quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Quem é Jesus? Por que ele nasceu na Terra? E por que ele retornará? - Parte 8

Continuando nossa reflexão anterior...

Por que ele nasceu na Terra?...
Chegada dos Capelinos
    
    
Francisco Cândido Xavier
Publicado em 1939, o livro “A Caminho da Luz”, ditado pelo Espírito Emmanuel e psicografado por Francisco Cândido Xavier, trouxe-nos uma revelação muito importante para conhecermos sobre a formação da humanidade terrena.
     O Espírito Emmanuel narrou que há muitos milênios atrás, no sistema de Capela, havia um planeta que possuía afinidades com a Terra; e lá havia milhões de Espíritos rebeldes que dificultavam o progresso geral da humanidade naquele recanto.
     Jesus acolheu esses espíritos no seu reino de amor e justiça; e incentivando-lhes à renovação da consciência através de novas provas, no desenvolvimento da solidariedade, num novo caminho, apresentou as lutas futuras que encontrariam no planeta Terra. Prometeu-lhes a sua orientação e a sua vinda no futuro.
     Aqueles seres vieram para a Terra num período que estava sendo aperfeiçoado os caracteres biológicos, e deram um impulso na genética da formação de corpos físicos mais elaborados; contribuíram para a origem das raças brancas. Emmanuel explica que: “Entre as raças negra e amarela, bem como entre os grandes agrupamentos primitivos da Lemúria, da Atlântida e de outras regiões que ficaram imprecisas no acervo de conhecimentos dos povos, os exilados da Capela trabalharam proficuamente, adquirindo a provisão de amor para suas consciências ressequidas.”
     Com o decorrer do tempo, depois de muitos sofrimentos expiatórios, grande porcentagem de Espíritos rebeldes retornaram para o seu planeta de origem, em Capela. Outros, ainda permanecem na Terra em provas e expiações.

     Complementando as revelações de Emmanuel com novas informações para o nosso entendimento, o Espírito Ângelo Inácio narra no livro “Os Nephilins”, publicado em 2014, que na época do evento do exílio dos capelinos, os guardiões do planeta Terra já tinham instalado na Lua a sua base. Foi ali que ocorreu uma reunião entre eles e os seres orientadores de Capela para prepararem a recepção dos seres que seriam exilados, e as providências necessárias para evitarem o confronto entre as duas raças, anunnakis e capelinos. Decidiram que, como os anunnakis se concentravam mais na região do Rio Eufrates, incentivariam o cientista anunnaki Enki, parceiro dos guardiões, a levarem alguns exemplares do novo homem criado para os continentes de Lêmur (Lemúria) e Axtlan (Atlântida), para ali iniciarem uma nova povoação a fim de receber os capelinos. Assim, evitariam desde o início um grande confronto entre as duas raças. Também, planejaram obter o auxílio de seres de outros planetas a fim de transportarem o grande número de exilados. Desses seres, a grande maioria viria em corpos espirituais, e outros em corpo físicos, mas com uma fisicalidade mais etérea, diferentes dos corpos físicos densos dos novos homens criados. As viagens interplanetárias se dariam através de trilhas energéticas que há no universo. O transporte ocorreria em várias etapas levando aproximadamente 10.000 anos terrestres. Esse tempo era necessário para haver uma adaptação dos primeiros seres trazidos de Capela.
     A medida que os novos seres capelinos foram sendo trazidos surgiu um grande impulso na cultura e tecnologia dos continentes de Lêmur e Axtlan, sendo até mais avançada do que a dos anunnakis que chegaram primeiro.

