quarta-feira, 16 de março de 2016

Autoevolucionário Cósmico (Jesus)

INTRODUÇÃO
     
Ilustração - Internet
Nós, humanidade terrena, desde a antiguidade, quando nos referíamos a Deus, anjos, Jesus e outros mestres de luz, dizíamos que eles viviam no céu; sendo que o entendimento desse “céu” era relativo a elementos de informações advindos de conhecimentos científicos de cada época, que cada um de nós tínhamos acesso. Enquanto para alguns o “céu” era somente o azul do espaço e as estrelas da noite, e em algum lugar, nesse recanto celeste, vivia Deus e os anjos; para outros, já iniciados na astronomia, o conceito se ampliava um pouco mais, com noções de sistema solar e de inúmeros planetas nas constelações. Mas, ainda assim, Deus e os anjos viviam em algum lugar nesse espaço "visível".

       Entretanto, devido à dificuldade de entendermos o abstrato e condicionados pelas interpretações religiosas, a imagem que fazíamos de Deus era a de um velhinho com cabelos e barbas brancas e os anjos com asas; talvez, para voarem pelo nosso “céu”.     Porém, tudo isso até que é compreensivo pelo fato de, ainda, necessitarmos humanizar a realidade que está além de nossas percepções sensoriais físicas.

     
Fonte: NASA
Na atualidade, com o avanço da astronomia, o conceito de “céu” ampliou-se para “espaço cósmico” com milhares de planetas e bilhões de galáxias na imensidão. Tudo isso é percebido por aqueles que têm a curiosidade de apreciar as belas imagens captadas por diversos telescópios, inclusive as do Hubble.
     Nos nossos dias, se a astrofísica comprovou que há bilhões de galáxias e que essas possuem milhares de planetas... então, a realidade do “espaço cósmico”, se vista em sua totalidade, tornou-se até um pouco assustadora e extraordinária, para muitos. Enquanto muita gente ainda permanece com o velho conceito de “céu”, outros, com uma nova visão desse novo “espaço cósmico”, parecem ter percebido que Deus e os anjos vivem, até, um pouco mais distantes.
     Entretanto, uma coisa é certa, os que perceberam a nova imensidão ficaram maravilhados com a "Obra da Criação” tendo que admitir a existência de uma inteligência superior responsável por essa maravilha.

Fonte: Livro Luz Emergente
Com o advento da ciência cósmica espiritual, as informações que estamos recebendo, através das revelações progressivas, por intermédio da habilidade mediúnica, nos convida a sairmos da infantilidade do conceito sobre o “céu”, para caminharmos para a maturidade de uma compreensão mais realista, em relação ao espaço cósmico.
     Para que isso ocorra, em princípio, temos que partir da compreensão sobre nós mesmo.
     Quem somos? E como estamos manifestados nesse espaço cósmico?
     Conforme as informações da ciência cósmica espiritual, neste exato momento, utilizando-nos das expressões mais conhecidas, nós possuímos sete corpos dimensionais que são: o átmico, o búdico, o mental superior, o mental inferior, o astral, o etérico e o físico; por isso é que somos seres multidimensionais.
     Nós não percebemos esses outros nossos corpos devido a limitação de nossa percepção oriunda dos cinco sentidos do cérebro físico; mas estamos manifestados simultaneamente, neste exato momento, em diversas dimensões.

     

Fonte: IPPB
Para clarear um pouco mais a nossa compreensão a respeito disso, neste exato momento, por exemplo, vamos supor que ao nosso lado há um ser, mas não o percebemos devido a ele estar manifestado em seu corpo astral, sem o corpo físico. Vamos supor, também, que, ao mesmo tempo, ao nosso lado há um ser manifestado em seu corpo mental (sem o corpo astral). O que está ocorrendo de fato? Ocorre que nós não percebemos o ser manifestado com o corpo astral e nem o ser com o corpo mental. Também, o ser que está manifestado em corpo astral pode, conforme sua densidade e falta de vidência extrafísica, não estar percebendo o ser que está em corpo mental. Ainda mais..., podemos imaginar que, ao mesmo tempo, está ao nosso lado um ser manifestado com todos os seus corpos dimensionais sendo que o último é um corpo físico com uma materialidade parecida com a do nosso corpo etérico; é o caso de um ser extraterrestre que vive em outro planeta e possuí um corpo físico mais sútil, etérico. Esse, dependendo de sua habilidade psíquica, pode perceber a dimensão astral e mental e interagir com os outros seres.
     Conclusão: neste exato momento, estamos manifestados simultaneamente, no mesmo “espaço cósmico”, com corpos de fisicalidade estruturada de energias das dimensões correspondentes (física, etérica, astral, mental inferior, mental superior, búdico e átmico); sendo que a percepção de nossa realidade está condicionada ao corpo mais denso. Entretanto, conforme habilidades paranormais ou grau evolutivo desenvolvido podemos, em momento de desprendimento energético, “desacoplar-nos” desse corpo mais denso e perceber a realidade em que está vibrando o corpo mais sútil imediato (outra dimensão imediata).

       Algumas pessoas que nascem com habilidades parapsíquicas desenvolvidas conseguem perceber os seres em corpo astral.
      Conforme experiências relatadas, eles percebem esses seres de forma tão real que é como se estivessem vendo-os em corpo físico.
      Essa é a realidade em que estamos vivendo; um universo multidimensional onde energias de frequências diferenciadas coexistem.
       Portanto, no “espaço cósmico” que percebemos através da visão, ou pelos instrumentos da astronomia, co-habitam os seres iluminados, “anjos”, em dimensão astral, mental ou nas mais elevadas. Deus, “Princípio Inteligente Gerador de Tudo”, dirige sua criação através das consciências cósmicas evoluídas que atuam em cada dimensão do universo.

SERES AUTOEVOLUCIONÁRIOS


NASA
           No livro “Os Abduzidos” – psicografado por Robson Pinheiro-, Ângelo Inácio traz importantes revelações sobre a preparação para o nascimento, no planeta Terra, de um dos seres orientadores evolutivos da humanidade.
      “Segundo ele, no centro de nossa galáxia, a Via Láctea, vibrando em outra dimensão, em um universo paralelo, habita um grupo de consciências cósmicas responsáveis pela evolução das humanidades da galáxia. Foi uma dessas superconsciência cósmica que participou na concretização de um projeto elaborado pelo Grande Arquiteto do Universo (Deus). Nesse projeto ela atuou ativamente, desde a formação da nebulosa, e  na formação do sistema solar com seus planetas; desde as dimensões paralelas até a física.
      “Nesse grande projeto, essa superconsciência cósmica planejou, após a conclusão de sua obra, reduzir sua vibração e nascer na dimensão mais densa, a física, do planeta Terra, para contribuir no despertar das consciências espirituais para ali conduzidas ”

 
NASA
           Mas para que tudo isso?
       É que a Terra foi preparada para receber, em sua atmosfera astral e física, as mônadas primordiais que iniciariam sua jornada evolutiva, e outras consciências que viriam de tempo em tempo, num processo de exílio, para continuarem suas caminhadas evolutiva.
       Assim, iniciou-se o plano evolutivo na Terra. Havia as mônadas espirituais iniciando o despertar da luz da razão na dimensão física, e habitando, ainda, corpos físicos primitivos, que eram produto da manipulação genética de antigos semeadores de vida que para cá vieram, quando deu-se o  início  do processo de chegada de seres exilados de outros planetas
       É importante ressaltar que esses seres exilados vieram  para a Terra após todas as tentativas de recuperação, em suas pátrias de origem, para ajustá-los às leis evolutivas da Criação.

PLANEJAMENTO PARA O NASCIMENTO DO EMISSÁRIO CÓSMICO


Ilustração : Internet
Aproximadamente 1.000 anos a.C., em uma dimensão paralela correspondente a posição do Sol, houve uma reunião de seres que dirigem o Sistema de vida na Terra e de outros planetas do Sistema Solar. Iniciava-se ali o planejamento para a vinda do orientador evolutivo da humanidade terrena e sua corporificação na Terra. Essa antecedência, na preparação, era devido a necessidade desses cientistas siderais, através da engenharia genética, fazerem uma seleção especial do gene que formaria o futuro corpo físico do emissário cósmico. Como não era comum a corporificação, na terceira dimensão, de um ser tão evoluído assim houve a necessidade desse grande planejamento antecipado.
     No “espaço cósmico”, o Autoevolucionário cósmico, responsável pela evolução terrena, vive num universo paralelo, na dimensão mental. Ele vive em corpo mental, sem o corpo astral, que já descartou após evoluir em outros planetas do universo. Vibrando nessa outra dimensão sua aura envolve todo o sistema solar.
    Para uma simples comparação: se a aura de uma pessoa de nível evoluído mediano aqui na Terra tem uma aura, ao seu redor, de mais ou menos 4 metros, imaginemos agora a extensão de uma aura do tamanho do sistema solar...

     Por isso, esse ser altamente evoluído, desde 1.000 anos terrestres antes de seu nascimento no corpo físico, iniciou o processo de redução de sua vibração energética. Por nunca ter vivido na Terra ele precisou formar, ao longo do tempo, um corpo astral, um corpo etérico e o apoio dos cientistas siderais na preparação genética para a formação de um corpo físico que pudesse se manifestar na dimensão mais densa da Terra.

