sábado, 28 de novembro de 2015

Invasão Silenciosa


Imagem - Fonte: internet
A ORIGEM DO KRILL – ZETA RETICULI
     Continuando a reflexão anterior, sobre a atuação dos seres extraterrestres entre nós e seus objetivos, vamos continuar fazendo uma síntese das informações do espírito Ângelo Inácio, no seu livro “Abduções”, psicografado por Robson Pinheiro.
     Segundo Ângelo Inácio o Krill é proveniente do planeta Zeta Reticuli, que é uma estrela binária. Uma destas estrelas possui um disco circunstelar, que é observável pelos astrônomos, e esconde o que restou de um planeta que já foi cheio de vida,  mas foi destruído por uma das raças dos grays, de onde pertence o Krill.




DISFARCE DO KRILL
     
Ilustração - fonte: internet
     O que é difícil para entendermos, por enquanto, é a percepção da fisicalidade do corpo semimaterial de um ser extraterreno. Será que perceberemos corpos como se fossem transparentes, ou luminosos? Como algumas imagens de naves avistadas, que foram registradas, mostram as vezes algo luminoso, não tão sólido, parece que o que difere na composição é  a densidade.
     Talvez, foi por isso que no passado chamaram estes seres de “Etherians”, que significa etérico. Parece ser um corpo com frequência vibratória diferente dos nossos corpos físicos, mas também não é igual ao nosso corpo etérico, ainda não descoberto pela ciência terrena; por falta de outro termo chamaram de Etherians.
      Ângelo Inácio informa que entre os grays, alguns deles possuem a capacidade psíquica da dissociação celular; e quando em desdobramento do corpo físico conseguem assumir a aparência de outros seres. Para isso ocorrer deixam seus corpos em estado de animação suspensa dentro de uma capsula e atuam materializando-se com a aparência física escolhida.
      Desta forma é que o Krill, desde o encontro com Eisenhower até a atualidade, materializou-se   imitando a forma de um anunnaki, com a testa cônica, mas não conseguiu imitar a altura deles. Atuando durante 50 anos disfarçou sua aparência diversas vezes interagindo entre os seres humanos, inclusive imitando a forma humana. A estratégia sempre foi a mesma oferecia tecnologia em troca da liberdade de fazer abduções para seus experimentos.

TRANSPORTE DO KRILL PARA A BASE DOS GUARDIÕES    

     
fonte: Imagem - Google Sky
A “Estrela de Aruanda” é uma enorme nave de aproximadamente 400 metros de diâmetro, constituída de matéria astral. Ela é utilizada pelos guardiões do planeta Terra para se deslocarem nas regiões vibratórias no mundo espiritual.
     Quando o krill foi preso, já sem o corpo físico, com o corpo astral, foi colocado dentro desta nave e levado para a base dos guardiões na Lua.
     Lá, na região conhecida como Mare Imbrium, há uma das bases dos guardiões do planeta Terra. Esta base vibra na dimensão astral, ou seja, numa dimensão paralela, sem ser a tridimensional como conhecemos. Ela é construída com matéria astral e se estende até abaixo do solo lunar, e é protegida por campos de altíssima frequência.

Este vídeo mostra a região Mare Imbrium na Lua




NOVA EXTRATÉGIA DO KRILL – INVASÃO SILENCIOSA

Imagem - Google Sky
   Na Lua, na base extrafísica dos guardiões da humanidade, na região correspondente a Mare Imbrium, na presença dos guardiões especialistas: Kiev, Watab, dimitri, Anton, Jamar e uma equipe de seres do espaço, especialmente vindos da constelação de Órion, de um sistema próximo de Betelgeuse, o Krill teve que dar explicações sobre sua atuação aqui na Terra; agora em corpo astral não tinha como esconder seus pensamentos, como tinha feito na conferência realizada no passado em Titã.
 
          O Krill revelou que desde a época do imperador romano Constantino esteve atuando na política dos humanos. Disfarçado de humano participou de momentos decisivos na história da humanidade, desde 1000 anos atrás.
     Somente a partir do século XVII resolveu atuar diretamente através de abduções. O objetivo era identificar entre os humanos uma matriz energética para reverterem o processo de degeneração da sua espécie. Retornou duas vezes ao seu planeta Zeta Reticuli e após 1947 resolveu ficar aqui na Terra definitivamente; pois ele não sabia se seria aceito quando retornasse ao seu planeta.
     Após o rompimento do tratado com os líderes políticos mudou sua estratégia de atuação; percebendo que como ele podia ir e vir sem ser percebido, e como as autoridades escondiam este relacionamento da população, ele podia usar esta política a seu favor. Também, devido a não possuir uma grande frota de naves equipadas com armamentos não podia fazer uma invasão mais direta. Assim, almejando realizar uma invasão silenciosa, disfarçado de humano, infiltrou-se nos governos participando de decisões importantes; também, infiltrou-se na máfia italiana, no Banco do Vaticano, na OTAN, e na ONU; agindo assim, pretendia tornar-se uma espécie de regente secreto. Aprendeu que para dominar tinha que dominar a economia, a indústria da guerra e a religião.
     Também, almejava retirar recursos do planeta Terra para recompor a atmosfera de seu planeta

   
Ilustração - Fonte: Internet

ACORDO COM OS REPTILIANOS E

CRIAÇÃO DE SERES HÍBRIDOS

     Outra estratégia da invasão silenciosa foi fazer acordo com os seres extraterrenos reptilianos, oferecendo a oportunidade para eles assumirem o planeta Terra, juntamente com ele e seus cientistas. O Krill informou que os experimentos genéticos já estavam sendo realizados, e criaram muitos seres híbridos. Estes seres foram criados com o objetivo de serem uma raça auxiliar e subalternas, para obedecerem a eles executando seus planos. Muitos híbridos criados já estavam caminhando entre os humanos, e alguns já estavam infiltrados no meio dos poderosos, prestando assessoria a governos e instituições mundiais.

     O Krill informou que tinha 15 representantes seu envolvidos na política e negócios. Os híbridos também, criados por eles, recebiam informações, ideias, e estratégias a serem seguidas visando uma invasão silenciosa. Ainda agora, depois de ter perdido o corpo físico, aprisionado em corpo astral, achava que o projeto funcionaria; mesmo sem ele, seria executado por meio de seus representantes.

AÇÃO DOS SERES FEDERADOS

     
Fonte: Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bionergéticas
O ser da raça Grey, dos federados, proveniente de Betelgeuse informou ao Krill, que enquanto eles estavam executando seus planos de domínio, poder e invasão, eles, os federados, conseguiram identificar o DNA específico com habilidades psíquicas mais abrangentes. As abduções foram feitas sem sofrimentos, sendo a maioria com o desdobramento do corpo astral. Eles conseguiram interferir na formação de seres híbridos com capacidades psíquicas acentuadas que serão a nova humanidade.  O objetivo é de auxiliar a humanidade para o futuro. Estes seres têm condições de identificar os seres criados pelo Krill e seus parceiros e travar uma batalha psíquica e mental em auxílio aos guardiões planetários. 
     Era 15 de outubro de 2010 quando o Krill foi levado escoltado para um dos mundos da galáxia, para prestar contas de sua atuação.

CONCLUSÃO

     As informações deste tema parecem coisas de filme de ficção cientifica; isto por que, a percepção do nosso cérebro físico está limitada aos cinco sentidos comuns, que a grande maioria de nós possuímos; por isso que entender o abstrato, outras realidades dimensionais, e outras energias de vibrações ainda não descobertas pela ciência, se torna difícil para nós. Mas quando entramos em contato com pessoas que têm percepções psíquicas acentuadas, ou paranormalidade, eles revelam que percebem os seres astrais, ou espirituais, tão reais como se tivessem vendo-os com os olhos físicos.
    Sendo assim, a reflexão sobre estas informações que estamos recebendo da dimensão espiritual nos faz perceber, através da razão, o seguinte:
1 -  Existem no universo planetas que foram destruídos pelos seus habitantes; exemplo disto é o Krill, que veio buscar a solução aqui na Terra para reverter o processo de destruição causado por eles. A Terra, no ritmo que vai, também caminha para a destruição – a poluição está afetando a atmosfera, a água doce, os mares e estamos destruindo as florestas, reserva importante para a composição do ar que respiramos;
2 – Quando os seres do espaço entraram em contato com os governantes, estes ao invés de tomarem decisões baseadas tão somente em seus interesses de poder e de supremacia, principalmente bélicos, deveriam ter colocado seus interesses de lado e, na medida do possível, divulgado para a humanidade, expondo a existência de vida inteligente fora da Terra. União entre as nações seria impossível naquele período de guerra, e este fato foi utilizado com astúcia pelo Krill, para atingir seu objetivo. Diante de seres com tecnologia tão avançada, em relação a terrena, a divulgação dificultaria a ação destes seres para uma possível invasão.  Diante de um fato tão extraordinário para a humanidade, esconder as evidências sobre a existência destes seres e seus objetivos, foi uma espécie de traição quanto a confiança em que os cidadãos das nações depositam em seus representantes. Mesmo após o perído de guerra o governo continuou escondendo os fatos.
3 – Há um “governo oculto” que foi formado e está por trás da manipulação na economia, nas religiões, e nas instituições humanas. Este governo é composto por seres híbridos, manipuláveis pelos seres extraterrenos, por seres disfarçados de humanos infiltrados nas instituições, e por grupos ricos que visam o poder e domínio; quem são? onde estão?  
4 – É bom sabermos que os seres federados já criaram seres com habilidades psíquicas e estão trabalhando para desenvolver, nas próximas gerações, mais seres, que nascerão com a capacidade de percepção da dimensão extrafísica. Isto contribuirá para a diminuição do misticismo e a apreensão de outras realidades do universo. Quem não for exilado para outros planetas nascerá nestes novos corpos físicos, mais aperfeiçoados.
5 – Segundo Ângelo Inácio, os seres Greys da raça  do Krill são só cientistas, mas existem outras raças que são guerreiras, e se descobrem a Terra pode haver uma invasão desastrosa. Diante disto, a solução para a humanidade é a união entre as nações, colocando o interesse global acima do individual.
V. Lau


Belo Horizonte (BH), agosto de 2015.