Característica dos Capelinos

    
Capela
No livro “Crepúsculo dos Deuses”, publicado em 2002, o Espírito Ângelo Inácio descreve que na constelação do Cocheiro, localizado a 42 anos-luz da Terra, há um sistema de vida composto por três planetas com dois sóis gêmeos. O planeta principal, chamado de Axtlan, possui aproximadamente 23.418 km de diâmetro. A sua massa é composta de uma materialidade quase etérica, em estado plasmático. Tem três continentes com grandes oceanos; e possui pradarias em predominância com enormes florestas e montanhas. Seus dois sóis possuem cor vermelha e isto faz com que o céu e o firmamento variam da cor azul escuro ao verde cintilante e do dourado ao alaranjado. Sua atmosfera é rica em hidrogênio. A duração do dia capelino corresponde a 38 horas terrena; e um ano lá é igual a 84 anos da Terra. O segundo planeta é chamado de Lemir e é um planeta agrícola e industrial. O terceiro é um centro industrial.
    Os seres humanos de capela possuem um corpo físico com materialidade diferente dos terrenos. Seus corpos são etéreos estruturado em matéria radiante.
    Durante longo tempo, na região astral do planeta, em determinada dimensão, foram-se reunindo os seres que se rebelaram contra as leis superiores. Formou-se um ambiente denso com as emanações das vibrações emocionais e mentais daqueles seres rebeldes. Nas cidadelas foram surgindo os seres de poder com desejo de domínio.

     Em determinado tempo, nessa dimensão  houve um concílio entre os dirigentes das sombras, os capelinos que se rebelaram contra as leis superiores, as doze entidades tenebrosas. Estavam cientes de que os mundos de Capela entrariam numa nova etapa evolutiva onde reinaria a paz e a harmonia. Isso ameaçava-lhes os planos de domínio total das mentes capelinas. Eles tinham um projeto de criarem corpos mais perfeitos, com cérebros mais avançados para que pudessem nascer na dimensão mais física do planeta. Se achavam seres superiores e queriam ser tratados de forma especial.
     Para atrapalharem os planos dos dirigentes espirituais, o qual era o de deter os poderes deles, e de serem exilados, decidiram promover a guerra entre os capelinos. Resolveram que atacariam os dirigentes religiosos, o sistema politico e a economia.  Para isso utilizariam seus aliados corporificados promovendo o sensualismo, o orgulho e a discórdia.

     Em determinado momento reuniu-se em Centra, a capital do planeta Axtlan, os dirigentes planetários e seres de outro mundo, os vergs. Os Sábios do Conselho em conexão com Urias, consciência extrafísica representante do Auto Evolucionário, Yeshow, que também era o governador espiritual dos capelinos, estavam cientes da gravidade em que vivia o planeta. Detectaram um astro errante que caminhava em direção ao planeta de Capela. Concluíram que, apesar da grande maioria da humanidade ter se esforçado para estarem sintonizados com o bem, uma parcela representada pelo império dos dragões e os Amaleques (rebeldes) é que produziam emanações mentais densas na atmosfera psíquica do planeta a ponto de atraírem o astro errante. Os Amaleques, que dominavam as leis ocultas, formavam um grupo de magos que tentavam o domínio das consciências.
     Esses seres eram resistentes a reencarnação pois não queriam nascer nos corpos capelinos; preferiam manterem-se como consciências extrafísicas. Eles se achavam superiores.

     No passado do planeta, quando muitos espíritos permaneciam  na prática do mal impedindo o crescimento de todos, o governador espiritual daquela humanidade, Yeshow, nasceu na dimensão mais física do planeta de Capela e através de seus ensinamentos e de seus exemplos elevou o padrão de conduta dos capelinos trazendo um novo sentido de vida para aqueles seres.  Depois que retornou para a dimensão espiritual continuando dirigindo os povos de Capela houve um grande progresso. Apesar disso, muitos espíritos ficaram retardatários por não se sintonizarem com os ensinamentos de Yeshow. Eles receberam o nome de Amaleques, que significa “os rebeldes”. Na dimensão extrafísica permaneceram vários desses espíritos cristalizados no mal. Eram conhecidos como os dragões e criaram todo um reino de poder conseguindo influenciar muitos seres dentre os Amaleques que contribuíram para o sistema de domínio deles.
     Com o passar do tempo houve grande mudança no sistema de vida dos capelinos. Assim descreve Ângelo Inácio: (...) A ignorância só foi vencida quando os povos aceitaram as verdades universais trazidas por Yeshow. A partir de então, os Dragões foram perdendo o domínio, pois mais e mais seres eram conquistados pela força soberana da luz.
      Retraídos e acuados aos subplanos dimensionais, formaram lá a base de sua ofensiva às obras da humanidade capelina. (...)