                                       PROJETO INICIAL - NASCIMENTO NO EGITO

Foto: Internet
Conforme relata Ângelo Inácio, o projeto inicial era de o Autoevolucionário cósmico corporificar-se no Egito. Para isso, um agente dos seres dirigentes nasceu com a incumbência de preparar o terreno para a vinda desse emissário. Esse agente, conforme registro histórico, viveu em 1.336 a.C., e foi  Akenaton. Sua missão era fazer com que fosse abandonado o politeísmo no Egito e introduzir uma adoração centralizada em um único Deus. Assim facilitaria para que o mensageiro celeste semeasse as diretrizes da política das regiões sublimes, orientando o comportamento a ser adotado pela humanidade. Mas Akenaton não conseguiu realizar a tarefa da crença de um único Deus. A forte resistência dos sacerdotes tradicionais do Egito impediu a continuidade desse projeto.
     Outro entrave foi em relação ao fornecimento dos genes ideal para a formação do corpo físico do emissário celeste.  A esposa de Akenaton, Nefertit, que era uma nephilin, (miscigenação de humano anunnaki com o humano terreno) não gerou filho homem, impedindo o fornecimento genético herdado dos anunnakis. Para haver a corporificação no plano físico precisavam submeter-se à lei planetária; a união entre os gametas masculino e feminino.
      (Imaginemos, agora, como seria a nossa realidade hoje se o Autoevolucionário Cósmico tivesse nascido no Egito? Como seriam as religiões criadas a partir do movimento de renovação da Terra? Por certo elas teriam as diretrizes renovadoras para a regeneração da humanidade, só que estruturadas em outras liturgias e rituais diferentes; seria outro panorama.)
      Devido a falha desse projeto inicial os seres especialistas tiveram que executar outro plano.


                                                                  SELEÇÃO GENÉTICA DO PAI BIOLÓGICO

1 – Ascendência de Jesus – Livro da origem de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.

Abraão gerou Isaac, Isaac gerou Jacó, Jacó gerou Judá e seus irmãos, Judá gerou Farés e Zara, de Tamar, Fares gerou Esrom, Esrom gerou Aram, Aram gerou Aminadab, Aminadab gerou Naasson, Naasson gerou Salmon, Salmon gerou Booz, de Raab, Booz gerou Jobed,  de Rute, Jobed gerou Jessé,  Jessé gerou o rei Davi.

Davi gerou Salomão, daquela que foi mulher de Urias, Salomão gerou Abias, Abias gerou Asa, Asa gerou Josafá, Josafá gerou Jorão, Jorão gerou Ozias, Ozias gerou Joatão, Joatão gerou Acaz, Acaz gerou Ezequias, Ezequias gerou Manassés, Manassés gerou Amon, Amon gerou Josias, Josias gerou Jeconias e seus irmãos por ocasião do exílio na Babilônia.
Depois do exílio na Babilônia, Jeconias gerou Salatiel, Salatiel gerou Zorobatel, Zorobatel gerou Abiud, Abiud gerou Eliacim, Eliacim gerou Azor, Azor gerou Sadoc, Sadoc gerou Aquim, Aquim gerou Eliud, Eliud gerou Elezar, Eleazar gerou Matã, Matã gerou Jacó, Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus chamado Cristo.

Portanto, o total das gerações é: de Abraão até Davi, quatorze gerações; de Davi até o exílio na Babilônia, quatorze gerações; e do exílio na Babilônia até Cristo, quatorze gerações.
EVANGELHO SEGUNDO SÃO MATEUS (Bíblia de Jerusalém – Paulus – 2012)


Ilustração: Internet
Mateus descreve toda a geração desde Abraão até chegar no nascimento de Jesus; e Ângelo Inácio traz uma informação importante desse período, sobre o que ocorreu na dimensão astral, durante a preparação de toda essa geração, na seleção genética adequada para a formação de um corpo físico especial, afim de receber o Autoevolucionário cósmico. Para isso, os técnicos responsáveis, sabendo que o cromossomo Y era transmitido de pai para filho de geração em geração, precisavam selecionar alguém que possuísse o material genético adequado. 
Durante 50 anos os técnicos responsáveis pelo projeto abduziram mais de 50 homens. Seres do Egito, descendentes de Tutancâmon (fruto de outras esposas de Akenaton), da Palestina e da Índia, enquanto dormiam, foram abduzidos e pesquisados quanto às suas formações genéticas. Após essa pesquisa selecionaram Davi para ser trabalhado em sua linhagem a fim de fornecer o material genético adequado.
        Durante 20 anos, Davi, no momento do sono físico, foi levado à base dos técnicos, onde aprimoraram a carga genética que seria transmitida aos seus descendentes. Com o decorrer do tempo foi sendo feito as correções no DNA das gerações da descendência de Davi.
        Naquela época, os técnicos especialistas concluíram que o material genético dos humanos, por si só, não poderia ser suficiente para a formação do corpo do emissário cósmico, por isso trabalharam as 14 gerações descendentes de Davi até chegar em José.
       José já possuía material genético aprimorado, mas ainda teria que ser levado, através de abduções, aos laboratórios dos especialistas para que fossem trabalhados seus gametas. Os técnicos precisavam imprimir informações necessárias e posteriormente esses gametas seriam transportados diretamente para o ventre materno, que geraria o corpo do emissário celeste.

                                                                 ABDUÇÃO DE JOSÉ

O Evangelho Segundo São MateusJosé assume a paternidade legal de Jesus
18 – A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, antes que coabitassem, achou-se grávida pelo Espírito Santo, José, seu esposo, sendo justo e não querendo denunciá-la publicamente, resolveu repudiá-la em segredo. Enquanto assim decidia, eis que o Anjo do Senhor manifestou-se a ele em sonho, dizendo: “José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e tu o chamarás com o nome de Jesus, pois ele salvará o seu povo dos seus pecados”. Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor havia dito pelo profeta: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e o chamarão com o nome de Emanuel, o que traduzido significa: “Deus está conosco”. José, ao despertar do sono, agiu conforme o Anjo do Senhor lhe ordenara e recebeu em casa sua mulher. Mas não a conheceu até o dia em que ela deu à luz um filho. E ele o chamou com o nome de Jesus. ( cap. 1 ; 18 a 25. Bíblia de Jerusalém – Paulus, e-book)


Ilustração: Internet
    Na descrição de Mateus há esse mistério de Maria que, antes de casar-se com José, foi engravidada pelo Espírito Santo. Do ponto de vista religioso, místico, desde aquela época até aos dias de hoje, creio que a explicação comum do nosso entendimento, baseada na descrição acima, é de que o Espírito Santo, que vem de Deus, com sua luz penetrou no ventre de Maria e formou o feto que formou o corpo de Jesus. Esse mistério é tido como algo miraculoso, especial e divino. Quanto a isso, desde aquela época, não havia o que se discutir porque o conhecimento científico, naquele tempo, era embrionário e a crença mística falava mais alto.

     Hoje com o avanço da ciência, principalmente da genética, podemos entender melhor o que pode ter ocorrido. Ângelo Inácio, em seu livro, descreve o que ocorreu no episódio envolvendo José durante sua preparação para ser o pai biológico do emissário cósmico. Como José pertencia a uma sociedade dominada por leis antigas e rígidas da religião hebraica da época, ele precisava ser preparado quanto ao procedimento que se daria quanto à gravidez, de forma não tradicional, de sua esposa, Maria.
      Num entardecer enquanto José descansava, após o trabalho, surgiu um disco iluminado que se aproximou do local, tornando-se cada vez mais perceptível. Pela descrição de Ângelo Inácio a nave era de uma constituição física, tangível, mesmo que de uma fisicalidade com propriedades diferentes. Dois seres desceram dessa nave iluminada, e eles também eram visíveis, tangíveis; provavelmente de uma fisicalidade diferente da nossa. Os seres caminharam até José e aplicando uma energia sobre ele induziram-no a um sono mais profundo, e em seguida José elevou-se até ser absorvido para o interior da nave. Hoje conhecemos esse processo como abdução, que tanto pode ocorrer em corpo astral ou físico.
      José acordou diante dos cientistas, engenheiros geneticistas e especialistas em magnetismo, que na visão dele, mística e religiosa, eram os “anjos do Senhor”. Esses seres, respeitando o conhecimento cultural e religioso de José, explicaram  o que ocorria naquele momento de forma a não chocá-lo tanto.
      Foi explicado a José que ele possuía uma semente de vida que seria utilizada para fecundar sua futura esposa, para o nascimento de um ser muito especial. Era para ele guardar esse segredo e só quando estivesse morando com Maria devia revelar isso a ela. Ali, foi colhido o espermatozoide de José e trabalhado em sua intimidade mais profunda, afim de imprimir as informações necessárias para o nascimento do corpo físico do emissário cósmico. Posteriormente, os gametas seriam transportados ao ventre materno de Maria para gerar o ser especial.
       Segundo Ângelo Inácio, após o procedimento, José foi adormecido e deixado em um local há mais de 30 km de sua morada, numa aldeia vizinha. Com isso, para José, a experiência foi marcante e real, mas ele não pôde explicar como foi arrebatado pelos anjos do Senhor.  

