sábado, 18 de junho de 2016

A Vida do Autoevolucionário Cósmico Corporificado como Jesus.


     Como vimos antes o Autoevolucionário Cósmico, a princípio, era para ter nascido no Egito; mas a sua corporificação se deu na Galileia. Naquela época a cultura local era formada pelo domínio romano que, com seus soldados, fazia as intervenções militares para a execução das leis romanas e judias. A religião predominante na região era a dos judeus, composta por diversas seitas e classes administrativas conforme narra Allan Kardec no livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo” – “Eram os fariseus, os saduceus, os nazarenos, os samaritanos, os essênios, os republicanos, os portageiros, os escribas, e os terapeutas”.
      Os judeus viviam sob a pressão dos governantes representantes dos romanos, dos militares romanos e odiavam terem que pagar impostos à Roma.
     O centro da fé judaica era em Jerusalém, com o grande templo administrado por uma classe sacerdotal, doutores da lei de Moisés, na qual predominavam os fariseus. (Para entender-se melhor como funcionava o poder religioso dessa época é bom ler o livro: “Paulo e Estevão” – ditado por Emmanuel e psicografado por Francisco Candido Xavier)
     Esses doutores da lei viviam sob uma organização estruturada nas tradições antigas da lei de Moisés e dos antigos profetas. Eles defendiam a observação da lei de Moisés e julgavam e puniam aqueles que infligiam as normas vigentes. Viviam beneficiados pela grande romaria dos fiéis que peregrinavam ao templo, em épocas festivas, para fazerem oferendas representadas por sacrifícios de aves e animais.

     O Autoevolucionário Cósmico corporificado como Jesus teve a sua infância sob a influência dessa cultura judaica com seus costumes e tradições características. Seguindo essa tradição Jesus foi apresentado no templo de Jerusalém e teve sua infância tão comum como as das crianças da época.




     No livro “Abduzidos”, o espírito Ângelo Inácio, através da psicografia de Robson Pinheiro, descreve que Jesus, até os seus 17 anos, procurou se familiarizar com os costumes da sociedade local. Apesar de ele se esforçar para parecer o mais comum possível, em determinados momentos, sua mente se expandia para além de seu corpo físico; e desde cedo descobriu que para manter a coesão molecular e integridade de seu corpo físico, sem causar uma desintegração, devido à alta frequência vibratória de seu espírito, ele se submetia a jejuns prolongados.
     Nesses momentos de expansão de sua consciência, às vezes, se colocava em situações em que Maria, sua mãe, procurava ajeitar as situações incomuns.



    Conforme já vimos antes, para a corporificação desse grande espírito de luz, houve todo um planejamento e preparação na composição genética de seu corpo físico; portanto, seu corpo não era assim tão comum. Era um corpo especial para suportar a alta frequência vibratória de seu espírito. Prova disso era o que ocorria quando, em alguns momentos, ele suava sangue devido ao esforço em permanecer corporificado.

REUNIÃO EM DESDOBRAMENTO COM SERES AUXILIARES



Ilustração fonte: internet
Ângelo Inácio traz uma informação importante e que não está nos registros dos evangelistas. É que quando Jesus estava com 17 anos, num entardecer, ele se retirou para uma montanha próxima e deitou-se numa encosta, numa espécie de caverna. Enquanto seu corpo jovem adormecia, protegido por guardiões superiores, ele se projetou para fora do corpo expandindo-se como uma luz forte, e tomou a forma de seu corpo mental superior. Nesse estado, desdobrado, fora da limitação do corpo físico, pôde interagir com outras consciências da galáxia.
      Aos poucos, assumindo uma feição humana, passou a dialogar com dois seres ali presentes que eram Miguel e Enoque.
      Fora da limitação do corpo físico o diálogo com os seres ali presentes foi totalmente diferente, mostrando o aspecto da política cósmica, a política do Reino. Também, manifestado em corpo mental poderia visitar outros recantos do planeta e interagir e inspirar outros emissários para implementarem a mensagem que ele trazia, mesmo revestida por outras culturas diferentes.
     Especialmente foi preparado para auxiliar no trabalho de Jesus três espíritos corporificados ali no ambiente onde ele habitava: Simão, um membro da família de Jesus e João que foram preparados para serem doadores de fluidos para que Jesus, quando desdobrado do corpo físico, pudesse materializar-se em outros lugares.
      No diálogo, Jesus informa que os três espíritos preparados para auxiliá-lo não eram originários da Terra e já estavam há muito tempo preparando a humanidade para torná-la receptiva às novas ideias.  João já tinha vivido corporificado no Egito como José, e depois viveu na Babilônia.  Também, o profeta Elias estava corporificado naquela época como João Batista para preparar o caminho de Jesus.


ATUAÇÃO A NÍVEL MUNDIAL

(...)“- Efetivamente, preciso visitar outros povos durante os próximos anos, antes de iniciar meu ministério em meio aos judeus, principalmente aquelas comunidades a quem minha palavra chegará, no futuro breve, por intermédio dos agentes da política divina. Acredito ser necessário moldar de modo mais intenso os fluidos do corpo físico, submetê-los ao comando mental, pois nem sempre poderei simplesmente me deslocar em espírito, num fenômeno de bilocação; terei de desmaterializar o corpo por completo e rematerializá-lo em outras latitudes do planeta, num fenômeno de transporte. O grande plano assim prevê; pois devo interagir mais diretamente com nossos parceiros em outros países do mundo. ”(...)

      Nesse diálogo de Jesus podemos perceber que Ele não veio para cumprir uma tarefa somente entre os judeus. Ele tinha como objetivo, também, visitar outras civilizações para levar a essência da política divina; mesmo que revestida de outros traços culturais.  Para isso, Ele se utilizou do fenômeno de desmaterializar seu próprio corpo físico e se rematerializar em outros recantos do planeta. Por enquanto, nós compreendemos o fenômeno de desdobramento do corpo astral e etérico, experiência esta que nós mesmo podemos realizar; mas desmaterializar o corpo físico...? Como isto é possível? Analisando sob uma ótica científica, não mística ou milagrosa, isso pode ser possível desde que levemos em conta a informação de que o corpo de Jesus possuía uma genética diferente, com elementos herdados dos anunnakis e devido à sua capacidade evolutiva do corpo mental superior.


PREOCUPAÇÃO COM A ENTIDADE JEOVÁ

       “Nossa preocupação mais abrangente envolve a entidade conhecida como Jeová. Decididamente, sua presença afeta em larga escala o modo de vida nesta terra. Ao mesmo tempo, apresenta-se como um Eloim, e, lamentavelmente, sua farsa tem sido exitosa até o momento, pois logra enganar a maioria absolutaAlém de sugar as energias do povo, faz-se representar por um sistema sacerdotal complexo e promove um governo teocrático cujos fundamentos e cuja pretensão são profundamente discutíveis. ” (...)
      (...) “– Devemos convir que essa deidade, adorada pela nação inteira, parece não se saciar após todos os séculos em que estimulou a matança de quantos não comungassem com o sistema por ela implantado nesta parte do mundo”. (...)
      (...) “A mensagem que trago é tão robusta e verdadeira que, no decurso de poucas décadas, será abolida por completo a ideia de sacrifícios na Judeia e, mais tarde, a mesma convicção se espalhará pelo globo. Apresentarei a verdadeira face de Deus, que é todo misericórdia, e, principalmente, das leis e dos princípios que regem o sistema de vida superior o qual denominamos Reino. ” (...)

        Nos registros históricos bíblicos lemos sempre a expressão: “o Deus de Abraão”. Será que o  Deus de Abraão era o Deus Supremo?  Juntando algumas informações, principalmente as dos registros dos sumérios, vamos perceber que esse “Deus” não se tratava do Deus Supremo; e sim de uma entidade que estava muito envolvida na formação do homo sapiens terreno. Mas, para entendermos quem realmente era Jeová/Yahweh, iremos aprofundar sobre isto no nosso próximo estudo.
        No diálogo acima entre Miguel, Enoque e Jesus é demonstrado uma preocupação com a atuação dessa entidade conhecida como Jeová (Yahweh), que naquela época, se passava, ou era confundido, com o Deus Supremo. Realmente, na bíblia tem vários relatos da entidade Jeová/Yahweh estimulando sacrifícios e conquistas territoriais.
        Jesus informava que fazia parte do grande plano revelar a verdadeira face de Deus Supremo, o criador do universo; mas para isso teria que enfrentar a crença enraizada na cultura judaica defendida pelos sacerdotes. A previsão era de uma mudança não imediata, mas para centenas de anos depois.

PREOCUPAÇÃO QUANTO AO DESVIRTUAMENTO DE SUA PALAVRA

       (...) “Causa-me mais preocupação outro fator. É certo que minhas palavras serão modificadas, adulteradas, até; e aqueles que no futuro se apresentarão como apologistas da verdade serão os primeiros a desenvolver um sistema contrário à política superior que nos é tão cara.
        - Neste caso, como proceder para evitar que os humanos desvirtuem o conteúdo daquilo que tu, como um dos administradores do sistema, trazes para este orbe? Como impedir a degeneração dos paradigmas que estabelecerás e que, assim, definirão os valores futuros de uma nova civilização? ” (...)
        (...). Por muitos séculos, a mensagem será mal compreendida. Com um agravante: os maiores antagonistas do Evangelho, isto é, dos princípios que vim anunciar, serão os mesmos que alegarão defendê-lo. Mas até para isso existe uma solução esboçada, que entrará em vigor no momento oportuno. Nada ficou sem ser considerado no grande plano. Assegura-te de que teus soldados celestes, as hostes do Reino e do bem, estejam a postos, pois minha vinda não significa o fim do sistema antigo e contrário ao progresso neste mundo; antes, é o início do fim ou um novo início, uma batalha diária em que teremos de enfrentar as potestades, os principados e os representantes das trevas nas duas dimensões da vida”. (...)
      (...) “Embora muitos aleguem atuar em meu nome, afirmem me seguir os passos e me representar, podemos ter a certeza de que a maioria dos nossos verdadeiros agentes neste planeta não será composta pelos que professarão me seguir. Somente pouco a pouco a verdade se revelará, mesmo a verdade sobre aqueles que dizem ser do bem e da luz, nessa altura, muitos se surpreenderão perante a capacidade dos homens que se dizem do bem de combater o próprio bem e o progresso em nome do poder, do ouro, da riqueza, dos valores corruptíveis, enfim...” (...)
     