Espírito Ângelo Inácio

 (...) No caso de uma unidade biológica extraterrestre, a empreitada complica-se um tanto, pelo fato de que o alienígena apresenta frequência vibratória muito diferente da que revelam os terráqueos. Acrescente-se a isso o fato de que, no caso dos grays, alguns deles detêm a capacidade psíquica da dissociação celular e, portanto, fora do corpo, conseguem assumir não apenas a aparência, mas a identidade magnética de outras criaturas.  Há uma espécie de aura emanada de suas mentes que torna possível desenvolver a habilidade de metamorfose, ou seja, capacita-os a adquirir a forma física de outros indivíduos. Todavia, para isso ocorrer, devem deixar o corpo físico, dissociar-se dele e, então, revestir-se da nova identidade, numa espécie de rematerialização, incorporando as propriedades de outros corpos, incluindo os de seres de outras culturas e raças. Trata-se de uma habilidade não desenvolvia em humanos terrestres. Não obstante, se o corpo físico em repouso não for preservado, os grays perdem imediatamente a condição de exercer tal dom, além de se verem definitivamente numa dimensão semelhante àquela que, na Terra, é conhecida como astral; ou seja ocorre o descarte definitivo de seus corpos físicos, de modo irreversível.  Eis por que o Krill escolheu um recanto desconhecido dos homens para resguardar seu corpo em animação suspensa. (...)

 (...) Depois de mais de 50 anos transitando entre um país e outro, já se sentia absolutamente seguro entre os humanos do planeta. Modificara sua aparência externa inúmeras vezes, mas, sobretudo para enganar os humanos, assumiu a feição de um anunnaki, com testa cônica, embora não pudesse simular a estatura bem maior daquela raça. Sob esse disfarce, participou diversas vezes de reuniões com líderes mundiais, desde a época de D. Eisenhower até os dias atuais, com figuras como os presidentes russo Vladimir Putim e chinês Xi Jinping, o ditador norte-coreano Kim Jong-um, entre outras personalidades centrais no mundo político, além de chefes de órgãos de segurança com John Brennan, diretor da CIA sob Barack Obama, e Tamir Pardo, diretor do Mossad, a agência de inteligência israelense, sob o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Até certo ponto enganara a todos. A estratégia era semelhante à dos primórdios.  Apresentava-se como um alienígena que oferecia vantagens em troca de favores, entre os quais a permissão para atuar no território sob jurisdição do contatado com a finalidade de realizar abduções. Entretanto, o krill também se disfarçava de humano, pois detinha uma habilidade rara mesmo entre os de sua espécie.

(...) – Estamos neste mundo há alguns séculos. Durante período de mais de mil anos de sua história – falou olhando fixamente para Watab e Anton- , fizemos várias experiências, ainda que pontuais, em países ao redor do globo. Estivemos presentes em eventos de seu mundo em momentos decisivos, nos quais nos manifestamos no planeta disfarçados de humanos como vocês. Desde a corte de Constantino, um dos imperadores romanos, estivemos envolvidos na política dos terráqueos. Fomos confundidos com demônios durante o que chamam de Idade Média, exatamente porque nos fizemos visíveis a muitas pessoas as quais nos interessava pesquisar. Naquela época chegamos a mapear mais de 400 humanos, que serviriam como elementos de pesquisas. Somente depois da Guerra Turco-Otomana, no século XVII, é que resolvemos definitivamente partir para as experiências nas quais empregaríamos mais intensamente as abduções físicas. Alguns anos antes da Primeira Guerra Mundial, cheguei ao seu planeta com a incumbência de assumir a direção das negociações de poder e das experiências de nossos cientistas. Desde então, regressei em dois períodos a Zeta Reticuli, para, a partir de 1947, ficar definitivamente aqui.

 (...) – Mudei porque seus líderes romperam o tratado que fizeram conosco!
 -Um tratado apenas político e militar, que de nada adiantou.
- Um tratado que me fez acordar. Se eu podia ir e vir em seu mundo sem que percebessem que estávamos aqui, ainda mais quando os líderes das potências internacionais escondiam da população nossa ação entre os homens, naturalmente, notei que tinha muito a meu favor. Não precisava me esconder; poderia usar essa política dos humanos em meu benefício. E assim o fiz.

(...) – Sim descobri que, ao mesmo tempo que buscava encontrar uma forma de nossa gente se reproduzir novamente, eu também poderia obter recursos do seu mundo para recompor nossa atmosfera e reconstruir nosso sistema de vida. Além disso, ao ficar por aqui, poderia me tornar um regente secreto, de âmbito global. Afinal de contas, aprendi como me infiltrar nos governos e participar das decisões disfarçado. Para dominar, basta dominar o dinheiro, a economia, a indústria da guerra e a religião. Com efeito, os humanos não aceitam a interferência de seres de outros mundos em seu sistema de vida, nem sequer acreditam em nossa existência, em sua grande maioria. Como selvagens, lutam entre si, comprometem sistematicamente seu próprio mundo com políticas voltadas apenas à obtenção de poder. Poucos sabem de nós e, em regra, fazem de tudo para esconder nossa atuação.

(...) A maioria dos humanos acredita, incluindo os que se consideram a elite intelectual, que são a única forma de vida no universo. Miseráveis criaturas! Quem pensa assim? Não obstante, esse tipo de ideia vem a calhar para quem pretende dominar e reger um mundo como tal – o krill escarnecia da espécie humana. – Aproveitei a situação, a distração dos brinquedinhos que nossa equipe ofertou aos cientistas e aos governos do seu mundo, e me inteirei de muitos negócios, de muitas das políticas vigentes.
    - Inclusive entrando em contato com outros seres do espaço que tinham a mesma intenção que você – completou Anton diante do exposto.
     - Procurei os reptilianos, revoltosos e insatisfeitos, e lhes ofereci a oportunidade de assumir este mundo juntamente comigo e com os cientistas que eu trouxe. Os experimentos genéticos já estão em pleno andamento. Muitos seres híbridos foram desenvolvidos com o fim de produzir uma raça auxiliar, subalterna, que nos favoreça os planos. Muitos dos nossos já estão entre os humanos da superfície; caminham entre eles, vivem entre eles, e alguns – ainda poucos, mas os há – infiltram-se em meio aos poderosos, a pretexto de prestar assessoria a governos e instituições mundiais.

(...) – Algo que levou em conta a política internacional. Aproveitei a ideia de esconder nossa presença, algo defendido pelos governos mundiais, e agi em conformidade. Para que vir com nossas naves nos céus do planeta se poderíamos fazer diferente, de maneira silenciosa e mais eficaz?
     Nesse ponto o outro gray interveio, complementando a fala do Krill  com mais dados:
     - Mas não somente por isso, renegado das estrelas. Você sabe muito bem que não possuem tantas naves assim, a ponto de realizarem uma invasão desse porte. Dispõem de no máximo 10 naves, e nenhuma é aparelhada para a guerra, pois, quando deixaram nosso sistema, tanto pretendiam apenas realizar experiências científicas quanto teriam dificuldades em sair de lá com armamentos de grande porte. Ou seja, seus aparatos de defesa são diminutos.

(...) - Vocês são tímidos por demais em suas intenções, habitante de Betelgeuse. Nosso objetivo é infiltrar muitos dos nossos nos sistemas político e de vida dos terráqueos. Por isso, já estamos muito adiantados no processo. Muitas instituições consideradas poderosas pelos humanos já estão em nosso radar de influência, e outras tantas são dirigidas diretamente por híbridos ou por algum de nossa espécie. Eu mesmo já me infiltrei na máfia italiana, no Banco do Vaticano, nas negociações da ONU, da OTAN, a Organização do Tratada do Atlântico Norte, e em outros organismos de renome. Tenho ao menos 15 representantes meus diretamente envolvidos no universo da política e dos negócios. Além deles, há os híbridos, que recebem diretamente de nós informações, ideias, projetos e estratégias a serem seguidos. De fato, é uma invasão silenciosa, acobertada pela política dos governos de não admitir publicamente nossa existência e atuação.

(...)- Ou quem sabe possa... – redarguiu o ser de Betelgeuse, a estrela-alfa de Órion. – Afinal, também temos nossos híbridos entre os humanos. Então, a balança está equilibrada; o jogo de poder não está decidido. No nosso caso, não intentamos invasão, mas auxílio à civilização terrestre. Podemos entrar em contato a qualquer momento com os híbridos produzidos pela união entre humanos e seres de nossos mundos, os mundos confederados. Ao saberem das intenções e da estratégia sob sua batuta, krill, eles reunirão condições de intervir nos mesmos órgãos onde conseguiu infiltrar seus representantes. Como nossos híbridos possuem capacidades e habilidades psíquicas incomuns para a espécie humana atual, serão ainda mais capazes de identificar quem vem sendo conduzido por seus compatriotas e partidários. Por fim, krill, temos um elemento a mais que nos dará vantagem sobre o fruto de suas experiências: enquanto vocês visavam apenas desenvolver híbridos para servirem como marionetes na disputa por podernós identificamos o DNA certo com habilidades psíquicas ainda mais abrangentes, entre outras vantagens, neste momento em que farão diferença no auxílio à humanidade.

