar melhor sobre a função do
corpo cósmico, esse núcleo da nossa consciência, Joseph Gleber, de forma
didática, dividiu-o em três partes:
- Núcleo potência intuitiva:
é como a antena que capta
as informações do cosmo; é a dimensão da intuição pura, da
genialidade
cientifica e estética do espírito, que é interpretada pelo corpo
mental.
- Núcleo potência moral: é uma dimensão estruturada nas noções do bem e do mal sob a ótica individual. Também é responsável pela relação do espírito com o meio onde ele age e atua. – “É o comando do comportamento da entidade pensante”.
Como vimos, o nosso corpo cósmico, como
consciência máxima, capta as informações do cosmo em forma de intuição
pura que vão ser interpretadas pelo nosso próximo corpo, o mental.
E, através da interação com o meio dimensional, com o sistema de vida, em que atuamos vamos
desenvolver a noção do bem e do mal, de acordo com o nosso próprio
ponto de vista.
A nossa próxima reflexão será sobre o nosso
corpo mental.
Tire
um tempo diariamente para o seu despertar espiritual. Coloque uma música de que
você gosta; de preferência só com instrumentos musicais.
Silencie a mente e visualize no centro de seu peito uma esfera brilhante, irradiando luz para todos os lados. Procure sentir..., é a sua essência divina eterna..., o seu princípio coordenador..., consciência pura...
Em seguida, procure sentir seu corpo cósmico captando a intuição pura que vem do cosmo, das esferas superiores de luz.
Afirme: “Eu sou essência divina”;
eu sou Luz; eu sou Harmonia; eu sou Amor Incondicional...”
A cada afirmação permaneça sentindo sua
luz... fique assim quanto tempo achar necessário...
V. Lau
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Bibliografia:
Além da Matéria – pelo espírito Joseph Gleber; [psicografado por] Robson Pinheiro. – Contagem: Casa dos Espíritos, 2003
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* (imagem apenas ilustrativa)
Porto Alegre
(RS), 2021 Pai Tomé |
(...) A “fusão” com
Deus é um estado de percepção da consciência, que ao perceber-se
em sua real constituição cósmica une-se em potencialidade divina ao Criador,
contudo, sem aniquilação de sua individualidade, o que seria “suicídio espiritual”.
Essa união não significa ser igual a Deus, mas render-se
a Deus como sua eterna partícula, de maneira semelhante à uva, que não
vive sem o galho da videira que a vitaliza. Somos eternamente almas individualizadas,
e não meros corpos físicos temporários. Devemos nos esforçar para direcionarmos a consciência
para a essência constitutiva da alma, para o purusha, a
deidade interna que habita cada um de nós. A união com Deus é a união da
consciência com o seu Eu Superior e imortal, o purusha. Esse é
o ponto central que diferencia o iluminado do ignorante, o homem com discernimento
espiritual do homem animalizado. A grande liberdade é quebrar
as algemas da ilusão material impermanente. A preponderância da
vontade associada à inteligência (budhi) não se ilude com a voracidade do
tempo que a tudo consome e dá fim, assim como o ator não se confunde com a
personagem de um filme. A alma renascerá
tantas vezes quanto for necessário, em muitos corpos diferentes, em vários
planetas e em infinitos Universos materiais, até que a consciência se
libere integralmente da “masmorra” que ela mesma cria e a aprisiona na
energia material. O primeiro passo começa em conter o domínio da mente pelos
objetos dos sentidos. Isso se inicia somente após “infindáveis” renascimentos
corpóreos. (...) Estrela Guia: o povo do oriente na Umbanda. / Norberto
Peixoto. – 2ª ed. – Porto Alegre: BesouroBox, 2021. |
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