    Realmente, o que Jesus previu naquela época ocorreu nesses dois milênios; e continua ainda ocorrendo. Quantos mataram em nome de Jesus? Quantos se enriqueceram em nome de Jesus? Quantos perseguiram o progresso das ideias novas em nome de Jesus? 
     O interessante nesse diálogo é que mesmo Jesus demonstrando a preocupação do desvirtuamento de seus princípios, ele informou que no momento oportuno seria ativado uma solução para corrigir a situação; só não explicou de que forma seria isso. Entretanto, nós que analisamos a situação sempre a curto prazo, muitas vezes, achamos que tudo está perdido ou abandonado. Porém, como visto, a longo prazo tudo foi planejado e as correções entrarão em vigor no momento certo.

PREOCUPAÇÃO QUANTO AO ÊXITO DE SUA TAREFA

       (...) “francamente, não sei se conseguiremos libertar esta humanidade desse tipo de simbiose mental e emocional entre a deidade e seus seguidores.
      - Não te aflijas, príncipe da justiça! Ao formarmos o planeta, em tempos remotos, inserimos em seu contexto limitações e ferramentas cósmicas que podem ser acionadas em caso de abuso intolerável ou de subversão das leis éticas em grau que imponha a intervenção direta. A Terra terá seu tempo, e seus habitantes, também. Na hipótese de que, durante esse período, os filhos da Terra não se resolvam ou sua política de fato ameace o equilíbrio do cosmo, diversas ferramentas entrarão em cena como fatores limitadores do mal e das maldades, independentemente de quem seja o artífice ou o detonador de tais elementos. ” (...)

      Interessante a preocupação de Miguel sobre o sucesso de conseguirem ou não a libertação da humanidade da dependência da crença na entidade que se fazia passar por Deus Supremo. Pois, talvez, alguém possa imaginar que sendo Jesus participante da formação do Sistema Solar, com todo o seu poder, e de seus assessores, como Miguel, se quisessem poderiam num estalar de dedos resolver a situação impondo sua força moral e energética; vemos que não é bem assim. Havia e há o respeito pelo “Livre Arbítrio”, e eles estavam cientes de que tudo dependeria da reação humana quanto ao empreendimento que estavam realizando. Naquela época, Jesus previu que demoraria mais ou menos três mil anos para a humanidade assimilar completamente a sua mensagem da política do reino,  que é a implantação da verdadeira fraternidade entre a humanidade.

MECANISMOS DE CONTENÇÃO DA DISCÓRDIA E DA DESTRUIÇÃO

      
(...) “A Providência Divina dispôs mecanismos de contenção visando à defesa de outras comunidades do Sistema Solar e do cosmo, a uma distância suficiente para impedir que a brutalidade humana, mesmo sob disfarce de civilidade ou outro qualquer, possa acarretar severo prejuízo a outras comunidades planetárias. Existem várias moradas na casa o Pai, e disso podeis testificar, pois são filhos das estrelas, e não deste mundo; já caminhastes entre as estrelas do firmamento como luzes imortais. ” (...)
       (...) “Isto posto, convém lembrar: se porventura entrarem em ação os mecanismos de contenção da ignorância, a qual se manifesta como maldade entre os espíritos aqui abrigados, os corpos poderão ser substituídos por outros, em outros mundos. ” (...)
       (...) “Então não temos garantia nenhuma de que sua tentativa de estabelecer o Reino neste mundo funcionará, meu caro Senhor? – Tornou Enoque. ” (...)
       (...) “Não temos, meus amigos. Somente à Providência Divina compete estabelecer os limites adequados ao aprendizado de um mundo, de uma civilização. O amor, e apenas o amor, pode prolongar o tempo que lhe é consagrado, mas a justiça sideral tem seus limites, que, embora possam ser dilatados, nunca são alterados a ponto de comprometer o aprendizado. ” (...)
       (...) “Existe alguma alternativa caso o homem da Terra não se renove conforme o planejamento das instâncias superiores que coordenam a evolução do Sistema? ”(...)
       (...) “Sim, existem alternativas. Sempre existem. Podemos optar por algo muito comum em mundos inferiores: promover uma nova miscigenação de raças no futuro. Caso o processo educativo e de implantação da política do Reino não surta os efeitos desejados, outro povo, outra raça de filhos das estrelas poderá vir até o terceiro planeta e fazer contato direto com seus habitantes, inaugurando uma nova etapa na história da civilização. ” (...)
       
      Passados dois mil anos após esse diálogo, a política do Reino, ainda, não foi totalmente implementada na Terra. A política do Reino trazida por Jesus não era uma nova religião; e sim, um movimento de comportamento ético visando a verdadeira fraternidade através do respeito mútuo e da convivência pacífica entre os humanos.
       Mas, ainda, o comportamento de uma grande parte da humanidade é o da corrupção moral de valores expressando-se na corrupção em todos os setores da sociedade, principalmente na política. Quantas guerras, em nome do poder e do fanatismo religioso, foram realizadas? E, apesar da disseminação de vários movimentos religiosos inspirados no Evolucionário Cósmico, Jesus, e em outros espíritos iluminados tais como: Buda, Krishina e outros, ainda não atingimos essa verdadeira fraternidade. Prova disso são as inúmeras guerras que estão em andamento na atualidade.
      Portanto, os mecanismos de contenção aos quais Jesus se referiu foram e sempre serão  acionados. Isto porque as revelações mediúnicas têm informado que a atmosfera astral ao redor do planeta está muito densa de formas-pensamentos destrutivas; motivo pelo qual o próprio planeta com sua natureza reage através dos mecanismos de limpeza que são os cataclismos tais como: tufões, tornados, terremotos, tsunamis e tempestades. A nível de sistema solar, esta egregóra de formas pensamentos densa e de rebeldia, ao que tudo indica, conforme revelações anteriores, atrairá um grande cometa que passará próximo da Terra e que trará em sua calda magnética alguns asteroides que serão atraídos pelo campo gravitacional da Terra, e que cairão em alguns países do planeta. Também, referiu-se ao mecanismo de transmigração planetária, ou seja, do novo exílio dos espíritos rebeldes para nascerem em outros corpos físicos em outros planetas do universo.

A NOVA RAÇA DA HUMANIDADE

     
Plêiades
     A alternativa apresentada por Jesus naquela época, caso a humanidade não se renovasse, era a de uma miscigenação de raças através da vinda de seres de outros planetas. Isto parece que já está acontecendo. Vejamos!

      Está no livro “Transição Planetária” – psicografado por Divaldo Pereira Franco onde o espírito Manoel Philomeno de Miranda relata a visita de um ser vindo das Plêiades:
       SER DAS PLÊIADES - (...) “ – Veneráveis administradores, almas irmãs nossas de todas as dimensões: Saudamos-vos a todos em nome do Senhor do Universo.
       Representando a formosa Esfera de amor que se encontra instalada numa das Plêiades, envolta em vibrações especiais constituídas de fótons que formam uma luminosidade em tons azuis, aqui estamos, atendendo à invitação do Sublime Governador do planeta terrestre. (...)
     (...) Esta não é a primeira vez que o mundo terreno recebe viajores de outras moradas, atendendo à solicitação de Jesus-Cristo, qual aconteceu no passado, no momento da grande transição das formas, quando modeladores do vaso orgânico mergulharam na densa massa física fixando os caracteres que hoje definem os seus habitantes. (...)

      (...) Nesse sentido, o psiquismo terrestre e a genética humana encontram-se em condições de receber novos hóspedes que participarão do ágape iluminativo, conforme o egrégio Codificador do Espiritismo referiu-se em sua obra magistral “A Gênese”, constituída por todos aqueles que se afeiçoam à verdade e se esforcem por edificar-se, laborando em favor do próximo e da sociedade como um todo.
       Desse modo, qual ocorre em outros Orbes, chega o momento em que a Mãe-Terra também ascenderá na escala dos mundos, conduzindo os seus filhos e aguardando o retorno daqueles que estarão na retaguarda por algum tempo, porquanto o inefável amor de Deus a ninguém deixa de amparar, ensejando-lhes oportunidade de refazimento e de evolução. (...)

MANOEL PHILOMENO – (...) Participaríamos de atividades de selecionamento de casais para receber como filhos os visitantes de mais além, de modo que lhes fosse possível alcançar as metas superiores que anelavam, iniciando o ciclo dos renascimentos no mundo terrestre até quando estivessem colocadas as balizas da era de regeneração.
      Iríamos utilizar-nos de pessoas que anelavam pela paternidade e tinham dificuldades de reprodução por vários fatores, recorrendo aos métodos da concepção artificial, com posterior implantação dos ovos, em pleno processo de reencarnação dos Espíritos que viriam trabalhar pelo bem, na Terra em renovação. (...)
     (...) A nossa primeira atividade estava programada para a noite seguinte, quando estariam reunidos em uma praia do litoral brasileiro, mais de dez mil alienígenas desencarnados para ouvirem a palavras do Dr. Artêmio, a respeito dos compromissos de auto iluminação e de desenvolvimento espiritual da Terra. (...)
      (...) A nossa participação, assim como a dos devotados trabalhadores que se encontram vinculados ao mister que abraçamos, não será permanente, sendo realizada apenas em alguns casos especiais, porquanto, desde há alguns anos do século passado, os nossos irmãos de Alcione estão reencarnando-se na Terra, sem alarde, tornando-se expoentes de sabedoria e portadores de grande contribuição cultural e espiritual. À medida que os anos se passaram desde as primeiras ocorrências, estamos agora vivenciando o período para os renascimentos em massa, enquanto tem lugar, a princípio lentamente, o expurgo dos irmãos infelizes vinculados à revolta e à truculência de que se utilizam em tentativa inútil para impedir a felicidade dos seres humanos. (...)