Leia a história completa com os diálogos: "Os Abduzidos" - pelo espírito Ângelo Inácio - psicografado por Robson Pinheiro, 1ª ed. - Contagem, MG: Casa dos Espíritos, 2015. (Série Crônicas da Terra . 4)

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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Evidências da Existência de Seres Extraterrenos

Ilustração - fonte: internet
EZEQUIEL 1 (...). Eu olhei: havia um vento tempestuoso que soprava do norte, uma grande nuvem e um fogo chamejante; em torno, de uma grande claridade e no centro algo que parecia electro, no meio do fogo. No centro, algo com forma semelhante a quatro seres vivos, mas cuja aparência fazia lembrar uma forma humana. (...) Olhei para os seres vivos e eis que junto aos seres vivos de quatro faces havia, no chão, uma roda. O aspecto das rodas e a sua estrutura tinham o brilho do crisólito. Todas as quatro eram semelhantes entre si. Quanto ao seu aspecto e à sua estrutura, davam a impressão de que uma roda estava no meio da outra. (...) Quando os seres vivos se moviam, as rodas se moviam junto com eles; quando os seres vivos se levantavam do chão, as rodas se levantavam com eles. (...) Bíblia de Jerusalém – PAULUS- 2002

      Percebemos que a descrição em Ezequiel, junto ao rio Cobar, foi feita conforme a limitação da cultura e conhecimento da época. Nela, com nossos conhecimentos atuais, identificamos o avistamento de um veículo (nave) luminoso  cujos ocupantes , apesar de lembrar a forma humana, tratava-se de uma raça de seres diferentes, extraterrestres.
    Como se poderia descrever eletricidade, deslocamento de naves espaciais com sistema antigravitacional, formatos de naves e os uniformes dos seres astronautas naquela época?

      A descrição foi feita de forma detalhada, mas devido ao impacto da visão e, por se  tratar de coisas totalmente diferentes da época, ela ficou  impregnada pelo religiosismo natural daquele povo,  com a crença associada à Yahweh, Deus nacional dos Hebreus.

Edgar Dean Mitchell - 6º astronauta a pisar na Lua com a Apolo 14 em 1971


 
  Existe ou não existe seres de outras raças no universo?
     Se existem, o que eles estão fazendo aqui na Terra? Quais são os objetivos deles?
     Eles já entraram em contato com alguns governantes?
     No livro “Abduzidos”, psicografado por Robson Pinheiro, o espírito Ângelo Inácio traz importantes informações a respeito disto; para compreendermos a atuação e os objetivos de seres de raças de outros planetas do universo. Ele, também, nos mostrará a atuação dos guardiões planetários monitorando as atividades destes seres que interferem na evolução da humanidade.
     Qual é a aliança destes seres com os governantes do passado e do presente? Qual é o verdadeiro objetivo de certa raça que tem feito abduções de humanos para experiências genéticas?


Titã  - ESA/NASA
CONFERÊNCIA COM SERES DE DIVERSAS RAÇAS EXTRATERRENA EM TITÃ - 1930
     Segue uma síntese das informações contidas no livro sobre a interferência destes seres em nossa história: Segundo Ângelo Inácio, Titã, o maior satélite de Saturno, apresenta uma atmosfera espessa e possui grandes reservas de água em seu interior. Ali foi construído uma espécie de base, com atmosfera artificial, por seres aliados, procedentes de diversos mundos da galáxia. Nesta base há uma plataforma especial com instrumentos avançados para captar emissões de rádio e outras ondas provenientes de diversos mundos, mas principalmente da Terra, que era alvo da preocupação maior destes seres.
     No final de 1930, nesta base, foi realizada uma conferência com seres de diversas procedências tais como:  Órion, Centauri, Plêiades, Capela, Nibiru, Zeta Reticuli e outros. Havia ali uma diversidade de características culturais e de interesses, e cada um apresentou seus objetivos em relação ao planeta Terra e sua humanidade. A maior parte se interessava em fazer pesquisa científica para entender a ecologia e a vida dos humanos, principalmente em relação às suas emoções. Outros se preocupavam com a atuação de certa “entidade” que, no passado, alojou-se na Terra e que atuava nos bastidores astrais inspirando os conflitos humanos. Havia também os que se preocupavam com a segurança em relação ao contrabando de tecnologia oferecida às grandes potencias, e que poderiam provocar grandes destruições na Terra. Também havia os que se preocupavam com o desenvolvimento de capacidades parapsíquicas de certos indivíduos humanos, que herdaram esta característica da miscigenação com outras raças, principalmente dos anunnakis e dos capelinos.
     Devido a índole guerreira dos humanos terrestres, estas capacidades paranormais, aliadas à tecnologia militar e espacial, obtidas através de troca de favores com seres extraterrenos, não comprometidos com a ética cósmica, poderia pôr em perigo a vida na Terra, inclusive levar a guerra para outros recantos do sistema solar e da galáxia.

     Após diversos debates e exposições de interesses concluíram que a melhor forma de lidar com os humanos terrestres era não fazerem nenhum tipo de concessão tecnológica; e qualquer contato deveria ser de forma indireta; de forma direta, somente em caso de emergência mundial.

Ilustração - Fonte internet
Dentre os conferencistas havia um ser da raça dos Greys (cinzentos), que se diferia pelos seus olhos muito negros, e que se auto intitulava representante de sua raça; ele pretendia fazer exatamente o contrário do acordo da conferência. Este ser de Zeta Reticuli, um Krill, pesquisava a política humana, já desde uns 20.000 anos atrás. Ele conhecia a capacidade de destruição dos humanos e nem estava interessado se eles iriam destruir a Terra ou não.
      Em seu mundo haviam destruído a ecologia e perdido a capacidade de se procriarem naturalmente; só se reproduziam por clonagem.
      O Krill não estava autorizado a representar seu planeta; ele fundou uma espécie de partido de cientistas, e foi banido de seu mundo por causa dos métodos pouco éticos que praticava ciência. Aqui na Terra, o objetivo dele era comprovar suas teorias através de abduções e experiências genéticas, para retornar ao seu mundo e ser reconhecido tornando-se governante lá.

REUNIÃO COM O PRESIDENTE HARRY TRUMAN

Fonte: internet
Após o acidente de Roswell (1947), uma nave se dirigiu a um determinado lugar combinado, e iniciou-se um processo para estabelecer uma linguagem comum para entendimento entre os humanos e os seres do espaço.  
      Conseguindo um código de comunicação, o controle do espaço aéreo norte-americano recebeu a informação destes seres, que queriam uma reunião com o representante máximo do governo naquele país. O Krill informou que eles sabiam sobre a nave capturada (em Roswell) que estava em poder deles, os norte-americanos; e como os militares não sabiam decifrar a tecnologia da nave, eles poderiam ajudar.
     Após isto, foram reunidas algumas autoridades para discutirem a autenticidade da mensagem e a possibilidade da reunião com os seres extraterrenos

Fonte: internet
 Este grupo era composto por: Presidente dos EUA Harry Truman; Secretário de Defesa James Forrestal; Secretário do Exército Gordon Gray; Diretor da CIA Gal. Hoyt Vandenberg; Tenente-General Robert Montague; Chefe do Estado-Maior e futuro presidente Dwight Eisenhower; e os cientistas:  astrofísico Donald Howard Menzel; cientista aeronáutico Jerome Hunsaker; o acadêmico Detlev Bronk; Vanevar Bush engenheiro associado a construção da bomba atômica e o geofísico Lloyd Berkner.
      A reunião foi marcada e o Krill, com sua habilidade psíquica, criou no seu corpo uma aparência próxima da humana; isto para não chocar os participantes da reunião. Durante mais de uma semana prosseguiram com este encontro discutindo fatos e ideias.
      Enquanto ocorria esta reunião, outros seres, da mesma procedência, em outros recantos do planeta, faziam proposta para Adolf Hitler, oferecendo tecnologias novas que dariam a ele grande poder  no mundo. Por isso é que surgiram algumas naves construídas com esta parceria.