       A descrição do encontro de José com os anjos do Senhor feita por Mateus foi: "foi como um sonho". Isso não poderia ser de forma diferente devido a limitação de compreensão da época. Naquela tempo não havia conhecimento, como hoje, sobre eletricidade, electromagnetismo, força gravitacional, veículos automotores, aviões, naves que voam, e nem o conhecimento de seres de outras dimensões e planetas. A descrição só poderia ser feita como uma experiência de um sonho.



ESPÍRITO FEMININO DE SIRIUS (MARIA)


Maria de Nazaré - Segundo Chico Xavier
 Conforme relata  Ângelo Inácio, para poder gerar o corpo especial do emissário cósmico foi escolhido um espírito feminino do planeta Sirius. Com muita antecedência ao nascimento do emissário cósmico ela veio à Terra e começou a atualizar-se quanto ao sistema de vida terreno. Na dimensão mental e astral o emissário cósmico teve contato diversas vezes com esse espírito de Sirius, a fim de ajustarem-se para sua descida vibratória e corporificação na terceira dimensão, no plano físico.
      Essa alma especial de Sirius, corporificada como Maria, desde sua infância tinha consciência de que viera para uma tarefa especial; mesmo desconhecendo todo o processo, quando em vigília física. Após a transferência direta do gameta masculino para o útero de Maria, feito pelos cientistas encarregados do projeto de nascimento do emissário cósmico, ela, com o influxo de seu pensamento, durante as etapas da gestação, possibilitou que o ser proveniente de um sistema totalmente diferente do terreno pudesse rememorar a ideia de um corpo astral e físico. Esse ser não trazia o registro de um corpo terreno, pois jamais tinha vivido aqui na Terra.
      A consciência crística reduziu-se vibratóriamente ao máximo para adaptar-se ao formato dos seres da Terra. Ele apropriou-se das matrizes espirituais de Maria e absorveu os registros genéticos da semente de José, e compondo um molde espiritual  adaptou-se ao útero de sua mãe terrena. Foram mais de mil anos terrestres de redução vibratória e adaptação para a sua corporificação. Ângelo Inácio descreve que: “a sublime consciência reduziu-se de tal maneira que apenas uma parcela, necessária para fecundar a semente da vida, manifestou-se no corpo especial daquela mulher, quase divina”.
      Assim, corporificou-se, naquele recanto do planeta, o Autoevolucionário cósmico, Jesus. Ele que organizara toda a vida e o sistema evolutivo da Terra e do Sistema Solar, agora pessoalmente corporificado no plano mais denso, vinha trazer a diretriz evolutiva para todos os espíritos inseridos no projeto Terra.
            Ele veio não somente para o povo daquela região, os judeus (como vimos antes, ele poderia ter nascido no Egito); mas ele veio como orientador para mais de 50 raças de seres de procedência de outros mundos, exilados e rebeldes, que viviam nas dimensões astrais e física terrena.


CONCLUSÃO

      Com o registro histórico feito por Mateus, somado das informações dos registros mediúnicos da atualidade, nos é possível  começar a vislumbrar, com maior profundidade, todo o contexto evolutivo que envolve a todos nós, neste recanto do universo. Podemos, também, perceber a magnitude e renúncia deste Avatar orientador evolutivo nosso, que reduzindo sua vibração energética, corporificou-se entre nós para trazer as diretrizes evolutivas para toda a humanidade.
      Uma dúvida ainda, que talvez possa existir em todos nós, é em relação a como foi possível, naquela época, a inseminação artificial em Maria, para a geração do corpo de Jesus? Pois há a falta de registro bíblico com a linguagem de que dispomos hoje, através das revelações mediúnicas. Na atualidade, como é de nosso conhecimento, a inseminação artificial está bem avançada, inclusive com a escolha das características genéticas do ser a ser gerado.
      Ainda mais..., e os seres cientistas geneticistas que atuaram naquela época? E suas naves? E seus laboratórios? Porque, daquela época para a atual, não há fatos comprovados cientificamente da existência e atuação desses seres?
       Analisando o conjunto de informações de que dispomos, apesar das evidências mostradas pelos ufólogos e pesquisadores quanto a abduções e aparições de naves de seres extraterrenos, parece que vivemos um período de não atuação desses seres, de forma direta com aparição, e interferência na evolução terrena.  Conforme vimos em outras reflexões, os seres federados de outras raças cósmicas, que têm suas bases em alguns planetas e satélites do Sistema Solar, e que trabalham em sintonia com os guardiões planetários, seguem uma ética cósmica e determinação de não interferência direta no plano físico da vida humana; salvo em momentos críticos de grande perigo para a Terra e outros planetas do Sistema Solar. Isso foi determinado para que a humanidade terrena pudesse caminhar por si só, na compreensão e vivência das diretrizes trazidas pelo emissário cósmico. Naquele momento de grande importância cósmica para o nascimento do Autoevolucionário Cósmico na Terra houve a interferência direta desses seres extraterrenos; respeitando os costumes culturais e religiosos dos envolvidos.
       Conforme vimos em outro estudo no documentário “Data Limite”, segundo Francisco Cândido Xavier, depois do ano 2019 os seres federados estarão autorizados a entrarem em contato de forma direta com a humanidade terrena, na terceira dimensão. Vamos aguardar, para ver e viver este momento.
V. Lau

Belo Horizonte (MG), 27 de agosto de 2015.
(...)  Na verdade, os universos paralelos, ou multiversos, podem ser comparados a outras dimensões onde existem planetas, sistemas estelares inteiros, sistemas de vida que vibram em faixa diferente da frequência do universo físico. Em tais universos, não se encontram simplesmente duplicatas dos seres vivos que vivem no mundo, muito pelo contrário, há civilizações inteiras, outras consciências, e, em alguns deles, os mesmos indivíduos que partiram da Terra no processo de descarte biológico final ao qual os terrícolas dão o nome de morte. A dimensão que os abriga, tida como imaterial, não é tão imaterial assim. É todo um universo, cujas distâncias não podem ser medidas em termos de anos-luz, tampouco suas leis podem ser compreendidas tendo-se por base as leis do mundo propriamente dito. (...)

(...) – Diante da realidade do ser transcendente, uma consciência tão evoluída, devemos contar com certas dificuldades. A fim de minorá-las, convém fazermos uma programação correspondente a pelo menos um milênio dos anos terrestres antes que assuma o corpo carnal.
     - O renascimento de seres da categoria de consciências cósmicas deve obedecer a um planejamento detalhado; exige tremenda mobilização de recursos, providências de engenharia genética, bem como a seleção criteriosa de genes para compor o veículo físico. Tamanha antecedência se explica por não se tratar de um espírito comum, embora, na Terra, ele deva levar uma vida tão normal como a dos demais habitantes. (...)

(...) A materialização do ser que chamamos de Autoevolucionário no planeta Tiamat não foi algo decidido intempestivamente. Decerto foi difícil para as consciências que dirigem a galáxia tomar a decisão acerca da corporificação de um dos luminares que compõem o seleto grupo de consciências responsáveis pelo destino dos mundos. (...)

(...) – Segundo as informações às quais tive acesso – comentou o engenheiro sideral -, virá um espírito feminino diretamente de Sirius a fim de imprimir sua identidade energética no corpo que servirá  ao nascimento do avatar. Desempenhará um papel fundamental nesse processo, pois detém o poder e ciência de transferir, diretamente de seu espírito para o feto, as marcas genéticas que lhe são peculiares. (...)

(...) “Observemos o homem Davi, que é hoje um pastor de ovelhas. Importa promover mudança na função que realiza, pois precisa desenvolver certas habilidades em seu espírito. Esse aspecto influirá de modo determinante no futuro os corpos gerados a partir do seu material genético. Para tanto, implementaremos um plano de abdução, inicialmente com periocidade anual, e então delinearemos sua reprogramação genética. (...)

(...) Podemos, então, resumir os eventos prévios à encarnação do Messias da seguinte forma: Cristo, como Autoevolucinário, uma das consciências cósmicas diretamente comprometida com a formação e o projeto educativo de vários mundos, incluindo a Terra, é puro espírito; ele e os cientistas cósmicos conhecem o código genético de todas as coisas vivas do planeta; portanto, a equipe que o assessora, composta por seres mais antigos e experientes da Via Láctea, conhece a informação impressa na contraparte astral do DNA e sabe como modificá-la, pois que é, em certo sentido, imaterial e assemelha-se aos dados armazenados em um computador – nesse caso, um computador biológico dotado de memória genética, que, mais tarde, converte-se em memória celular.

 

Os Abduzidos” – pelo espírito Ângelo Inácio; psicografado por Robson Pinheiro. 1[ ed. – Contagem, MG: Casa dos Espíritos, 2015 (série Crônicas da Terra, vol. 4).


  

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

O QUE HÁ POR TRÁS DAS GUERRAS E DO TERRORISMO?