     A mensagem acima foi psicografada em 2010 e o espírito Manoel  Philomeno de Miranda descreve a sua participação junto a outros trabalhadores no socorro às vítimas do tsunami ocorrido em dezembro de 2004 na Indonésia. Portanto, nesse período ocorreu os eventos acima descrito em relação a preparação da grande reencarnação em massa dos espíritos provenientes da estrela Alcione que fica na região das Plêiades. Assim, iniciou-se a corporificação (nascimento no corpo físico) desses espíritos que, alguns, já contam com 12 anos de idade, enquanto outros, com menos idade. Mas eles já estão convivendo conosco no nosso dia a dia.
     Ao mesmo tempo que estão vindo esses seres em missão de auxílio, estão sendo selecionados os que partirão da Terra em forma de exílio. Dos 56 bilhões de espíritos das duas dimensões terrena, astral e física, 1/3 vai ser exilado para outros planetas.
      Conforme é narrado no livro “O Fim da Escuridão” pelo espírito Ângelo Inácio, Miguel, o mesmo da reunião com Jesus narrada anteriormente, recentemente, isolou os seis daimons, cada um em seu reino respectivo, nos submundos astrais no interior da Terra. Dessa forma impossibilitou-lhes a atuação direta na humanidade. Com isso, os seus subordinados imediatos, os magos negros e sua milícia iniciaram uma guerra acirrada pelo poder das regiões densas do submundo astral. Essa disputa tem se refletido na dimensão física através daqueles que servem como marionetes corporificados (reencarnados) desses magos, através de um processo complexo de obsessão; objetivando, ainda que de forma inútil para o futuro, criarem o caos e atrasarem o processo de exílio planetário. Devido a este desespero pelo poder é que a Terra sofrerá com a intensificação, cada vez mais, da decadência moral a nível mundial em todos os setores da sociedade. O campo de atuação desses seres inferiores é propício devido a ignorância espiritual que ainda impera na  maioria da humanidade.
      Enquanto isso, os guardiões planetários estão em plena atividade realizando a reurbanização extrafísica a nível mundial. Estão retirando e levando, para algumas bases preestabelecidas, os espíritos de magos negros capturados, a sua milícia e outros espíritos que já não dispõem de tempo para recuperação moral, no atual momento de transição planetária. No momento oportuno serão levados, de forma gradativa, e em comboios para outros planetas onde continuarão suas evoluções, só que em condições adversas e piores que a da escola terrena.
      Os agentes dos magos que estão corporificados e estão promovendo o terrorismo, guerras, corrupções e autoritarismo para terem o poder, também após o desencarne serão retirados para as bases de preparação do exílio.
      Enquanto isso, os seres de outras estrelas que estão vindo em tarefa de auxílio estão nascendo nos corpos físicos para promoverem um progresso moral em toda a humanidade. Também, das esferas astrais do planeta Terra, os espíritos já adiantados na evolução estão se preparando para nascerem na dimensão física; sendo que alguns já nasceram. É o caso de Emmanuel que, segundo Chico Xavier, reencarnou em 2000; Joanna de Angelis reencarnou em 2015, segundo Divaldo Pereira Franco; Ramatís, espírito proveniente de Sirius, está preparando alguns espíritos para nascer, e ele próprio, também vai reencarnar; é o que narrou o médium Norberto Peixoto.

CONTATO DIRETO COM OUTRAS RAÇAS PLANETÁRIAS

     Em relação a informação de Jesus: “Caso o processo educativo e de implantação da política do Reino não surta os efeitos desejados, outra raça de filhos das estrelas poderá vir até o terceiro planeta e fazer contato direto com seus habitantes, parece que isso ocorrerá; porque já está em andamento uma preparação, a nível astral e etérico, para a mudança dos futuros corpos somáticos terrenos.
     Exitem vários casos que comprovam essa ocorrência, mas destaco aqui a Dra. Mônica de Medeiros que relata suas experiências de abduções que  tem sofrido desde quando era criança. A princípio, essas abduções eram físicas, mas depois ocorreram através de desdobramento do corpo astral.
     Pelo que parece já está em andamento experiências genéticas visando a formação de crianças híbridas com a soma de elementos genéticos extraterrestes e terreno. Esta preparação é para os futuros corpos que receberão os espíritos que permanecerão na terra. Serão corpos com uma frequência energética apropriadas para a futura Terra. As faculdades paranormais nestes corpos estarão acentuadas visando uma nova etapa evolutiva, no que se refere a interação do ser com a percepção de outras realidades do universo.
     Isto, também, é confirmado no livro: “Evolução no Planeta Azul” pelo espírito Ramatís, psicografado por Norberto Peixoto – “O DNA períspirito dos humanos está sendo modificado, num método etérico repercussivo que o levará a ser ampliado para 12 fitas de hélice no corpo somático, ao mesmo tempo que novos corpos astrais, de outros planetas mais adiantados, se preparam para encarnar na Terra. Isso vos acarretará maior intuição e mais amplas habilidades psíquicas, de telepatia e clarividência, e habilidades curativas sem igual na atualidade”.
      Portanto, como Jesus afirmou que poderá haver um “contato direto”, podemos entender que isso já está ocorrendo através de abduções do corpo astral, etérico e físico como ocorreu no passado com José e Maria, pais de Jesus. Tudo indica que o atual corpo físico humanoide sofrerá alterações em sua constituição devido à miscigenação com seres de outras estrelas.  Mas este processo em andamento não se dará de forma tão rápida, e sim de forma gradual, ao longo de várias centenas de anos.
     Será que estamos preparados para um contato direto a nível de avistamento, tanto de naves e desses seres?

REUNIÃO COM OS SERES QUE REPRESENTARIAM O EMISSÁRIO CÓSMICO

Saulo - Ilustração fonte: Internet
   Conforme relata Ângelo Inácio, Jesus, depois do diálogo com seus assessores naquele ambiente da gruta, expandiu-se em corpo mental em pura luz e, enquanto seu corpo físico de 17 anos repousava naquela gruta sendo vigiado por Miguel e seus agentes, dirigiu-se a outro continente onde, por recursos ectoplasmáticos, materializou um corpo físico temporário e reuniu algumas pessoas para transmitir-lhes seus ensinamentos, em uma linguagem apropriada à cultura ora visitada. Dessa forma, Jesus percorreu alguns países em corpo mental superior para levar sua mensagem.
     Mesmo que ainda não possamos compreender como se deu isso de forma tão rápida, podemos imaginar que a atuação em corpo mental superior na dimensão correspondente, talvez aconteça quase que simultaneamente, obedecendo às leis diferentes da dimensão física.
     Logo após, ainda em corpo mental superior, numa dimensão vibratória próxima de uma planície da Galileia, reuniu-se com espíritos que seriam seus representantes no futuro para divulgar sua mensagem. Inclusive estava presente Saulo (futuro Paulo de Tarso). Esses espíritos foram reunidos ali sob a coordenação de Miguel e de seus assessores, os guardiões planetários.

OBJETIVO DO NASCIMENTO DO EMISSÁRIO CÓSMICO

      (...) “Com base nessa concepção, minha interferência neste mundo não visa à formação de um sistema religioso, tampouco à compreensão sobre o modo de se relacionar com uma entidade criada e moldada conforme caprichos humanos, ainda que a tal entidade se dê o nome de Deus, quanto mais pontificar que ela representa o máximo grau no que concerne ao desenvolvimento humano. Não! Minha vinda a este mundo objetiva muito mais do que definir quem é o seguidor e quem é o perseguidor, quem é de Deus ou quem é do demônio, quem está do lado do bem ou do mal. (...)
     (...) – Existe uma política universal, um sistema de harmonia do conjunto da vida em si. Venho representar aquele organismo vivo e inteligente que a tudo dirige para um fim determinado (...) – Agora, consideremos alguns aspectos. A Terra, nesta época, abriga um contingente substancial de povos de diversos mundos, a maioria, em estado vibratório distinto daquele em que se encontram os humanos da superfície. Isto é, a maior parte dos enviados das estrelas vive e vibra em frequência diferente da material, embora existam também aqueles que habitam corpos físicos.  Tendo em vista esta realidade – acentuava cada palavra, cada pensamento -, minha vinda não tem como objetivo atingir apenas seres humanos deste mundo, mas exemplares de diversas raças humanoides do cosmos, criaturas cujas culturas são de uma diversidade incrível e que, no entanto, ora se reúnem sob o mesmo céu avistado da crosta. (...)
     - Sendo assim, entendam que a mensagem que trago não é algo simples, que se possa considerar de cunho religioso ou mesmo espiritual, segundo a compreensão das pessoas deste século. Venho como porta-voz de um conhecimento afinado com a necessidade das forças criativas e evolutivas de encetar uma interferência reguladora no mundo. Minha obra abrange todos os seres albergados neste orbe – mais de 50 raças de distinta procedência cósmica -, cá reunidos devido à tentativa de evitar um desastre ambiental de natureza cósmica, sideral. (...)

      Conforme descreve Ângelo Inácio, nessa assembleia, que ocorreu com o Autoevoucionário Cósmico e seus assessores, estava presente diversos espíritos que desempenhariam papel importante na propagação da nova mentalidade em relação ao entendimento do Supremo Deus Criador do universo e da Boa Nova, trazida por Jesus, um deles era o espírito Saulo que se tornaria um grande divulgador da nova mensagem.
      Esses espíritos desdobrados, fora do corpo físico, sob a influência de seus conceitos culturais, que possuíam corporificados, absorviam a mensagem do emissário cósmico conforme suas capacidades de entendimento; e, uma vez, retornando ao corpo físico traziam a intuição de suas mentes espirituais, fazendo com que se sentissem atraídos para o apostolado de Jesus.
      Durante a convivência deles com Jesus, como discípulos, devido às suas formações culturais religiosas não puderam compreender totalmente a tarefa do emissário cósmico; isso é o que vamos perceber estudando o livro:  “Boa Nova” do espírito Humberto de Campos, psicografado por Chico Xavier. Não entendiam com profundidade o contexto cósmico do "Reino de Deus na Terra". Mesmo assim, eles contribuíram para a continuidade da mensagem de Jesus, mesmo revestida de um cunho religioso, conforme o entendimento de cada um. Isso vamos encontrar na leitura do livro: “Paulo e Estevão” pelo espírito Emmanuel, psicografado por Chico Xavier.
      Percebemos nas palavras ditas por Jesus, acima, que Ele não veio fundar uma nova religião ou inspirar para a criação de mais uma. Ele veio trazer uma diretriz de reforma na maneira de pensar e de agir dos espíritos dessas 50 raças inseridas na convivência terrestre. Todos os espíritos trazidos para cá, apesar da diversidade, de forma geral, são espíritos que contribuíram para desequilibrar ou destruir suas pátrias de origem.
      Então, Jesus, mesmo nascendo ali junto ao povo hebreu, não veio somente para eles; ele corporificou-se na dimensão mais densa do planeta terra para ancorar sua mensagem, na dimensão dos encarnados. 
     Ele ensinou com uma linguagem simples para que aquelas mentes pudessem absorver a Boa Nova do Reino dos Céus. Mas também, em corpo mental, atuou nas dimensões astrais atingindo todos os espíritos que para cá foram degredados; principalmente as potestades e espíritos dos reinos das sombras. 