O ACORDO E ESTRATÉGIA DO KRILL
     O acordo era o fornecimento de tecnologia em troca de permissão para abduzir pessoas para experiências genéticas.
     Com as nações rivais o acordo era o mesmo, fornecimento de tecnologia em troca da permissão para raptar e abduzir seres humanos para experiências. Dos campos de concentração muitos foram levados para estas experiências secretas.
     O Krill oferecia aos americanos tecnologia de comunicação mais rápida, técnicas de manipulação do clima, aparelhos voadores invisíveis aos radares, e levar cientistas ao mundo dele, para conhecerem progressos recentes em tecnologia de viagem no tempo e o projeto de uma arma com base na energia atômica liberada controladamente.
     Para pressionar as autoridades norte americanas, ele informou que também havia ofertado tecnologia para os nazistas e para a Rússia; era tecnologia obsoleta mas oferecia grande avanço em armamentos. Se não aceitassem faria acordo com as outras potências.
     Também havia a preocupação, por parte das autoridades americanas, em relação ao caos que se estabeleceria nos paradigmas humanos, sobre a revelação da existência de outros seres do espaço; se isto viesse à tona, todo o sistema de crença e cultura seriam abalados.
     O krill informou que eles não queriam se mostrar, a não ser em ocasiões especiais, e que as autoridades poderiam trabalhar na desinformação e negação dos fatos para os meios de comunicação.
     O que eles queriam em troca do fornecimento de tecnologia era a construção, por parte das autoridades norte-americanas, de bases militares para que os cientistas terrestres, junto deles, trabalhassem em conjunto.  Prometeu, também, levar uma comitiva de cientistas terrestres ao mundo deles.
     Diante da discussão em relação aos termos apresentado, o Krill ordenou que sua nave pousasse num local previamente determinado, onde vários seres do espaço desceram e, após os cumprimentos, deixaram os cientistas atônitos. Fazia tudo isto, de forma habilidosa, para forçar o acordo com os norte-americanos.
     As autoridades americanas temiam a aliança, mas ao verem materializados alguns equipamentos e conhecerem algumas técnicas bélicas estabeleceram o tratado.
     Um mês depois 28 cientistas, convencidos de que estavam prestando grande serviço à nação, embarcavam rumo ao desconhecido; mas mal sabiam que era uma viagem sem retorno.
     Após o acordo diversas bases secretas foram instaladas, onde novas tecnologias foram apresentadas aos homens terrenos.
       O Krill continuou com a manobra de fazer acordo com nações rivais e valia-se disso para pressionar exigindo mais concessões. Ele pretendia tirar proveito da rivalidade das nações.


Fonte: internet
Com o decorrer do tempo o Krill buscou fazer alianças com diversas nações; e, tirando proveito da rivalidade entre elas, exigia cada vez mais concessões, ameaçando romper o acordo a qualquer momento e favorecer o adversário.
    Como os governos rivais queriam obter a tecnologia mais avançada para poder ter domínio sobre os demais, a estratégia do Krill, por algum tempo, funcionou.
    O interesse pela tecnologia dos greys era mais na área bélica e militar, mas algumas tecnologias cedidas não foram adiante devido aos cientistas não poderem compreender certas fórmulas e certos raciocínios. Também eram pressionados devido  ao período de guerra em que estavam,  havia pressa em poder ter a arma mais poderosa. 
    Tudo isto era escondido do público, e algumas informações que vazavam eram logo trabalhadas com a desinformação.

REUNIÃO COM O PRESIDENTE EISENHOWER - 1954
     
Fonte: internet
  Em 1954, já na presidência de Dwight David Eisenhower (seu vice era Richard Nixon e seu futuro sucessor seria John F. Kennedy), novas naves começaram a aparecer e chamaram a atenção das forças armadas norte-americanas e de outras nações; eram outros seres da raça do Krill que vinham ajudar seu líder. Ele enviou mensagens telepáticas para um grupo dotado de habilidades paranormais, a serviço do FBI, marcando o encontro. Um grupo do FBI e das forças armadas começaram a usar uma linguagem simbólica binária, ainda rude, mas servia para fazer contato com as naves, e assim  marcaram o encontro.
     O local escolhido pelos analistas de segurança nacional foi uma base aérea no Novo México, em Holloman Air Force Base.  Para disfarçar a saída do presidente por tanto tempo, o serviço secreto informou que se tratava de férias de Eisenhower em Palm Springs, na Califórnia.
     O Krill, utilizando suas habilidades psíquicas, modificou sua aparência, simulando que se tratava de outra raça alienígena.
     
O Krill, com a ajuda de um aparelho que traduzia sua fala, propôs um novo acordo: ofereceriam tecnologia bélica para os americanos estarem muito a frente das demais nações; novas curas na área da saúde, e recursos para o desenvolvimento em viagens espaciais. Em troca queriam permissão para fazerem experiências genéticas com seres humanos, para solucionarem o problema de reprodução da raça deles.  Prometiam que estas experiências seriam dentro da mais perfeita ética e sem sofrimento para os abduzidos; estavam mentindo em relação a isto. Ao mesmo tempo que faziam isto, em outras nações, estavam estabelecendo outros contados para possíveis acordos.

     Durante uma semana as autoridades discutiram o assunto antes de darem a resposta ao Grey. Enquanto isto, descobriram através da agência de inteligência que a União Soviética também havia sido contatada.

ALERTA FEITO PELOS SERES FEDERADOS
Ilustração - fonte: internet
     Dois dias antes de darem a resposta ao Krill, uma nova nave foi avistada. Este novo contato foi através de um código binário, transmitido a partir de computadores rudimentares, que acendia luzes diversas de acordo com a escala de notas musicais; este sistema era diferente do contato feito com os Greys.   Esta raça que fazia novo contato já havia interferido no passado, antes de 1941, quando os Estados Unidos e o Canadá ingressaram na Segunda Guerra Mundial. Naquela época também tinham advertido sobre o perigo do tratado com o Krill.  Desde aquela época eles aperfeiçoaram o sistema de comunicação, tornando-o mais eficaz.

     Novo local foi marcado para a reunião em uma montanha sugerida pelos americanos. Uma nave desceu silenciosamente acompanhada por quatro naves menores, que ficaram orbitando ao redor, fora do alcance de radares; estavam envolvidas por escudo de proteção tornando-as invisíveis aos olhos humanos.
     Desceram os representantes daquela missão os quais eram de nove raças diferentes,  incluindo um grey que não fazia parte da raça do Krill. Eram liderados por um ser muito parecido com a espécie humana; ele era um anunnaki. Era um ser muito alto de 2,5m ou mais, esguio e com a cabeça ovalada; no contato anterior foram batizados por um oficial americano de “Etherians” (por causa de serem semimateriais?).
     Eisenhower trazia para esta reunião uma comitiva muito grande, inclusive com a presença de dois convidados de países aliados, sendo um deles ministro da Defesa.

     O Anunnaki informou que sabiam sobre a nave dos greys  e os contatos que eles tinham feito com vários países, inclusive com os nazistas e russos. Ele, autorizado pelos guardiões do planeta Terra, advertia que o Krill comandava uma pequena flotilha de naves, e era um renegado de seu povo; e que fazia as experiências com os humanos terrenos com o objetivo de obter o resultado almejado, para quando retornar para o seu mundo ser reconhecido e ser governante lá.
     Alertou que jamais o Krill iria fornecer tecnologia avançada, a qual poderia se voltar contra ele; o que eles estavam recebendo era apenas tecnologia obsoleta e não os protegeriam de uma possível invasão de seres do espaço.
   
      Eisenhower tinha ciência de que o anunnaki possuía capacidade telepática, e procurou omitir a negociação que já estava em andamento com o Krill. O anunnaki deixou um grey conduzindo a conversa com a comitiva de autoridades, enquanto se afastou junto com o presidente Eisenhower e mais dois agentes do FBI. Estes dois agentes estiveram presentes no primeiro encontro com o anunnaki, na época de Truman, quando Eisenhower era chefe de Estado-Maior.
     O anunnaki informou que eles tinham bases situadas em Marte e nos satélites Titã e Ganimedes, e algumas estações transmissoras em alguns fragmentos no cinturão de asteroides; estas bases captavam as mensagens de rádio da Terra. Eles também tinham contato com os guardiões, que eram seres de outra dimensão, extrafísica, e estavam atrás do Krill; estes zelavam pela segurança na Terra.

        O anunnaki propôs a não proliferação atômica no planeta, porque isto seria prejudicial à Terra e afetaria outros planetas do sistema solar. Informou que já tinham feito a mesma proposta ao Canadá, Reino Unido e demais países com arsenal nuclear.
          
       Eisenhower informou que já tinham avançado alguns estágios em determinada tecnologia, e isto já dava uma grande vantagem sobre as outras nações. Ele temia, que as outras potencias pudessem desenvolver o arsenal nuclear, mais que eles.
      O anunnaki nformou que sabia sobre as pesquisas que as autoridades americanas desenvolviam, para estudarem a tecnologia da nave acidentada e capturada no deserto americano; e isso não seria suficiente para combater seres que viajam pelo espaço.
      Por fim, lamentou que o presidente colocasse o interesse nacionalista acima do interesse da humanidade.

DEMONSTRAÇÃO DA CAPACIDADE DE INTERVENÇÃO

     Ao mesmo tempo em que retornava para a nave, o anunnaki alertou que, caso os americanos desenvolvessem algum aparato que colocasse em perigo a vida no planeta, eles estariam monitorando. Em cada base militar seria avistada as naves patrulhando e pronta para interferirem. Seriam várias raças monitorando e possuíam tecnologia suficiente para desarmar todo o arsenal e impedir tanto a fusão como a fissão nuclear. Eles, também, podiam fazer com que toda a energia elétrica do planeta pudesse entrar em colapso, a partir de ondas eletromagnéticas potentes.
      Para demonstrar a sua capacidade de intervenção, quando a nave estava decolando, todas as luzes se apagaram e houve um blecaute na cidade mais próxima, durante 5 minutos.

DECISÃO DOS EUA

     Quando o Krill retornou, as autoridades americanas decidiram que, diante da ameaça do acordo ser feito com outras nações, eles exporiam cidadãos americanos para as experiências do grey, em troca de tecnologia.
      Eisenhower deixou muitos documentos, criptografados, para conhecimento dos próximos presidentes da nação.