Juízo Geral em Capela
     
Numa reunião em desdobramento, algumas consciências, chefes dos anciãos e sábios de Axtlan, encontraram-se com o chefe das legiões superiores, representante de Yeshow,  que estava ligado ao processo evolutivo dos seres de Capela.
      Ângelo Inácio escreve esse momento marcante na história dos capelinos assim: (...) “– Sou apenas um servidor e cumpro ordens do Alto, como vocês. Aproxima-se o tempo de redenção do povo de Capela. O Conselho dos Superiores definiu realizar uma obra de saneamento geral nos mundos do Cocheiro. As medidas, por serem drásticas, causarão tumulto ente as populações das diversas faixas vibratórias dos planetas envolvidos. Contudo, a situação atual torna-se insustentável, e é necessário que realizemos o juízo, com a aferição dos valores íntimos das consciências. Temos muito trabalho à frente e precisamos nos unir para estabelecer a paz definitiva nos mundos capelinos. Os párias serão deportados. Tanto os Amaleques quanto as consciências draconianas serão exilados de Capela. (...)
     (...) - Localizamos um mundo distante, em cujo solo abençoado viceja a vida sob outras formas, guardando, porém, certa semelhança com o nosso mundo. Esse novo planeta está sob a juridisção de Yeshow, o Bem-Aventurado, que também orienta os destinos da nação planetária nascente. Para lá serão banidas as legiões do Dragão e aqueles que se sintonizam com suas ideias. Capela não mais sofrerá a influência imediata dessas almas desajustadas, que, no novo ambiente para onde serão deportadas, sofrerão as provas dolorosas em razão de suas atitudes.  Entretanto, essa medida saneadora não se passará sem a intervenção da misericórdia de nosso Pai. Sem dúvida, se farão necessárias medidas enérgicas, que farão sofrer muitos do povo capelino. Todavia, essa comoção é inevitável, a fim de que os povos piedosos do Cocheiro não encontrem tanta resistência para empreender seu progresso consciencial.” (...)
     Assim, ficou determinado que após a redenção dessas consciências poderiam retornar para Capela. 

(Interessante observar que o que ocorreu aqui na Terra tem grande semelhança ao que houve lá nos mundos de Capela. Como dito acima que a Terra se encontra sob a mesma orientação de Yeshow, tudo indica que o ser que conhecemos como Jesus é o mesmo Yeshow, o dirigente cósmico que orientava os seres dos três planetas de Capela. Para impulsionar o progresso corporificou-se com um corpo mais denso e interagiu com os capelinos, deixando um código moral de conduta. Após essa sua missão orientadora, dando oportunidade para todos à uma mudança de comportamento, para que se ajustassem à ética cósmica, em determinado tempo cósmico, promoveu um Juízo geral para um saneamento no sistema de Capela.)