MENSAGEM DO AUTOEVOLUCIONÁRIO CÓSMICO, JESUS

      (...) – Quanto à salvação à qual quero me referir nunca poderá ser tomada como mera salvação do mal, da danação eterna, conceito arcaico inventado por fariseus e outros arautos da religiosidade terrena. Não se trata, em nenhuma hipótese, da salvação no sentido místico-espiritual apenas. Em outros aspectos, trata-se de salvar os planetas aqui representados por seus habitantes em degredo da destruição de seu ecossistema, sem falar da corrupção moral e de valores a que se entregaram. Em suma, objetiva-se salvar os seres da escolha infeliz de um caminho que, fatalmente, levará o universo e as leis da vida a acionarem o mecanismo de contenção ou de reequilíbrio das forças evolutivas caso os espíritos aqui reunidos não reeduquem sua visão. (...)

      (...) Para ser um dinamizador das forças evolutivas do universo, o espírito precisa desenvolver o que chamais de virtudes, de valores morais, de maneira a permanecer na escola cósmica como aprendiz e, ao mesmo tempo, construtor de um sistema cada vez melhor. O homem precisa aquilatar o efeito de suas atitudes, o peso de sua interferência no sistema, e assumir responsabilidade por seus atos. O mesmo princípio é válido para o habitante de outros orbes. (...)

     (...) O desenvolvimento moral, íntimo e dos valores do espírito – tais como fraternidade, bondade, respeito, justiça e outros mais – vos preparará para entender e viver a moral cósmica, que vai muito além.

     O Autoevolucionário Cósmico corporificou-se entre nós, na dimensão mais densa do planeta Terra, com o objetivo de iniciar um  movimento do despertar de todos os espíritos aqui reunidos para os valores morais ajustados à Ética Cósmica, a verdadeira fraternidade universal. Ele visava e visa "salvar" os espíritos exilados na Terra de um novo degredo para outras escolas planetárias.
       Como vimos, o trabalho para este despertar continua e Ele prometeu que retornaria novamente; não da forma com que veio anteriormente, corporificando-se, e sim em um corpo de energia mais sútil. Ainda  procurará despertar o maior numero possível de espíritos adormecidos quanto ao desenvolvimento da moral cósmica.
V. Lau

      Você poderá aprofundar este estudo lendo o diálogo completo de Jesus, daquela assembleia de espíritos, realizada há 2.000 anos atrás, no livro: “Os Abduzidos” – ditado pelo espírito Ângelo Inácio, psicografado por Robson Pinheiro.



Paris (FR), janeiro de 1861
 
Allan Kardec
     (...) para bem se compreenderem certas passagens dos Evangelhos, é necessário que se conheça o valor de várias palavras neles frequentemente empregadas e que caracterizam o estado dos costumes e da sociedade judia naquela época. Já não tendo para nós o mesmo sentido, essas palavras muitas vezes têm sido mal interpretadas, causando isso uma espécie de incerteza. A compreensão de seu significado explica, além disso, o verdadeiro sentido de certas máximas que, à primeira vista, parecem singulares.

Samaritanos – Após o cisma das dez tribos, Samaria tornou-se a capital do reino dissidente de Israel. Destruída e reconstruída várias vezes, ela foi, sob o domínio romano, a sede administrativa da Samaria, uma das quatro divisões da palestina. Herodes, chamado o Grande, a embelezou com suntuosos monumentos e, para lisonjear Augusto, deu-lhe o nome de Augusta, em grego Sebaste.
      Os samaritanos estiveram quase sempre em guerra com os reis de Judá. Aversão profunda, datando da época da separação, perpetuou-se entre os dois povos que evitaram todas as relações recíprocas. Os samaritanos, para tornarem mais profunda a cisão e não terem de vir a Jerusalém pela celebração das festas religiosas, construíram para si um templo particular e adotaram algumas reformas. Somente admitiam o Pentateuco, que continha a lei de Moisés, e rejeitavam todos os outros livros, que a esse foram depois anexados. Seus livros sagrados eram escritos em caracteres hebraicos da mais alta antiguidade. Aos olhos dos judeus ortodoxos, eles eram heréticos e, portanto, desprezados, anatematizados e perseguidos. O antagonismo das duas nações tinha, pois, por único princípio a divergência das opiniões religiosas, embora suas crenças tivessem a mesma origem. Eram os protestantes daquele tempo.
     Ainda hoje se encontram samaritanos em algumas regiões do Mediterrâneo oriental, particularmente em Nablus e em Jaffa. Observam a lei de Moisés com mais rigor que os outros judeus e só se casam entre si.

     Nazarenos – Nome dado, na antiga lei, aos judeus que faziam voto ou perpétuo ou temporário de guardar perfeita pureza. Eles se comprometiam a observar a castidade, a abster-se de bebidas alcoólicas e a conservar a cabeleira. Sansão, Samuel e João Batista eram nazarenos.
   Mais tarde, os judeus deram esse nome aos primeiros cristãos, por alusão a Jesus de Nazaré.
   Esse foi também o nome de uma seita herética dos primeiros séculos da Era Cristã, a qual, do mesmo modo que os ebionitas, de quem adotava certos princípios, misturava as práticas mosaicas com os dogmas cristãos. Essa seita desapareceu no século quarto.

     Publicanos – Assim eram chamados, na antiga Roma, os cavalheiros arrendatários das taxas públicas, encarregados da cobrança dos impostos e das rendas de toda natureza, quer na própria Roma, quer nas outras partes do Império. Assemelhavam-se aos arrendatários gerais e arrematadores de taxas do antigo regime na França e que ainda existem em algumas regiões. Os riscos que eles corriam faziam que se fechassem os olhos para as riquezas que muitas vezes adquiriam e que, da parte de muitos, eram fruto de exações e de lucros escandalosos. O nome publicano se estendeu mais tarde a todos os que administravam o dinheiro público e aos agentes subalternos. Hoje esse temo se emprega em sentido pejorativo para designar os financistas e os agentes pouco escrupulosos de negócios. Diz-se às vezes: “Ávido como um publicano, rico como um publicano”, com referência a uma fortuna de má procedência.
     De toda a dominação romana, o imposto foi o que os judeus aceitaram com mais dificuldade e o que causou mais irritação entre eles. Dele resultaram várias revoltas, fazendo-se do caso uma questão religiosa, por ser considerado contrário a lei. Formou-se até um partido poderoso, em cuja chefia estava um certo Judá, apelidado o Gaulonita, que estabelecera como princípio o não pagamento do imposto. Os judeus tinham, portanto, horror ao imposto e, em consequência, a todos os que se encarregavam de arrecadá-lo. Daí a aversão que votavam aos publicanos de todas as categorias, entre os quais podiam encontrar-se pessoas muito estimáveis, mas que, em virtude de suas funções, eram desprezadas, assim como as pessoas de suas relações e confundidos na mesma reprovação. Os judeus de destaque consideravam um comprometimento ter intimidade com eles.

Portageiros – Eram os arrecadadores de baixa categoria, incumbidos principalmente dos direitos de entrada nas cidades. Suas funções correspondiam mais ou menos à dos empregados de alfândega e recebedores de direitos de barreira.  Compartilhavam da repulsa dirigida aos publicanos em geral. Essa a razão por que, no evangelho, encontra-se frequentemente o nome de publicano associado à expressão gente de má vida. Tal qualificação não implicava a de debochados ou vagabundos; era um termo de desprezo, sinônimo de gente de má companhia, indignas de conviver com pessoas distintas.

Fariseus – (Do hebreu parasch = divisão, separação) – A tradição constituía parte importante da teologia dos judeus. Consistia numa compilação das interpretações sucessivas dadas sobre o sentido das Escrituras e tornadas artigos de dogma. Entre doutores, constituía assunto de discussões intermináveis, na maioria das vezes sobre simples questões de palavras ou de formas, no gênero das disputas teológicas e das sutilezas da escolástica da Idade Média. Daí nasceram diferentes seitas, cada uma das quais pretendia ter o monopólio da verdade, detestando-se cordialmente entre si, como acontece quase sempre.
     Entre essas seitas, a mais influente era a dos fariseus, que teve por chefe Hillel, doutor judeu nascido na Babilônia, fundador de uma escola célebre, onde se ensinava que só se devia depositar fé nas Escrituras. Sua origem remonta a 180 ou 200 anos antes de Jesus Cristo. Os fariseus foram perseguidos em diversas épocas, especialmente sob Hircano – soberano pontífice e rei dos judeus -, Aristóbulo e Alexandre, rei da Síria. No entanto, como este último lhes restituiu as honras e os bens, os fariseus recobraram seu poder e o conservaram até a ruína de Jerusalém, no ano 70 da Era Cristã, quando então o seu nome desapareceu, em consequência da dispersão dos judeus.
     Os fariseus tomavam parte ativa nas controvérsias religiosas. Servis observadores das práticas exteriores do culto e das cerimônias, cheios de um zelo ardente de proselitismo, inimigos dos inovadores, afetavam grande severidade de princípios, mas, sob as aparências de meticulosa devoção, ocultavam costumes dissolutos, muito orgulho e, acima de tudo, excessiva ânsia de dominação. Para eles, a religião era mais um meio de chegarem a seus fins, do que objeto de fé sincera. Da virtude só guardavam a ostentação e as exterioridades, embora exercessem, com isso, grande influência sobre o povo, a cujos olhos passavam por santas criaturas. Essa a razão por que eram muito poderosos em Jerusalém.
     Acreditavam, ou, pelo menos, fingiam acreditar na Providência, na imortalidade da alma, na eternidade das penas e na ressureição dos mortos. (Cap. IV, item 4) Jesus, que prezava sobretudo a simplicidade e as qualidades do coração, que, na lei, preferia o espírito que vivifica, à letra, que mata, se aplicou, durante toda a sua missão, a lhes desmascarar a hipocrisia, transformando-os, em consequência disso, em seus inimigos obstinados. É por isso que eles se ligaram aos príncipes dos sacerdotes para amotinar o povo contra Jesus e eliminá-lo.

Escribas -  Nome dado, a princípio, aos secretários dos reis de Judá e a certos intendentes dos exércitos judeus. Mais tarde, foi aplicado especialmente aos doutores que ensinavam a lei de Moisés e a interpretavam para o povo. Faziam causa comum com os fariseus, de cujos princípios partilhavam, bem como da antipatia que aqueles votavam aos inovadores. Por isso Jesus os confundia na mesma reprovação.