ROMPIMENTO DO ACORDO

Ilustração - fonte: internet
     O acordo permaneceu por pouco tempo enquanto foi útil para ambas as partes, pois as autoridades norte americanas conseguiram tecnologias que colocavam-nas em grande vantagem frente as outras nações.
     O acordo era para o Krill devolver os humanos ilesos aos locais de origem e sem a memória das abduções; isto não foi cumprido. Na última conferência nem mesmo o presidente chegou a participar; isto, também, deixou o Krill enfurecido. Ele tentou fazer acordo com a União Soviética, mas não obteve sucesso.
      Após o rompimento do acordo o Krill, furioso, começou a realizar abduções em diversas partes do mundo, mas principalmente nos Estados Unidos. Após exames nos abduzidos foi constatado que o Krill realizou experiências com intensa tortura; e, em muitos casos, houve extração de órgãos; revoltado, ele resolveu deixar seus rastros, pois desprezava a raça humana.

NOVA ESTRATÉGIA DO KRILL (INVASÃO SILENCIOSA)

       Com o passar do tempo o Krill descobriu, em uma montanha no Himalaia, uma caverna contendo 24 capsulas contendo em seu interior, em estado de animação suspensa, o corpo de seres de outra raça extraterrena, que pareciam ser antiquíssimos. Ele deduziu que estes seres estavam em missão aqui no planeta; tentou desvendar a tecnologia ali empregada, mas não conseguiu decifrá-la. Então, resolveu se instalar ali e ficar mantendo contato com os da sua raça.
      Enquanto seu corpo físico permanecia em estado de animação suspensa, utilizando sua habilidade psíquica, deslocava-se até a sociedade de diversos países e atuava desdobrado ou materializando-se, modificando sua aparência física.
      Assim, para uma invasão silenciosa, o Krill mudou a estratégia, escolheu os alvos e começou a intervenção nas famílias mais ricas, visando a manipulação da estrutura financeira dos países mais influentes; atuou, também, na cúpula das organizações religiosas.

PRISÃO DO KRILL

Ilustração -  Fonte: internet
     o Krill não sabia que os guardiões do planeta estavam em seu encalço. Ele foi descoberto quando caminhava para um dos escritórios ligados a sede belga do Parlamento Europeu. Enquanto o Krill, materializado com um corpo de aparência humana, caminhava entre as pessoas numa estação de trem, ele absorvia de um e de outro energia psíquica para manter-se. Alí, no Parlamento, ele pretendia pesquisar o comportamento dos homens ligados ao poder a fim de usá-los.
Apesar de sua capacidade paranormal de ler os pensamentos de outras pessoas, e a habilidade psíquica de materializar um corpo físico semelhante aos dos humanos, os guardiões, em corpo astral, descobriram o Krill e começou a perseguí-lo. Ao perceber que fora descoberto ele correu entre os humanos até que desmaterializou-se conseguindo escapar.
     Antes que ele pudesse retornar à caverna no Himalaia para assumir seu corpo físico, naquela caverna, já se encontrava, em corpo astral, outra equipe dos guardiões; juntamente com agentes em desdobramento do corpo físico, isto é, enquanto dormiam.
      Alí ocorria uma luta contra um gray que vigiava o local para proteger o corpo físico do Kril.   O gray vigia estava acompanhado por um bando de espíritos das regiões inferiores, comandado pelos senhores das escuridões, que tinham interesses em comum.
      Para se entender melhor a situação, o gray possuía um corpo físico semimaterial; sendo assim, podia interagir com os demais espíritos. Os guardiões derrotaram e prenderam todos os envolvidos ali.
      O que não foi previsto foi em relação a um grupo de nativos, que moravam na região, que ao serem alertados da movimentação estranha na caverna subiram a montanha para investigar. Estes nativos, desde a antiguidade, faziam a proteção dos corpos dos antigos que repousavam na caverna; esta missão eles tinham herdado de gerações anteriores e tratavam a tarefa como sagrada. Quando descobriram aquele corpo estranho no local resolveram destruí-lo. Após fazerem isto, sem a equipe dos guardiões astrais poder interferir, o Krill, desdobrado, retornou à caverna não podendo mais assumir seu corpo físico. Então, já em corpo astral, foi aprisionado pelos guardiões e levado para a base dos guardiões na Lua; de lá seria escoltado para outro recanto do universo para, perante um conselho superior, ser julgado pelas suas ações. Era outubro de 2010 quando teve fim a trajetória do Krill aqui na Terra, onde atuou por 50 anos. Mas sua influência continua...veremos no próximo estudo reflexivo. 
     
V. Lau

ENTREVISTA COM O EX MINISTRO DE DEFESA DO CANADA- PAUL HELLYER





Belo Horizonte, MG – agosto de 2015.

Espírito Ângelo Inácio.
TITAN - ESA/NASA

REUNIÃO EM TITÃ
A reunião se deu num dos satélites naturais mais conhecidos do Sistema Solar. Titã fora previamente escolhido devido à sua estrutura etérica e física, análoga à de determinados mundos capazes de comportar habitantes de diferentes procedências planetárias. A maior lua de Saturno apresentava uma atmosfera espessa, além de contar com grandes reservas de água em seu interior. Ergue-se ali uma das mais importantes bases do Sistema Solar, construída mediante participação de seres de diversas raças da galáxia. Era uma espécie de base de aliados, mas sobretudo daqueles que queriam evitar ao máximo interferências nos fatores evolutivos da nova raça humana, em ascensão na Terra.
Titã era um ícone de determinada concepção de sociedade: fundara-se sobre a convicção de que diferentes humanidades e criaturas podem conviver em relativa harmonia, a despeito da diversidade das manifestações de vida peculiar aos mundos de origem de cada uma. Havia ali uma plataforma especial, onde um conjunto de instrumentos de observação permitia captar emissões de rádio e algumas outras ondas provenientes de mundos vizinhos, mas prioritamente aquelas geradas no terceiro planeta, para o qual se voltava a atenção dos emissários das raças espaciais ali representadas. (...)

(...) Fato é que havia muito em jogo no desenrolar dos eventos no planeta Terra. Tratava-se de importante palco de lutas cujo resultado poderia desencadear um efeito dominó de incríveis proporções, capaz de afetar a vida em todo o sistema Solar e nos sistemas vizinhos, além de encerrar o destino de raças guerreiras que ali se congregavam ou se desenvolviam em culturas e nações diversas. (...)

(...) Baseados em evidências históricas como essas, entre outras mais, é que os seres do espaço reunidos em Titã voltavam seus olhares para a Terra. Congregavam-se tanto aqueles comprometidos com princípios de segurança energética e física do Sistema solar quanto aquelas que almejavam experimentar sua ciência e pesquisar novos campos de trabalho no planeta juvenil. Em meio à diversidade de características culturais e de interesses que se convergiam na direção do terceiro mundo, deu-se a conferência intergaláctica, que tinha como palco o gigante de Saturno. Discutiam-se com fervor o futuro e as estratégias que se pretendiam desenvolver em face da realidade terrena no fim dos anos de 1930 e no início da década seguinte, (...)

(...) Outro ser, este, advindo de Zeta Reticuli, um sistema planetário próximo – considerando-se as distâncias espaciais -, interveio:
- Pois a nosso povo interessa interferir de maneira mais direta, sim. Somos também cientistas, porém nosso objetivo é pesquisar a vida humana em sua relação com a ecologia do orbe, desvendando o funcionamento dos elementos naturais. Como é de conhecimento geral, em dado momento de nossa história, nosso mundo sofreu um revés. Depois de diversos ciclos de pesquisa, em vários quadrantes do espaço, chegamos à conclusão de que o terceiro planeta oferece recursos para a sobrevivência de nossa raça, incluindo o clima, a ecologia e a estrutura energética, que favorecem a reprodução de nossa espécie. (...)

(...) o Krill era partidário de ideia defendida apenas por um setor da sociedade, mais exatamente uma vertente de cientistas que buscavam saída para a situação dramática de seu povo por métodos, no mínimo, controversos. No entanto, o gray queria ser reconhecido como rei, aspirando ao posto abolido de governador planetário, de modo que fundara uma espécie de partido cujos adeptos ele dominava. Contudo, devido aos métodos nada convencionais de praticar ciência em diversos orbes por onde passava, fora banido de seu mundo original – fato que alimentou ainda mais sua obstinação e seu desejo de retaliação. (...) – Também eu sou um gray – falou outro entre os etherians -, mas de procedência diferente, ou de um ramo diferente do tronco principal de nossa raça. Não usamos as mesmas armas ou métodos, e nosso povo não perdeu a capacidade de se reproduzir, pois convivemos com a natureza de nosso mundo de maneira mais pacífica. (...)