GUERRAS NA HUMANIDADE

 
fonte: NASA

    No livro “As Guerras dos Deuses e dos Homens”, Zecharias Sitchin reuniu informações importantes sobre os registros feitos pelos antigos Sumérios. Ele descreve, em ordem cronológica, as guerras que ocorreram desde a chegada dos anunnakis até o ano de 2023 a.C.. Foram inúmeras guerras; primeiro entre eles, depois entre os humanos criados por eles.
Na mesopotâmia, em 2.024 a.C.,  a guerra entre os anunnakis atingiu um auge totalmente devastador. Autorizado pelo conselho dos anunnakis foi feito o uso das “armas de terror”; que eram armas nucleares. Com elas foi destruído o espaçoporto e várias cidades de Canaã. Porém, o que eles não previram com isso foi o vento maligno da irradiação nuclear que devastou a civilização da Suméria. Depois, inúmeros conflitos continuaram entre os anunnakis, seus descendentes e os reinos estabelecidos por eles. Até que, entre o ano 610 a.C. e 560 a.C., os anunnakis resolveram deixar a Terra e retornar para o seu planeta de origem, Nibiru. Nessa época, como ainda havia muitas guerras entre os reinos estabelecidos por eles, então, resolveram não deixar nenhuma tecnologia avançada com os humanos. Depois, com o decorrer da história humana surgiram inúmeras guerras; elas estão relatadas na “lista de guerras” feita pelos historiadores.

     Com o avanço da tecnologia, as guerras foram ficando cada vez mais sofisticadas e com maior poder de destruição; até chegar no período da Segunda Guerra Mundial, onde foi usado, novamente, as armas de grandes destruições, a bomba atômica. Depois, essas “armas de terror” foram aperfeiçoadas até chegar ao ponto de, se usadas novamente, colocar em risco toda a vida no planeta Terra. 
   


     Como vimos, o grande potencial destruidor na Terra, novamente, eclodiu na Segunda Guerra Mundial com a detonação de uma arma atômica com grande capacidade de destruição. Nos nossos dias, essa capacidade de destruição tornou-se potencialmente maior para a destruição de toda a vida na Terra trazendo consequências para todo o sistema solar.
     Além das guerras entre nações temos também as guerras localizadas e as urbanas tais como:  guerras entre traficantes, entre facções criminosas,  entre torcidas organizadas e o terrorismo.  Diante de tudo isso perguntamos:

Porque o homem terreno possui esta índole guerreira? De onde ele herdou isto?
Por que há tantas guerras desde a origem da humanidade?
Por que Deus permite que haja este sistema de guerra?
Onde está a atuação dos seres guardiões e protetores da humanidade?

      Acredito que todos, assim como eu, já tenham feito essas perguntas na esperança de encontrar  uma resposta mais coerente; principalmente, fundamentada nas revelações do intercâmbio espiritual.
      Se buscarmos a resposta para a origem das guerras nos  registros da história terrena vamos encontrar o seguinte: Disputa por poder envolvendo sucessão de reinados, desejo de expansão de territórios para aumento de riqueza, retaliação por invasão sofrida, fundamentalismo religioso, ódio racial, desejo de poder e enriquecimento.
      Mas, expandindo  um pouco mais a nossa consciência e procurando buscar a causa em outro nível, na dimensão abstrata, extrafísica, espiritual, qual seria a verdadeira origem dessa índole guerreira humana?
      Dentro do "projeto de esclarecimento espiritual progressivo" em que estamos vivendo, os seres da dimensão extrafísica, através das obras mediúnicas, nos trazem um importante esclarecimento sobre o que há por trás dessa característica guerreira da humanidade terrena.
      Nas obras mediúnicas, que revelam a natureza espiritual de todas as coisas, podemos encontrar uma explicação lógica e racional que nos fará compreender melhor a natureza humana. Principalmente no conjunto de obras mediúnicas recentes do espírito Ângelo Inácio , psicografado por Robson Pinheiro,  vamos encontrar a seguinte explicação:

Via Láctea - Fonte: NASA
      Segundo ele, em nossa galáxia, as humanidades menos evoluídas ficam nas regiões das expirais mais afastadas e à medida que evoluem vão se transferindo para o centro.
      Em nossa galáxia, a Via Láctea, na região correspondente ao seu centro, existem cinco seres evolucionários que são os responsáveis pela evolução das humanidades espalhadas em suas espirais. No passado, esses seres evolucionários escolheram e prepararam, dentro do sistema solar, a Terra para receber algumas humanidades exiladas. É que os planetas onde elas viviam  atingiram um estágio evolutivo onde não comportavam mais esses seres rebeldes, contrários ao plano evolutivo da criação.




EXÍLIO PLANETÁRIO DOS ANUNNAKIS PARA TIAMAT (TERRA)

Fonte: NASA
 Assim, iniciou-se o processo com a Terra recebendo, primeiramente, há mais ou menos 445.000 anos atrás, os seres anunnakis vindos de Nibiru. Eles vieram exilados em comboios sucessivos; tanto os astronautas com suas naves para a extração do ouro para salvar a atmosfera de Nibiru, como também os seres com corpos físicos mais sutis; e os espíritos anunnakis em corpo astral.
     Quando chegaram próximos do quinto planeta do sistema solar, que ficava entre Marte e Júpiter, hoje cinturão de asteroides, em uma das naves do comboio, que transportava os seres mais perigosos exilados, houve uma rebelião. Ela foi desencadeada por um ser da casta “Cherub”, de Nibiru; ele e os demais seres rebeldes de sua casta, por onde passavam, se tornavam dominadores implacáveis. O Cherubim era da raça “Homo Capensis”; e, com seus 3m de altura, possuía uma aparência quase angelical. Este ser exilado não estava em corpo astral, e sim corporificado em um corpo  de fisicalidade mais sutil; uma mistura de matéria astral e etérica e outros elementos. Possuía dons paranormais devido a um segundo cérebro em seu crânio ovalado; e, naquele momento, sofria profundo complexo de culpa por ter causado inúmeros crimes contra humanidades inteiras por onde tinha passado. Para amenizar as vibrações de ódios e revoltas de suas vítimas, que ele sentia, desenvolveu um aparato para usar sobre a cabeça.
     A característica deste ser era o desejo de dominar e manipular mentes, consciências e emoções. Ele se alimentava do plasma roubado de suas vítimas, sugando as energias das emoções de medo, terror e dor. Apesar da grande capacidade psíquica que possuía, a descrição mais exata deste ser, como faz Ângelo Inácio, em seu livro “Os Nephilins”: - “era o resultado da degeneração máxima de uma criatura que, por pura revolta, posicionava-se como adversário da evolução e dos representantes máximos da ordem e do progresso.

    A nave em que o Cherub estava sendo transportado era comandada pelo anunnaki “Enlil” que, por influência, contribuiu para a soltura  do daimon dos campos magnéticos que o prendiam no esquife de contenção. Assim que despertou, sondando todas as mentes ali transportadas juntas, naquele comboio com mais de 600 mentes perigosas e com enormes capacidades psíquicas, escolheu 12 seres, que também possuíam habilidades paranormais, para serem seus ministros. Para subjugá-los teve a seguinte ideia: Criaria um comando hipnótico para quando o primeiro ser fosse despertado, este não pudesse percebê-lo; e na medida que fosse despertando um a um, faria com que cada um não percebesse o antecessor. Com isso, ele estabeleceria uma hierarquia, onde ele seria o número 1 no comando. Com a identidade preservada podia manipulá-los mais livremente. Seu pensamento, conforme Ângelo Inácio descreve era:  - “Não poderei jamais ser descoberto nem visto; no anonimato, serei muito mais perigoso do que me revelando”; em seguida executou seu plano.
     À medida que ia soltando dos campos de contenção os 12 escolhidos, estes, quando despertavam, logo eram tomados por uma espécie de loucura, devido ao sentimento de culpa da destruição de raças inteiras e dos sofrimentos delas. O ser hediondo, o número 1, aproveitando este momento para ter ainda mais o controle sobre seus comparsas ofereceu o dispositivo para usarem sobre suas cabeças; conseguindo com isto amenizar o ressoar das vibrações de sofrimentos de suas vítimas. Informou que a partir daquele momento  eles seriam seus ministros e obedeceriam a ele; eles formariam o “Império dos Dragões” e seu símbolo seria uma serpente alada, um dragão.
     Mas a subjugação dos 12 seres não foi tão fácil, porque a medida que eles iam se recompondo começavam a se rebelar e questionar sobre a autoridade daquele que os dominavam.  Então, o daimon, para mostrar sua força de domínio, provocou nos corpos dos seis seres mais rebeldes um fenômeno de decomposição, até explodirem. Com a explosão, o compartimento em que eles estavam se soltou da nave principal e foi atraído em direção ao quinto planeta.