Sinagoga – (Do grego synagogé = assembleia, congregação) – Só havia na Judeia um único templo, o de Salomão, em Jerusalém, onde se celebravam as grandes cerimônias do culto. Os Judeus para lá se dirigiam todos os anos, em peregrinação para as festas principais, como as da Páscoa, da Dedicação e dos Tabernáculos. Por ocasião dessas festas é que Jesus viajou algumas vezes para lá. As outras cidades não possuíam templos, mas sinagogas, edifícios nos quais os judeus se reuniam aos sábados para fazer preces públicas, sob a chefia dos anciães, dos escribas ou doutores da lei. Nelas também se faziam leituras tiradas dos livros sagrados, seguidas de explicações e comentários, a que cada um podia tomar parte. É por isso que Jesus, sem ser sacerdote, ensinava aos sábados nas sinagogas.
      Desde a ruína de Jerusalém e a dispersão dos judeus, as sinagogas, nas cidades por eles habitadas, servem-lhes de templos para a celebração do culto.

Saduceus – Seita judia, que se formou por volta do ano 248 antes de Jesus Cristo, assim chamada por causa de Sadoque, seu fundador. Os saduceus não acreditavam na imortalidade da alma nem na ressurreição, nem nos anjos bons e maus. Entretanto, acreditavam em Deus, mas, nada esperando após a morte, só o serviam tendo em vista recompensas temporais, ao que, segundo eles, se limitava a sua providência. Assim, a satisfação dos sentidos constituía para eles o objetivo essencial da vida. Quanto às Escrituras, atinham-se ao texto da lei antiga, não admitindo nem a tradição, nem qualquer interpretação. Colocavam as boas obras e a observância pura e simples da lei acima das práticas exteriores do culto. Eram, como se vê, os materialistas, os deístas e os sensualistas da época. Essa seita era pouco numerosa, embora contasse em seu seio importantes personagens; tornou-se um partido político oposto constantemente aos fariseus.

Essênios ou Esseus – Seita judia, fundada por volta do ano 150 antes de Jesus Cristo, ao tempo dos macabeus, e cujos membros, habitando uma espécie de mosteiro, formavam entre si um tipo de associação moral e religiosa. Distinguiam-se pelos costumes brandos e pelas virtudes austeras, ensinavam o amor a Deus e ao próximo, a imortalidade da alma e acreditavam na ressurreição. Viviam em celibato, condenavam a escravidão e a guerra, punham em comunhão os seus bens e se entregavam à agricultura. Contrários aos saduceus sensuais, que negavam a imortalidade, bem como aos fariseus de rígidas práticas exteriores e de virtudes apenas aparentes, nunca os essênios tomaram parte nas querelas que dividiram essas duas seitas. Seu gênero de vida se assemelhava ao dos primeiros cristãos, e os princípios da moral que professavam levaram algumas pessoas a supor que Jesus fizera parte dessa seita, antes do começo de sua missão pública. É certo que o Mestre deve tê-la conhecido, mas nada prova que se houvesse filiado a ela, sendo, pois, hipotético tudo quanto se escreveu a esse respeito.


Terapeutas – (Do grego therapeutés, formado de therapeuein, servir, cuidar, isto é: servidores de Deus ou curadores) Eram sectários judeus contemporâneos do Cristo, estabelecidos principalmente em Alexandria, no Egito. Tinham muita relação com os essênios, cujos princípios adotavam, aplicando-se, como esses últimos, à pratica de todas as virtudes. Sua alimentação era extremamente frugal. Devotados ao celibato, à contemplação e à vida solitária, constituíam uma verdadeira ordem religiosa. Fílon, filósofo judeu platônico, de Alexandria, foi o primeiro a falar dos terapeutas; considerou-a uma seita do Judaísmo. Eusébio, São Jerônimo e outros Pais da Igreja pensam que eles eram cristãos. Fossem judeus ou cristãos, o que é evidente é que, do mesmo modo que os essênios, eles representam o traço de união entre o Judaísmo e o Cristianismo.

“O Livro dos Médiuns” Allan Kardec- Tradução de Evandro Noleto Bezerra- FEB 2013
Salvador (BA), abril de 2010.

Manoel Philomeno de Miranda

     (...) “À semelhança das ondas oceânicas a abraçarem as praias voluptuosamente, sorvendo as rendas de espumas alvas, os novos obreiros do Senhor se sucederão ininterruptamente alterando os hábitos sociais, os costumes morais, a literatura e a arte, o conhecimento  em geral, ciência e tecnologia, imprimindo novos textos de beleza que despertarão o interesse mesmo daqueles que, momentaneamente, encontram-se adormecidos. 
      “Antes porém, de chegar esse momento, a violência, a sensualidade, a abjeção, os escândalos, a corrupção atingirão níveis dantes jamais pensados, alcançando o fundo do poço, enquanto as enfermidades degenerativas, os transtornos bipolares de conduta, as cardiopatias, os cânceres, os vícios e os desvarios sexuais clamarão por paz, pelo retorno à ética, à moral, ao equilíbrio... Frutos das paixões das criaturas que lhes sofrerão os efeitos em forma de consumpção libertadora, lentamente surgirão os valores da saúde integral, da alegria sem jaça, da harmonia pessoal, da integração no espírito cósmico da vida. (...)

“TRANSIÇÃO PLANETÁRIA” – Espírito Manoel Philomeno de Miranda, psicografado por Divaldo Pereira Franco. Salvador: Livraria Espírita Alvorada Editora, 2ª ed. 2010.

Belo horizonte (MG), agosto de 2015.
     (...) Minha mensagem a este mundo, chamada Evangelho, nada mais é do que um incentivo, um incremento para a tomada de consciência, a fim de que os povos da Terra revejam sua postura diante da vida e das leis da vida. Ela fala à inteligência, pois vivenciá-la não implica a criação de um sistema religiosos ou iniciático. Trago a oportunidade de imergirdes em seus próprios espíritos e reverterdes o processo em andamento em vosso mundo, tanto subjetivo quanto objetivo. Viver o que chamais bem – e fazer o bem – não é questão de religiosidade, mas de inteligência.  Portanto não venho à Terra para vos salvar de um suposto demônio ou de um suposto inferno, venho para salvá-la da destruição e trazer aos habitantes do mundo uma alternativa, a qual culmina em vossa plena integração às comunidades da galáxia aqui representadas. (...)

Os Abduzidos – pelo espírito Ângelo Inácio, psicografado por Robson Pinheiro – 1ª ed. Contagem, MG – Casa dos Espíritos , 2015 (Série Crônicas da Terra, vol 4)

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Os Magos Procuram Jesus

     Nos relatos históricos bíblicos não há o detalhamento sobre alguns momentos que envolveram o nascimento de Jesus. Talvez, isso não fosse o foco principal do narrador que se prendeu mais ao lado religioso. Mas agora vamos fazer uma reflexão buscando novos ângulos para enriquecer mais o nosso conhecimento a respeito daquele momento importante, na história da humanidade terrena.


Mapa com adaptações - fonte:Google Earth
MATEUS
2 – A visita dos magos – Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram magos do Oriente a Jerusalém, perguntando: “Onde está o rei dos judeus recém-nascido? Com efeito, vimos sua estrela no seu surgir e viemos homenageá-lo. Ouvindo todos os chefes dos sacerdotes e os escribas do povo, procurou saber deles onde havia de nascer o Cristo. Eles responderam: “Em Belém da Judeia, pois é isto que foi escrito pelo profeta:
E tu, Belém, terra de Judá,
De modo algum és o menor entre os clãs de Judá, Pois de ti sairá um chefe
Que apascentará Israel, o meu povo”. 
Então Herodes mandou chamar secretamente os magos e procurou certificar-se com eles a respeito do tempo em que a estrela tinha aparecido. E, enviando-os a Belém, disse-lhes: “Ide e procurai obter informações exatas a respeito do menino e, ao encontrá-lo, avisai-me, para que também eu vá homenageá-lo”. A essas palavras do rei, eles partiram. E eis que a estrela que tinham visto no céu surgir ia à frente deles até que parou sobre o lugar onde se encontrava o menino. Eles, revendo a estrela, alegraram-se imensamente.
Ao entrar em casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o homenagearam. Em seguida, abriram seus cofres e ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonho que não voltassem a Herodes, regressaram por outro caminho para a sua região. (Bíblia de Jerusalém - Paulus)


     Na narrativa de Mateus percebe-se a ideia de que com a presença dos magos do Oriente, seguindo uma estrela especial, testificava que ali, naquela região, nascia um ser especial. Eles vieram para testemunhar o nascimento do cristo profetizado pelos profetas.

   Para uma compreensão mais aprofundada desse momento tão especial e significativo para a humanidade vamos começar a questionar o seguinte:
     Como os magos souberam do nascimento de um ser especial em outra terra estrangeira? Por que eles tiveram a ideia de levar presentes? Era costume? Como narrado, já que eles eram magos, será que eles tinham algum dom especial? Eram sensitivos, paranormais ou médiuns? Por que eles eram magos?
     Ainda mais, como era possível uma estrela ir à frente deles mostrando o caminho? Era realmente uma estrela, um objeto ou algo luminoso?


     Como vimos anteriormente em outra reflexão foram mil  anos de preparação para a corporificação do Autoevolucionário Cósmico na dimensão física terrena.  Durante esse tempo surgiram os profetas anunciando a vinda do Cristo, e na época de seu nascimento foram colocados, naquele ambiente, os seres pré-selecionados necessários para o grande empreendimento celeste. Portanto o papel dos magos do Oriente também teve uma finalidade necessária.
     No livro “Abduzidos”, psicografado por Robson Pinheiro, Ângelo Inácio nos revela algumas informações que esclarecerá o contexto espiritual dessa preparação.
    Segundo ele, os seres que coordenavam o nascimento do Autoevolucionário precisavam garantir a sua proteção e de seus pais, por isso fizeram uma higienização de energias inferiores no ambiente em que nascera Jesus. Para isso foram utilizadas naves cósmicas que possuíam suas fisicalidades  materiais, e outras etéricas.
     Também, precisavam providenciar recursos para a sobrevivência de Jesus, nos primeiros dias após o seu nascimento. Então, eles procuraram e identificaram três estudiosos da ciência astronômica. Gaspar, Baltazar e Belchior, os três reis magos de terras distantes, pesquisavam as estrelas há mais de 20 anos. Baltazar contou que enquanto dormia foi visitado por um dos deuses, segundo sua crença, e foi levado em espírito dentro de um carro voador, uma Vimana, até o local do nascimento do menino. O ser iluminado explicou que a criança seria de uma família pobre e a eles foi dada a missão de serem os provedores para auxiliar a família naquele primeiro momento.