CONFEÊNCIA COM TRUMAN
- Na verdade, cedemos
(...) - Não queremos que nos vejam ou nos percebam, a não ser em circunstâncias muito especiais, por meio de seus noticiários, sempre em meio a reportagens polêmicas a nosso respeito, que vocês mesmos instigarão. Como veem, não têm alternativa. Desenvolverão uma aliança conosco, tenho certeza! – Foi a sentença arrematadora do gray ante o grupo de cientistas, militares e agentes do governo.
     -Caso declinemos de sua proposta...?
     - Que alternativa vocês têm, humanos? Já apresentamos idêntica proposta a outras nações e conhecemos muito bem sua ânsia de dominar, bem como seu potencial de trabalho e produção.
   - E o que querem em troca?
   - O gray, então, esboçou aquilo que tentava copiar dos humanos: um sorriso, talvez para se identificar de algum modo, embora carregado de ironia.
    - Algo simples, uma parceria. Queremos que construam bases militares, e, nessas bases, trabalharemos em conjunto, seus cientistas e os nossos. Precisamos pesquisar os seres humanos. Nosso objetivo é descobrir se são compatíveis com nosso tipo humanoide .(...)
CONFERÊNCIA COM EISENHOWER

(...) – Celebraremos um tratado de acordo com o qual oferecemos tecnologia bélica, de maneira a estarem muito à frente dos demais em seu mundo. (...) detemos, ainda, a chave para seus cientistas alavancarem as viagens espaciais e ofereceremos recursos para isso.
     Um  dos agentes do FBI perguntou, desconfiado: - E o que querem de nós? Pois sabemos que todo tratado tem dois lados. (...)
     - Temos estudado diversas espécies de seres do espaço, uma vez que não podemos mais nos reproduzir, a não ser por meio artificial. Por isso, carecemos de permissão para conduzir experiências cientificas com pessoas do seu mundo, dentro da mais perfeita ética. (...)
     - Jamais interferiremos nos negócios entre os países com os quais se relacionam, tanto aliados quanto inimigos. Apenas lhes ofereceremos a tecnologia que lhes facultará a supremacia diante das demais nações. Em troca, é de nosso desejo que não interfiram em nossas atividades em seu mundo, muito embora nos comprometemos a apresentar relatórios periódicos e abrir nossas bases para vocês fazerem observações e constatarem as intenções e os métodos perfeitamente éticos que norteiam nossa ciência – o gray mentia (...)
Os ABDUZIDOS” – pelo espírito Ângelo Inácio – psicografado por Robson Pinheiro. 1ª ed. Contagem, MG – Casa dos Espíritos, 2015. (Série Crônicas da Terra v.4)

terça-feira, 25 de agosto de 2015

A NOSSA ORIGEM - "HOMO SAPIENS"


(Adão e Eva)
Genêsis 1
(26) “Deus disse façamos o homem à nossa imagem, como nossa semelhança, e que eles dominem sobre os peixes do mar, as aves do céu, os animais domésticos, todas as feras e todos os répteis que rastejam sobre a terra. ”
Genêsis 2
(4) “No tempo em que Iahweh Deus fez a terra não havia ainda nenhum arbusto dos campos sobre a terra e nenhuma erva dos campos tinha ainda crescido, porque Iahweh Deus não tinha feito chover sobre a terra, não havia homem para cultivar o solo. Entretanto um manancial subia da terra e regava toda a superfície do solo. Então Iahweh Deus modelou o homem com a argila do solo, insuflou em suas narinas um hálito de vida e o homem se tornou um ser vivente. “
(18) “Iahweh Deus disse: Não é bom que o homem esteja só. Vou fazer uma auxiliar que lhe corresponda. (...)” (21) Então Iahweh Deus fez cair um torpor sobre o homem, e ele dormiu. Tomou uma de suas costelas e fez crescer carne em seu lugar. Depois, da costela que tirara do homem, Iahweh Deus modelou uma mulher e a trouxe ao homem. ”
Bíblia de Jerusalém – diretamente dos originais -  PAULUS, 2002.

     Estes registros históricos bíblicos tem sido a base de nossa crença sobre a criação do homem (Adão e Eva). Entretanto, é preciso deixar de lado o medo e o condicionamento imposto a nós, pelos “interpretadores religiosos fascinados”, porque eles têm carregado fortemente enraizado em suas maneiras de pensar, o sistema do passado, “estacionado” e “não cientifico”. Atualizar-se não é “não crer no registro histórico bíblico” e sim, ao contrário, aprofundar-se com o apoio dos conhecimentos trazidos pelas ciências. Quem age desta forma expande a sua consciência para uma realidade bem maior, uma fé mais ampla, raciocinada.
     O que sempre nos chamou a atenção nos textos acima, levando em conta as diferentes traduções, é a expressão “façamos o homem à nossa imagem e semelhança”; da forma como está expresso surge a dúvida: havia mais de uma “divindade”?; e “Iahweh Deus”?; e como Iahweh Deus modelou o homem a partir do barro e a mulher a partir da costela do homem?
     No passado por falta de conhecimentos científicos, como os da atualidade, era heresia duvidar ou questionar sobre as escrituras, e era-se obrigado a simplesmente crer. Mas hoje, graças ao trabalho de pesquisadores, principalmente, da arqueologia, da genética e astronomia, possuímos condições de reunir elementos de informações mais precisos e ampliarmos o nosso conceito a respeito do assunto. 
V.Lau




Gênesis 6
Filhos de Deus e filhas dos homens – Quando os homens começaram a ser numerosos sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram belas e tomaram como mulheres todas as que lhes agradaram. Iahweh: “Meu espírito não permanecerá no homem, pois ele é carne; não viverá mais que cento e vinte anos. ” Ora, naquele tempo (e também depois), quando os filhos de Deus se uniam às filhas dos homens e estas lhes davam filhos, os Nefilim habitavam sobre a terra; estes homens famosos foram os heróis dos tempos antigos.
                                     Bíblia de Jerusalém – diretamente dos originais -  PAULUS, 2002
      E agora...?
      Quem eram “os filhos de Deus”? Quem eram “os Nefilim”? Quem era “Iahweh”?

      Podemos encontrar estas respostas, de forma racional, e fundamentada em evidências arqueológicas, em um conjunto de obras escritas por um arqueólogo de nome Zecharia Sitchin. Suas obras: “O 12º Planeta”, “A Escada para o Céu”, “ O Livro Perdido de Enki”, “As Guerras dos Deuses e dos Homens”, “Os Reinos Perdidos”, “Gênesis Revistado”, “O começo do Tempo”, “Encontros Divinos”, “ O Código Cósmico”, “O Fim dos Dias” e “Havia Gigantes na Terra”, trazem informações importantes sobre a cultura Suméria, que havia há 6.000 anos atrás, na Mesopotâmia (atual Sul do Iraque). Zecharia Sitchin nasceu em Bacu, na República Socialista Soviética do Azerbaijão, em 1920 (atual Azerbaijão), e foi criado na Palestina.  Profundo conhecedor de arqueologia e história oriental formou-se na Universidade de Londres, e era especializado em traduzir a escrita cuneiforme das tabuletas dos sítios arqueológicos dos Sumérios. Trabalhou como jornalista e editor em Israel e foi consultor da NASA. Desencarnou em New York em 2010.

      Outra obra que complementa as obras citadas acima é: “Os Nephilins – A Origem” – Ditada pelo espírito Ângelo Inácio e psicografada por Robson Pinheiro. Através dela podemos acrescentar um contexto histórico “espiritual”, ou seja, o que ocorreu e ocorre nos bastidores da dimensão invisível na formação da humanidade terrena.
     
      Juntando as informações das obras citadas elas revelam os seguintes dados importantes:
Há 445.000 anos atrás foram exilados para o planeta Terra os seres “Annunnaki”; eles viviam   no planeta “Nibiru”. Este planeta possui uma orbita em torno do Sol correspondente a 3.600 anos terrestres; então, um ano deles, o “Shar” corresponde a 3.600 anos nossos. Com isso, a longevidade deles comparada a nossa é enorme. Outra característica interessante, que por enquanto é difícil para a nossa compreensão, é que, entre eles, há dois tipos de fisicalidade dos corpos: uns são mais etéricos e outros mais densos, mais parecidos com a fisicalidade dos nossos corpos, terrestre. Eles viviam em grandes conflitos e disputavam o poder entre as castas, e como consequência de inúmeras guerras, comprometeram a atmosfera do planeta; um buraco na camada da atmosfera ameaçava esvaí-la para o espaço. A solução encontrada pelo “Conselho de Nibiru” foi enviar para o 3º planeta do Sistema Solar, a Terra (Tiamat), grupos de astronautas cientistas para buscarem um elemento, o ouro, para assim solucionarem o problema da atmosfera. Diversos comboios de naves foram enviados de tempos em tempos; e dentro destas naves estavam presos seres, em processo de exílio,  de alta capacidade de domínio e destruição. Um grupo deles se libertou e quando chegaram aqui na Terra permaneceu nas regiões astrais, influenciando toda a história dos annunnakis e da nova raça criada. Desde aquela época até hoje, muitos destes seres estão nas regiões etéricas e densas, articulando por trás dos conflitos e guerras, com o desejo de domínio e poder. Recentemente, o Guardião Miguel, “Príncipe dos Exércitos Celestes”, sob as ordens do dirigente planetário da Terra, dividiu o poder da cúpula destes seres perigosos, os “daimons”, conhecidos como “Dragões” (os relatados na Bíblia), prendeu-os num forte campo magnético não os deixando mais atuarem livremente como estavam. O resultado disto foi a intensificação da disputa pelo poder entre as facções dos “Senhores da Escuridão”, que eram subordinados aos “daimons”. Como o “Juízo Geral” está em andamento, estes seres estão sendo selecionados pelas suas características de vibrações energéticas individuais, e sendo preparados para aguardarem o novo exílio para quatro outros novos planetas, onde irão continuar o processo evolutivo. Este é o contexto espiritual da origem da raça humana no nosso planeta.
     