5º PLANETA DO SISTEMA SOLAR (ATUAL CINTURÃO DE ASTERÓIDES)

     
Ilustração Cinturão de Asteróides - NASA
    O quinto planeta era maior do que Marte e possuía dois continentes com duas raças diferentes, que estavam em guerras constantes. Um continente era dominado por governantes sacerdotais, dominadores religiosos; e o outro continente, maior, era habitado por seres vampirescos que sobreviviam de energias e vitalidades roubadas de outras criaturas; esses, guerreiros natos, eram conhecidos por “espectros”, e eram seres que tinham vindo ao planeta por processo de transmigração.
      As duas raças já possuíam tecnologia bem avançada, bem mais que a terrena no início do século XX; mas ainda não dominavam as viagens interplanetárias e não conheciam todo o sistema solar. A raça da classe sacerdotal já tinha criado uma arma nuclear e decretado seu lançamento para destruir a raça dos espectros. Esta decisão foi tomada após a maioria da população, composta por bilhões de seres, ter votado para a detonação do artefato; pois preferiam o extermínio da outra raça do que viver sob seu domínio. Entretanto, eles não conheciam a devastação que essa arma poderia provocar com a destruição de toda a vida no planeta. Tinham sido alertados diversas vezes pelos seres protetores das dimensões astrais; mas os sacerdotes tomaram as decisões de acordo com suas interpretações e conveniências.
     A outra raça, a dos espectros, a partir do projeto roubado da primeira raça, também criou uma arma nuclear e aperfeiçoou-a.  A partir da superfície foi criado um poço com grande profundidade e depositado o artefato nuclear. Arriscando um suicídio coletivo os espectros detonariam o artefato e com isso exterminariam o inimigo.
     Diante dessa iminente destruição, na região invisível do planeta, já estava em andamento um plano de fuga comandado pelos dirigentes responsáveis pelos espíritos das regiões astrais. O planeta escolhido para a transmigração era Vênus; pois possuía características astrais compatíveis para receber os refugiados. Sinais de rádio tinham sidos emitidos pedindo socorro e auxílio de outros povos do universo.

     Como vimos anteriormente, no momento da explosão do compartimento onde estavam os dragões, a nave comandada por Enlil emitiu um forte alarme;  ao mesmo tempo em que recebiam transmissões de rádio com pedido de socorro do quinto planeta. Então, Enlil se dirigiu para uma das luas do quinto planeta; mas como estavam no processo de transmigração transportando 600 seres, não podiam auxiliar no pedido de ajuda aos seres astrais do quinto planeta.Assim, Enlil retransmitiu o pedido de socorro, daquele planeta, para outros povos da galáxia.  Em seguida, compareceram outras naves para o auxílio.

     O maioral dos dragões, com seus seis subordinados, ao ser lançado ao quinto planeta, com sua enorme habilidade telepática, passou a sondar as mentes e os planos dos governantes religiosos que dominavam e escravizavam a população através do medo imposto pela religião oficial; e, também, sondou o chefe dos espectros. Inteirando-se a respeito do projeto de destruição e da guerra entre eles, resolveu executar um plano de recrutamento daqueles líderes e guerreiros sanguinários para serem seus subordinados na conquista de mundos e civilizações.
      Ele deu uma ordem mental para que seus seis subordinados desligassem todo aparato tecnológico de comunicação e interferissem no sistema de defesa dos dois continentes. Com isso, a vida daquelas humanidades se tornou um verdadeiro caos;  elas ficaram suscetíveis para serem manipuladas. O "daimon" pediu para os seis subordinados capturarem os sacerdotes mais importantes. Também, sondando a mente do chefe dos espectros, descobriu onde estava o artefato nuclear. Após um embate telepático com o chefe dos espectros convocando-o para servi-lo, e diante da resistência deste, e dos principais chefes da milícia, tirou a vida de todos; pois, ele queria os espectros sem os seus corpos físicos para atuarem na dimensão astral e serem seus leais súditos.

APROXIMAÇÃO DOS SERES RESPONSÁVEIS PELA JUSTIÇA SIDERAL

    
ilustração - Fonte: Internet
 Enquanto os anunnakis e outros povos do espaço chegavam para auxiliar na remoção da população da superfície, milhares de seres luminosos, sob o comando de Miguel, ser responsável pela justiça, aproximavam-se do quinto planeta; vinham para retomar o controle sobre os dragões. O maioral dos dragões pressentindo a chegada desses seres deu a ordem para que fosse detonado a arma nuclear. Ele desprezava aquele mundo e queria a legião de espectros ao seu lado, para formar o seu exército. Ele planejava, assim que os espectros perdessem a vida na grande explosão, formar um exército de mais de um milhão de seres cruéis, e com isso enfrentar as falanges de Miguel.
     As legiões do espaço aproximaram-se do quinto planeta, mas não puderam  fazer mais nada para evitar a grande destruição;  com grandes comboios intensificaram a remoção da população de espíritos daquele planeta.

REUNIÃO DOS SERES DA FALANGE DE MIGUEL E SERES DO ESPAÇO

Fonte: Internet
    Seres de diversas raças se reuniram com Miguel numa das luas do quinto planeta. Ali foi discutido as estratégias de auxílio para a evacuação da humanidade e as limitações que seriam impostas aos dragões, quanto às suas atuações.
O alarme atraiu diversos seres do espaço que vieram para auxiliar a conduzir a população para outro planeta.
     Miguel informou que precisavam garantir que os dragões não pudessem ter condições de saírem do terceiro planeta, Tiamat, até que os dirigentes planetários definissem, no tempo certo, para onde eles seriam levados. Esta seria a última oportunidade de regeneração para esses espíritos; e estava programado para, no futuro, um dos próprios seres dirigentes siderais do centro da Via Láctea  ir ao terceiro planeta, se corporificar para levar as diretrizes  das bases do Reino Celeste.   O próprio dirigente evolutivo enfrentaria os dragões, mostrando qual deveria ser a conduta a ser adotada por eles. Depois, ao longo do tempo, seriam enviados para o terceiro planeta seres deportados de outros mundos.

     Ali, naquela reunião, também foi decidido para se unirem e construirem uma estação de observação no satélite (Lua) de Tiamat. Em caso de necessidade, essa estação facilitaria o deslocamento para Tiamat. Portanto, poderiam monitorar possíveis intrusões de seres, não comprometidos com a a ética cósmica, vindos do espaço, atraídos pelos sinais de rádio que foram enviados com o pedido de socorro ao quinto planeta. No futuro essa base passaria a ser utilizada pelos guardiões planetários.

     Com explosão da arma nuclear houve uma forte radioatividade infiltrando-se pelo solo e pela superfície do planeta; toda a vida ali foi destruída. As naves dos guardiões e dos seres do espaço recolhiam os seres desencarnados e os transportavam para o segundo planeta (Vênus). Quando os milhares de espectros perderam os corpos físicos, com a radiação, não tiveram condições de se juntarem ao daimon; porque entraram num grande estado de crise. Eles, no íntimo, experimentavam o sofrimento da culpa pelas suas ações. Os daimons se juntaram e combateram Miguel e os guardiões; mas não puderam fazer muita coisa. Eles foram aprisionados num campo de contenção potentíssimo, e o próprio Miguel transportou-os para Tiamat. Após serem aprisionados nas regiões profundas de Tiamat, Miguel, com as legiões de seres iluminados, rumou até o Sol.  De lá, colhendo energias de puro magnetismo, enviou para o terceiro planeta formando uma redoma energética que impediu que os daimons regressassem aos planetas do espaço.

    O quinto planeta, consumido pela radioatividade, se estremeceu com uma forte explosão em sua estrutura; mas ao invés de desintegrar-se o planeta sofreu uma modificação em seu eixo de rotação, alterando sua órbita. Por isso, ele encontrou em seu trajeto um astro que o transformou no que ele é hoje; o “cinturão de asteroides”.

INÍCIO DA FORMAÇÃO DA NOVA RAÇA HUMANA


Ilustração - Fonte: Internet
   Assim, Tiamat recebeu, em sua dimensão astral e etérica, milhares de seres exilados de Nibiru e do quinto planeta. Na dimensão física recebeu os astronautas e cientistas anunnakis que conduziam suas naves. Esses, como descreve Ângelo Inácio, eram compostos por castas diferentes; sendo o que predominava mais na diferença entre eles era a fisicalidade de seus corpos; uns tinham os corpos físicos com a densidade igual a dos corpos dos primatas terreno; e os outros tinham corpos menos denso, mais para o etérico.
     Conforme os registros arqueológicos feitos pelos sumérios e apresentados por Zecharia Sitchin, os astronautas antigos, no decorrer do tempo, tiveram a necessidade de criar um “trabalhador primitivo”, para substituir os anunnakis mineradores que trabalhavam na extração do ouro nas minas da África. Após inúmeras experiências genéticas realizadas pelo anunnaki Enki e sua meia irmã Ninmah conseguiu-se, com a manipulação genética, criar o “Homo sapiens”; “feito à imagem e semelhança” dos anunnakis (deuses). Os cientistas, sem saberem, eram monitorados e inspirados por seres guardiões planetários; para a criação de corpos físicos mais aprimorados a fim de servirem na corporificação ou reencarnação de milhares de seres do astral.


FORMAÇÃO DA ESTRUTURA DO PODER DAS SOMBRAS

    
Fonte: Internet
 Nas regiões astrais de Tiamat foram formando facções com constantes disputas pelo poder de domínio do submundo. As formas mentais irradiadas por estes seres formaram imensas trevas no submundo. Para estabelecer o seu domínio, o daimon número 1 reuniu seus seis ministros e pediu para trazerem os chefes principais dos espectros, e os ministros religiosos do planeta destruído. Quando estavam todos reunidos, ele fez surgir mais 600 seres rebeldes, compostos por cientistas, pesquisadores estrategistas e técnicos anunnakis; ali, pela demonstração e imposição de sua força e hipnotismo, subjugou a todos. 