Ilustração: Internet
   Por serem estudiosos das estrelas os reis sabiam que a estrelas não se moviam daquela maneira e achavam que se tratava de uma Vimana. Realmente, conforme narra Ângelo Inácio, o que ocorreu foi: “- A fim de que dê certo, duas naves se deslocarão até o Oriente e de lá partirão em velocidade reduzida, de modo que os homens acompanhem seu percurso até o local onde o avatar estará sob os cuidados de Maria. Um grupo de representantes de Antares, Sirius, Aldebarã e Órion, além da região centrogaláctica, uniu-se para traçar o percurso do Extremo Oriente à Palestina, pensando em conduzir recursos para a manutenção da família que alberga a criança cósmica. ”
Assim, os reis estrangeiros levaram ouro, incenso e mirra os quais poderiam ser trocados por mantimentos.
     
      As informações acima nos fazem analisar os registros históricos sob uma nova ótica. A narrativa desses fatos, que ocorreram no passado, nos faz compreender sobre como os reis magos souberam do nascimento de Jesus, o que era aquela estrela que eles seguiram, e a importância da participação deles naquele momento tão importante da corporificação de Jesus.
      Entretanto, para nós o que ainda é difícil de entendermos é em relação a existência das naves que atuaram naquela época. Como foi dito haviam as naves de materialidade física e as etéricas, que não eram tão densas a ponto de serem percebidas pelos sentidos comuns. Porque elas não foram avistadas mais, depois? Porque elas não foram descritas, pelos evangelistas, de outra forma?
      Como resposta, Ângelo Inácio narra que: “A atuação desses seres iluminados, em corpos que diferiam da materialidade dos corpos terrenos, não visava transmitir ensinamento científico, para o qual os povos da Terra ainda não estavam prontos; com efeito, visava assegurar uma infraestrutura social, energética e espiritual para a chegada do grande missionário das estrelas. ”
      Se nós, na atualidade, apesar do nosso conhecimento científico, temos dificuldade para entender sobre isso, não poderia ser de outra forma o registro histórico feito por Mateus.
      Já, os povos antigos da Índia fizeram uma descrição mais realista dessas naves, como consta em seus textos sagrados, os Vedas. Descrevem elas com o nome de Vimana – carros voadores de várias formas e tamanhos que podiam voar na atmosfera, sob a água e pelo espaço.

Belo horizonte (MG), agosto de 2015.

Ângelo Inácio
(...) - Vejam! Uma estrela parece nos guiar o caminho. Ela transita lentamente nos céus, parecendo aguardar que a sigamos.
- Mas estrelas não se deslocam, Gaspar; sabemos disso. Se essa observação viesse de um leigo, até poderia admitir, mas, vinda de você, meu amigo real?
- Sei disso, nobre Baltazar, uma vez que estudamos os astros há mais de 20 anos. Estrelas realmente não caminham, voam ou se deslocam nos céus. E os astros que caem à Terra fazem um percurso, digamos, de cima para baixo, nunca de um lado para outro, demonstrando inequivocamente, nesse caso, uma condução inteligente. Além do mais, o veículo iluminado comporta-se de forma que parece estar sendo guiado, indo em uma direção precisa. Astros decerto não se comportam dessa maneira.
- Já ouviram falar nos carros voadores de nossas tradições, isto é, os vimanas dos deuses? Presumo que sim. – Interveio o terceiro dos reis.
- Convém ter o cuidado em não falar a palavra deuses na terra aonde iremos visitar a criança. Lá não entendem que, em nossa cultura, a palavra deuses adquire uma conotação diferente da que tem para eles. Segundo me informei, são uma nação governada pelos sacerdotes, ou seja, trata-se de um governo essencialmente religioso. Por isso, tenhamos cuidado com as palavras que lá ganham outro significado.
     Pensando sobre a observação do governante do país vizinho, Baltazar continuou, após as devidas reflexões:
- Para mim, a estrela que nos guia mais parece os lendários veículos com os quais os deuses cruzam os céus, mas que, de alguma maneira, assinalam a nós o caminho que nos conduz à criança, ao Messias, que deve estar prestes a nascer. (...)

Os Abduzidos” – pelo espírito Ângelo Inácio; psicografado por Robson Pinheiro. 1[ ed. – Contagem, MG: Casa dos Espíritos, 2015 (série Crônicas da Terra, vol. 4)


quarta-feira, 16 de março de 2016

Autoevolucionário Cósmico (Jesus)

INTRODUÇÃO
     
Ilustração - Internet
Nós, humanidade terrena, desde a antiguidade, quando nos referíamos a Deus, anjos, Jesus e outros mestres de luz, dizíamos que eles viviam no céu; sendo que o entendimento desse “céu” era relativo a elementos de informações advindos de conhecimentos científicos de cada época, que cada um de nós tínhamos acesso. Enquanto para alguns o “céu” era somente o azul do espaço e as estrelas da noite, e em algum lugar, nesse recanto celeste, vivia Deus e os anjos; para outros, já iniciados na astronomia, o conceito se ampliava um pouco mais, com noções de sistema solar e de inúmeros planetas nas constelações. Mas, ainda assim, Deus e os anjos viviam em algum lugar nesse espaço "visível".

       Entretanto, devido à dificuldade de entendermos o abstrato e condicionados pelas interpretações religiosas, a imagem que fazíamos de Deus era a de um velhinho com cabelos e barbas brancas e os anjos com asas; talvez, para voarem pelo nosso “céu”.     Porém, tudo isso até que é compreensivo pelo fato de, ainda, necessitarmos humanizar a realidade que está além de nossas percepções sensoriais físicas.

     
Fonte: NASA
Na atualidade, com o avanço da astronomia, o conceito de “céu” ampliou-se para “espaço cósmico” com milhares de planetas e bilhões de galáxias na imensidão. Tudo isso é percebido por aqueles que têm a curiosidade de apreciar as belas imagens captadas por diversos telescópios, inclusive as do Hubble.
     Nos nossos dias, se a astrofísica comprovou que há bilhões de galáxias e que essas possuem milhares de planetas... então, a realidade do “espaço cósmico”, se vista em sua totalidade, tornou-se até um pouco assustadora e extraordinária, para muitos. Enquanto muita gente ainda permanece com o velho conceito de “céu”, outros, com uma nova visão desse novo “espaço cósmico”, parecem ter percebido que Deus e os anjos vivem, até, um pouco mais distantes.
     Entretanto, uma coisa é certa, os que perceberam a nova imensidão ficaram maravilhados com a "Obra da Criação” tendo que admitir a existência de uma inteligência superior responsável por essa maravilha.

Fonte: Livro Luz Emergente
Com o advento da ciência cósmica espiritual, as informações que estamos recebendo, através das revelações progressivas, por intermédio da habilidade mediúnica, nos convida a sairmos da infantilidade do conceito sobre o “céu”, para caminharmos para a maturidade de uma compreensão mais realista, em relação ao espaço cósmico.
     Para que isso ocorra, em princípio, temos que partir da compreensão sobre nós mesmo.
     Quem somos? E como estamos manifestados nesse espaço cósmico?
     Conforme as informações da ciência cósmica espiritual, neste exato momento, utilizando-nos das expressões mais conhecidas, nós possuímos sete corpos dimensionais que são: o átmico, o búdico, o mental superior, o mental inferior, o astral, o etérico e o físico; por isso é que somos seres multidimensionais.
     Nós não percebemos esses outros nossos corpos devido a limitação de nossa percepção oriunda dos cinco sentidos do cérebro físico; mas estamos manifestados simultaneamente, neste exato momento, em diversas dimensões.

     

Fonte: IPPB
Para clarear um pouco mais a nossa compreensão a respeito disso, neste exato momento, por exemplo, vamos supor que ao nosso lado há um ser, mas não o percebemos devido a ele estar manifestado em seu corpo astral, sem o corpo físico. Vamos supor, também, que, ao mesmo tempo, ao nosso lado há um ser manifestado em seu corpo mental (sem o corpo astral). O que está ocorrendo de fato? Ocorre que nós não percebemos o ser manifestado com o corpo astral e nem o ser com o corpo mental. Também, o ser que está manifestado em corpo astral pode, conforme sua densidade e falta de vidência extrafísica, não estar percebendo o ser que está em corpo mental. Ainda mais..., podemos imaginar que, ao mesmo tempo, está ao nosso lado um ser manifestado com todos os seus corpos dimensionais sendo que o último é um corpo físico com uma materialidade parecida com a do nosso corpo etérico; é o caso de um ser extraterrestre que vive em outro planeta e possuí um corpo físico mais sútil, etérico. Esse, dependendo de sua habilidade psíquica, pode perceber a dimensão astral e mental e interagir com os outros seres.
     Conclusão: neste exato momento, estamos manifestados simultaneamente, no mesmo “espaço cósmico”, com corpos de fisicalidade estruturada de energias das dimensões correspondentes (física, etérica, astral, mental inferior, mental superior, búdico e átmico); sendo que a percepção de nossa realidade está condicionada ao corpo mais denso. Entretanto, conforme habilidades paranormais ou grau evolutivo desenvolvido podemos, em momento de desprendimento energético, “desacoplar-nos” desse corpo mais denso e perceber a realidade em que está vibrando o corpo mais sútil imediato (outra dimensão imediata).

       Algumas pessoas que nascem com habilidades parapsíquicas desenvolvidas conseguem perceber os seres em corpo astral.
      Conforme experiências relatadas, eles percebem esses seres de forma tão real que é como se estivessem vendo-os em corpo físico.
      Essa é a realidade em que estamos vivendo; um universo multidimensional onde energias de frequências diferenciadas coexistem.
       Portanto, no “espaço cósmico” que percebemos através da visão, ou pelos instrumentos da astronomia, co-habitam os seres iluminados, “anjos”, em dimensão astral, mental ou nas mais elevadas. Deus, “Princípio Inteligente Gerador de Tudo”, dirige sua criação através das consciências cósmicas evoluídas que atuam em cada dimensão do universo.