Na dimensão física, passados 40 shars de “Nibiru”, desde a chegada dos annunnakis, por volta de 300.000 anos terrestres atrás, a casta de annunnakis mais inferiores, que possuíam a fisicalidade de seus corpos mais densos, se rebelaram contra a longa jornada de trabalho na extração do ouro nas minerações na África. Como isso comprometia o envio do mineral para “Nibiru”, a solução encontrada pelos annunnakis lideres foi de que precisavam “criar” um trabalhador primitivo que substituíssem os mineradores. Inúmeras experiências com os animais terrestres já haviam sido feitas pelos cientistas geneticistas; mas encontraram nas pradarias na região da África alguns primatas que diferenciavam dos demais; estes já eram o resultado mais elaborado feito por “Seres Extraterrenos” mais antigos, que já tinham feito manipulações genéticas. Foi com estes seres diferenciados, “Astrolaptecus”, que se iniciou o processo de cruzamento genético com os genes dos annunnakis; com isto, nós vamos entender melhor o que ficou registrado na história: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança”. Os cientistas pegaram a “essência” dos annunnakis e, inserindo no óvulo da primata, colocaram no útero dela. Depois de criarem machos e fêmeas descobriram que eles não se reproduziam, pois eram “híbridos”. Então, tiveram a ideia de pegar a “essência” de um Annunnaki e, inseririndo no óvulo da primata, colocaram no útero de uma fêmea Annunnaki. Com isto, o novo ser herdou ainda mais as características dos annunakis; e, eles também podiam procriar-se. Com o passar do tempo os filhos dos annnunakis começaram a se relacionar com as novas fêmeas terrestres; e disto resultou o surgimento de seres gigantes. Isto explica o que está escrito na Bíblia: “quando os filhos de Deus se uniam às filhas dos homens e estas lhes davam filhosos Nefilim habitavam sobre a terra. ”
     Uma fato importante que aparece nos relatos dos Sumérios e que Ângelo Inácio aborda trazendo um novo esclarecimento é que “Iahweh” era o astronauta Enlil, líder da “Missão Terra”. Enlil e os outros annunnakis começaram a serem tratados como deuses, pelos homens criados, devido suas longevidades. Enquanto os primeiros seres resultantes da miscigenação viviam até 2.000 anos, os annunnakis primeiros e seus descendentes diretos viviam milhares de anos terrestre; isto dava a sensação de que os “deuses” viviam eternamente.
     Isto explica o que está escrito na Bíblia em relação as gerações resultantes da miscigenação e a longevidade: Gênesis 5 “Quando Adão completou cento e trinta anos, gerou um filho a sua semelhança, como sua imagem, e lhe deu o nome de Set. O tempo que viveu Adão depois do nascimento de Set foi de Oitocentos anos, e gerou filhos e filhas. Toda a duração da vida de Adão foi de novecentos e trinta anos, depois morreu. ” (...) “Quando Noé completou quinhentos anos, gerou Sem, Cam e Jafé”.    (Bíblia de Jerusalém)
     Bem..., para quem está em contato com estas informações pela primeira vez, já deve estar assustado e pensando... “Que Loucura...?”.
     Estudando tudo isto, analisando, refletindo, comparando, vamos perceber os elos entre as culturas do passado. Temos que analisar com profundidade, questionar, duvidar, e aguardar as evidências vindouras que constatarão tudo isto. Trata-se de uma preparação psicológica para o futuro...
V.Lau



Belo Horizonte, outubro de 2014.

Espírito Ângelo Inácio
    
(...) Os dois seres, Alotron e Lamarion, localizaram os espécimes mais apropriados para uma experiência que poderia ser o ponto final de uma série de barbaridades perpetradas nos laboratórios de Tiamat. (...)
    (...)Entrementes, Ninhar´s já havia informado ao comando de sua base, situada próxima ao rio que futuramente seria chamado de Eufrates, que havia localizado seres um pouco diferentes dos anteriores. (...)
    (...) Passadas algumas horas, Enlil e Ninhar´s avistaram as grutas das quais falou Vestal, que seguia ambos, empunhando um tipo de arma para sedar qualquer criatura que se interpusesse entre eles. Somente não funcionava com os animais imensos, as feras monstruosas do planeta. Mas em animais menores, eram muito eficazes. Nos bastidores da realidade ostensiva, Lamarion e Alotron, dois especialistas e guardiões da eternidade, velavam pelas criaturas terrenas, os primitivos seres das pradarias de Lêmur. Guiava, sem que o soubessem, os astronautas corporificados que se dirigiam àquele recanto do mundo-prisão. (...)
(...) Viram dois seres primitivos, dois primatas diferentes entre si, saírem de trás de uma rocha. Não poderiam ser considerados humanos, no sentido próprio do termo. Talvez não fossem homens, ainda. Mas também não poderiam ser confundidos com símios; não eram homens-macaco, tampouco. Eram algo inusitado. Para que a natureza produzisse espécimes como esse, essencialmente diferentes dos demais observados e capturados até então, levaria milhões de anos de Tiamat. Ali estavam espécimes que verdadeiramente haviam sido modificados ou, em outras palavras, alguém havia dado um empurrãozinho no processo evolutivo, alterado de alguma maneira a constituição física daqueles seres. (...)


(...) Como aprimoramos cada vez mais a espécie em inúmeras tentativas, notamos que os primeiros seres não se reproduziam. Foi um dos grandes obstáculos, até descobrirmos como solucionar a questão. Agora, passado um milênio de intensas atividades, conseguimos criar seres mais desenvolvidos.  O problema é que nossos annunakis, os das castas menos importantes em nossa hierarquia, principalmente os técnicos e o povo mais comum, resolveram se enamorar das filhas dos homens. Os novos exemplares de fato eram muito mais belos e elegantes do que os primeiros. (...)

(...) Acontece que, depois de muito tempo longe de sua terra natal e com poucas fêmeas da nossa espécie, a maioria dos annunakis desejava procriar, constituir seus clãs familiares; além disso, a força primária que se manifesta em forma de sexualidade falou mais alto que sua origem celestial. Foi aí que tudo aconteceu. Quando se deitaram com as primeiras fêmeas modificadas geneticamente, justamente as mais belas e primorosas da nova raça, começaram a nascer-lhes filhos. Estes, porém, traziam características das duas raças. Algo que não imaginávamos jamais! Os novos seres nasciam com um corpo diferente, mais aperfeiçoados. Nós os chamamos de emins, de estatura gigante para os padrões dos humanoides, porém com aparência mais delicada que a dos primatas, mesmo os mais desenvolvidos e os manipulados geneticamente – ou seja, os homens. Foi uma mistura racial que se mostrou útil para a proposta de criação de uma humanidade. Depois de algumas gerações e novos cruzamentos raciais, os annunnakis que escolheram suas fêmeas entre os humanoides modificados geraram outros e outros. O fato ficou ainda mais patente à nossa observação quando os machos da espécie nascente se envolveram com algumas de nossas fêmeas, nossas mulheres. Aí o novo tipo humano parece haver se aprimorado bem mais. (...)
Os Nephilins: A Origem– pelo espírito Ângelo Inácio; psicografado por Robson Pinheiro. – 1.ed. – Contagem, MG: Casa dos Espíritos, 2014 – (Série Crônicas da Terra; v.2)
* Adquira esse livro juntamente com seis palestras na: Livraria Robson Pinheiro

Nova York, outubro de 2006.



Zecharia Sitchin

I.                    EVENTOS ANTERIORES AO DILÚVIO

450.000 a.C.
Em Nibiru, membro distante do nosso Sistema Solar, a vida enfrenta lenta extinção com o desgaste da atmosfera do planeta. Deposto por Anu, o governante Alalu foge em uma nave espacial e encontra asilo na Terra. Ele descobre que a Terra tem ouro, que pode ser utilizado para proteger a atmosfera de Nibiru.
445.000 a.C.
Liderados por “Enki”, filho de Anu, os anunnakis aterrissam na Terra, fundando Eridu, a Estação Terrestre I, para extrair ouro das águas do Golfo Pérsico.
430.000 a.C.
O clima da Terra abranda-se. Mais anunnakis chegam ao planeta, entre eles “Ninharsag”, meia-irmã de Enki, diretora médica.
416.000 a.C.
Com a escassez da produção de ouro, Anu vem à Terra com “Enlil”, o evidente herdeiro. Decide-se pela obtenção do ouro vital pela exploração de minas na África do Sul. Extraindo grandes quantidades do minério, Enlil assume o comando da Missão Terrestre. Enki é relegado à África. Ao partir da Terra, anu é desafiado pelo neto de Alalu.
400.000 a.C.
Sete colônias funcionais no sul da Mesopotâmia incluem um espaçoporto (Sippar), um Centro de Controle da Missão (Nippur), um centro metarlúgico (Badtibira), um  centro médico (Shuruppak). Os minérios chegam da África em navios, o metal refinado é enviado para o céu por satélites tripulados pelos “igigis” e em seguida transferidos para espaçonaves que, de tempos em tempos, vem de Nibiru.
380.000 a.C.
Com o apoio dos “igigis”, o neto de Alalu tenta tomar o poder sobre a Terra. Os enlilitas vencem a Guerra dos Deuses Ancestrais.
300.00 a.C.
Os anunnakis labutam nos motins das minas de ouro. Enki e Ninharsag criam trabalhadores primitivos pela manipulação genética de uma primata-fêmea; estes assumem os trabalhos manuais diários dos anunnakis. Enlil ataca as minas, leva os trabalhadores primitivos ao “Éden”, na Mesopotâmia. Dotados da habilidade para a procriação, os Homo Sapiens começam a se multiplicar.
200.000 a.C.
A vida na Terra regressa durante um novo período glacial.
100.000 a.C.
O clima aquece-se de novo. Para o crescente aborrecimento de Enlil, os anunnakis (os “nefilins” bíblicos) casam-se com as filhas dos humanos.
75.000 a.C.
Começa a “maldição da Terra”, uma nova Era Glacial. Tipos regressivos de humanos vagam pelo planeta. O humano de Cro-Magnon sobrevive.
49.000 a.C.
Enki e Ninharsag elevam os parentes humanos dos anunnakis ao governo de Shuruppak. Enlil, furioso, trama o fim da humanidade.
13.000 a.C.
Percebendo que a passagem de Nibiru nas proximidades da Terra desencadeará um imenso maremoto, Enlil obriga os annunakis a prometerem que não revelarão a iminente calamidade aos humanos.