Exílio Planetário Capelino

     
Dois  Sol de Capela
No astral de Capela, Urias, o chefe supremo das consciências capelinas, o guardião da eternidade, representante do governador espiritual daquele mundo, Yeshow, desceu à região das trevas para informar a determinação do expurgo daquelas consciências rebeldes.
       Assim é descrito, por Ângelo Inácio, esse momento: (...) “-Irmãos do Cocheiro, que a grande presença de Yeshow, o sublime, possa iluminar as suas consciências. Desde longos milênios têm permanecido à margem dos progressos espirituais; têm desenvolvido ação intensa no sentido de nublar a evolução dos povos capelinos. Os apelos do Alto foram rejeitados, e sua ação na civilização dos nossos mundos tem sido de todo prejudicial aos propósitos dos seres superiores. Há necessidade de proceder a um expurgo coletivo. Serão deportados para outra pátria no seio do cosmo. Não poderão mais continuar detendo a evolução. Aproximam-se momentos dolorosos, e o império dos Dragões encontra sua derrocada final, ante os desígnios do Eterno.
      - Aproxima-se do sistema um astro, que irá atraí-los para sua aura magnética. Serão expatriados por longos milênios, até que suas consciências venham a integrar-se novamente à família universal pela vivência do amor. A 42 anos-luz de distância, foi localizado um mundo novo, primitivo, cuja população recentemente encontrou a luz da razão. Para lá serão transferidos, e os povos da constelação do Cocheiro serão liberados de sua presença para prosseguirem na jornada de aprendizado espiritual. Entre as lágrimas e as dores que certamente experimentarão no novo mundo, poderão lembrar as estações abençoadas do Cocheiro e contar aos seus filhos a história do degredo do paraíso.” (...)

    Convocando o chefe da legião dos dragões ofereceu-lhe a oportunidade de ele comandar o grande grupo de exilados. Seria para ele a oportunidade de começar a se redimir.
      Informou-lhe que o astro errante que se aproximava do sistema de Capela atrairia, pelo seu magnetismo primário, os seres rebeldes e os levariam em seu rastro magnético até o novo planeta. Os possíveis sobreviventes das catástrofes naturais que abalaria os planetas, durante a passagem do astro, seriam levados em comboios.
     Os seres rebeldes e o chefe daquela legião não tiveram como não aceitar aquela determinação.
   No tempo que se seguiu, diante das catástrofes e das crises que se instalaram em Capela, os espíritos das regiões trevosas procuraram inspirar pensamentos de revoltas nos que com eles se sintonizavam. Surgia a verdadeira face de cada um. Os crimes se alastraram e houve a subversão dos valores morais.  
     Também, com a aproximação do astro errante no sistema do Cocheiro houve uma grande mudança climática, terremotos e descongelamentos dos polos provocando enchentes e maremotos.              

       Com o decorrer do tempo foi sendo reunidos no satélite natural (como a lua) de Axtlan mais de 40 milhões de espíritos rebeldes entre Amaleques e Dragões.  O corpo celeste, com sua passagem na proximidade de Axtlan, atraiu em seu campo magnético aquela imensidão de espíritos e levou-os para o planeta Terra. Os Amaleques que sobreviveram às catástrofes na dimensão física foram transportados pelas naves esféricas dos vergs.

(Como vimos, o processo de “Juízo Geral”, em Capela, foi um processo complexo de longo planejamento e execução. Os 40 milhões de espíritos que foram sendo reunidos e preparados no satélite de Axtlan, com a passagem do astro errante nas proximidades do planeta, foram trazidos para a Terra. Os seres que sobreviveram nas catástrofes naturais, principalmente pela passagem do astro nas proximidades do campo magnético de Axtran, foram transportados em naves etéricas dos vergs utilizando as trilhas energéticas do universo; pois os planetas de Capela estão a 42 anos-luz da Terra. Os corpos desses seres, como foi dito, eram de uma fisicalidade menos densa que a dos corpos dos humanoides terrenos da época; eles eram de uma energia radiante. Os seres foram transportados em comboios ao longo de 10.000 anos terrestres. Foram colocados na região da Lemúria e da Atlântida, continentes que estão afundados nos oceanos.  Os capelinos deram um grande impulso na civilização atlante. Também, com sua genética, fizeram uma miscigenação com os humanoides da época surgindo assim a raça branca)