SERES AUTOEVOLUCIONÁRIOS


NASA
           No livro “Os Abduzidos” – psicografado por Robson Pinheiro-, Ângelo Inácio traz importantes revelações sobre a preparação para o nascimento, no planeta Terra, de um dos seres orientadores evolutivos da humanidade.
      “Segundo ele, no centro de nossa galáxia, a Via Láctea, vibrando em outra dimensão, em um universo paralelo, habita um grupo de consciências cósmicas responsáveis pela evolução das humanidades da galáxia. Foi uma dessas superconsciência cósmica que participou na concretização de um projeto elaborado pelo Grande Arquiteto do Universo (Deus). Nesse projeto ela atuou ativamente, desde a formação da nebulosa, e  na formação do sistema solar com seus planetas; desde as dimensões paralelas até a física.
      “Nesse grande projeto, essa superconsciência cósmica planejou, após a conclusão de sua obra, reduzir sua vibração e nascer na dimensão mais densa, a física, do planeta Terra, para contribuir no despertar das consciências espirituais para ali conduzidas ”

 
NASA
           Mas para que tudo isso?
       É que a Terra foi preparada para receber, em sua atmosfera astral e física, as mônadas primordiais que iniciariam sua jornada evolutiva, e outras consciências que viriam de tempo em tempo, num processo de exílio, para continuarem suas caminhadas evolutiva.
       Assim, iniciou-se o plano evolutivo na Terra. Havia as mônadas espirituais iniciando o despertar da luz da razão na dimensão física, e habitando, ainda, corpos físicos primitivos, que eram produto da manipulação genética de antigos semeadores de vida que para cá vieram, quando deu-se o  início  do processo de chegada de seres exilados de outros planetas
       É importante ressaltar que esses seres exilados vieram  para a Terra após todas as tentativas de recuperação, em suas pátrias de origem, para ajustá-los às leis evolutivas da Criação.

PLANEJAMENTO PARA O NASCIMENTO DO EMISSÁRIO CÓSMICO


Ilustração : Internet
Aproximadamente 1.000 anos a.C., em uma dimensão paralela correspondente a posição do Sol, houve uma reunião de seres que dirigem o Sistema de vida na Terra e de outros planetas do Sistema Solar. Iniciava-se ali o planejamento para a vinda do orientador evolutivo da humanidade terrena e sua corporificação na Terra. Essa antecedência, na preparação, era devido a necessidade desses cientistas siderais, através da engenharia genética, fazerem uma seleção especial do gene que formaria o futuro corpo físico do emissário cósmico. Como não era comum a corporificação, na terceira dimensão, de um ser tão evoluído assim houve a necessidade desse grande planejamento antecipado.
     No “espaço cósmico”, o Autoevolucionário cósmico, responsável pela evolução terrena, vive num universo paralelo, na dimensão mental. Ele vive em corpo mental, sem o corpo astral, que já descartou após evoluir em outros planetas do universo. Vibrando nessa outra dimensão sua aura envolve todo o sistema solar.
    Para uma simples comparação: se a aura de uma pessoa de nível evoluído mediano aqui na Terra tem uma aura, ao seu redor, de mais ou menos 4 metros, imaginemos agora a extensão de uma aura do tamanho do sistema solar...

     Por isso, esse ser altamente evoluído, desde 1.000 anos terrestres antes de seu nascimento no corpo físico, iniciou o processo de redução de sua vibração energética. Por nunca ter vivido na Terra ele precisou formar, ao longo do tempo, um corpo astral, um corpo etérico e o apoio dos cientistas siderais na preparação genética para a formação de um corpo físico que pudesse se manifestar na dimensão mais densa da Terra.

                                       PROJETO INICIAL - NASCIMENTO NO EGITO

Foto: Internet
Conforme relata Ângelo Inácio, o projeto inicial era de o Autoevolucionário cósmico corporificar-se no Egito. Para isso, um agente dos seres dirigentes nasceu com a incumbência de preparar o terreno para a vinda desse emissário. Esse agente, conforme registro histórico, viveu em 1.336 a.C., e foi  Akenaton. Sua missão era fazer com que fosse abandonado o politeísmo no Egito e introduzir uma adoração centralizada em um único Deus. Assim facilitaria para que o mensageiro celeste semeasse as diretrizes da política das regiões sublimes, orientando o comportamento a ser adotado pela humanidade. Mas Akenaton não conseguiu realizar a tarefa da crença de um único Deus. A forte resistência dos sacerdotes tradicionais do Egito impediu a continuidade desse projeto.
     Outro entrave foi em relação ao fornecimento dos genes ideal para a formação do corpo físico do emissário celeste.  A esposa de Akenaton, Nefertit, que era uma nephilin, (miscigenação de humano anunnaki com o humano terreno) não gerou filho homem, impedindo o fornecimento genético herdado dos anunnakis. Para haver a corporificação no plano físico precisavam submeter-se à lei planetária; a união entre os gametas masculino e feminino.
      (Imaginemos, agora, como seria a nossa realidade hoje se o Autoevolucionário Cósmico tivesse nascido no Egito? Como seriam as religiões criadas a partir do movimento de renovação da Terra? Por certo elas teriam as diretrizes renovadoras para a regeneração da humanidade, só que estruturadas em outras liturgias e rituais diferentes; seria outro panorama.)
      Devido a falha desse projeto inicial os seres especialistas tiveram que executar outro plano.


                                                                  SELEÇÃO GENÉTICA DO PAI BIOLÓGICO

1 – Ascendência de Jesus – Livro da origem de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.

Abraão gerou Isaac, Isaac gerou Jacó, Jacó gerou Judá e seus irmãos, Judá gerou Farés e Zara, de Tamar, Fares gerou Esrom, Esrom gerou Aram, Aram gerou Aminadab, Aminadab gerou Naasson, Naasson gerou Salmon, Salmon gerou Booz, de Raab, Booz gerou Jobed,  de Rute, Jobed gerou Jessé,  Jessé gerou o rei Davi.

Davi gerou Salomão, daquela que foi mulher de Urias, Salomão gerou Abias, Abias gerou Asa, Asa gerou Josafá, Josafá gerou Jorão, Jorão gerou Ozias, Ozias gerou Joatão, Joatão gerou Acaz, Acaz gerou Ezequias, Ezequias gerou Manassés, Manassés gerou Amon, Amon gerou Josias, Josias gerou Jeconias e seus irmãos por ocasião do exílio na Babilônia.
Depois do exílio na Babilônia, Jeconias gerou Salatiel, Salatiel gerou Zorobatel, Zorobatel gerou Abiud, Abiud gerou Eliacim, Eliacim gerou Azor, Azor gerou Sadoc, Sadoc gerou Aquim, Aquim gerou Eliud, Eliud gerou Elezar, Eleazar gerou Matã, Matã gerou Jacó, Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus chamado Cristo.

Portanto, o total das gerações é: de Abraão até Davi, quatorze gerações; de Davi até o exílio na Babilônia, quatorze gerações; e do exílio na Babilônia até Cristo, quatorze gerações.
EVANGELHO SEGUNDO SÃO MATEUS (Bíblia de Jerusalém – Paulus – 2012)


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Mateus descreve toda a geração desde Abraão até chegar no nascimento de Jesus; e Ângelo Inácio traz uma informação importante desse período, sobre o que ocorreu na dimensão astral, durante a preparação de toda essa geração, na seleção genética adequada para a formação de um corpo físico especial, afim de receber o Autoevolucionário cósmico. Para isso, os técnicos responsáveis, sabendo que o cromossomo Y era transmitido de pai para filho de geração em geração, precisavam selecionar alguém que possuísse o material genético adequado. 
Durante 50 anos os técnicos responsáveis pelo projeto abduziram mais de 50 homens. Seres do Egito, descendentes de Tutancâmon (fruto de outras esposas de Akenaton), da Palestina e da Índia, enquanto dormiam, foram abduzidos e pesquisados quanto às suas formações genéticas. Após essa pesquisa selecionaram Davi para ser trabalhado em sua linhagem a fim de fornecer o material genético adequado.
        Durante 20 anos, Davi, no momento do sono físico, foi levado à base dos técnicos, onde aprimoraram a carga genética que seria transmitida aos seus descendentes. Com o decorrer do tempo foi sendo feito as correções no DNA das gerações da descendência de Davi.
        Naquela época, os técnicos especialistas concluíram que o material genético dos humanos, por si só, não poderia ser suficiente para a formação do corpo do emissário cósmico, por isso trabalharam as 14 gerações descendentes de Davi até chegar em José.
       José já possuía material genético aprimorado, mas ainda teria que ser levado, através de abduções, aos laboratórios dos especialistas para que fossem trabalhados seus gametas. Os técnicos precisavam imprimir informações necessárias e posteriormente esses gametas seriam transportados diretamente para o ventre materno, que geraria o corpo do emissário celeste.

                                                                 ABDUÇÃO DE JOSÉ

O Evangelho Segundo São MateusJosé assume a paternidade legal de Jesus
18 – A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, antes que coabitassem, achou-se grávida pelo Espírito Santo, José, seu esposo, sendo justo e não querendo denunciá-la publicamente, resolveu repudiá-la em segredo. Enquanto assim decidia, eis que o Anjo do Senhor manifestou-se a ele em sonho, dizendo: “José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e tu o chamarás com o nome de Jesus, pois ele salvará o seu povo dos seus pecados”. Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor havia dito pelo profeta: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e o chamarão com o nome de Emanuel, o que traduzido significa: “Deus está conosco”. José, ao despertar do sono, agiu conforme o Anjo do Senhor lhe ordenara e recebeu em casa sua mulher. Mas não a conheceu até o dia em que ela deu à luz um filho. E ele o chamou com o nome de Jesus. ( cap. 1 ; 18 a 25. Bíblia de Jerusalém – Paulus, e-book)


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    Na descrição de Mateus há esse mistério de Maria que, antes de casar-se com José, foi engravidada pelo Espírito Santo. Do ponto de vista religioso, místico, desde aquela época até aos dias de hoje, creio que a explicação comum do nosso entendimento, baseada na descrição acima, é de que o Espírito Santo, que vem de Deus, com sua luz penetrou no ventre de Maria e formou o feto que formou o corpo de Jesus. Esse mistério é tido como algo miraculoso, especial e divino. Quanto a isso, desde aquela época, não havia o que se discutir porque o conhecimento científico, naquele tempo, era embrionário e a crença mística falava mais alto.