II. EVENTOS POSTERIORES AO DILÚVIO
11.000 a.C.
Enki quebra o juramento, instruindo Ziusudra/Noé a construir um navio submergível. O dilúvio devasta a Terra. Os anunnakis testemunham a destruição total em suas espaço-naves em órbita.
Enlil concorda em conceder sementes e ferramentas aos humanos remanescentes; inicia-se a agricultura nas áreas montanhosas. Enki domestica os animais.
10.500 a.C.
Os descendentes de Noé foram distribuídos por três regiões. Ninurta, o primogênito de Enlil, represa as montanhas e deságua os rios para tornar a Mesopotâmia habitável, Enki recupera o vale do Rio Nilo. Os anunnakis preservam a península do Sinai para a construção de um espaçoporto pós Dilúvio; estabelece-se um centro de controle no monte Moriá (a futura Jerusalém).
9.780 a.C.
Rá/Marduk, o primeiro filho de Enki, divide o domínio do Egito entre Osíris e Seth.
9.330 a.C.
Seth ataca e desmembra Osíris, assumindo sozinho o comando do Vale do Nilo.
8.970 a.C.
Hórus vinga seu pai Osíris, iniciando a Primeira Guerra da Pirâmide. Seth foge para a Ásia, dominando Canaã e a península do Sinai.
8.670 a.C.
Contrários ao controle resultante de todas as instalações espaciais pelos descendentes de Enki, os enlilitas iniciam a Segunda Guerra da Pirâmide. O vitorioso Ninurta retira os equipamentos da Pirâmide.
Ninharsag, a meia-irmã de Enki e Enlil, convoca uma conferência de paz. Reafirma-se a divisão da Terra. O controle do Egito é transferido da dinastia de Rá/Marduk para a deThoth. Constrói-se Heliópolis como uma cidade farol substituta.
8.500 a.C.
Os anunnakis estabelecem observatórios no acesso às instalações espaciais; Jericó é um deles.
7.400 a.C.
Com a continuação do período de paz, os anunnakis concedem novos avanços à humanidade. Começa o período neolítico. Os semideuses governam o Egito.
3.800 a.C.
Dá-se início à civilização urbana na Suméria quando os anunnakis estabelecem lá as antigas cidades, começando por Eridu e Nippur.
Anu vem à Terra para uma visita pomposa. Constrói-se uma nova cidade, Uruk (Ereque), em sua homenagem; ele faz de seu templo a morada de sua adorada neta Inanna/Ishtar.
III MONARQUIA NA TERRA
3.760 a.C.
Concede-se a monarquia à humanidade. Kish é a primeira capital sob a proteção de Ninurta. O calendário surge em Nippur. A civilização floresce na Suméria (a primeira Região).
3.450 a.C.
A primazia da Suméria é transferida para Nannar/Sin. Marduk proclama a Babilônia como o “Portão dos Deuses”. O incidente da “Torre de Babel”. Os anunnakis embaralharam as linguagens humanas.
Após seu golpe ser frustrado, Marduk/Rá retorna ao Egito, depõe Thoth, aprisiona o irmão mais jovem Dumuzi, noivo de Inanna. Ocorre o assassinato acidental de Dumuzi; Marduk é aprisionado vivo dentro da Grande Pirâmide. Libertado através de um poço emergencial, parte para o exílio.
3.100 a.C.
350 anos de caos terminam com a posse do primeiro faraó egípcio em Mênfis. A civilização chega à Segunda Região.
2.900 a.C.
Transfere-se a monarquia da Suméria para Ereque. Inanna assume o domínio da Terceira Região; inicia-se a civilização do Vale do Indo.
2650 a.C.
A capital real da Suméria muda de um lugar para o outro.
A monarquia deteriora-se. Enlil perde a paciência com as multidões de humanos indisciplinados.
2.371 a.C.
Inanna apaixona-se por Sharru-Kin (Sargon). Ele funda Agade (Acádia), uma nova capital. Era o início do império acadiano.
2.316 a.C.
Com o objetivo de controlar as quatro regiões, Sargon remove o solo sagrado da Babilônia. O conflito entre Marduk e Inanna reacende-se. Termina quando Nergal, irmão de Marduk, viaja da África do Sul para a Babilônia para persuadir Marduk a deixar a Mesopotâmia.
2.291 a.C.
Naram-Sin sobe ao trono da Acádia. Orientado pela belicosa Inanna, penetra na península do Sinai e invade o Egito.
2.255 a.C.
Inanna usurpa o poder na Mesopotâmia; Naram-Sin corrompe Nippur. Os grandes anunnakis destroem Agade. Inanna escapa. Tropas estrangeiras leais a Enlil e Ninurta ocupam a Suméria e a Acádia.
2.220 a.C.
A civilização Suméria atinge novos patamares com os governantes iluminados de Lagash. Thot auxilia seu rei Gudea na construção de um temlo-zigurate para Ninurta.
2.193 a.C.
Terá, o pai de Abraão, nasce em Nippur, em uma família de sacerdotes reais.
2.180 a.C.
Egito dividido; os seguidores de Rá/Marduk ficam com o Sul; os faraós opositores a ele recebem o trono do Baixo Egito.
2.130 a.C. como Enlil e Ninurta estão cada vez mais ausentes, a autoridade central também se deteriora na Mesopotâmia. A tentativa de Inanna de readquir a realeza para Ereque não dura muito tempo.
IV O SÉCULO FATÍDICO
2.123 a.C.
Abraão nasce em Nippur.
2.113 a.C.
Enlil concede as Terras de Sem à Nannar; Ur é escolhida a capital do novo império. Ur-Nammu sobe ao trono, nomeado Protetor de Nippur. Um sacerdote nippuriano, Terá, pai de Abraão, vai à cidade de Ur para comunicar-se com sua corte real.
2.096 a.C.
Ur-Nammu morre em batalha. O povo considera sua morte prematura, uma traição por parte de Anu e Enlil. Terá parte com sua família para Harã.
2.095 a.C.
Shulgi sobe ao trono de Ur, fortalecendo os laços imperiais. Com a prosperidade do império, envolve-se com a sedutora Inanna, tornando-se seu amante. Concede Larsa aos elamitas em troca dos serviços que executaram como sua Legião Estrangeira.
2.080 a.C.
Os príncipes tebanos, leais a Rá/Marduk, oprimem o Norte, liderados por Mentuhotep I. Nabu, filho de Marduk, ganha adeptos para seu pai na Ásia Ocidental.
2.055 a.C.
Sob ordens de Nannar, shulgi envia tropas elamitas para reprimir a agitação nas cidades cananeias. Os elamitas alcançam o acesso à península do Sinai e seu espaçoporto.
2.048 a.C.
Shulgi morre. Marduk desloca-se para o território dos hititas. Abraão recebe ordens de ir para o sul de Canaã com uma unidade de cavalaria de elite.
2.047 a.C.
Amar-Sin (o bíblico Anrafel) torna-se rei de Ur. Abraão vai para o Egito, permanecendo por cinco anos e retorna com mais tropas.
2.041 a.C.
Guiado por Inanna, Amar-Sin forma uma coalizão de reis do Oriente, lança uma expedição militar à Canaã e ao Sinai. Seu líder é o elamita Quedorlaomer. Abraão bloqueia o avanço no acesso ao espaçoporto.
2.038 a.C.
Com a desintegração do império, Shu-Sin substitui Amar-Sin no trono de Ur.
2.029 a.C.
Ibbi-Sin substitui Shu-sin. As províncias ocidentais travam batalhas crescentes para Marduk.
2.024 a.C.
Liderando seus seguidores, Marduk marcha sobre a Suméria, coroa-se rei da Babilônia. A luta espalha-se para o centro da Mesopotâmia. O Santuário de Nippur é violado. Enlil exige punição a Marduk; Enki opõe-se, mas seu filho Nergal alia-se a Enlil.
Enquanto Nabu reúne seus seguidores cananeus para a captura do espaçoporto, os grandes anunnakis aprovam o uso de armas nucleares. Nergal e Ninurta destroem o espaçoporto e as cidades errantes de Canaã.
2.023 a.C.
Os ventos levam a nuvem radioativa para a suméria. As pessoas sucumbem a uma morte trágica, os animais perecem, a água é envenenada, a terra torna-se improdutiva. A Suméria e sua grande civilização encontram-se prostradas. Seu legado passa para a semente de Abraão, ao gerar aos 100 anos de idade um herdeiro legítimo: Isaac.

As Guerras dos Deuses e dos Homens”- livro III das Crônicas da Terra – Zecharia Sitchin; tradução de Adriana de Matteo e Saulo Alencastre. – São Paulo: Madras, 2014.