Conflito entre os Dragões e os Magos de Capela e o Afundamento da Atlântida


Lemúria
  No livro “Legião”, editado em 2006, psicografado por Robson Pinheiro, Ângelo Inácio narra que a Atlântida e a Lemúria foram o berço dos magos, por ter recebido os espíritos exilados que possuíam grande bagagem científica e notável domínio mental sobre as forças da natureza. Esses magos se conduziam por um sistema ético moral da época e faziam incursões no plano astral com liberdade manejando com destreza inúmeras leis da natureza. Nessa época a atmosfera psíquica do planeta possuía poucos focos de contaminação fluídica (elementos mentais e emocionais) e isso facilitava aos magos exercerem a magia puramente mental, sem uso de rituais ou objetos condensadores. Também, mesmo os que já estavam encarnados, apesar da limitação do cérebro físico, conseguiam manifestar o saber trazido de Capela pela recordação com nitidez de inúmeras leis e métodos para empregarem a energia mental. Comparando com a atualidade, naquela época a população era pequena e a produção de pensamentos desordenados era menor; a emissão das formas mentais era feita por criaturas ainda instintivas, ignorantes e ingênuas.
     Com o regresso dos antigos exilados, já regenerados, para Capela, permaneceram apenas os retrógrados e aprendizes dos primeiros magos. Esses já sem a lucidez trazida de Capela formaram os colégios dos sábios e os templos iniciáticos.
     Com o decorrer dos milênios, surgiu os magos que começaram a se desviar dos objetivos traçados pelo colegiado “Conselho dos Bons”. Esses se autodenominaram como magos negros. Eles ignoravam que estavam sendo manipulados pelos chefes de legião dos dragões, os que vieram exilados antes, a 470.000 anos atrás.
      A medida que foi aumentado o número de reencarnações a atmosfera fluídica psíquica começou cada vez mais a se tornar densa e pesada, devido a ação dos pensamentos revoltosos e viciosos.

Atlântida 
     No livro “Os Nephilins”, Ângelo Inácio nos informa sobre a grande guerra que houve entre os anunnakis rebeldes e os capelinos exilados.
     Durante centenas de anos esses dois grupos se enfrentaram utilizando a magia mental com a manipulação dos seres vivos através do domínio emocional, mental e fluídico.
     Mesmo com ódio do planeta Terra, por terem sidos exilados para cá, os seres de Capela queriam estabelecer as bases de seus reinados naquela época. Eles utilizaram todo o seu conhecimento cientifico e técnico que possuíam temendo o esquecimento disso tudo durante o processo de reencarnação.  Um grupo seleto de magos, que tinha sido dominador em Capela, reuniu-se para formar uma frente a fim de combater os anunnakis. Eles se achavam superiores e queriam estabelecer seus reinados. Canalizaram forças mentais para manipular a população encarnada transformando-as em baterias energéticas vivas, produzindo com isso, correntes mentais inferiores.


 
Um cometa (apenas ilustração)
  Os anunnakis rebeldes que chegaram primeiro na Terra se achavam donos do planeta. Conheciam com profundidade o sistema de vida humano e já haviam feito um mapeamento de imensas regiões do mundo extrafísico, com domínio das energias mais densas. Os grandes colégios de magos entraram em conflito com os anunnakis e para isso foram empregadas as forças da natureza, os elementos e elementais naturais e artificiais.
    O resultado desse combate, ao longo de centenas de anos, fez com que quantidades enormes de energias de ódio, e do astral inferior se adensassem na atmosfera psíquica do planeta. O acumulo dessa massa de energia fluídica fez com que fosse atraído para o planeta Terra  uma enorme rocha que vagava no espaço. Esse grande asteroide caiu na Atlântida provocando o afundamento do continente. Grande quantidade de seres sobreviventes conseguiu imigrar para outros continentes formando novas civilizações.