     Hoje com o avanço da ciência, principalmente da genética, podemos entender melhor o que pode ter ocorrido. Ângelo Inácio, em seu livro, descreve o que ocorreu no episódio envolvendo José durante sua preparação para ser o pai biológico do emissário cósmico. Como José pertencia a uma sociedade dominada por leis antigas e rígidas da religião hebraica da época, ele precisava ser preparado quanto ao procedimento que se daria quanto à gravidez, de forma não tradicional, de sua esposa, Maria.
      Num entardecer enquanto José descansava, após o trabalho, surgiu um disco iluminado que se aproximou do local, tornando-se cada vez mais perceptível. Pela descrição de Ângelo Inácio a nave era de uma constituição física, tangível, mesmo que de uma fisicalidade com propriedades diferentes. Dois seres desceram dessa nave iluminada, e eles também eram visíveis, tangíveis; provavelmente de uma fisicalidade diferente da nossa. Os seres caminharam até José e aplicando uma energia sobre ele induziram-no a um sono mais profundo, e em seguida José elevou-se até ser absorvido para o interior da nave. Hoje conhecemos esse processo como abdução, que tanto pode ocorrer em corpo astral ou físico.
      José acordou diante dos cientistas, engenheiros geneticistas e especialistas em magnetismo, que na visão dele, mística e religiosa, eram os “anjos do Senhor”. Esses seres, respeitando o conhecimento cultural e religioso de José, explicaram  o que ocorria naquele momento de forma a não chocá-lo tanto.
      Foi explicado a José que ele possuía uma semente de vida que seria utilizada para fecundar sua futura esposa, para o nascimento de um ser muito especial. Era para ele guardar esse segredo e só quando estivesse morando com Maria devia revelar isso a ela. Ali, foi colhido o espermatozoide de José e trabalhado em sua intimidade mais profunda, afim de imprimir as informações necessárias para o nascimento do corpo físico do emissário cósmico. Posteriormente, os gametas seriam transportados ao ventre materno de Maria para gerar o ser especial.
       Segundo Ângelo Inácio, após o procedimento, José foi adormecido e deixado em um local há mais de 30 km de sua morada, numa aldeia vizinha. Com isso, para José, a experiência foi marcante e real, mas ele não pôde explicar como foi arrebatado pelos anjos do Senhor.  

       A descrição do encontro de José com os anjos do Senhor feita por Mateus foi: "foi como um sonho". Isso não poderia ser de forma diferente devido a limitação de compreensão da época. Naquela tempo não havia conhecimento, como hoje, sobre eletricidade, electromagnetismo, força gravitacional, veículos automotores, aviões, naves que voam, e nem o conhecimento de seres de outras dimensões e planetas. A descrição só poderia ser feita como uma experiência de um sonho.



ESPÍRITO FEMININO DE SIRIUS (MARIA)


Maria de Nazaré - Segundo Chico Xavier
 Conforme relata  Ângelo Inácio, para poder gerar o corpo especial do emissário cósmico foi escolhido um espírito feminino do planeta Sirius. Com muita antecedência ao nascimento do emissário cósmico ela veio à Terra e começou a atualizar-se quanto ao sistema de vida terreno. Na dimensão mental e astral o emissário cósmico teve contato diversas vezes com esse espírito de Sirius, a fim de ajustarem-se para sua descida vibratória e corporificação na terceira dimensão, no plano físico.
      Essa alma especial de Sirius, corporificada como Maria, desde sua infância tinha consciência de que viera para uma tarefa especial; mesmo desconhecendo todo o processo, quando em vigília física. Após a transferência direta do gameta masculino para o útero de Maria, feito pelos cientistas encarregados do projeto de nascimento do emissário cósmico, ela, com o influxo de seu pensamento, durante as etapas da gestação, possibilitou que o ser proveniente de um sistema totalmente diferente do terreno pudesse rememorar a ideia de um corpo astral e físico. Esse ser não trazia o registro de um corpo terreno, pois jamais tinha vivido aqui na Terra.
      A consciência crística reduziu-se vibratóriamente ao máximo para adaptar-se ao formato dos seres da Terra. Ele apropriou-se das matrizes espirituais de Maria e absorveu os registros genéticos da semente de José, e compondo um molde espiritual  adaptou-se ao útero de sua mãe terrena. Foram mais de mil anos terrestres de redução vibratória e adaptação para a sua corporificação. Ângelo Inácio descreve que: “a sublime consciência reduziu-se de tal maneira que apenas uma parcela, necessária para fecundar a semente da vida, manifestou-se no corpo especial daquela mulher, quase divina”.
      Assim, corporificou-se, naquele recanto do planeta, o Autoevolucionário cósmico, Jesus. Ele que organizara toda a vida e o sistema evolutivo da Terra e do Sistema Solar, agora pessoalmente corporificado no plano mais denso, vinha trazer a diretriz evolutiva para todos os espíritos inseridos no projeto Terra.
            Ele veio não somente para o povo daquela região, os judeus (como vimos antes, ele poderia ter nascido no Egito); mas ele veio como orientador para mais de 50 raças de seres de procedência de outros mundos, exilados e rebeldes, que viviam nas dimensões astrais e física terrena.


CONCLUSÃO

      Com o registro histórico feito por Mateus, somado das informações dos registros mediúnicos da atualidade, nos é possível  começar a vislumbrar, com maior profundidade, todo o contexto evolutivo que envolve a todos nós, neste recanto do universo. Podemos, também, perceber a magnitude e renúncia deste Avatar orientador evolutivo nosso, que reduzindo sua vibração energética, corporificou-se entre nós para trazer as diretrizes evolutivas para toda a humanidade.
      Uma dúvida ainda, que talvez possa existir em todos nós, é em relação a como foi possível, naquela época, a inseminação artificial em Maria, para a geração do corpo de Jesus? Pois há a falta de registro bíblico com a linguagem de que dispomos hoje, através das revelações mediúnicas. Na atualidade, como é de nosso conhecimento, a inseminação artificial está bem avançada, inclusive com a escolha das características genéticas do ser a ser gerado.
      Ainda mais..., e os seres cientistas geneticistas que atuaram naquela época? E suas naves? E seus laboratórios? Porque, daquela época para a atual, não há fatos comprovados cientificamente da existência e atuação desses seres?
       Analisando o conjunto de informações de que dispomos, apesar das evidências mostradas pelos ufólogos e pesquisadores quanto a abduções e aparições de naves de seres extraterrenos, parece que vivemos um período de não atuação desses seres, de forma direta com aparição, e interferência na evolução terrena.  Conforme vimos em outras reflexões, os seres federados de outras raças cósmicas, que têm suas bases em alguns planetas e satélites do Sistema Solar, e que trabalham em sintonia com os guardiões planetários, seguem uma ética cósmica e determinação de não interferência direta no plano físico da vida humana; salvo em momentos críticos de grande perigo para a Terra e outros planetas do Sistema Solar. Isso foi determinado para que a humanidade terrena pudesse caminhar por si só, na compreensão e vivência das diretrizes trazidas pelo emissário cósmico. Naquele momento de grande importância cósmica para o nascimento do Autoevolucionário Cósmico na Terra houve a interferência direta desses seres extraterrenos; respeitando os costumes culturais e religiosos dos envolvidos.
       Conforme vimos em outro estudo no documentário “Data Limite”, segundo Francisco Cândido Xavier, depois do ano 2019 os seres federados estarão autorizados a entrarem em contato de forma direta com a humanidade terrena, na terceira dimensão. Vamos aguardar, para ver e viver este momento.
V. Lau

Belo Horizonte (MG), 27 de agosto de 2015.
(...)  Na verdade, os universos paralelos, ou multiversos, podem ser comparados a outras dimensões onde existem planetas, sistemas estelares inteiros, sistemas de vida que vibram em faixa diferente da frequência do universo físico. Em tais universos, não se encontram simplesmente duplicatas dos seres vivos que vivem no mundo, muito pelo contrário, há civilizações inteiras, outras consciências, e, em alguns deles, os mesmos indivíduos que partiram da Terra no processo de descarte biológico final ao qual os terrícolas dão o nome de morte. A dimensão que os abriga, tida como imaterial, não é tão imaterial assim. É todo um universo, cujas distâncias não podem ser medidas em termos de anos-luz, tampouco suas leis podem ser compreendidas tendo-se por base as leis do mundo propriamente dito. (...)

(...) – Diante da realidade do ser transcendente, uma consciência tão evoluída, devemos contar com certas dificuldades. A fim de minorá-las, convém fazermos uma programação correspondente a pelo menos um milênio dos anos terrestres antes que assuma o corpo carnal.
     - O renascimento de seres da categoria de consciências cósmicas deve obedecer a um planejamento detalhado; exige tremenda mobilização de recursos, providências de engenharia genética, bem como a seleção criteriosa de genes para compor o veículo físico. Tamanha antecedência se explica por não se tratar de um espírito comum, embora, na Terra, ele deva levar uma vida tão normal como a dos demais habitantes. (...)

(...) A materialização do ser que chamamos de Autoevolucionário no planeta Tiamat não foi algo decidido intempestivamente. Decerto foi difícil para as consciências que dirigem a galáxia tomar a decisão acerca da corporificação de um dos luminares que compõem o seleto grupo de consciências responsáveis pelo destino dos mundos. (...)

(...) – Segundo as informações às quais tive acesso – comentou o engenheiro sideral -, virá um espírito feminino diretamente de Sirius a fim de imprimir sua identidade energética no corpo que servirá  ao nascimento do avatar. Desempenhará um papel fundamental nesse processo, pois detém o poder e ciência de transferir, diretamente de seu espírito para o feto, as marcas genéticas que lhe são peculiares. (...)

(...) “Observemos o homem Davi, que é hoje um pastor de ovelhas. Importa promover mudança na função que realiza, pois precisa desenvolver certas habilidades em seu espírito. Esse aspecto influirá de modo determinante no futuro os corpos gerados a partir do seu material genético. Para tanto, implementaremos um plano de abdução, inicialmente com periocidade anual, e então delinearemos sua reprogramação genética. (...)

(...) Podemos, então, resumir os eventos prévios à encarnação do Messias da seguinte forma: Cristo, como Autoevolucinário, uma das consciências cósmicas diretamente comprometida com a formação e o projeto educativo de vários mundos, incluindo a Terra, é puro espírito; ele e os cientistas cósmicos conhecem o código genético de todas as coisas vivas do planeta; portanto, a equipe que o assessora, composta por seres mais antigos e experientes da Via Láctea, conhece a informação impressa na contraparte astral do DNA e sabe como modificá-la, pois que é, em certo sentido, imaterial e assemelha-se aos dados armazenados em um computador – nesse caso, um computador biológico dotado de memória genética, que, mais tarde, converte-se em memória celular.

 

Os Abduzidos” – pelo espírito Ângelo Inácio; psicografado por Robson Pinheiro. 1[ ed. – Contagem, MG: Casa dos Espíritos, 2015 (série Crônicas da Terra, vol. 4).