Fonte: Internet
Estabeleceu que os sacerdotes seriam seus principais magos negros, e os espectros seriam sua polícia secreta; todos eles deveriam sair e fazer adeptos entre os demais degredados. Informou que dividiria o planeta em 10 quadrantes e ergueria as "cidades de poder" para formar um império de poder e domínio. Eles deveriam se preparar para enfrentar os novos exilados que viriam depois.

 NOVOS SERES EXILADOS, OS CAPELINOS.

Ilustração - Fonte: Internet
 
Muito tempo depois, da “Constelação do Cocheiro”, de uma estrela binária localizada há 42 anos-luz de Tiamat, do planeta conhecido hoje como capela, viria milhares de seres exilados. Para receber esses novos seres, os guardiões planetários inspiraram o anunnaki Enki a levar alguns exemplares do novo homem para os continentes de Lêmur e Axtran. Milhares de anos depois, ali se formou a grande civilização atlante; com a cultura e técnica dos anunnakis.
     No apogeu cultural daquele povo começou a chegar os seres capelinos degredados. Com a ajuda dos “povos auxiliares”, que possuíam tecnologia avançada, com suas naves de matéria etérica adensada na proporção certa, através das trilhas energéticas do espaço, os exilados foram transportados; uma boa parte veio em corpos densos (como etéricos) e a grande maioria em corpos astrais. Eles foram transportados em etapas e demoraram-se 10.000 anos (de Tiamat) para serem todos trazidos.



CONFRONTO DAS DUAS RAÇAS NO PLANO ASTRAL

Ilustração - Fonte:Internet
      Depois da chegada dos capelinos, à medida que foram se estabelecendo e se organizando na região astral e etérica, e reencarnando-se na Atlântida, ocorreu a primeira guerra entre eles e os anunnakis rebeldes. Um grupo de magos de Capela, detentores de grande poder de manipulação das energias fluídicas do planeta, enfrentou os magos anunnakis. Este embate foi, por ambas as partes, através da manipulação das energias etéreas, dos elementais e com o uso de técnicas e aparelhos dos cientistas da escuridão. Era a magia usada de forma destrutiva, a verdadeira magia negra. Durante centenas de anos, os seres das sombras se enfrentaram estendendo a dominação aos seres vivos através do domínio emocional, mental e fluídico.
     A guerra afetou os seres corporificados e os colégios de magos atlantes entraram também no combate; muitos templos sagrados e palácios foram destruídos. As energias geradas pelo ódio, acumuladas vibratoriamente, atrairam uma grande rocha que vagava pelo espaço. Ela atingiu a grande ilha afundando-a; com isto, afetou a parte psíquica, energética e astral daquela civilização.
     Os povos que se salvaram foram conduzidos para outros lugares para iniciar novas civilizações. Com a autorização dos administradores celestiais, outros seres, vindos de  Órion, Sirius, Antares e de Andrômeda **, vieram compor a nova humanidade; a Terra recebeu 20 tipos de raças diferentes vinda das estrelas. Teve início uma miscigenação para formar uma só humanidade.


DIVISÃO DO PODER NO REINOS DAS SOMBRAS

     
Ilustração - Fonte: Internet
 Após estas informações podemos compreender melhor, ainda que parcialmente, a natureza humana.
      Na atualidade, o planeta Terra tem, em sua dimensão extrafísica e física, aproximadamente, 40 bilhões de espíritos *. Como há, conforme dados estatísticos, aproximadamente 7.278.800.000 (população mundial) de seres corporificados, ou reencarnados, na dimensão que percebemos como física, então existem, aproximadamente 32.721.200.000 de espíritos distribuídos em várias dimensões vibratórias extrafísicas. Esses espíritos, pela Lei de “Identidade Vibratória”, habitam uma dimensão vibratória em conformidade com o “peso vibratório” (mais denso/menos denso) de seus períspiritos. As dimensões vibratórias possuem suas contrapartes na região física da Terra e do espaço da seguinte forma: a dimensão vibratória do Umbral está próximo e na superfície terrena; a dimensão vibratória  do astral superior estende-se da  atmosfera terrena até as estrelas; a dimensão vibratória do astral inferior fica abaixo da superfície terrena, estende-se até seu interior.
     Como vimos, desde o início do exílio, os daimons criaram uma estrutura e organização nas regiões trevosas. Entre eles estabeleceu-se uma hierarquia com disciplina, comandos e punições; formaram especialistas em todas as áreas humanas; e os cientistas do submundo, a serviço dos dragões, desenvolveram tecnologias para a construção de armas, implantes  para obsessão complexas, laboratórios e construções diversas.
      Os daimons e alguns magos atlantes, devido a  grande capacidade de manipulação dos fluídos do universo, conseguiram, até hoje, ficar livres do processo de reencarnação.  Eles manteram os mesmos corpos físicos com os quais vieram do exílio e se utilizam de corpos artificiais. O mesmo não ocorreu com os magos negros subordinados a eles, que possuem seus corpos astrais em deterioração, devido ao magnetismo que o planeta exerce para o processo de reencarnação.
     Após tantos anos de exílio, o grupo dos daimons, com sua política de domínio, conseguiram manipular o processo de reencarnação e fazem com que os seus nasçam na dimensão física da terra, para servirem como seus agentes. Também, outra estratégia deles são os “ageneres”, que são espíritos agentes seus, e que não precisam reencarnar-se.  Eles se materializam temporariamente na dimensão física dos encarnados e, através do processo de vampirização, coletam ectoplasma de suas vítimas formando um corpo físico. Desta form são mais fáceis de serem manobrados pelos daimons. Esses “ageneres” se materializam e se desmaterializam infiltrando-se nas cúpulas de governos e instituições importantes na Terra, incluindo o Vaticano.
      Ângelo Inácio, em seu livro “Fim da Escuridão”, relata que Miguel após enviar o ultimato ao maioral e seus ministros, quanto à postura perante às Leis Universais,  ele próprio, com uma tecnologia superior, dirigiu-se até o Sol e fez descer uma energia de plasma até o reino das sombras. Agindo assim, fez com fosse revelada a verdadeira identidade do maioral, perante seus subordinados. Com essa energia superior fez com que um fogo devorador destruísse as construções sombrias e higienizasse boa parte daquele local no submundo. Após isso, o agente da justiça Miguel montou seu quartel general naquela região, que é de onde comanda seu exército no processo de reurbanização do astral inferior, e na captura dos espíritos que serão conduzidos até a base dos guardiões na Lua, onde aguardarão o novo exílio.
     No livro “Os Nephilins”, Ângelo Inácio relata sobre sua viagem que fez para conhecer os 4 planetas que abrigarão um grande número de espíritos que serão exilados da Terra.  O sistema de vida nesses planetas é bem pior e mais restrito do que o do nosso planeta azul. Os espíritos que esgotaram todas as possibilidades de renovação aqui na Terra continuarão lá o processo evolutivo; já estamos vivendo o “Juízo Geral”.
     Após a intervenção da justiça divina, por intermédio de Miguel, o reino do maioral ficou dividido perdendo a soberania sobre os demais daimons. Com isso, iniciou-se, entre os magos negros, cientistas, espectros e sombras, uma disputa acirrada para o domínio das regiões do submundo astral. Isso também se estendeu para a dimensão dos humanos encarnados com o controle daqueles que se afinizam com eles, nos interesses de poder e domínio. Também, eles estão atuando diretamente em seus agentes encarnados infiltrados entre  grupos de fanáticos religiosos, facções terroristas, governos ditadores, políticos corruptos, profissionais sem ética, dirigentes religiosos comerciantes, etc.
      Os daimons e os especialistas das sombras sabem que sofrerão um novo exílio; mas como grandes estrategistas que são estão procurando adiar o máximo que podem esse processo, provocando o caos na humanidade.

CONCLUSÃO

     Após a reflexão sobre estas informações podemos compreender melhor, ainda que parcialmente, a natureza humana.
       Percebemos que os espíritos que estão na Terra, antes de terem sidos exilados para cá, já vieram com características guerreiras, fanatismos religiosos, desejos de poder e domínio. Para melhorarem-se foram submetidos a diversos nascimentos em corpos físicos com as limitações das percepções; para, através disso, despertarem para um comportamento em concordância com as Leis Divinas. Muitos, através da reencarnação, conseguiram esta mudança e retornaram para suas pátrias de origem. Outros, ainda, continuam repetindo comportamentos iguais aos que tiveram em vidas anteriores. Um exemplo disto é o do espírito que nasceu como Júlio Cesar; depois veio como Alexandre O Grande e depois nasceu como Napoleão Bonaparte. Qual foi o comportamento que este mesmo espírito repetiu? Ele viveu em tempos e culturas diferentes, mas manteve o mesmo tipo de comportamento: desejo de poder e domínio.
     Quantos espíritos que, na vida atual, atuam na política, na religião, nas ciências, nas artes e na vida cotidiana estão mantendo o mesmo comportamento de outrora, ?