     A partir desse acontecimento, foram chegando novos seres do espaço que passaram a fazer parte dessas novas civilizações. Assim descreve Ângelo Inácio: (...) “A partir daí novos seres do espaço vieram integrar a enorme falange de seres que recomeçaria, nas terras do novo mundo, sua trajetória evolutiva. Com a permissão dos governadores solares, os céus do planeta foram marcados por luzes do espaço, barcos celestiais, trazendo seres de Órion, Sirius, Antares e da longínqua Andrômeda, entre outras terras do espaço. Alheio à vontade das inteligências sombrias, o mundo recebeu em seu seio mais de 20 tipos humanos distintos, de seres das estrelas redivivos nos corpos físicos dos povos do planeta ou, então, entre os habitantes invisíveis. Miscigenaram-se, conforme o objetivo superior, integrando-se numa única raça. No momento oportuno, quando a ampulheta do tempo escoar-se totalmente, os redimidos retornarão a seus mundos de origem ou, quem sabe, serão novamente redirecionados, deportados e alocados em novas terras do espaço, onde, um dia, contarão a história do paraíso perdido e da morada de deuses e homens.” (...)

     (As diferenças que há nos traços da raças humanas terrenas da atualidade é resultado dessa miscigenação, onde os seres das estrelas contribuíram  com suas caraterísticas genéticas)
V. Lau

Continua...

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Bibliografia:

A Caminho da Luz”, ditado pelo Espírito Emmanuel e psicografado por Francisco Cândido Xavier-
Crepúsculo dos Deuses” – pelo Espírito Ângelo Inácio; [psicografado por] Robson Pinheiro – Contagem: Casa dos Espíritos, 2002.
Legião – Um Olhar sobre o Reino das Sombras” – pelo Espírito Ângelo Inácio; [psicografado por] Robson Pinheiro – Contagem: Casa dos Espíritos, 2006.
Os Nephilins – A Origem” - pelo Espírito Ângelo Inácio; [psicografado por] Robson Pinheiro – Contagem: Casa dos Espíritos, 2014.

Paris, 1858

Allan kardec

      Não tão longe da Terra....
    Na revista Espírita de março de 1958, no tema “pluralidade dos mundos”, Allan Kardec descreve a vida em Júpiter; assim poderemos entender melhor que a vida em outros planetas, em termos de corpos físicos, não é tão densa como a da Terra. Com isso, poderemos entender melhor os corpos etéreos dos primeiros anunnakis e os capelinos que vieram para a Terra.

     (...) A conformação do corpo é mais ou menos a mesma daqui, porém é menos material, menos denso e de uma maior leveza específica. Enquanto rastejamos penosamente na Terra, o habitante de Júpiter transporta-se de um a outro lugar, deslizando sobre a superfície do solo, quase sem fadiga, como o pássaro no ar ou o peixe na água. Sendo mais depurada a matéria de que é formado o corpo, dispersa-se após a morte sem ser submetida à decomposição pútrida. Ali não se conhece a maioria das moléstias que nos afligem, sobretudo as que se originam dos excessos de todo gênero e da devastação das paixões. A alimentação está em relação com essa organização etérea; não seria suficientemente substancial para os nossos estômagos grosseiros, sendo a nossa por demais pesada para ele; compõe-se de frutos e plantas; de alguma sorte, aliás, a maior parte eles a haurem no meio ambiente, cujas emanações nutritivas aspiram. A duração da vida é, proporcionalmente, muito maior que na Terra; a média equivale a cerca de cinco dos nossos séculos; o desenvolvimento é também muito mais rápido e a infância dura apenas alguns de nossos meses.
      Sob esse leve envoltório, os Espíritos se desprendem facilmente e entram em comunicação recíproca apenas pelo pensamento, sem, todavia, excluir a linguagem articulada; para a maior parte deles, também, a segunda vista é uma faculdade permanente; se estado normal pode ser comparado ao de nossos sonâmbulos lúcidos; eis por que se nos manifestam mais facilmente do que os encarnados nos mundos mais grosseiros e mais materiais. A intuição que têm do seu futuro, a segurança dada por uma consciência isenta de remorsos faz que a morte não lhes cause nenhuma apreensão; veem-na chegar sem temor e como simples transformação.

Revista Espírita – ano primeiro – 1858. FEB- Federação Espírita Brasileira.

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