     Na fase de transição que estamos atravessando do atual “Juízo Geral”, sob a “Lei do Livre Arbítrio”, cabe a cada um de nós, espíritos habitantes da Terra, com uma postura de vivência das diretrizes estabelecidas para a verdadeira fraternidade, escolher o nosso futuro destino.
     No processo de seleção atual, os Guardiões planetários estão trabalhando intensamente em conformidade com a Justiça Divina.
       O “Evolucionário Cósmico” (Jesus) está no leme. Tenhamos confiança (fé raciocinada), autoconhecimento e vivência harmoniosa respeitando a obra do Criador - todos os seres vivos e inanimados da Terra e das estrelas.
     

       Na próxima reflexão vamos estudar sobre a vinda, e o  nascimento entre nós, de um dos cinco “Evolucionário Cósmico”.
V.Lau

* Segundo Pai João no livro "Legião" - Um olhar sobre o reino das sombras, pelo espírito Ângelo Inácio - psicografado por Robson Pinheiro.
** Instale em seu celular o app CARTA CELESTE - Aponte seu celular para o céu e verá as localizações  de todos  os planetas.
Ilha de Patnos
João
Apocalipse 3.20
Vi então um anjo descer do céu, trazendo na mão a chave do Abismo e uma grande corrente. Ele agarrou o Dragão, a antiga Serpente – que é o Diabo, Satanás – acorrentou-o por mil anos e o atirou dentro do Abismo, fechando-o e lacrando-o com um selo para que não seduzisse mais as nações até que os mil anos estives sem terminados. Depois disso, ele deverá ser solto por pouco tempo. Vi então tronos, e aos que neles se sentaram foi dado poder de julgar. (...)
Bíblia de Jerusalém – Paulus 2002
1ª edição publicada em janeiro de 1868

A GENÊSE – Allan Kardec


Allan kardec

- “Os mundos progridem fisicamente pela elaboração da matéria, e moralmente pela depuração dos espíritos que os habitam. Neles, a felicidade está em razão da predominância do bem sobre o mal, e a predominância do bem é o resultado do avanço moral dos espíritos. O progresso intelectual não basta, uma vez que, com a inteligência, podem fazer o mal. Então, pois, quando um mundo chega a um de seus períodos de transformação, que deve fazê-lo subir na hierarquia, mutações se operam na sua população encarnada e desencarnada; é então que ocorrem as grandes emigrações e imigrações. Aqueles que, apesar de sua inteligência e de seu saber, perseveram no mal, em sua revolta contra Deus e suas leis, serão doravante um entrave para o progresso moral ulterior, uma causa permanente de perturbação para o repouso e a felicidade dos bons, por isso eles são excluídos e enviados para os mundos menos avançados; ali aplicarão a sua inteligência e a intuição dos conhecimentos adquiridos ao progresso daqueles entre os quais são chamados a viver, ao mesmo tempo que expiarão, numa série de existências  penosas e por um duro trabalho, as suas faltas passadas e o seu endurecimento voluntário”. (item 43, cap. XI – A Gênese- Allan Kardec)
17/08/1938 - A Caminho da Luz – Emmanuel, Francisco Cândido Xavier


Emmanuel

As raças adâmicas – O sistema de Capela – Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compultam em seus estudos, observa-se desenhada uma grande estrela na Constelação do Cocheiro, que recebeu, na terra, o nome de Cabra ou Capela. Magnífico sol entre os astros que nos são mais vizinhos, ela, na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos, cantando as glórias divinas do Ilimitado. A sua luz gasta cerca de 42 anos para chegar à face da Terra, considerando-se, desse modo, a regular distância existente entre a Capela e o nosso planeta, já que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo. Quase todos os mundos que lhe são dependentes já se purificaram física e moralmente, examinadas as condições de atraso moral da Terra, onde o homem se reconforta com as vísceras dos seus irmãos inferiores, como nas eras pré-históricas de sua existência, marcham uns contra os outros ao som de hinos guerreiros, desconhecendo os mais comezinhos princípios de fraternidade e pouco realizando em favor da extinção do egoísmo, da vaidade, do seu infeliz orgulho.” (A Caminho da Luz- Emmanuel- Francisco Cândido Xavier, Cap. III, pág. 33)
Belo Horizonte (MG), janeiro de 2012.

Espírito Ângelo Inácio
(...) “A partir de agora até a consumação deste milênio, estarão acorrentados ao abismo, e não mais influenciarão os destinos das nações do mundo. Que os nossos irmãos encarnados acertem ou errem por conta própria, mas jamais, a partir deste momento, serão manipulados pelos daimons, cuja ação será restrita somente a esta dimensão ínfera. Aqui ficarei e orarei e trabalharei, preparando a quem quiser e sentir-se inspirado, para a grande viagem do degredo  cósmico. É chegada a hora do juízo!
     “Este milênio será de suma importância, a fim de que revejam as ações que praticam, reavaliem a política que professam e reconheçam, para todo o sempre, que não se pode enganar a justiça divina. (...)
O Fim da Escuridão”: reurbanizações extrafísicas- pelo espírito Ângelo Inácio, psicografado por Robson Pinheiro – Contagem, MG:Casa dos Espíritos, 2012
Belo Horizonte (MG), outubro de 2014.

Espírito Ângelo Inácio
(...)  Esta será a última tentativa visando à regeneração desses espíritos. Eles já esgotaram todas as oportunidades de regeneração. Caso permaneçam soltos, ou mesmo lhe sejam dadas oportunidades indefinidamente, como esta que têm, poderão chegar ao extremo de perder a própria individualidade, sendo reabsorvidos no grande oceano das consciências a que denominamos de princípio de vida. Isso significaria o aniquilamento de suas consciências, pois que seus corpos etéreos não mais suportam o peso de suas culpas e o horror de seus crimes. (...)

(...) Contudo, acabo de receber dos dirigentes siderais, que se reúnem na estrela central da Via Láctea, que um dos dirigentes virá ele próprio e, no tempo devido, se corporificará no terceiro planeta. Levará pessoalmente as diretrizes sublimes e as bases do Reino. Quando soar o tempo no relógio do Eterno, um dos cinco integrantes do grupo seleto de dirigentes da evolução na Via láctea se dirigirá para o mundo-prisão e, lá, ele próprio enfrentará o dragão e seus asseclas. (...)

(...) Nossos engenheiros cósmicos já calcularam pelo menos dez variações prováveis da rota deste mundo, que vagará sem vida em torno do Sol. Porém, como sabem, este sistema é ainda jovem. Muitos meteoros, cometas e outros corpos celestes cruzam constantemente o sistema, chocando-se ora com um mundo, ora com outro. A estabilidade só será alcançada daqui a milhões de anos. (...)


Os Nephilins”: a origem- pelo espírito Ângelo Inácio, psicografado por Robson Pinheiro – Contagem, MG:Casa dos Espíritos, 2014
Nova York, outubro de 2006.
Zecharias Sitchin

As Crônicas da Terra: Linha do Tempo

I – Eventos anteriores ao Dilúvio

450.000 a.C.
Em Nibiru, membro distante do nosso sistema Solar, a vida enfrenta lenta extinção com o desgaste da atmosfera do planeta. Deposto por Anu, o governante Alalu foge em uma nave espacial e encontra asilo na Terra. Ele descobre que a Terra tem ouro, que pode ser utilizado para proteger a atmosfera de Nibiru.

445.000 a.C.
Liderados por Enki, filho de Anu, os anunnakis aterrissam na Terra, fundando Eridu, a Estação terrestre I, para extrair ouro das águas do Golfo Pérsico.

430.000 a.C.
O clima da Terra abranda-se. Mais anunnakis chegam ao planeta, entre eles Ninharsag, meia-irmã de Enki, diretora médica.

416.000 a.C.
Com a escassez da produção de ouro, Anu vem à Terra com Enlil, o evidente herdeiro. Decide-se pela obtenção do ouro vital pela exploração de minas na África do Sul. Extraindo grandes quantidades do minério, Enlil assume o comando da Missão Terrestre. Enki é relegado à África. Ao partir da Terra, Anu é desafiado pelo neto de Alalu.

400.000 a.C.
Sete colônias funcionais no sul da Mesopotâmia incluem um espaçoporto (Sippar), um Centro de Controle da Missão (Nippur), um centro metarlúgico (Badtibira), um centro médico (Shuruppak). Os minérios chegam da África em navios, o metal refinado é enviado para o céu por satélites tripulados pelos igigis e em seguida transferidos para espaçonaves que, de tempos em tempos, vem de Nibiru.

380.000 a.C.
Com o apoio dos igigis, o neto de Alalu tenta tomar o poder sobre a Terra. Os enlilitas vencem a Guerra dos Deuses Ancestrais.

300.000 a.C.
Os anunnakis labutam nos motins das minas de ouro. Enki e Ninharsag criam trabalhadores primitivos pela manipulação genética de uma primata-fêmea; estes assumem os trabalhos manuais diários dos anunnakis. Enlil ataca as minas, leva os trabalhadores primitivos ao Éden, na Mesopotâmia. Dotados da habilidade para a procriação, os Homo sapiens começam a se multiplicar.

200.000 a.C.
A vida na Terra regressa durante um novo período glacial.

100.000 a.C.
O clima aquece-se de novo. Para o crescente aborrecimento de Enlil, os anunnakis (os nefilins bíblicos) casam-se com as filhas dos humanos.

75.000 a.C.
Começa a “maldição da Terra”, uma nova Era Glacial. Tipos regressivos de humanos vagam pelo planeta. O humano de Cro-Magnon sobrevive.

49.000 a.C.
Enki e Ninharsag elevam os parentes humanos dos anunnakis ao governo de Shuruppak. Enlil, furioso, trama o fim da humanidade.

13.000 a.C.
Percebendo que a passagem de Nibiru nas proximidades da Terra desencadeará um imenso maremoto, Enlil obriga os anunnakis a prometerem que não revelarão a iminente calamidade aos humanos.

II – Eventos posteriores ao Dilúvio

11.000 a.C.
Enki quebra o juramento, instruindo Ziusudra/Noé a construir um navio submergível. O Dilúvio devasta a Terra. Os anunnakis testemunham a destruição total em suas espaçonaves em órbita.
Enlil concorda em conceder sementes e ferramentas aos humanos remanescentes; inicia-se a agricultura nas áreas montanhosas. Enki domestica os animais.

10.500 a.C.
Os descendentes de Noé foram distribuídos por três regiões. Ninurta, o primogênito de Enlil, represa as montanhas e deságua os rios para tornar a Mesopotâmia habitável, Enki recupera o vale do Rio Nilo. Os anunnakis preservam a península do Sinai para a construção de um espaçoporto pós-dilúvio; estabelece-se um centro de controle no monte Moriá (a futura Jerusalém).

9780 a.C.
Rá/Marduk, o primeiro filho de Enki, divide o domínio do Egito entre Osíris e Seth.

9.330 a.C.
Seth ataca e desmembra Osíris, assumindo sozinho o comando do Vale do Nilo.

8.970 a.C.
Hórus vinga seu pai Osíris, iniciando a Primeira Guerra da Pirâmide. Seth foge para a Ásia, dominando Canaã e a península do Sinai.

8.670 a.C.
Contrários ao controle resultante de todas as instalações espaciais pelos descendentes de Enki, os enlilitas iniciam a Segunda Guerra da Pirâmide. O vitorioso Ninurta retira os equipamentos da Pirâmide.
Ninharsag, a meia-irmã de Enki e Enlil, convoca uma conferência de paz. Reafirma-se a divisão da Terra. O controle do Egito é transferido da dinastia de Rá/Marduk para a de Thoth. Constrói-se Heliópolis como uma cidade farol substituta.

8.500 a.C.
Os anunnakis estabelecem observatórios no acesso às instalações espaciais; Jericó é um deles.

7.400 a.C.
Com a continuação do período de paz, os anunnakis concedem novos avanços à humanidade. Começa o período neolítico. Os semideuses governam o Egito.

3.800 a.C.
Dá-se início à civilização urbana na Suméria quando os anunnakis estabelecem lá as antigas cidades, começando por Eridu e Nippur.
Anu vem à Terra para uma visita pomposa. Constrói-se uma nova cidade, Uruk (Ereque), em sua homenagem; ele faz de seu templo a morada de sua adorada neta Inanna/Ishtar.

III – Monarquia na Terra

3.760 a.C.
Concede-se a monarquia à humanidade. Kish é a primeira capital sob a proteção de Ninurta. O calendário surge em Nippur. A civilização floresce na Suméria (a Primeira Região).

3.450 a.C.
A primazia da Suméria é transferida para Nannar/Sin. Marduk proclama a Babilônia como o “Portão dos Deuses”. O incidente da “Torre de Babel”. Os anunnakis embaralharam as linguagens humanas.
Após seu golpe ser frustrado, Marduk/Rá retorna ao Egito, depõe Thoth, aprisiona o irmão mais jovem Dumuzi, noivo de inanna. Ocorre o assassinato acidental de Dumuzi; Marduk é aprisionado vivo dentro da Grande Pirâmide. Libertado  através de um poço emergencial, parte para o exílio.

3.100 a.C.
350 anos de caos terminam com a posse do primeiro faraó egípcio em Mênfis. A civilização chega à Segunda Região.

2.900 a.C.
Transfere-se a monarquia da Suméria para Ereque. Inanna assume o domínio da Terceira Região; inicia-se a civilização do Vale do indo.

2.650 a.C.
A capital real da Suméria muda de um lugar para o outro. A monarquia deteriora-se. Enlil perde a paciência com as multidões de humanos indisciplinados.

2.371 a.C.
Inanna apaixona-se por Sharru-Kin (Sargon). Ele funda Agade (Acádia), uma nova capital. Era o início do império acadiano.

2.316 a.C.
Com o objetivo de controlar as quatro regiões, Sargon remove o solo sagrado da Babilônia. O conflito entre Marduk e Inanna reacende-se. Termina quando Nergal, irmão de Marduk, viaja da África do Sul para a Babilônia para persuadir Marduk a deixar a Mesopotâmia.

2.291 a.C.
Naram-Sin sobe ao trono da Acádia. Orientado pela belicosa Inanna, penetra na península Do Sinai e invade o Egito.

2.255 a.C.
Inanna usurpa o poder na Mesopotâmia; naram-Sin corrompe Nippur. Os grandes anunnakis destroem Agade. Inanna escapa. Tropas estrangeiras leais a Enlil e Ninurta ocupam a Suméria e a Acádia.

2.220 a.C.
A civilização Suméria atinge novos patamares com os governantes iluminados de Lagash. Thoth auxilia seu rei Gudea na construção de um templo-zigurate para Ninurta.

2.193 a.C.
Terá, o pai de Abraão, nasce em Nippur, em uma família de sacerdotes reais.

2.180 a.C.
Egito dividido; os seguidores de Rá/Marduk ficam com o Sul; os faraós opositores a ele recebem o trono do Baixo Egito.

2.130 a.C.
Como Enlil e Ninurta estão cada vez mais ausentes, a autoridade central também se deteriora na Mesopotâmia. A tentativa de Inanna de readquirir a realeza para Ereque não dura muito tempo.

IV - O Século Fatídico

2.123 a.C.
Abraão nasce em Nippur.

2.113 a.C.
Enlil concede as Terras de Sem à Nannar; Ur é escolhida a capital do novo império. Ur-Nammu sobe ao trono, nomeado Protetor de Nippur. Um sacerdote nippuriano, Terá, pai de Abraão, vai à cidade de Ur para comunicar-se com sua corte real.

2.096 a.C.
Ur-Nammu morre na batalha. O povo considera sua morte prematura, uma traição por parte de Anu e Enlil. Terá parte com sua família para Harã.

2.095 a.C.
Shulgi sobe ao trono de Ur, fortalecendo os laços imperiais. Com a prosperidade do império, envolve-se com a sedutora Inanna, tornando-se seu amante. Concede larsa aos elamitas em troca dos serviços que executaram como sua Legião Estrangeira.

2.080 a.C.
Os príncipes tebanos, leais a Rá/Marduk, oprimem o Norte, liderados por Mentuhotep I. Nabu, filho de Marduk, ganha adeptos para seu pai na Ásia Ocidental.

2.055 a.C.
Sob ordens de Nannar, Shulgi envia tropas elamitas para reprimir a agitação nas cidades cananeias. Os elamitas alcançam o acesso à península do Sinai e seu espaçoporto.

2.048 a.C.
Shulgi morre. Marduk desloca-se para o território dos hititas. Abraão recebe ordens de ir para o Sul de Canaã com uma unidade de cavalaria de elite.

2.047 a.C.
Amar-Sin (o bíblico Anrafel) torna-se rei de Ur. Abraão vai para o Egito, permanecendo por cinco anos e retorna com mais tropas.

2.041 a.C.
Guiado por Inanna, Amar-Sin forma uma coalizão de reis do Oriente, lança uma expedição militar à Canaã e ao Sinai. Seu líder é o elamita Quedorlaomer. Abraão bloqueia o avanço no acesso ao espaçoporto.

2.038 a.C.
Com a desintegração do império, Shu-Sin substitui AmarSin no Trono de Ur.

2.029 a.C.
Ibbi-Sin substitui Shu-Sin. As províncias ocidentais travam batalhas crescentes para Marduk.

2.024 a.C.
Liderando seus seguidores, Marduk marcha sobre a Suméria, coroa-se rei da Babilônia. A luta espalha-se para o centro da Mesopotâmia. O Santuário de Nippur é violado. Enlil exige punição a Marduk e Nabu; Enki opõe-se, mas seu filho Nergal alia-se a Enlil.
Enquanto Nabu reúne seus seguidores cananeus para a captura do espaçoporto, os grandes anunnakis aprovam o uso de armas nucleares. Nergal e Ninurta destroem o espaçoporto e as cidades errantes de Canaã.

2.023 a.C.
Os ventos levam a nuvem radioativa para a Suméria. As pessoas sucumbem a uma morte trágica, os animais perecem, a água é envenenada, a terra torna-se improdutiva. A Suméria e sua grande civilização encontram-se prostradas. Seu legado passa para a semente de Abraão, ao gerar aos 100 anos de idade um herdeiro legítimo: Isaac.

As Guerras dos Deuses e dos Homens” Livro III das Crônicas da Terra- Zecharia Sitchin; tradução Adriana de matteo e Saulo Alencastre – São Paulo: Madras, 2014.